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As direcções do Mercado (Compilação)

Iniciado por Jesse, Outubro 13, 2008, 21:55

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Alta_Mente

Viva

O Buysantander podia era fundamentar as suas afirmações, ele fala dos titulos como se fosse totoloto. Um pouco de argumenteção era importante.
É apenas uma opinião.

Bons negócios

aton

Viva,

Neste tipo de forum, posições mais ou menos optimistas, com cenários mt diversos são sempre mt bem vindas e estimulam o imaginário de todos nós. O negócio da bolsa é um mundo de sonhos e todos cabem nele..

Bons negócios.

mariachi

Ola pessoal!
Tenho andado um pouco afastado disto, visto que o trabalho novo tem dado água pela barba, mas ainda ca costumo vir, nem que seja ler um ou outro post!
Em relação a este post, só tenho a dizer, que o BuySantander é uma pessoa muito divertida e o que ele diz, nem sempre é para ser levado a sério.
É normal os mais novos aqui no fórum levarem á letra o que Buysantander aqui escreve, mas como já foi explicado não acreditem em tudo o que se diz.

Um abraço

vitorrslopes

"Riscos para o crescimento materializaram-se"
Impacto da turbulência financeira nos investidores "ainda está para ser conhecido"


O presidente do BCE considera que o impacto total da turbulência nos investidores "ainda está para ser conhecido nos próximos meses". E no que respeita à actividade económica o responsável diz que os "riscos para o crescimento materializaram-se".

Jean-Claude Trichet afirmou hoje que a "intensificação das tensões já produziram impacto" nos mercados e na economia e que os "riscos para o crescimento materializaram-se".

O responsável disse que em relação à Zona Euro "os últimos dados confirmam" que a economia "enfraqueceu significativamente" e que em relação à actividade económica "enfrentamos um nível elevado de incerteza".

Quanto aos investidores, Trichet, considera que o impacto total da turbulência dos mercados nos investidores "ainda está para ser conhecido" e que a "incerteza dos mercados permanece elevada."

vitorrslopes

FMI revê em baixa previsões do "World Economic Outlook"
Economias da Zona Euro, Japão e EUA em contracção no próximo ano

O Fundo Monetário Internacional (FMI) reviu em baixa as projecções para o crescimento económico mundial em 2009, num relatório divulgado às 14h de Lisboa. "As perspectivas para o crescimento mundial deterioraram-se no último mês", salienta a instituição, apontando para uma contracção das economias dos Estados Unidos, Japão e Zona Euro no próximo ano.

A economia norte-americana vai encolher 0,7%, o Japão vai retrocer 0,2% e a Zona Euro sofrerá uma contracção de 0,5%. Em Espanha espera-se que a contracção seja de 0,7% em 2009. Há um mês, o FMI previu, no seu "World Economic Outlook", uma expansão nas três regiões – 0,1% nos EUA, 0,5% no Japão e 0,2% na Zona Euro. Nessa mesma ocasião, o FMI tinha já revisto em baixa as expectativas para o crescimento mundial, reflectindo o impacto da crise financeira.

Nas economias avançadas, a contracção prevista para o PIB em 2009 "será a primeira desde o pós-guerra", refere o FMI, salientando contudo que estas projecções são feitas com base nas actuais políticas mundiais e que uma acção global com vista a apoiar os mercados financeiros e a dar maior estímulo orçamental e alívio monetário poderá ajudar a limitar a diminuição do crescimento mundial.

À medida que a crise do crédito se intensifica, a prevista inversão do crescimento nos principais países em desenvolvimento está a estender-se às nações mais pobres, o que faz aumentar os pedidos de empréstimos ao FMI.

"Se bem que se espere uma modesta recuperação com início no segundo semestre de 2009, este cenário é excepcionalmente incerto e são evidentes os riscos adicionais de declínio", anunciou ontem em comunicado o "número dois" do FMI, John Lipsky, citado pela Bloomberg.

O crescimento mundial será de 2,2% no próximo ano, contra 3,7% este ano, segundo as novas estimativas do FMI. No passado dia 7 de Outubro, o FMI referiu que a economia mundial cresceria 3% em 2009 – o que já foi um número mais baixo do que a sua anterior previsão de 3,9% feita em Julho.

O FMI salientou na ocasião que uma taxa de crescimento de 3% ou menos é "equivalente a uma recessão global".

Nas economias emergentes, o crescimento deverá abrandar significativamente, mas, ainda assim, atingirá os 5% em 2009, refere o relatório de actualização do "World Economic Outlook".

vitorrslopes

CEO da IG Markets
Tim Howkins acredita que BCE poderá descer os juros até aos 2%

Tim Howkins, CEO da IG Markets, empresa especializada em CFD's, que marcou hoje a sua entrada em Portugal, acredita que as taxas de juro vão continuar a descer e aponta como possível a redução da taxa directora do Banco Central Europeu (BCE) até aos 2%. O BCE acaba de cortar os juros para 3,25%.

À margem da apresentação da IG Markets, que decorreu hoje na sede da Euronext Lisbon, Tim Howkins afirmou que o BCE irá "provavelmente cortar os juros até aos 2%", acrescentando que, na sua opinião, a taxa no Reino Unido poderá descer até 2,5% nos próximos meses.

"Acredito que o Banco de Inglaterra vai anunciar um corte de 50 pontos base", na reunião de hoje, afirmou Howkins, ainda antes de ser anunciada a decisão do Banco de Inglaterra. O corte foi, no entanto, bem mais agressivo, de 150 pontos base, com a taxa a fixar-se nos 3%.

"É perigoso que eles cortem demasiado rápido pois podem assustar o mercado", alertou o responsável. "Certamente o Banco de Inglaterra, que eu conheço melhor que o Banco Central Europeu, irá cortar para 2,5% nos próximos três a quatro meses, mas vão fazê-lo por fases".

"Penso que é mais difícil para o BCE, porque eles têm uma série de economias. É muito mais fácil para o Banco de Inglaterra porque estão apenas a lidar apenas com uma economia", disse Tim Howkins. Um novo corte na taxa de juro de referência da Reserva Federal, de 50 pontos, ainda este ano, "não me surpreenderia", conclui.

vitorrslopes

Pedidos de subsídio de desemprego nos EUA caem mas total atinge máximo de 25 anos


Os pedidos iniciais de subsídio de desemprego nos EUA caíram em quatro mil na semana passada, mas o total de pessoas a receber os subsídios está em máximos de 25 anos.

481 mil pessoas preencheram pela primeira vez os pedidos de subsídio de desemprego, o que representa menos norte-americanos do que os 485 mil da semana anterior, mas mais do que o esperado pelos analistas consultados pela Bloomberg que apontavam para os 477 mil pedidos.

O número total de pessoas com subsídio de desemprego está agora no nível mais elevado desde Fevereiro de 1983.

As empresas estão a enfrentar um acesso reduzido ao crédito ao mesmo tempo que se assiste ao maior abrandamento dos gastos dos consumidores em 28 anos.

O Governo norte-americano poderá amanhã anunciar que a economia perdeu 200 mil postos de trabalho em Outubro, o máximo em cinco anos, trazendo assim a queda total anual para quase um milhão de desempregados.

Comentador

Boa noite!

Na minha opinião, antes de os mercados fazerem o bearish rally já várias vezes "agendado", é necessário passar por um novo mínimo violento e de real exaustão. Não será o fim deste Bear Market mas somente o terminar desta grande "leg" de baixa. Acho que outras se seguirão, mas depois do tal mínimo que referi penso que vamos subir com força durante algumas semanas.

Estava eu a pensar nesta estratégia possível quando leio na MSN Money o seguinte facto que desconhecia e que pode efectivamente ser o trigger para essa (por agora) última fase de fortes vendas:

"On top of that is worry that hedge funds will be forced to unload stocks, bonds and other assets at the end of the week to pay off investors who want to cash in a portion of their positions. Hedge funds typically offer investors four windows a year to redeem their holdings. Friday's is the last for the year.

How big the redemptions will be isn't clear. Many hedge funds have been raising cash for weeks anticipating redemptions.
"

Aguardemos os acontecimentos da semana...

Cumprimentos
Comentador

lebal

e esta queda é uma verdadeira window dressing  ::)
concordo com exaustão intercalar para bem perto.
Lebal

Vantage

Comentador:

Não poderia estar mais de acordo.

Este Downtrend "precisa" de um fundo violento para recuperar até final do ano, criando a "falsa sensação" de bull que normalmente aniquila muitos dos pequenos. (Já aconteceu várias vezes...).
Não consigo antecipar o efeito dos hedges mas hoje foi o que se viu...
Ontem retirei todas as recomendações de compra que tinha "pendentes" (Sonae, Cofina e Portucel).
Aconselho todos os Traders pouco experientes a manterem-se de fora, na expectativa da lavagem final de 2008.
O SP500 está em cima de mínimos e se não se segurar tem os intervalos 798-803  e 774-778 como objectivos antes do rally que prevejo possa levar-nos aos 960, 1024, 1080, retracements do downtrend.
Não me parece um bom momento para entradas longas muito agressivas! a recuperação de longo prazo terá um 2009 muito complicado e será preciso ao longo do tempo "limpar" muitas posições que foram ficando na descida...

Cumprimentos

PS: Acho que muito boa gente dejesaria que hoje fosse 6ª feira...

Comentador


Vantage,

Estamos na mesma linha de pensamento.

O S&P500 apresentou hoje uma vela solidamente de baixa, mas com volume mediano, longe de qualquer tipo de exaustão. Aliás, os vários indicadores técnicos mostram que há campo para muito maiores descidas.

Claro que as coisas não são nunca rectilíneas e o mercado não perde a oportunidade para nos enganar seja qual for a situção. Mas o que é manifesto é que parece estar a preparar-se o tal movimento de exaustão repentino. Se ele não vier dentro de poucos dias, a questão, na minha perspectiva, pode ser mais dramática com as quedas a aumentarem de intensidade.

Cumprimentos
Comentador

bp1511

"Hedge funds" perdem 100 mil milhões em Outubro com fuga dos investidores
A indústria dos "hedge funds" perdeu 100 mil milhões de dólares (80 mil milhões de euros) em activos durante o mês de Outubro, segundo as estimativas do Eurekahedge, que justifica o mau resultado com a fuga dos investidores, naquele que foi um dos meses mais "negros" de sempre para as bolsas.
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Paulo  Moutinho
[email protected]


A indústria dos "hedge funds" perdeu 100 mil milhões de dólares (80 mil milhões de euros) em activos durante o mês de Outubro, segundo as estimativas do Eurekahedge, que justifica o mau resultado com a fuga dos investidores, naquele que foi um dos meses mais "negros" de sempre para as bolsas.

Os dados da Eurekahedge Hedge Funds Index, que segue o desempenho de mais de 2.000 fundos que investem a nível global, citados pela Bloomberg, indicam que os "hedge funds" perderam, em média, 3,3%, durante o último mês. A quebra compara com a desvalorização de 19% registada no MSCI World Índex.

Os "hedge funds" foram afectados pela maior onda de resgates desde a "Grande Depressão". Só no último mês, os investidores retiraram um total de 1,7 biliões de dólares (1,36 biliões de euros).

"Esta onda de resgates na indústria dos 'hedge funds' vai durar, pelo menos, mais seis meses", segundo Toyomi Kusano, presidente da Kusano Global Frontier, uma companhia de "research" sobre "hedge funds", citado pela Bloomberg. Acrescentou que alguns fundos congelaram os resgates, mas que esses terão de ser descongelados, o que "resultará numa nova vaga".

Comentador

Esta era uma notícia já mais ou menos esperada, mesmo assim é a confirmação da tendência de abrandamento da economia chinesa, o que poderá afectar ainda mais o panorama global:

"Markets fell across Asia after China announced that industrial output rose in October at the slowest pace in seven years, rising only 8.5% instead of the predicted 11.1%." (MSN Money)

Cump.
Comentador

Comentador


Antes que a sessão de hoje comece nos EUA, é bom lembrar o que está a acontecer no S&P500.

Depois dos mínimos efectuados em 10 de Outubro (mínimo intraday) e em 27 de Outubro (mínimo em fecho), constatamos que o índice se tem mantido há já mais de um mês num largo trading range entre as zonas de 1000 e de 850.

Há um facto importante que é o volume estar em valores relativamente fracos e em queda durante todo o período posterior ao dia 10 de Outubro já referido.

Cump.
Comentador

Chart courtesy of http://stockcharts.com

jpddsilva

Boa tarde.

Desculpa a ignorância, não sou nenhum experiente nestas andanças da bolsa, mas estamos sempre a aprender. E acredita que tenho aprendido muito nestes últimos tempos, infelizmente a minha carteira tem sofrido a bem sofrer, mas melhores dias virão :-)
Ninguém consegue prever o futuro, mas com o relativo fraco volume verificado no últimos tempos, e com mínimos sempre no horizonte, não será o cenário mais real uma possível ida a níveis mais baixo visto a forte pressão vendedora que se verifica neste momento?