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Café Bolsa

Iniciado por xubi2, Janeiro 22, 2009, 00:24

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xubi2

Estamos no "pull back"?




Na sessão de ontem advertimos sobre a possibilidade de que as bolsas iniciassem uma retoma no muito curto prazo, e depois de perfurar importantes níveis de suporte o mais normal é que posteriormente estes comprovem se finalmente se converteram em resistência ou não. Além disso, as potenciais formações em "Ombro-Cabeça-Ombro" (O-C-O) costumam realizar (na maioria das ocasiões) o correspondente "pull back" antes de continuar com as quedas e dirigir-se aos seus objectivos mínimos teóricos. Assim, a retoma poderá levar os principais índices até às zonas de resistência mais imediatas: os 2.350 pontos do futuro do Euro Stoxx50, os 4.690 pontos do futuro do Xetra, os 3.085 pontos do CAC40, os 8.220/8.275 pontos do Dow Jones e os 893 pontos do S&P500. De qualquer forma, continuamos a aconselhar cautela, pois mesmo quando as bolsas do Velho Continente apresentam figuras claramente baixistas, e vemos que nos últimos dias o mercado de divisas (depois da perfuração do suporte dos 0,94 por parte do dólar/iene) também aponta a uma fase correctiva na taxa variável mundial, não acontece o mesmo com o principal índice mundial, o S&P500, ou pelo menos ainda não. Contudo, com um S&P500 a encerrar claramente abaixo dos 879 pontos não teremos argumento algum a que nos agarrar para sermos optimistas durante as próximas semanas/meses.

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Por que é que o comércio mundial colapsou (mais que em 1929)


Sónia Araujo e Joaquim Oliveira Martins, dois economistas portugueses a trabalhar na OCDE analisam a evolução do comércio mundial para tentar encontrar a justificação para o facto de, na actual crise, o comércio mundial ter caído de forma muito mais forte do que na crise de 1929. A resposta? Num artigo publicado no VOX Araújo e Martins falam de "grande sincronização" mundial provocada pela globalização. "A magnitude do declínio global reflecte a maior sincronização nas quedas dos fluxos de comércio entre países". Esta é também a razão porque vários economistas teme que a recuperação venha a ser muito lenta, uma vez não haverá economias capazes de puxar pelos outras.

FMI reviu em baixa a previsão de crescimento para a Zona Euro
A Europa será a Zona do mundo com a retoma mais lenta, afirmou hoje o FMI na actualização das suas perspectivas económicas e financeiras. Para este ano, a instituição manteve a previsão de contracção dos EUA nos 3,8%, mas reviu em baixa os números para a Zona Euro de -4,2% para -4,8%. Para 2010 o cenário é pior: os EUA deverão crescer 0,6% (o que compara com a estagnação prevista em Abril), enquanto na Zona Euro o próximo ano ainda será de contracção: -0,3%. Segundo a instituição as condições financeiras e económicas melhoraram, mas avisa "apesar destes sinais positivos, a recessão global não acabou e a recuperação deverá ser lenta". Leia na Bloomberg

Propostas para derivados terão pouco efeitos
Stayajit Das, uma autoridade no mundo dos derivados, escreve hoje no FT um coluna muito critica em relação às reformas planeadas na Europa e nos EUA para os derivados. A ideia central é que os planos de criação de um mecanismo central de compensação no mercado de derivados não resolve o problema central: o de que estes produtos são construídos apra serem opacos e contornarem restrições regulatórias ou permitirem lucros através de alavancagem. Segundo Das estas propostas até podem exacerbar problemas ao centrarem os riscos numa única organização. Mais uma que se pode tornar demasiado grande para ser deixada falir.

A economia do país que preside agora à UE
Edward Hugh escreve no A Fistful of Euros uma análise ao estado da economia sueca. O balanço é claramente positivo: "É difícil discordar da avaliação do economista da UBS Sunil Kapadia, quando este diz que a economia sueca deverá recuperar antes da da zona euro", lê-se na conclusão onde Hugh acrescenta que "A Suécia é o país para encontrar rebentos verdes na UE, isto se é que é possivel encontra-los em algum lado".

Estímulo de Obama quase todo por usar
Mais queixas quanto à demora na implementação do plano de estímulo orçamental dos EUA. Segundo o Washington Post dos 787 mil milhões de dólares, ainda só foram usados cerca de 100 mil milhões. A avaliação surge num momento onde nos EUA se debate a necessidade de um segundo plano de estímulo orçamental

Estados norte-americanos entre as escolhas orçamentais e as eleições
A crise está a dificultar fortemente a gestão das contas dos Estados norte-americanos, isto a poucos meses da época eleitoral que terá lugar em 2010. A Reuters evidencia que ao contrário do que se passa com o orçamento federal, o orçamentos dos Estado tem de estar equilibrado. Com as receitas a cair isso quer dizer que haverá muitas escolhas difíceis e possivelmente impopulares a tomar, isto a meses dos eleitores irem às urnas.

Um resumo da encíclica do papa
Na véspera da reunião do G-8 que hoje teve inicio o Papa publicou ontem a sua terceira encíclica – a primeira dedicada a assuntos sociais – onde faz um duro ataque tipo de capitalismo vigente, marcada pelo procura do lucro pelo lucro, e pedindo ética e dignidade nas áreas económicas. Benedito XVI defendeu ainda que a globalização é um processo potencialmente positivo mas tem riscos que devem ser geridos, nomeadamente no enfraquecimento dos direitos dos trabalhadores e na destruição de recursos naturais. O Papa defendeu ainda a criação de um novo organismo político mundial. A agência eclesia tem um resumo da A caridade na verdade

— e.conomia.info

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O mais normal será continuar com a retoma nas próximas sessões

O facto de na semana passada terem ficado confirmadas formações baixistas em forma de "cabeça e ombros" não invalida que não possamos assistir a retomas de certa profundidade. De facto, se olharmos para os principais índices do Velho Continente (Dax, Euro Stoxx50 e CAC40), podemos observar que estes se encontram exactamente no que será a parte inferior dos canais descendentes das últimas semanas, isto é, em zona de suporte. Por isso, a forte sobrevenda alcançada nestes momentos juntamente com a importância dos suportes faz-nos pensar na elevada probabilidade de iniciar uma retoma que leve os índices cerca de 2-3% acima dos níveis actuais. Além disso, esta retoma encaixará na perfeição dentro do que será um "pull back" às formações baixistas já confirmadas. Ainda assim, não podemos fiar-nos de todo porque a falta de volume na ruptura de suportes unida ao facto de que todo o mundo veja sem problemas as formações mencionadas faz-nos pensar que das duas uma: ou estes começam a cair com força sem realizar o "pull back" e sem ter uma pausa ou, pelo contrário, falham e iniciamos um novo movimento altista que pouco a pouco nos aproxime dos máximos do mês passado. Para o dia de amanhã, os olhos estarão voltados para as contas de três gigantes norte-americanos: Goldman Sachs, Johnson & Johnson e a tecnológica Intel.

xubi2

Número de pessoas a trabalhar à borla dispara nos EUA

Com a crise e a taxa de desemprego no máximo de 20 anos, o número de pessoas a trabalhar à borla nos EUA disparou, noticia a Reuters. Segundo a agência noticiosa, a opção está a dividir os especialistas: a dedicação dos trabalhadores pode não ser mais mais do que desespero e alguns assinalam que as empresas se poderão aproveitar desta situação.

A economia política da gripe A
Nuno Teles, nos ladrões de bicicletas, oferece uma leitura política sobre a gripe A. Algumas conclusões: há uma desvalorização exagerada dos efeitos da gripe sazonal que todos os anos, mata entre 200 a 500 mil pessoas; uma combinação da gripe A com a gripe sazonal poderá ser mais perigosa do que se imagina; e, finalmente, o impacto do surto de gripe resulta em parte do desinvestimento da industria farmacêutica em vacinas. Este é o primeiro de uma série de "posts".

Sobre o tema o economista recomenda a leitura dos contributos do virologista João Vasconcelos e Costa

A crise ainda vai no adro e Trichet já fala em estratégias de saída
Com a economia a estabilizar na queda, mas longe de convencer qualquer economista quanto à segurança e sustentabilidade da recuperação, o presidente do Banco Central Europeu já está a falar de desenho de estratégias de saída, isto é, de políticas de reequilíbrio orçamental. A história está nos Les Echos.

Há vários economistas considerar que é demasiado cedo para pensar em implementar estratégias de saída. Por cá, um dos casos é Nuno Teles que nos ladrões de bicicletas avisa para os riscos de dessa opção, suportando-se ainda em contributos de Wolfgan Munchau, do FT, e de Christina Romer, conselheira de Obama.

Quanto à política monetária, além dos Les Echos, também a Reuters noticia que Trichet considera que ainda vai levar algum tempo até que os bancos comecem a emprestar à economia. O presidente do BCE diz que os bancos estão a avaliar mal as ajudas que estão a receber (através de empréstimos de longo prazo e programas de recompra de obrigações hipotecárias) e lembra aos bancos que é sua responsabilidade emprestar às famílias e empresas.

Mercado de CDS dispara
Segundo o Financial Times ("Sovereign CDS come of age in uncertain times") o mercado de credit default swaps – contratos de seguro contra risco de default – quintiplicou o seu volume desde a falência da Lehman Brothers, significando que os investidores procuram cada vez mais seguros contra este risco, mesmo em relação às obrigações dos EUA, Reino Unido ou Alemanha.

É interessante notar dois aspectos nesta tendência: por um lado, a de que o recurso a este instrumento – que permitiu muita da especulação que conduziu à crise – continua em alta. Os CDS eram um dos grandes negócios da seguradora AIG que só sobrevive com a ajuda do Estado e foram estes contratos que permitiram aos bancos de investimento a criação de outros produtos financeiros complexos como os CDO. Por outro lado, a ideia de comprar um seguro de crédito contra o risco de default nos EUA é especulação pura. Se os EUA entrassem em default é muito pouco provável que quem comprou o seguro recedesse algum dinheiro – o mundo estaria mergulhado no caos financeiro.

Taleb defende troca de dívida por capital nos bancos
A proposta não é nova e tem sido defendida por alguns economistas desde o início da crise. Quem tem dívidas a receber de empresas financeiras em dificuldades deveria ser forçado a transformar essa divida em capital, pasando a ser accionista dos bancos. Desta forma os problemas de falta de capital seriam resolvidos de forma mais sustentável. Desta vez a proposta chega por Nassim Tabel e Marc Spitznagel no Financial Times. Os dois economistas avisam que excesso de dívida é causa de fragilidade enquanto o capital é robusto. Isto significa também que os bancos centrais, com as suas políticas de incentivo a endividamento adicional pelos bancos, podem estar a contribuir para um problema maior no futuro.

E Obama pode ter de salvar mais um banco
A Administração pode vir a salvar mais um banco, desta vez o CIT, um dos maiores credores de pequenas e médias empresas nos EUA, noticia o Wall Street Journal . Neste caso a justificação não seriam as implicações para o sistema financeiro, mas sim para a economia real através o milhão de clientes do CIT.

" claro que assim ja se justifica as recomendaçoes no JPMorgan... assim vai haver muitos entalados e não tarda nada..."

— e.conomia.info

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Atenção! Teste - A maior falência após a Lehman pode estar a caminho

O banco CIT pode mesmo vir a falir, escrevem o Wall Street Journal e o New York Times. A própria empresa afirmou que não é provável que, apesar dos seus problemas, venham a receber ajuda do Estado. A confirmar-se será a maior falência de um banco após a Lehman Brothers. Segundo o WSJ este será um sério teste à robustez do sistema financeiro. O banco precisaria de cerca de 4 mil milhões de dólares para ser salvo.

O CIT é um dos principais bancos financiador de pequenas e médias empresas nos EUA, mas é de dimensão muito inferior à Lehman, e não está envolvido no sistema financeiro internacional à escala do que acontecia com o banco de investimento que faliu ou com a seguradora AIG (que foi salva). Este facto limita o impacto da falência nos mercados financeiros.

Além de um teste aos mercados, a decisão da Administração com certeza levantará críticas pelo favorecimento das grandes empresas envolvidas nos mercados financeiros por oposição às que têm maior ligação à economia real.

Fed (mais pessimista) surpreendida pela violência da crise
A reserva federal norte-americana actualizou previsões para o desemprego: os números agora divulgados apontam para que a taxa de desemprego nos EUA possa ultrapassar os 10% este ano, um valor que compara com 8% a 9% previstos em Janeiro. A notícia está no Washigton Post que escreve: "uma nova previsão cria novas dúvidas sobre a robustez da recuperação, com a Reserva Federal a projectar que a taxa de desemprego poderá ultrapassar os 10% este ano e a avisar que a economia pode não voltar ao normal pelo menos durante cinco anos".

Cinco razões que explicam porque é demasiado cedo para afirmar que a recessão nos EUA está no fim
São várias as vozes, especialmente de governantes mas não só, que têm vindo a afirmar que a recessão está a chegar ao fim. Peter Coy, no blogue da Business Week dá cinco razões para explicar como essas noticias são claramente exageradas. 1) O aumento do desemprego travará o consumo; 2) a capacidade não utilizada está em máximos pelo que as empresas não vão investir; 3) as famílias e empresas vão tentar amortizar dívida aumentando a poupança; 4) as taxas de juros das obrigações deverão subir face ao crescente endividamento publico; 5) os efeitos do planos de estímulo orçamental deverão diminuir no final do ano, arrastando a economia.

Políticas para evitar que a Europa perca 5% do seu PIB potencial...
A União Europeia precisa de uma resposta coordenada e vigorosa para evitar o nível de PIB potencial possa cair cerca de 5% ou mais no médio prazo. As conclusões são de um estudo da Comissão Europeia publicado a semana passada e que é agora explicado pelos autores no VOX . A ideia é que a crise pode destruir capacidade de oferta na economia através de destruição de capital humano, de aumento dos custos de financiamento e retracção na inovação. Para evitar estes efeitos permanentes, os economistas da comissão defendem a resolução rápida dos problemas financeiros, seguida de uma agenda de política económica concentrada em cinco pontos: evitar erros dos passado (proteccionismo e desleixo orçamental); melhorar o mercado de trabalho; apostar no aprofundamento do mercado único; investir em educação, inovação e investigação e desenvolvimento; e, finalmente, desenvolver uma economia verde.

... e queda do PIB potencial leva défice estrutural francês aos 7%
Se se vier efectivamente a verificar uma redução do PIB potencial então isso terá implicações negativas ao nível dos défices estruturais que irão aumentar automaticamente. Jacques Delpla, membro do conselho de política económica que apoia o Estado francês, apresenta as contas no Les Echos e diz que, após a crise, a França enfrenta um défice estrutural de 7% do PIB.

Conclusões sobre a crise
Guido Tabellini, professor na Universidade de Bocconi, apresenta no VOX o primeiro de dois artigos com um balanço sobre a crise. Para o economista a crise começou com uma grave falha de mercado na sua missão de alocar risco, mas os governos têm muita responsabilidade, quer na área da regulação, quer na das respostas à crise. As decisões foram erráticas (por exemplo, o governo norte-americano salvou o Bear Sterns, para depois deixar cair a Lehman Brothers e a seguir salvar a AIG) e a coordenação com excepção dos bancos centrais foi muito fraca).

— e.conomia.info

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Pendentes dos 956 pontos do S&P500


Mais uma vez a sessão esteve repleta de resultados empresariais. De qualquer forma, os olhos estavam voltados principalmente para as contas de dois dos gigantes financeiros, Morgan Stanley e Wells Fargo. Assim, enquanto o primeiro anunciava uns péssimos resultados, o segundo anunciou números acima das expectativas, ainda que tenha anunciado um aumento das provisões relacionadas com o crédito e por isso a sua cotação foi também castigada pelo mercado. Do ponto de vista técnico, todos parecem olhar apenas para o nível dos 956 pontos do S&P500 e, se conseguir encerrar nas próximas sessões acima deste nível (apenas se fechar de forma folgada), poderemos apostar num novo "disparo" que o poderá dirigir de forma quase imediata para os 1.008 pontos, cerca de 5% acima dos níveis actuais. Outro dado a ressaltar do dia de hoje foi o dado melhor do que o esperado do índice de preços da habitação nos Estados Unidos que subiu 0,9%, em Maio, face a uma previsão de queda de 0,2%. Para amanhã, os mercados estarão pendentes dos pedidos de subsídio de desemprego semanais e das vendas de casas em segunda mão, no mês de Junho.

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Agora a chave está nos mínimos de há uma semana


A semana passada foi muito volátil e simultaneamente interessante, já que depois de um começo em forte baixa, os índices acabaram por encerrar perto de máximos do ano e a superar importantes zonas de resistência. Por outro lado, recordam-se decerto que temos vindo a advertir há muito tempo para a firmeza do mercado e para o facto de esta ser mais forte do que todos nós imaginamos. Não o dizemos por sermos adivinhos nem nada que se pareça, mas simplesmente porque do ponto de vista técnico temos vindo a referir as amplas formações em forma de O-C-O invertido que apresentavam e, pouco a pouco, estão a dirigir-se para os seus objectivos mínimos teóricos de subida, agora em torno de 15% acima dos actuais níveis. De qualquer das formas, como já sabemos que, por definição, uma tendência altista é aquela que se caracteriza por construir mínimos e máximos crescentes na sua série de preços, só poderemos dizer que enquanto não construir um primeiro mínimo decrescente não faz sentido algum pensar que o mercado iniciou a fase de correcção que tantos agoirentos têm vindo a prognosticar há muitos meses. Assim, o stop de benefícios deverá estar nos mínimos da passada segunda-feira, o último mínimo crescente relevante, e só se estes forem perfurados é que começaremos a pensar na possibilidade de proceder à tomada das suculentas mais-valias (ainda que seja só para 50% da posição). Enquanto isso, continuemos a desfrutar das subidas.

xubi2

Viva venho aqui pedir a opinião dos forences!
Para a semana o earnings seasons reserva-nos 6 bancos, ate dia 16! (JPMorgan e Morgan Stanley dia 14, Goldman Sachs e citigroup dia 15, mais dia 16 Bankinter e CIT Group).

Teremos aqui a chave do sobe ou desce em termos fundamentais? Já que tecnicamente está muito difícil a obtenção da resposta pela indecisão que paira nos EUA, no que se refere a quebra de resistências! Teremos resultados animadores na banca Americana ou ira o mal parado sobressair ainda reflexo do desemprego e da contracção do consumo! Ou teremos resultados animadores com acrescente confiança que os indicadores têm dado aos mercados mundiais e em especial neste último trimestre!

Cumprimentos