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Fuga ao Fisco & Corrupção: Como os ricos não pagam impostos...

Iniciado por tiagodandre, Junho 20, 2008, 14:27

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tiagodandre

Com um serviço bancário desta qualidade...é proveitoso ser cliente VIP... ::)

Suíça/Fraude fiscal
UBS terá ajudado clientes a esconder activos no valor de 12,8 mil milhões de euros


A unidade da banca privada do banco suíço UBS terá levado a cabo uma série de esquemas para ajudar os seus clientes norte-americanos ricos a esconderem cerca de 12,8 mil milhões de euros em activos e a fugirem aos impostos, revelou hpje um antigo banqueiro, que se declarou culpado das acusações de conspiração para fraude.

Pedro Duarte

Em declarações ao tribunal federal de Ft. Lauderdale, no estado norte-americano da Flórida, e citado pela agência Bloomberg, o ex-banqueiro Bradley Birkenfeld afirmou que ele e os seus colegas ajudaram norte-americanos ricos a esonderem as suas fortunas, ao aconselhá-los a colocarem dinheiro e jóias em caixas seguras de depósito na Suíça, comprarem obras de arte e jóias utilizando contas 'offshore' e criarem contas em nomes de outras pessoas.

Birkenfeld encontra-se a ajudar uma inevstigação do Departamento da Justiça dos Estados Unidos ao banco UBS, e afirmou que as práticas que descreveu são "comuns" entre os seus antigos colegas. Este ex-banqueiro afirmou também que o UBS ajudou americanso ricos a fugirem ao fisco mesmo depois da instituição ter assinado um acordo em 2001 que determinada que este deveria identificar os detentores de contas e os respectivos rendimentos às autoridades fiscais norte-americanas.

Segundo Birkenfeld, muitos clientes preferiram não revelarem quais os seus activos, porque isto iria derrotar o propósito de efectuarem depósitos no UBS, nomeadamente o de fugirem ao fisco.

"Em vez de se arriscarem a perder cerca de 20 mil milhões de dólares em activos [cerca de 12,8 mil milhões de euros] sob gestão em negócios não declarados nos EUA", o UBS "ajudou esses clientes norte-americanos riscos a esconderem os activos que possuíam no estrangeiro", lê-se no texto escrito que Birkenfeld entregou ao tribunal, no qual se declarou culpado.

2008-06-20 12:25


Este fala para que a pena seja mais reduzida... ::) >:(

Por cá andamos a brincar com a operação furacão...enfim!

Dizer que se ganha o ordenado mínimo/pouco, virou moda em Portugal, mas depois mostram sinais de riqueza..?!! Isto é o que eu chamo grande money management!!! ::) ::) Investiguem e por uma vez na vida comecem a mostrar respeito pelos contribuintes que ficam sem 1/3 do seu ordenado logo à cabeça, já para não falar no resto!!.... >:( :o ::)

Não me estou a referir apenas à op. furacão, mas sim, a todo o tipo de fuga ao fisco, corrupção, branqueamento de capitais, desvio de fundos comunitários,....etc...(a lista é extensa!!!), o poder autárquico é outro belo exemplo.

Quando efectivamente a Justiça e o Ministério das finanças começar a apertar com os ricos e poderosos do nosso país, teremos finalmente um país com contas saudáveis...

A classe média já não pode ser mais espremida, e não devemos ser nós a pagar pelos outros, pois se estes meninos ricos pagassem o que deviam, o tesouro estaria bem mais recheado.


Enfim!.....
"Aprenda com os erros alheios. Não viverá o bastante para cometer todos os erros." (Martin Vanbee)

"Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros." (Benjamin Franklin)

wamaral

Já estou pensar em passar ganza para receber o rendimento mínimo. ;D
E que tal a cena de a EDP por os valores de pagamentos incobráveis para a conta do pessoal que paga, vou mesmo passar ganza e ter uma conta à ordem com 0€.

camafeu

De há uns tempos para cá a maioria dos bancos e outras grandes empresas de serviços  deixaram de fazer atendimento ao cliente por nºs de telefone gratuitos (800) e email agora é tudo com chamadas de valor acrescentado (707), aliás os bancos andam a precisar de liquidez eles aumentaram todos as comissões recentemente, e alguns fizeram aumentos de capital.

http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=964454&div_id=1729

Anda tudo a tentar espremer o zé povinho até ao último cêntimo e até a Deco tem compactuado:

http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=963875&div_id=3851

E é sempre para os mesmos:

http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=964380&div_id=1730


fig

Olha tiago ha coisas bem piores que isso em Portugal como quem anda de yacth tem gasóleo agricola isso cabe na cabeça de alguem ......
Outra coisa a Coca-Cola é algum dos bens de primeira necessidade para ter 5% de Iva ja imaginaste se fosse 12% de iva atendendo que que é das bebidas mais vendidas em Portugal.....e eu as fraldas que é uma coisa que quem tem filhos não pode passar tenho de ter um Iva a de 12% nelas e depois vem me dizer que aumenta o abono e dão uns trocos a quem tiver filhos ....cambada de palhaços é que todos são e sem os ter no sitio deixam-se manobrar como marionetas.
Socrates tão intrasigente há minima grave cedeu .....cobarde.

Nem digo mais nada porque este país da nojo, e depois inventam a operação furacão para dizer que todos os ricos andam a ser investigados e com o consentimento deles .....palhaçada autentica seja PS, PSD ou CDS é tudo a mesma porcaria >:(
Abraço.
fig


O triunfo não se mede pelo estatuto que se atingiu na vida, mas pelos obstáculos ultrapassados no caminho.

tiagodandre

Essa dos barcos de recreio com gasóleo profissinal já conhecia, a justificação é o apoio à actividade turística, que é uma actividade essencial para o algarve,...senão me engano são cerca de 260 embarcações que estão abrangidas por isso..Obviamente que não concordo...


Relativamente ao IVA não há palavras....tabela mais complexa e irracional é impossível...


Mas aquilo que digo também tira muito €€€ dos bolsos dos contribuintes...e se todos pagassem o que deviam, os impostos tinham de baixar...se a justiça começasse a funcionar o receio aumentava e diminuía este despudor com que vivemos actualmente...SE'S....


Actualmente somos a Angola da Europa...Enfim!
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tiagodandre

EUA 2008-07-17 08:45
Bancos na Suíça e no Liechtenstein ajudam americanos ricos a fugir ao fisco


Uma subcomissão do Senado norte-americano acusou bancos na Suíça e Liechtenstein de ajudarem norte-americanos ricos a fugir ao fisco, defendendo leis mais duras para combater os paraísos fiscais em todo o mundo.

Diario Económico Online com Lusa

Num relatório divulgado quarta-feira à noite, e citado pela Lusa, as investigações levadas a cabo pelo subcomité do Senado concluem que os abusos com os 'offshore' estão a custar aos contribuintes norte-americanos 100 milhões de dólares por ano.

Recomenda uma série de reformas para acabar com as burlas fiscais, que vão desde exigências mais apertadas aos bancos estrangeiros a penalidades mais duras às instituições financeiras que não providenciem todos os pormenores sobre as contas dos seus clientes norte-americanos.

"Os paraísos fiscais estão implicados numa guerra económica contra os Estados Unidos e quem perde são os contribuintes norte-americanos honestos e trabalhadores", disse o senador Carl Levin, presidente do subcomité que chefia as investigações.

"É simplesmente inaceitável que alguns indivíduos estejam a usar os paraísos fiscais dos 'offshore' e jurisdições sigilosas para proteger triliões de dólares de impostos, forçando as famílias trabalhadoras a suportar o fardo", disse o senador Norm Coleman do
Minnesota, acrescentando que os bancos estrangeiros socorriam-se de lacunas na lei norte-americana para actuarem como "cofres-fortes de Al Capone para a evasão fiscal".

O relatório de 109 páginas aponta especificamente o banco suíço UBS AG, o maior gestor de fortunas do mundo e o grupo LGT do Liechtenstein, propriedade da família real.

O Ministério suíço das Finanças e o UBS escusaram-se a comentar o relatório.


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tiagodandre

#6
Publicado 25 Novembro 2008  17:05
Sociedade "off-shore" do BPN foi utilizada para ocultar ganho de 129,5 milhões com negócio no Brasil

O BPN ocultou 129,5 milhões de euros da venda da empresa brasileira ERGI, em 2006, através de uma sociedade 'off-shore' controlada pelo grupo Sociedade Lusa de Negócios (SLN), apurou a Lusa com base nos registos oficiais.

Segundo os registos da Junta Comercial de São Paulo, a ERGI Empreendimentos era detida em 20 por cento pelo BPN e em 80 por cento pela Swiss Finance, uma 'off-shore' que o Banco de Portugal, numa carta remetida em Junho à administração do BPN, a que a Lusa teve acesso, identifica como pertencente à SLN (a proprietária do banco). Um antigo responsável da SLN, que pediu para não ser identificado, confirmou à Lusa que a Swiss Finance é, de facto, uma das várias sociedades 'off-shore' controladas pelo grupo.

A ERGI foi vendida em Dezembro de 2006 ao grupo brasileiro WTorre, por 135 milhões de euros. Mas no relatório e contas desse ano, a administração do BPN refere um encaixe de apenas 5,5 milhões de euros com a operação, o que significa que os restantes 129,5 milhões de euros não foram incluídos nas contas do banco.  ::)

Além deste valor, entre 2003 e 2006 o BPN injectou um total de 242,2 milhões de euros na ERGI Empreendimentos, na forma de empréstimos concedidos pelo Banco Insular de Cabo Verde, uma instituição 'off-shore' que a SLN controlou de forma clandestina durante vários anos.

Os empréstimos concedidos à ERGI não chegaram a ser liquidados, pelo que deverão fazer parte dos cerca de 407 milhões de euros em crédito malparado que, segundo o Banco de Portugal, consta do balanço do Insular.  ::)

Segundo a Junta Comercial de São Paulo, o administrador da ERGI na altura da venda à WTorre era Jorge Vieira Lobo de Sousa, um cidadão português com residência em São Paulo. A Lusa tentou obter esclarecimentos junto do responsável, mas não foi possível.

Contactada pela Lusa, fonte oficial do BPN não quis fazer comentários.



Crise financeira 2008-11-27 12:23
Investigação no UBS encontra casos de fraude fiscal nos EUA

O banco suíço UBS, que está no centro de uma investigação nos Estados Unidos sobre serviços internacionais fornecidos a clientes norte-americanos, afirmou hoje que foi descoberto um "número limitado" de casos de fraude fiscal.

"As investigações permitiram que se descobrisse um número limitado de casos de fraude fiscal tanto sob a lei norte-americana como sob a lei suíça", disse o chairman Peter Kurer a dois mil accionistas do banco reunidos para aprovar uma injecção de capital governamental de 6 mil milhões de francos suíços, citado pela Reuters.

Kurer afirmou que a confidencialidade banco-cliente, um pilar do sistema bancário suíço, "não serve para proteger casos de fraude fiscal", numa declaração que sugere que a instituição pode estar preparada para entregar alguns detalhes de clientes às autoridades norte-americanas como parte de um possível acordo para solucionar este problema.

As autoridades dos EUA estão a exigir nomes de cerca de 17 mil clientes norte-americanos do UBS. No entanto, os advogados suíços que representam os clientes da instituição nos EUA afirmaram que a Suíça está a considerar revelar informações de apenas algumas centenas.  ::) ::)

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tiagodandre

Publicado 24 Novembro 2008  12:25

Socializar perdas no Banco Privado
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O caso do Banco Privado Português é muito diferente do Banco Português de Negócios. Usar o dinheiro dos contribuintes para salvar o banco gerido por João Rendeiro, uma instituição de gestão de fortunas e sem risco para o sector financeiro, seria efectivamente socializar prejuízos. Os accionistas do banco têm de suportar as perdas tal como no passado ficaram com os ganhos. O mercado é isso mesmo.

O ministro de Estado e das Finanças Fernando Teixeira dos Santos diz hoje ao Negócios que o Banco Privado Português (BPP) não põe em risco o restante sistema financeiro, colocando assim de lado a possibilidade de avançar com uma nacionalização da instituição financeira tal como fez com o BPN.

Esperamos que o Governo vá mais longe do que isso e seja bastante exigente e restritivo no apoio ao BPP também na concessão de garantias de Estado. E que coloque totalmente de parte a possibilidade de injectar capital na instituição, usando a verba de quatro mil milhões de euros que tem disponíveis para esse efeito.

O Banco Privado tem um conjunto de accionistas que devem ser chamados a resolver o problema que o seu presidente diz ser apenas de liquidez. Foi isso que fizeram numa primeira fase os accionistas do BPN: tentaram com os meios ao seu alcance salvar o banco com o seu dinheiro e não com recursos dos contribuintes. E ainda hoje consideram que o Estado gastaria menos dinheiro se, em vez de nacionalizar, tivesse contado com eles como accionistas na recuperação do banco. O Governo não entendeu assim, o que significa, muito provavelmente, para os accionistas a perda de tudo o que investiram.

Até agora não ouvimos da parte dos accionistas do Banco Privado qualquer declaração que revele estarem disponíveis para dispensarem o recurso ao dinheiro dos contribuintes para salvar o banco. Nem dos accionistas nem do presidente do Banco João Rendeiro que hoje aliás irá lançar um livro que, ironicamente, tem como título "Testemunho de um banqueiro – A história de quem venceu nos mercados".

O mercado tem fases em que se vence e em que se é vencido. Em que se ganha e em que se perde. A crise financeira e os riscos que ela gerou não pode servir de escudo para proteger os investidores das fases em que perdem dinheiro, sem que essa ajuda seja justificada pelo interesse público de proteger o sistema. Se a partir de agora os contribuintes passarem a ser chamados a compensar as perdas em bolsa dos bancos, então temos de passar a exigir que os contribuintes ou quem os represente recebam a fatia equivalente dos ganhos passados.

Só existiria uma razão para apoiar o BPP. Essa justificação é o risco de a queda do banco desencadear uma onda de desconfiança em relação aos outros bancos, podendo gerar um movimento de levantamentos, como se admite que terá sido a consequência de ter deixado falir o Lehman Brothers a 15 de Setembro. Mas esse risco tem aqui uma probabilidade muito reduzida. O Banco Privado é muito pequeno, não tem negócio de retalho – isto é, não recebe depósitos – e o crédito que concede à economia não chega a meio por cento do total. O Banco Privado gere fortunas em nome de clientes de elevado rendimento, o seu negócio é de puro "Private Banking" e ofereceu no passado aos seus clientes elevadíssimas mais valias.

Salvar o Banco Privado é salvar investidores das menos valias em bolsa e é salvar uma actividade que é mais bolsista que bancária. É verdadeiramente impor o princípio da socialização das menos valias e privatização das mais valias.

É, finalmente, dizer que o mercado, para alguns, não existe porque só se permite que funcione quando ganham com ele.

Esta crise deve ser também usada para que a banca regresse à sobriedade e conservadorismo que lhe dá a confiança de ser a guardiã dos nossos rendimentos e da nossa riqueza. Os bancos, pequenos e grandes, que foram conservadores merecem ser premiados e os outros castigados. No mercado o castigo chama-se falência ou salvação com entrada de dinheiro dos accionistas.

Helena  Garrido



Publicado 21 Novembro 2008  12:00
O BPP e a ironia do destino
[email protected]

O mercado é cruel. Sobretudo para as instituições excessivamente dependentes do mercado monetário. Que havia bancos pequenos em dificuldades, sobretudo os que não têm redes de captação de depósitos, era um segredo mal guardado. Que nem todos vão sobreviver, na sua actual forma, é outro. Portanto a questão que se coloca agora é: "Quem vai pagar a factura"?
 
O salvador da pátria, que dá pelo nome de Caixa? Ou outro? Tendo em conta o buraco que a CGD vai encontrar no BPN, que vai obrigar a novos aumentos de capital, é provável que a factura vá para outro. BCP? BPI (o BES, dados os seus rácios, deve ficar de fora)?

A segunda questão tem a ver com a rapidez das soluções. O BPP, o banco criado e gerido por um vencedor no mercado de capitais, como diz o livro que Rendeiro vai lançar (o destino tem destas ironias), precisa de uma linha de crédito de 750 milhões, garantida pelo Estado, para sobreviver. Ora, uma garantia tem custos. Neste caso, para o Estado que a suporta (cujo risco aumenta). Sendo assim, não fazia sentido as Finanças e o Banco de Portugal pressionarem os donos dos bancos em dificuldades para serem menos exigentes nas contrapartidas para serem integrados? E, já agora, mais céleres na decisão? Talvez se poupassem algumas garantias... e dinheiro dos contribuintes.

Compreende-se que os accionistas queiram salvaguardar os seus interesses... mas eu (e outros 10 milhões de portugueses) também.

Camilo Lourenço

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tiagodandre

#8
Publicado 21 Novembro 2008  12:00
Um caso diferente
[email protected]

Bob Hope dizia que os bancos emprestam dinheiro a quem provar não necessitar dele. O comediante não viveu o suficiente para assistir à actual crise, em que o feitiço parece ter-se virado contra o feiticeiro. Certamente, encontraria boas razões para proceder a uma revisão da ironia com que causticava as instituições financeiras.

Nos dias que correm, os bancos conseguem empréstimos desde que provem gozar de uma saúde sólida. Pelo menos, a suficiente para fornecer boas perspectivas aos credores em relação ao pagamento de juros e reembolso do capital. Não são muitas as instituições que se podem orgulhar de estar em situação de escapar ao seu próprio veneno.

Embalados pelos proveitos potenciais da expansão da concessão de crédito em época de taxas de juro baixas, até os bancos mais insuspeitos colocaram o dinheiro em mãos pouco fiáveis. Subavaliaram o risco de aplicações que agora recolhem o expressivo epíteto de "tóxicas", em busca de rendibilidades superiores às dos seus concorrentes mais conservadores.

Pagam, agora, todas as imprudências, acrescidas da factura da queda de cotações nos mercados de acções. O registo de participações pelo seu valor de mercado foi bom enquanto as bolsas subiram. Mas o sonho murchou. Até se transformou em pesadelo quando o Lehman Brothers foi deixado cair, sem apelo, nem agravo, arrastando as bolsas mundiais.

O Banco Privado Português (BPP) foi apanhado nesta mistura corrosiva entre exposição ao risco, quebra da confiança dos investidores e descida violenta das bolsas. Os rumores sobre a sua situação acabam de assumir o estatuto de certezas. A degradação do valor das posições adquiridas em empresas cotadas, através de fundos que reuniram recursos da instituição e de clientes, foi impiedosa. Dir-se-ia que, da gestão de fortunas, o BPP transitou para a digestão de fortunas.

Depois do que terá sido uma tentativa falhada de negociação com o BCP para adquirir o banco, João Rendeiro, fundador e líder executivo, fez saber que tinha solicitado uma garantia do Estado para obter um empréstimo de 750 milhões de euros. Ou houve sobreavaliação das necessidades, ou a dimensão do pedido revela algo que nem o balanço da instituição, nem os seus responsáveis esclarecem.

O BPP tem uma carteira de crédito que pouco ultrapassa os 900 milhões de euros. Não está no negócio do retalho a receber depósitos. E tem um rácio de solvabilidade que, de acordo com a informação disponibilizada por João Rendeiro numa entrevista à "SIC Notícias", se encontra a um nível confortável.

Se a realidade for esta, o caso nada terá a ver com aquilo que se passou no BPN. Se não for, a própria natureza do banco já seria razão suficiente para que o Banco de Portugal e o Governo se mostrem criteriosos nas decisões que terão de tomar, evitando aplicar tratamento igual a casos diferentes.

Haverá clientes do banco com menos-valias potenciais importantes e perdas que, mais tarde ou mais cedo, terão que ganhar expressão no balanço da instituição. Mas, para já, apenas se vêem razões para que o Governo diga "não" ao pedido de garantia.

O crédito concedido pelo BPP não representa nem meio por cento do financiamento à economia, um dos critérios previstos na lei para haver acesso ao escudo protector do Estado. Além disso, o seu risco sistémico é mínimo. Eis um caso em que a intervenção do Estado com dinheiro dos contribuintes tem de ser ponderada. E que, a existir, terá de ser muito moderada.

João  Cândido da Silva
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tiagodandre

Publicado 26 Novembro 2008  07:43
Ligações do Grupo BPN chegam aos deputados do PSD Madeira

O Grupo Banco Português de Negócios tem ligações a deputados do PSD-Madeira na Assembleia Regional, noticia hoje o "Público".

O Jornal adianta hoje que Tranquada Gomes, membro da direcção do grupo parlamentar do PSD-Madeira, é o advogado na região de Abdool Vakil, presidente do Banco Efisa, incluído no grupo BPN. Além disso, o Efisa tem "representação permanente" da sua sucursal financeira no off-shore na Madeira no escritório que esse advogado mantém com Coito Pita, outro deputado do PSD na Assembleia Regional.

Estes dois deputados são membros da direcção do grupo parlamentar regional. Coito Pita é presidente da 1.ª comissão (Política Geral) e demitiu-se recentemente de vice da bancada, aquando do episódio com o deputado do PND. Tranquada Gomes é presidente da comissão de Regimento e Mandatos.

Contactado pelo "Público", Coito Pita afirmou que apenas disponibilizou "espaço arrendado do escritório para a sucursal financeira" do Banco Efisa e confirmou que Tranquada "é que é o advogado de Abdool Vakil para os negócios na região". 



Publicado 26 Novembro 2008  07:35
SLN Cabo Verde suspeita de corrupção

A SLN Cabo Verde uma empresa do grupo Sociedade Lusa de Negócios, foi denunciada à Procuradoria-Geral cabo- verdiana pela prática de crimes de corrupção e tráfico de influências, entre outros.

De acordo com o "Diário de Notícias", a ligação desta empresa com o Banco Insular (que até 2008, "ninguém" sabia que pertencia ao BPN) era e é por demais evidente: José Vaz Mascarenhas acumula a presidência de ambos. E José Luís Lopes Fernandes, administrador do Banco Insular, foi, até 2007, segundo fonte oficial do BPN, administrador da SLN Cabo Verde.

A empresa em causa está sediada na zona franca da Madeira. E, em 2006, assinou um contrato com a Sociedade de Desenvolvimento Turístico das Ilhas da Boa Vista e Maio (SDTIBM). Segundo o contrato, a SLN Cabo Verde assumiria a gestão da SDTIBM, que tinha como principal função o lançamento de projectos imobiliários para aquelas duas ilhas, em "terrenos valiosíssimos", de acordo com Jorge Santos, líder do Movimento para a Democracia (MpD), o partido que apresentou a queixa na PGR de Cabo Verde. O negócio envolvia, segundo a queixa a que o DN teve acesso, um grande esforço financeiro para a SDTIBM. A polémica estalou em Cabo Verde, levando à demissão do então ministro da Economia, João Pereira Silva.



Publicado 27 Novembro 2008  08:43
Filho de Oliveira Costa destituído de director do BPN

Francisco Bandeira, novo presidente do Banco Português de Negócios (BPN), já começou a "expurgar" a instituição, tendo decidido destituir José Augusto Costa, filho de Oliveira Costa.

Segundo o "Diário de Notícias", ontem, José Augusto Costa foi chamado à administração para lhe ser comunicado que a partir daquele momento estava destituído do cargo de director de organização do banco. Funções que exercia há poucos meses, pois foi Miguel Cadilhe, presidente do BPN até à nacionalização, que o escolheu para desempenhar o cargo.

Antes, o filho de Oliveira e Costa , ex-presidente e fundador do BPN, chegou a ser administrador do banco, responsável pelo pelouro financeiro. Cargo que exerceu até ao afastamento de José Oliveira Costa da liderança do BPN em Fevereiro último.

Fonte do "Diário de Notícias" admite que José Augusto Costa, engenheiro de formação, ficou desolado com a decisão da administração e que não esperava que tal viesse a acontecer

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tiagodandre

#10
Sinceramente...é preciso vir a CRISE para se "limpar" o sistema... ::) :-X Já começo a ficar farto com tanta ajuda, sem que seja denunciada a responsabilidade destas fraudes, e gestão danosa de capitais...e não venham com tretas de palmadinhas no rabo (chamadas de penas SUSPENSAS)...é preciso dar o exemplo, senão voltamos ao mesmo!!

Daqui a uns anos está outro Chico esperto a editar um livro a dizer como venceu com a ajuda do Estado, depois de ter vencido sem pagar impostos, e com investimentos altamente especulativos!!


Ciclo Vicioso:

1) Ganhar dinheiro com práticas de gestão altamente especulativas
2) "Esconder" os ganhos numa off-shore, afinal o ferrari caiu do céu
3) Meter ao bolso fortunas em bónus, pela excelente gestão dos capitais
4) Editar um livro a dizer que é um génio, ganhando mais €€€€€
5) Ganhar ainda mais dinheiro porque é um génio, e já publicou um livro a comprová-lo, e vai dar palestras
6) Ops...Revelar que afinal está insolvente, e que a culpa é da crise
7) Receber um cheque para tapar o buraco enquanto sai pela porta dos fundos
8 ) Ir gozar um ano de férias na sua nova mansão, comprada com os bónus e mais-valias dos investimentos, que originaram o buraco actual graças à sua "maravilhosa" gestão!!
9) Arranjar novo tacho através de algum amigo...e volta ao início, até estalar nova crise!


Sinceramente...que porcaria de Justiça temos no nosso país, isto é que torna o nosso país ainda mais atrasado!!! É banqueiros, presidentes de câmara, empresas de construção, clubes de futebol, VIP's (com contas carecas), etc,...mas são poucos os que vão parar à prisão!!! Se fosse eu ou outro zé ninguém a fazer os mesmos esquemas,...ui ui...já tinha a pena decratada antes de entrar em tribunal...pois para entrar tinha de esperar 2/3 anos!

Será que se eu for pedir ao Constâncio, também tenho direito a uma ajuda?!! É que isto de pagar os impostos também sai caro...eu sei que só os burlões têm direito a receber dinheiro, mas pode ser que abram um excepção. ::)

Enfim...siga para frente, que eles coitadinhos merecem, para estas coisas há sempre €€€€€€, muito dinheiro!! :-X :-X >:(

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Quim

Tiagodandre
Vamos a ver.
Isto não é propriamente um roubo ou uma fraude, mas sómente um desvio de capitais.
Foi um engano no local de depósito..não é assim tão grave, carago.
Nem fez um roubo que tivesse batido ou espancado ninguem. :D
Pelo que a pena deve ser leve, quero dizer o mais leve possivel.

lindaapastora

 CORRUPÇÂO

SE A JUSTIÇA POR CÁ FUNCIONASSE COMO NO BRASIL

Era necessário construir mais uma prisão, candidatos não faltavam, assim os juízes quisessem.

cumprimentos

lindaapastora
(terra linda)

MP estuda pedir pena maior para Dantas, diz procurador

1 hora, 37 minutos atrás

O procurador da República Rodrigo de Grandis avaliou hoje que a decisão do juiz Fausto Martin de Sanctis, da 6ª Vara Criminal Federal de São Paulo, de condenar o sócio-fundador do Grupo Opportunity, Daniel Dantas, o ex-presidente da Brasil Telecom Participações Humberto Braz e o professor Hugo Chicaroni pelo crime de corrupção ativa, foi uma "vitória", mas que estuda a possibilidade de pedir o aumento da pena do banqueiro. Entretanto, De Grandis disse, em entrevista coletiva na Procuradoria da República na capital paulista, que há espaço para um recurso da decisão. "O Ministério Público Federal (MPF) ficou satisfeito, mas eu analiso alguns aspectos técnicos dessa sentença que merecerão, ao meu juízo, um recurso", afirmou.
Dantas foi condenado a 10 anos de prisão e ao pagamento de multa de R$ 1,425 milhão, enquanto Braz e Chicaroni foram sentenciados a 7 anos e 1 mês de prisão cada um e penas pecuniárias de R$ 877 mil e R$ 292 mil, respectivamente, por oferecer suborno de US$ 1 milhão ao delegado Vitor Hugo Rodrigues Alves Ferreira, da Polícia Federal (PF) - dos responsáveis pela investigação da Operação Satiagraha -, na tentativa de retirar o nome do banqueiro das apurações.
Segundo De Grandis, enquanto Dantas foi condenado ao regime fechado, Braz e Chicaroni foram sentenciados ao semi-aberto. "Na percepção do Ministério Público, a participação do Humberto Braz foi relevante dentro do cometimento do crime e, por isso, ele mereceria uma pena superior à do Hugo Chicaroni", avaliou De Grandis, que defendeu o regime fechado e uma pena maior que 7 anos de prisão para Braz.

Copyrigh Yahoo

bons negócios a todos

lindaapastora

www.malukosnabolsa.blogspot.com


-Os pontos aqui referidos representam apenas e neste momento a forma como vejo o mercado, poderei estar equivocado.  Em situação alguma deverão ser tidos como orientação de investimento

tiagodandre

 ::) :-X
Publicado 09 Dezembro 2008  17:05
Governador do Illinois preso por tentar vender lugar de Obama no Senado

O governador do Illinois, Rod Blagojevich, e o seu chefe de gabinete, John Harris, foram presos por acusações de fraude e corrupção, após terem tentado vender o lugar deixado vago pelo presidente-eleito, Barack Obama, no Senado norte-americano.

Blagojevich (na foto) e Harris foram acusados de conspiração, fraude e suborno. Os promotores públicos acusaram-nos, entre outras coisas, de obter benefícios financeiros com a escolha do substituto de Obama no Senado.

No mês passado, Blagojevich anunciou a criação de um painel para analisar os candidatos ao lugar deixado vago pelo presidente eleito. Entre os nomes mencionados surgiram Jesse Jackson Jr. e Tammy Duckworth, que, actualmente, trabalha na Administração de Blagojevich.

De acordo com a CNN, Blagojevich tentou obter: um salário significativo para si de uma fundação não governamental ou de organização ligada aos sindicatos; um lugar para a sua mulher onde pudesse ganhar, pelo menos, 150 mil dólares por ano; promessas de fundos para a campanha, incluindo dinheiro adiantado; um lugar no Gabinete.

"A dimensão das corrupções existente nestas acusações é incrível", disse o promotor federal Patrick Fitzgerald em comunicado.

Blagojevich e Harris foram ainda acusados de obter contributos para a campanha de forma ilegal. Tentaram também impedir a assistência pública ao Tribune Company, de forma a levar ao despedimento do conselho editorial do "Chicago Tribune", que tem sido muito critico de Blagojevich.

Blagojevich, que faz 52 anos na próxima quarta-feira, está a realizar o seu segundo mandato como Governador do Illinois. O seu mandato termina em Janeiro de 2011.
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tiagodandre

#14
Conclusões da Deloitte revelam menos-valias em subsidiárias
Auditorias à Privado Holding detectam falhas na contabilidade
 
26.01.2009 - 08h36
Por Cristina Ferreira
Rui Gaudêncio (arquivo)

João Rendeiro está descontente com a primeira avaliação à PH
O presidente da Privado Holding (PH), João Rendeiro, solicitou à Deloitte que realizasse um segundo relatório de avaliação da "holding", por discordar das conclusões iniciais que apontavam para a falência da sociedade e anulavam o valor do Banco Privado Português (BPP).

Os auditores concluíram ainda que os veículos criados por Rendeiro para investir na bolsa, com recurso a crédito bancário, acumulam perdas bolsistas superiores a 500 milhões de euros.

As conclusões do novo relatório encomendado por Rendeiro já foram entregues pela Deloitte à gestão da sociedade, mas ainda não chegaram a todos os accionistas. Em causa está uma decisão adoptada na última reunião magna de accionistas da "holding", realizada em Dezembro. O documento vai ser apresentado na assembleia geral de dia 30, na próxima sexta-feira, onde Diogo Vaz Guedes deverá ser indicado para encabeçar a "holding".

No seu primeiro relatório provisório, a Deloitte optou por não valorizar o BPP nas contas consolidadas da PH, avaliação que conduziu a prejuízos acumulados de 247 milhões de euros e a capitais próprios negativos de 15 milhões de euros - o equivalente a cerca de dez por cento do capital social da "holding". Mas as conclusões não agradaram a Rendeiro.

Este pediu à Deloitte que fizesse uma nova avaliação, com um cenário que não reduzisse a zero a situação líquida do banco e partindo do princípio de que o valor do BPP se mantém inalterado desde 30 de Novembro - altura em que surge registado por 195 milhões de euros (seis dias depois de Rendeiro pedir ajuda ao Estado). Agora, esta nova apreciação voltou a colocar a PH acima da linha vermelha.

Outro dos objectivos de João Rendeiro terá sido esperar pela apreciação que o Banco de Portugal está a fazer ao plano de viabilidade apresentado pela administração provisória da sociedade, encabeçada por Adão da Fonseca e indicada pela tutela. Nesta fase, só a tutela tem condições para dizer quanto vale o BPP.


Contas pouco claras

O auditor chama a atenção para um crédito dado pela BeltFinance, com sede no Luxemburgo, detida em 50 por cento pela PH e por accionistas desconhecidos, sem que vençam juros e sem um prazo de reembolso definido. O beneficiário deste empréstimo tem o nome de Vítor Castro.

Nos seus relatórios, a Deloitte alerta para a não existência de uma contratualização sistemática entre a PH e as várias entidades associadas ao grupo. Os auditores observam também que a realidade dos veículos criados por Rendeiro para tomar posições em empresas cotadas não aparece totalmente reflectida nas contas da PH e avisam que sobre estas matérias não receberam explicações do presidente da holding. Em causa estão, nomeadamente, seis sociedades criadas à margem da PH, mas geridas por Rendeiro, e todas elas deficitárias, com menos-valias de cerca de 500 milhões de euros. Entre elas estão a Liminorke (Galp, EDP Renováveis, energias espanholas), a Kendall (Brisa, OHL), a Privado Financeiro (BCP), a Kendell 2 (Cimpor, Mota Engil, Hamburguer), a Opportunities (Cimpor, Mota Engil, Hamburger, Brisa, EDP Renováveis, Iberdrola), e a Brasil (activos brasileiros). Estes veículos são independentes, com accionistas próprios, e entre 2005 e 2007 investiram na bolsa cerca de mil milhões de euros, que a 30 de Novembro valiam apenas 450 milhões.

As aplicações foram realizadas com recurso a crédito bancário, de quase 570 milhões de euros. O maior credor é o BPI, com dívidas de 280 milhões de euros, seguindo-se o JPMorgan, com 213 milhões. O BCP emprestou 74 milhões de euros. Os três bancos receberam como aval acções cotadas. O BPI tem estado a executar a dívida, obrigando à venda de acções Brisa. Já o BPP avançou com cerca de 130 milhões de euros sem ter recebido garantias.



Busca ao BPP visa apreender registos de movimentos bancários suspeitos Negócios
27/01/09, 19:53
OJE/Lusa

A busca hoje realizada às instalações do Banco Privado Português (BPP), em Lisboa, visou, "fundamentalmente", apreender registos de movimentos bancários, que podem estar relacionados com aplicações financeiras suspeitas, disse à Agência Lusa fonte judicial.

Segundo a mesma fonte, embora as investigações estejam ainda numa fase inicial, há suspeitas de branqueamento de capitais e burla qualificada, não sendo de excluir a falsificação de documentos.

A fonte adiantou que a investigação, da competência do Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa, pretende "avaliar o que o banco fez e não deveria ter feito", tendo a busca sido presidida por um juiz do Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa (TIC), já que a lei processual penal assim o impõe quando se trata de um estabelecimento bancário.

Este tipo de busca é "morosa", porque é necessário ter acesso aos computadores para obter cópias dos registos bancários, disse a mesma fonte.

A administração do Banco Privado Português (BPP) já havia confirmado, em comunicado, que a sede da instituição estava a ser alvo de buscas, escusando-se a adiantar o motivo.

"A administração do Banco Privado Português comunica que hoje, pelas 9:30, apresentou-se na sede do Banco uma equipa de investigação dirigida por um juiz de Instrução, munida de um mandado de busca e apreensão de documentos, no âmbito de um processo a correr no Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa", lê-se no comunicado.

A administração do BPP refere que "prestou e continuará a prestar às autoridades, como é sua obrigação, toda a colaboração que lhe for solicitada".


Cump.
"Aprenda com os erros alheios. Não viverá o bastante para cometer todos os erros." (Martin Vanbee)

"Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros." (Benjamin Franklin)