Clubeinvest.com — Arquivo Histórico (1997-2011)
Esta é uma cápsula do tempo da comunidade financeira portuguesa. Login activo para membros.
Clubeinvest.com
Home Privado Fórum Acções Índices Metastock Portfolio Managers Publicações Blogs Contacto
 

Editar as notícias:

Novo Sistema de Ratings instalado no Clubeinvest, saiba + aqui ou consulte os Últimos Ratings atribuidos em realtime.

Menu principal

BCP - O maior Banco privado Português ( analise tecnica )

Iniciado por Semitela, Fevereiro 10, 2007, 13:58

Tópico anterior - Tópico seguinte

pvg80713

e já agora, a capitalização bolsista do BCP, vai ficar muito baixa... isto para a posição que tem em Portugal, Polónia e ... Roménia...

Os bancos espanhois e alemães por 10 Giga Euros, comprarem posição forte nestes paises, parece-me quase de borla.

Por isso, o espectro de um aumento de capital no BCP, vai voltar, a pairar..... e aí as acções a descer.......

mas isto é apenas uma opinião,
cumprimentos a todos

Buysantander

Estou á espera que a cotação do BCP desça para os 2,70 ou 2,50.

Mas o BCP vai ser uma das minhas grandes apostas. Acredito se o banco tiver sucesso na Romenia a cotação bolsista vá passar dos 20 biliões de euros.
Mas é verdade que os 40 balcões não enchem o olho a ninguem e dificilimente o banco sairá satisfeito com tão magra fatia. A estratégia deverá passar por esperar uns tempos e começar a adquirir alguns pequenos bancos.E aos poucos ganhar quota de mercado.

A Roménia tem 21 milhões de habitantes e uma economia pronta a explodir, no bom sentido.
É a grande oportunidade do BCP.Na Polonia as coisas estão a ir bem. Quanto á Grecia na minha opiniao abdicava desse mercado em detrimento do mercado Romeno e talvez entrar na Macedonia.( Mesmo antes da sua entrada para a UE).

Quanto a Angola mais um banco de raiz, a compra do BPI teria proporcionado a oportunidade de outros voos para o BCP.

O potencial deste banco é grande para os proximos 5 anos. Mas é preciso encontrar um lider forte capaz de levar para a frente a grande equipa do BCP.

Para já a cotações devem continuar a cair pois tanta falta de pulso e os resultados vergonhosos que aí vêm o mercado não perdoa. Ou talvez os miopes é que não perdoam.

pvg80713

#17
as vendas continuam....
por nenhum motivo especial......
alguns pensaram que com pouco dinheiro..... podiam controlar um grande banco português.... falo do berardo, moniz da maia, Fino, Rendeiro, Pereira coutinho e amigos........ com a ajuda do doente neuro   - lógico (foi ele que assim se definiu) Paulo Tex Pinto... como não deu.... aproveitam as mais valias....


de hoje a uma semana vai sair a primeira noticia positiva do BCP ! A abertura bem sucedida de 40 sucursais na Roménia. E ainda um ambicioso plano de expansão em pouco tempo.

Se isto não se sobrepuser aos que estão de saida, então as descidas estarão para continuar.

Semitela



Boas,

O bcp está estremamente vulnerável no curto prazo , e caso os mercados financeiros não invertam , não vejo suporte viável . :o

Mesmo essa noticia vai saber a pouco  :(

Abraços e esperamos que isto se altere.

Semitela


Deixar uma analise .

Grande movimento correctivo desde os máximos deste anos nos 4.30 vindo até sensivelmente hoje aos 3€ .

Temos como resistências os 3.20 e como suportes os 2.90 e abaixo os 2.60 que coincidem com a lta de longo prazo .

Por isso estejam atentos , já que todas ou quase todas as acções do psi 20 estão em estado oversold , caso haja um rebound pode ser forte em todas elas .

Abraços e bons negócios.

Semitela

| Notícias |

BCP regressa a níveis antes da OPA e fecha abaixo dos 3 euros (act.)
(24-09-2007 - 16:42)


A queda do sector bancário foi determinante para um desfecho negativo na bolsa de Lisboa. O PSI-20 deslizou 0,84%, pressionado pela queda de 2,9% do BPI e pela descida do BCP que fechou abaixo da fasquia dos 3 euros pela primeira vez desde o fim da OPA sobre a instituição liderada por Fernando Ulrich.

O PSI-20 [PSI20] terminou a sessão em queda de 0,84% para os 12,058,76 pontos, com 15 acções em queda, duas a valorizarem e três inalteradas.

Com pouco mais de 220 milhões de euros negociados, o índice nacional liderou as perdas na Europa, num dia que os principias índices no Continente fecharam sem uma tendência definida.

O sector da banca foi o que mais pressionou, num dia em que a Reuters noticia que o Deutsche Bank irá reconhecer perdas de 1,7 mil milhões de euros relacionadas com a crise financeira que está a assolar o sector.

Em Lisboa, foi o Banco Comercial Português (BCP) [BCP] o papel que mais pressionou, com uma queda de 2,32% para os 2,95 euros. Esta é a primeira vez desde 24 de Abril que o banco fecha abaixo do patamar dos 3,00 euros.

Nesse dia, o BCP reviu em alta o preço da OPA sobre o Banco BPI [BPIN], numa oferta que terminou sem sucesso oficialmente a 7 de Maio.

A instituição liderada por Fernando Ulrich (cujo preço da OPA foi de 7,00 euros por acção) sofreu hoje uma correcção de 2,9% para os 6,02 euros.

A comissão de sustentabilidade e de governo societário do BCP está reunida esta tarde, sendo que a alteração dos estatutos é um pontos em agenda. A intenção de Jardim Gonçalves em alterar os estatutos na AG de 28 de Abril foi um dos catalisadores do título que chegou este ano a negociar num máximo de 4,30 euros.



Semitela

| Notícias |

Acções do BCP disparam 4% no dia em que Fortis saiu do capital do banco
(27-09-2007 - 16:41)


As acções do Banco Comercial Português fecharam em alta pela primeira vez em seis sessões, no dia em que o Fortis saiu do capital do maior banco privado português, uma operação que reavivou as especulações de movimentações de fusões e aquisições no banco.

Os títulos reagiram primeiro em queda à notícia de que o Fortis estava a colocar as 140 milhões de acções do BCP no mercado (chegaram a cair mais de 3%), mas depressa inverteram a tendência.

Fecharam em alta de 3,97% para 2,88 euros, recuperando assim parte das quedas sofridas ao longo das últimas seis sessões. Desde o último dia em que fecharam em alta, a última quarta-feira, as acções acumularam uma queda de 12% até ontem, a que correspondeu uma perda de capitalização bolsista superior a mil milhões de euros.

A forte recuperação de hoje permitiu elevar a capitalização bolsista do banco liderado por Filipe Pinhal para 10,4 mil milhões de euros. A subida foi acompanhada de uma forte liquidez. Foram transaccionados mais de 66 milhões de acções, o valor mais elevado desde o recorde superior a 100 milhões de títulos que foi negociado numa das sessões que antecedeu a última assembleia geral do banco.

Operadores explicam que esta saída do Fortis foi o "trigger" para a subida das acções, pois aumenta o carácter especulativo do título, que está também a recuperar das fortes quedas dos últimos dias.

Luís Duarte, operador do Caixa -  Banco de Investimento justifica a valorização "com a recuperação do título, já que nas últimas semanas a acção tinha sido castigada".

De acordo com a mesma fonte, "este cenário [venda da posição do Fortis] já se falava há alguma tempo", dado que o banco está envolvido numa OPA sobre o ABN Amro. "Com a concretização da operação, é menos um factor de incerteza a pesar nos títulos do banco".

Esta venda também poderá voltar a aumentar a carga especulativa do título, pelo menos enquanto não saber onde é que foram colocadas as acções. "As alterações por parte de accionistas maioritários é sempre importante. E é importante saber a nova relação de forças", acrescenta a mesma fonte.



velum

Quando no clima de incerteza que os mercados internacionais atravessem, um instituicional vende a totalidade da sua posição no maior banco português isso não seria algo para uma queda monumental do titulo?

Essa venda de 140 milhões não seria devida a informações privilegiadas que beneficia a Fortis e que podem vir a prejudicar o valor da acção BCP quando aparecerem, dai a grande venda antecipada?
"I don't hate fools, I pity them!"

O Próprio

Citação de: velum em Setembro 27, 2007, 18:13


Quando no clima de incerteza que os mercados internacionais atravessem, um instituicional vende a totalidade da sua posição no maior banco português isso não seria algo para uma queda monumental do titulo?

Essa venda de 140 milhões não seria devida a informações privilegiadas que beneficia a Fortis e que podem vir a prejudicar o valor da acção BCP quando aparecerem, dai a grande venda antecipada?

Qual clima de incerteza? Quanto a mim essa incerteza já se desvaneceu ou está em vias disso...
Houve uma correcção sim senhor, mas a maior parte dos indices estão novamente perto dos máximos ou mesmo em novos máximos, como por exemplo o NASDAQ.
E o nosso PSIzinho vai atrasado, mas vai lá também, estou agora quase certo disso pois acredito que o BCP vai recuperar forte.

Quanto à questão da venda dos 140000000 é um típico "sell the rumour buy the news". Havia concerteza quem soubesse da notícia, mesmo que esta não fosse conhecida do público, daí as quedas constantes. Agora que a notícia já é pública,
deixou de haver motivo de especulação para venda.
Isto para além de que essas acções serão compradas por alguém... e uma mexida significativa destas na estrutura accionista do BCP vem novamente criar especulação sobre reforço de posições e colocar pressão no sentido da compra.


-----------
O Próprio

Buysantander

Desculpem lá a subida bruta mas foi o Fortis a sair e o Buysantander a entrar.
BCP para a frente agora e não há crise que posso afectar a unidade deste projecto nacional.

Semitela

#25

Boas,

Fica uma analisezita  :D .

Estamos neste momento em cima dos 38.2% de retracemente de fibonacci desde os máximos aos minimos  . Estamos portanto numa zona de forte suporte de longo prazo.

Um pouco mais abaixo temos a base do canal ascendente iniciado em 2003 .

Qualquer fecho abaixo desse canal será um péssimo sinal para o curto prazo .

A minha opinião é que isto não passou de uma saudável correcção ao ferocíssimo spike que se deu na cotação este ano .

Abraços

Semitela


Boas,

Depois do Bcp ter testado a zona de suporte de médio prazo por mim referida , iniciou um rebound assinalável e acabou por inclusive sair do canal descendente em que a cotação tem evoluído desde os máximos deste ano .
Facto que já se repetiu por mais duas vezes acabando sempre por voltar ao trend descendente . Testou igualmente a Ema 200 na quinta feira e na sexta reagiu em baixa apesar de todos os mercados estarem em forte alta .

Caso o Bcp consiga ultrapassar a Ema 200 em alta , o movimento iniciado desde os suportes terá todas as condições para continuar .

Se a cotação voltar para dentro do canal então será muito provável um reteste aos 2.90 ou mesmo 2.77 .

Abraços e bons negócios .

Jesse

Fiz também uma pequena AT para o BCP, fiz em branco para ser diferente.  :)
Opinião pessoal:
Apenas acrescento ao que foi dito, caso tivesse o titulo, e se quebrasse em baixa os 3,19 possivelmente venderia o título.
Quem comprou a 2,90 e se vender a 3,17 não é uma má venda :)
Agora podem pensar assim, mas estão muitos a dizer que o o bcp irá descer, é melhor vender já na segunda feira. Mas e se o título em vez de descer sobe?
Depois começam a pensar  como já deverá ter acontecido algumas vez e porque é que vendi ?? Por isso é que não vendo títulos em subidas mas sim em descidas.

Coloco a azul algumas refêrencias importantes.


(*) Utilizador banido do Clubeinvest

Comentador

Caro Jesse,

Compreendo o que diz e nada tenho a opor pois o objectivo na bolsa é ganhar dinheiro com consistência e continuidade. Mas há uma regra que eu sigo sempre: vender na força e comprar na fraqueza. Claro que isto tem a ver com aquela força que tem indicadores a denunciá-la como exagerada e com a fraqueza que estará a deixar de o ser.

Não é um conselho que estou a dar: é a realidade do que eu faço e ao mesmo tempo um ponto para a vossa ponderação.

Cumprimentos
Comentador

Semitela

 Boas


Já há algum tempo que o Joe nao tinha tempo de Antena ;D , mas foi por pouco tempo , Aí está ele outra vez .




Banca
Berardo mexe na carteira de acções do BCP
08.10.2007 - 19h19 Cristina Ferreira


Joe Berardo procedeu a semana passada, dia 3 de Outubro, ao rearranjo das posições accionistas detidas no Banco Comercial Português, onde, em comunicado, afirma manter 6,82 por cento do capital.

O investidor passa a controlar através da Fundação José Berardo cerca de 5,06 por cento do capital do banco, ficando a Metalgeste (a sua holding pessoal) com 1,75 por cento do capital.

De acordo com a legislação as vendas de acções associadas a participações abaixo dos dois por cento do capital de uma empresa cotada não são obrigadas a ser comunicadas ao mercado.