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Brasil, bolsa rumo aos 200.000 pontos...Assista !

Iniciado por zimermann, Setembro 21, 2009, 00:33

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aleixon

#15
Viva e 1 abraço especial para o outro lado do Atlântico,

Alguma explicação para a correcção tão forte hoje no IBOVESPA?

Infelizmente tenho pena de não acompanhar mais de perto estas empresas e estou a optar por um fundo (etf: edc) mas no entanto a capacidade de decisão continua muito distante.

Este tópico pode ser uma boa ajuda.

Cumprimentos,
NA

narwhal

Este post do Zimmerman fará parte da explicação, seguramente:
/forumbolsa/forum-de-bolsa/entrada-de-capital-estrangeiro-no-brasil-tera-taxa-de-2-de-iof/

zimermann

Caro RJC ,boa noite...
Vc tem razão, o céu nos EUA está escurecendo novamente...
No Brasil eu confio , mas temo que até o final do ano proclamem oficialmente que o REI EUA está NÚ. Daí o bicho pega...
Temo muito o "abraço do afogado"...
O Fernando Meirelles,  presidente do nosso Banco Central, já pediu aos brasileiros para terem cuidado com a euforia na Bolsa...

Leia estes comentários sobre uma publicação do "Wall Street Journal"

13/10/2009


A Bolsa americana está inflada de dinheiro a juro zero e por "lucros maiores dos que os esperados" pelos "analistas". É coisa já bem sabida. Os lucros mais altos, esses, resultam de cortes de custos de difícil recorrência e de melhorias em relação a bases (resultados anteriores) de péssimos a tétricos. Isso é mais ou menos sabido, também.
Mas vale ler reportagem do "Wall Street Journal" sintetizando as últimas notícias da loucura otimista das Bolsas com o resultado das empresas.....(os tais 'lucros maiores dos que os esperados" que "superaram as expectativas dos analistas").

Trechos:


"A fabricante de ferramentas Black & Decker disse que os lucros deste trimestre serão aproximadamente o dobro do previsto, enquanto o conglomerado holandês de bens de consumo Phillips Eletronics anunciou também lucro inesperado... 78% das 32 companhias americanas que até agora anunciaram seus resultados "superaram as expectativas dos analistas".

Mesmo assim, os lucros do terceiro trimestre das empresas do S&P 500 devem cair cerca de 25% em relação ao registrado faz um ano, segundo dados da Thomson Reuters". "Num sinal preocupante para a economia, muito do lucro está sendo espremido por meio de corte de custos. Executivos dizem que eles hesitam em reinvestir tais lucros em seus negócios", dado o baixo nível de utilização da capacidade de suas fábricas, frotas e depósit os.

"O investimento privado líquido, que inclui despesas que vão de máquinas a novas casas (descontada a depreciação) caiu para 0,1% do PIB no segundo trimestre de 2009, o menor nível desde 1947."








jgomes

Qual a melhor forma de investir na bolsa do Brasil directamente. É fácil abrir uma conta no Brasil? Têm outras recomendações?

zimermann

Caro JGomes

Bom dia

Estrangeiros não residentes não podem comprar ações diretamente na Bovespa.

Compram ADRs de empresas brasileiras na bolsa de  New York...
Cosulte bancos americanos a respeito...

http://www.nyse.com/about/listed/lc_ny_region_4.html?country=7

Para investir no Brasil leia o conteúdo do enderêço abaixo:

http://www.bovespa.com.br/Investidor/InvestidoresEstrangeiros.asp

Saudações.

Zimermann

camafeu

Citação de: jgomes em Outubro 31, 2009, 18:23
Qual a melhor forma de investir na bolsa do Brasil directamente. É fácil abrir uma conta no Brasil? Têm outras recomendações?
Também existem fundos de investimento e ETF's que investem no Brasil e em outros mercados Emergentes.

zimermann



Ibovespa tem tendência de queda.

A volatilidade da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) nos últimos pregões de outubro colocou em dúvida a continuidade da forte alta vista até a metade do mês.

De acordo com analistas gráficos, que a partir do estudo das cotações das ações avaliam a tendência para a Bolsa, o Ibovespa , principal índice do mercado acionário, não mostra mais sinais claros de valorização. "O canal é de alta, mas no curto prazo a tendência é de queda", avalia o grafista da TCX Consultoria e Gestão, Luiz Antônio Parddal.

"No fim do ano, devido aos ajustes de carteira dos fundos de pensão e seguridade social, que compram ações e seguram, há uma tendência de alta, mas também o mercado se questiona se as quedas recentes já não mostram uma correção", diz

Para Parddal, o Ibovespa pode cair até atingir a barreira (suporte) de 60.166 pontos e, após esta queda, buscar os 57.899 pontos. O suporte mais baixo estaria aos 48.295 pontos. "Para mim, o Ibovespa claramente entrou numa fase de correção", diz o grafista da Lopes Filho Consultoria, José Faria de Azevedo Filho. "O objetivo é atingir os 57 mil pontos e depois os 53 mil pontos", comenta.

Na tendência contrária, caso haja uma reversão, a alta poderia se estender até a barreira (resistência) de 67.503 pontos. No ano, o Ibovespa acumula alta de 63,90%. Na máxima, o índice atingiu 67.529 pontos em 19 de outubro.

Assim como o Ibovespa, a maior aposta é que as ações da Petrobras e Vale sigam em queda no curto prazo. Os papéis preferenciais da petrolífera, que fecharam sexta-feira cotados a R$ 34,95, têm suportes de R$ 34,50, R$ 34,13 e R$ 33,70, na avaliação de Parddal. As ações da Vale, que no fechamento do último pregão estavam em R$ 39,58, têm barreiras de baixa de R$ 39,02, R$ 38,02 e R$ 37. "Caso o mercado reaja, a alta encontra barreiras em R$ 35,50, no caso dos papéis da Petrobras, e em R$ 41,28, nas ações da Vale.

Dow Jones segue em tendência de queda. Na visão do analista da TCX, os suportes são de 9.689 e 9.423 pontos. Para Azevedo Filho, o Dow Jones deve recuar até o patamar entre 9.400 e 9.300 pontos. Na sexta-feira, o índice norte-americano fechou em 9.712 pontos.





http://aeinvestimentos.limao.com.br/especiais/esp36795.shtm

zimermann



Seja por gráficos ou fundamentos, BOVESPA inspira apostas de um novo rali



Após o retorno da volatilidade na última semana de outubro, a primeira de novembro trouxe de novidade os ganhos que haviam sido perdidos. O Ibovespa volta a 64.466 pontos. Volta mais volátil, e novamente inspira temores de realização.

Mas como seu expediente neste segundo semestre, nada que preocupe. "É possível que tenhamos uma realização de curto prazo. Talvez até uns 58 mil pontos, mas coisa de curto prazo. Acho bem improvável que perca o suporte dos 58 mil", acredita Lucas Paulo Lino de Araújo, operador da Corval Corretora.

Nada muito preocupante mesmo, afinal a perspectiva predominante não muda com os últimos ganhos: segue de alta para o longo prazo. "Eu vejo é uma grande possibilidade de a gente ir buscar aquela resistência nos 67.500. Ali é que pode ter uma resistência maior do Ibovespa. Mas minha avaliação é que ela pode ser rompida. A busca é pela máxima dos 73.516 pontos", pondera Ivanor Torres, analista da Corretora Geral.

Mais para cima
Falar em suportes ou resistências não ignora a importância dos fundamentos. Gráficos a parte, fôlego extra também é o sinal que vem dos fundamentos. "O gráfico está dizendo que o objetivo é 73.900 pontos, mas estamos fechando um trimestre com resultados bastante interessantes, confirmando a recuperação econômica. O mercado está vendo isso", completa Torres.

Lino de Araújo vem com o mesmo alvo de valorização, e pontua sua aposta. "Acredito num rali a partir de dezembro, com a possibilidade da bolsa alcançar seu topo histórico de 73 mil pontos".

Nos trilhos
Após pregões agitados pela agenda de indicadores, os próximos prometem uma inversão de foco. Da agenda para a temporada de resultados. Sem divulgações relevantes da economia, os balanços trimestrais pedem ainda mais atenção. Entre uns e outros, destaque para os números da BM&F Bovespa na terça, da ALL na quarta, de TAM, BB e CCR na quinta e Petrobras, para fechar, na sexta-feira.

"Os resultados podem sim dar um fôlego novo para a bolsa. Considerando que devam vir resultados melhores, bem mais consistentes", acredita o operador da Corval. "Diria que o terceiro trimestre já colocou as empresas no trilho, agora só falta pegar velocidade.", conclui o analista da Geral.

Escondidas
Com os olhares voltados principalmente para quem ainda não divulgou seu balanço, sempre é válida uma análise mais abrangente. Com o Ibovespa de volta aos 64.500 pontos, seu potencial extra de valorização pode estar escondido...

"Pessoalmente acredito muito no setor de varejo, voltado para consumo interno, como o de maior potencial", revela Lino de Araújo. Já Ivanor Torres não vê que um caiu mais que o outro. "Acho que o mercado está bem disperso com relação a isso. Obviamente as duas blue chips - Petro e Vale - tem um potencial muito forte e dão condições para atingir um preço-justo bem interessante visto a liquidez. Não vejo nenhum setor em atraso, vejo expectativa para mais valorização." Após o retorno da volatilidade na última semana de outubro, a primeira de novembro trouxe de novidade os ganhos que haviam sido perdidos. O Ibovespa volta a 64.466 pontos. Volta mais volátil, e novamente inspira temores de realização.

Mas como seu expediente neste segundo semestre, nada que preocupe. "É possível que tenhamos uma realização de curto prazo. Talvez até uns 58 mil pontos, mas coisa de curto prazo. Acho bem improvável que perca o suporte dos 58 mil", acredita Lucas Paulo Lino de Araújo, operador da Corval Corretora.

Nada muito preocupante mesmo, afinal a perspectiva predominante não muda com os últimos ganhos: segue de alta para o longo prazo. "Eu vejo é uma grande possibilidade de a gente ir buscar aquela resistência nos 67.500. Ali é que pode ter uma resistência maior do Ibovespa. Mas minha avaliação é que ela pode ser rompida. A busca é pela máxima dos 73.516 pontos", pondera Ivanor Torres, analista da Corretora Geral.

Mais para cima
Falar em suportes ou resistências não ignora a importância dos fundamentos. Gráficos a parte, fôlego extra também é o sinal que vem dos fundamentos. "O gráfico está dizendo que o objetivo é 73.900 pontos, mas estamos fechando um trimestre com resultados bastante interessantes, confirmando a recuperação econômica. O mercado está vendo isso", completa Torres.

Lino de Araújo vem com o mesmo alvo de valorização, e pontua sua aposta. "Acredito num rali a partir de dezembro, com a possibilidade da bolsa alcançar seu topo histórico de 73 mil pontos".

Nos trilhos
Após pregões agitados pela agenda de indicadores, os próximos prometem uma inversão de foco. Da agenda para a temporada de resultados. Sem divulgações relevantes da economia, os balanços trimestrais pedem ainda mais atenção. Entre uns e outros, destaque para os números da BM&F Bovespa na terça, da ALL na quarta, de TAM, BB e CCR na quinta e Petrobras, para fechar, na sexta-feira.

"Os resultados podem sim dar um fôlego novo para a bolsa. Considerando que devam vir resultados melhores, bem mais consistentes", acredita o operador da Corval. "Diria que o terceiro trimestre já colocou as empresas no trilho, agora só falta pegar velocidade.", conclui o analista da Geral.

Escondidas
Com os olhares voltados principalmente para quem ainda não divulgou seu balanço, sempre é válida uma análise mais abrangente. Com o Ibovespa de volta aos 64.500 pontos, seu potencial extra de valorização pode estar escondido...

"Pessoalmente acredito muito no setor de varejo, voltado para consumo interno, como o de maior potencial", revela Lino de Araújo. Já Ivanor Torres não vê que um caiu mais que o outro. "Acho que o mercado está bem disperso com relação a isso. Obviamente as duas blue chips - Petro e Vale - tem um potencial muito forte e dão condições para atingir um preço-justo bem interessante visto a liquidez. Não vejo nenhum setor em atraso, vejo expectativa para mais valorização."

zimermann

Recomendo que os interessados no andamento da economia mundial e seus reflexos na economia brasileira assistam as quatro partes do programa...
Boa sorte...
Zimermann


Money Talks aposta na experiência e entra no ringue da Bovespa
Programa traz a opinião diferenciada de LC Mendonça de Barros e, depois, separa a briga entre small e large caps



http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=1711680&path=/investimentos/

Antunes

#24
Citação de: zimermann em Setembro 21, 2009, 00:33
Caros amigos...
Reputo de extrema importância a análise macro econômica mundial contida nesta entrevista.O analista vive em NY a maior parte do tempo.
Assistam ,que vale a pena.
Boa semana.
Zimermann



"Bovespa caminha rumo aos 200 mil pontos", reforça Ricardo Amorim


Por: Marcelo Rossi Poli
19/09/09 - 16h06
InfoMoney


SÃO PAULO - Conforme adiantada em junho e com exclusividade à InfoMoney TV, a previsão de valorização da bolsa brasileira até aproximadamente o patamar de 200 mil pontos foi mais uma vez explicada pelo presidente da Ricam Consultoria e palestrante do Invest Bolsa, Ricardo Amorim.

Desta vez, ele traça um prognóstico de como devem ser os próximos anos ao investidor brasileiro e como será o desenho da macroeconomia. Confira.

http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=1676385&path=/investimentos/

Será este optimista Ricardo Amorim o mesmo que este pessimista Ricardo Amorim (?):

Ouvir audio do Ricardão em Novembro 2008

E o mesmo que este ultra pessimista Ricardão em Janeiro 2009:

Ouvir audio do Ricardão em Janeiro 2009

Cumprimentos,

Antunes

zimermann


HSBC Asset aponta três riscos que merecem atenção nos próximos meses

Nova recaída das condições financeiras, mudança prematura de política monetária e fraqueza adicional do consumidor americano. Estes são, segundo a HSBC Global Asset Management, os três pontos que podem reverter o cenário favorável do mercado e, portanto, merecem a atenção dos investidores nos próximos meses.

Para a gestora, mesmo com um quadro internacional positivo para o Brasil - que foi menos afetado pela recente volatilidade - , ainda existem riscos que devem ser levados em conta no planejamento dos investimentos. "Ainda que não sejam uma grande fonte de preocupação nos próximos meses, é importante que eles sejam monitorados de maneira cautelosa", apontam os gestores.

1,2,3
O primeiro risco é a tão temida nova recaída da economia - que empurraria o mundo para uma recuperação em W, satisfazendo as previsões fatalistas sobre a crise. "Espera-se que o ajuste no sistema financeiro mundial ainda perdure por algum tempo e, por si só, isso já implica na possibilidade de novas surpresas negativas", apontam os gestores, que afirmam, contudo, que é difícil antever uma nova crise - a única coisa a fazer é monitorar os sinais no dia-a-dia. "Por ora, podemos dizer que esse risco é menor do que era há dois trimestres", completa a gestora.

O segundo risco, na visão da HSBC, são as estratégias de saída dos Bancos Centrais - que também tem sido vistas com certo receio pelo mercado. "Diagnosticar se existe segurança para alterar a política monetária, quando e em qual velocidade é muito difícil, e está sujeito a equívocos", apontam os gestores. O tema - que, por hora, permanece em segundo plano - deve continuar a ganhar espaço.

Por fim, aparece o consumo dos EUA - responsável por quase um quinto do PIB (Produto Interno Bruto) mundial. A retomada do consumo é necessária para que a recuperação da economia, que está largamente apoiada nas políticas de estímulo dos Bancos Centrais, se concretize. Entretanto, há um risco de que o consumo norte-americano não reaja. "A taxa de desemprego segue alta, enquanto as famílias permanecem muito endividadas", aponta a gestora.

Por: Julia Ramos Moreira Leite-24/11/09 - 20h26-InfoMoney-SÃO PAULO -

zimermann

11/12/2009 - 18h37
Bovespa sobe 0,78% e fecha acima dos 69 mil pontos, patamar inédito em 2009


Uma combinação de forte crescimento da economia chinesa com indicadores positivos dos EUA garantiu um novo recorde de "preço" da Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) para este ano. A taxa de câmbio doméstica recuou para R$ 1,75.

Na semana, a Bovespa acumula ganho de 2,46%, enquanto o dólar subiu 1,85%.

O Ibovespa, índice que reflete os preços das ações mais negociadas, avançou 0,78% no fechamento, aos 69.267 pontos, o patamar mais alto desde 9 de junho de 2008. O recorde histórico permanece em 73.516 pontos, cravados em 20 de maio do ano passado.

O giro financeiro de hoje foi de R$ 5,97 bilhões, com o destaque usual das ações preferenciais da Vale (R$ 475 milhões), em alta de 0,96%; e das ações de mesmo tipo da Petrobras (R$ 653 milhões), que valorizaram 0,10%.

O dólar comercial foi vendido por R$ 1,757, em um declínio de 0,50% sobre a cotação final de ontem. A taxa de risco-país marca 198 pontos, número 2,46% abaixo da pontuação anterior.

Além do fator China, o analista da corretora mineira Amaril Franklin, Eduardo Machado, lembra que os participantes do mercado de ações estão antecipando um quarto trimestre de bons resultados para as empresas, com o ingresso do décimo terceiro na economia e o aumento das compras. "O quarto trimestre é sempre um trimestre mais forte para a economia, com uma movimentação mais forte. Isso vai se refletir nos resultados anuais que as empresas ainda devem divulgar. O que está havendo agora é o que o mercado já está se antecipando, já está colocando nos preços das ações", comenta.

Para a área de análise da corretora, o Ibovespa pode encerrar o ano bem acima dos 70 mil pontos, um patamar ainda inédito para este ano. Uma parcela dos analistas de mercado acredita que a Bolsa de Valores pode registrar uma forte realização (venda) principalmente no primeiro trimestre de 2010.

Entre as principais notícias do dia, a China abriu uma série de indicadores fundamentais sobre a economia local, entre eles, a produção industrial, que teve um crescimento de 19,2% em novembro, na comparação com o mesmo mês de 2008. Trata-se da maior variação desde junho de 2007. Na balança comercial, o país registrou um superavit de US$ 19,09 bilhões em novembro, com leve recuo do total exportado. E a inflação ao consumidor nesse país foi de 0,6% no mês passado, após dez meses de deflação.

A China tem importância estratégica para o Brasil por ser um dos principais países importadores de matérias-primas, o que favorece grandes grupos exportadores do país, com ações listadas na Bolsa.

E nos EUA, o Departamento de Comércio publicou que as vendas do setor varejista subiram 1,3% em novembro ante outubro, no terceiro mês consecutivo de crescimento. Analistas de Wall Street contavam com um aumento de somente 0,5%.

A Universidade de Michigan divulgou sua sondagem sobre as expectativas do consumidor americano, apontando para um aumento da confiança na economia do país. A pesquisa ainda tem caráter preliminar.

EPAMINONDAS NETO
da Folha Online

zimermann

Especialistas apostam em crescimento de ações na Bovespa em 2010
20:57


Bruno Bocchini / Repórter da Agência Brasil


São Paulo - Economistas ouvidos hoje (23) pela Agência Brasil apostam em aumento do valor das principais ações negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) em 2010. Para eles, o desempenho da Bovespa em 2009, com suas principais ações valorizadas, na média, em aproximadamente 80%, não se repetirá, mas deverá haver um crescimento moderado.

“Esses 80% não foram, a rigor, uma valorização", disse o professor Keyler Carva lho Rocha, da Faculdade de Administração e Economia da Universidade de São Paulo (USP). Segundo ele, isso foi a recuperação da queda que havia ocorrido. "A Bolsa tinha chegado a 73 mil pontos, caiu para 29 mil, e depois se recuperou. Está agora em 67 mil, aproximadamente. Ela nem chegou ao patamar em que estava.”.

Rocha ressaltou que o crescimento não deverá chegar a 80%, como neste ano, em que houve recuperação. "[A Bovespa] vai crescer em um patamar mais moderado, mas muito positivo de, digamos, uns 20%. Ou até um pouco mais”, completou.

De acordo com o professor, pode-se esperar melhor desempenho das ações de empresas voltadas para o mercado interno ante as corporações que têm maior dependência do mercado externo, onde a crise ainda traz alguma insegurança. “O câmbio também vai prejudicar a performance [das empresas exportadoras]. Nas empresas voltadas para o mercado interno, aí, sim, podemos acreditar em uma boa perspectiva.”

A professora de análise econômica da Escola de Administração de Empresas da Fundação Getulio Vargas (FGV) Celina Ramalho destacou, no entanto, que mesmo as ações das empresas exportadoras poderão ter bom desempenho na Bolsa. “Várias empresas brasileiras voltadas para o mercado externo apresentam uma posição interessante. A Alpargatas, que exporta as [sandálias] havaianas, por exemplo. Na crise, as ações da Natura [empresa do ramo de cosméticos] decolavam. Não há uma regra”, diz.

Segundo Celina, os indicadores do país justificam um crescimento e um desenvolvimento considerável no próximo ano em 2010 e esse movimento deverá ser seguido pela Bolsa de Valores. “A Bolsa continua muito forte. A grande perspectiva é por conta particularmente da economia brasileira, que tem todas as características que cabem em teoria econômica para justificar o crescimento e desenvolvimento.”

A professora lembrou que o país já recebeu o grau de investimento de importantes agências e tem investido em formação bruta de capital fixo (máquinas, equipamentos, construções), fatores determinantes para o aquecimento da economia. “A tendência é de manutenção e crescimento da economia refletido na Bolsa de Valores. No ano que vem, provavelmente haverá muitas empresas abrindo capital. Essa é uma perspectiva”, concluiu.

23/12/2009

Fonte: Agência Brasil



zimermann

Bovespa pode bater recorde já em janeiro, dizem analistas

Especialistas apostam na recuperação global no começo deste ano; parte do mercado, no entanto, está cética


SÃO PAULO - Após atingir a barreira psicológica dos 70 mil pontos pela primeira vez desde junho de 2008, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) pode bater seu recorde histórico, de 73.920 pontos, ainda em janeiro, prevêem analistas. A pontuação, considerada uma nova barreira psicológica, foi alcançada anteriormente em 29 de maio de 2008. Os analistas mais otimistas chegam a apostar nos 74 mil pontos ainda nesta semana.

"O mercado esperava uma realização [de lucro] antes dos 70 mil pontos, o que não ocorreu. Se as bolsas brasileira e norte-americana saírem do movimento alternado de alta e baixa e mantiverem os patamares atuais durante mais alguns pregões, a barreira dos 74 mil pontos será ultrapassada facilmente, talvez até nesta semana", afirma o analista da Lopes Filho Consultoria, José Faria de Azevedo Filho, ao comentar que para que a alta ocorra o índice Dow Jones também deve sustentar a pontuação de 10.700 pontos.


"A gente acha que pode chegar de forma bem rápida aos 74 mil, mas precisar tempo é muito difícil. Tem chance de acontecer já em janeiro ou fevereiro", avalia o economista da Alpes Corretora, José Góes. Ele ressalva, no entanto, que, ao atingir ou chegar perto desse patamar, pode haver um pequeno movimento de baixa: "74 mil é o pico histórico; vai ser uma barreirinha até o mercado se convencer de que a Bolsa vale mais que isso".


Na avaliação dos analistas, os números da economia dos Estados Unidos devem melhorar neste semestre devido às medidas de estímulo do governo local. Por conta disso, no curto prazo, é esperada pouca volatilidade no mercado. "O cenário é bem calmo para os próximos três meses, o que deve manter a volatilidade baixa", afirma o estrategista da TCX Consultoria, Edgard Tamaki.


"Os dados tendem a ser bons e podem até surpreender. A gente deve chegar ao auge do efeito (dos estímulos à economia) no começo deste ano. Mas, até por causa do seu déficit (das contas públicas), os EUA serão obrigados a retirar alguns desses estímulos. Então, no segundo semestre, a economia (norte-americana) pode começar a decepcionar um pouco", diz Góes.



Ceticismo


Parte do mercado, porém, se mantém cética quanto à alta da Bolsa. Para o economista-chefe da corretora Ágora, Álvaro Bandeira, o Ibovespa dificilmente atingirá o pico de 74 mil pontos no primeiro trimestre. Ele identifica duas outras barreiras técnicas até chegar lá: primeiros, aos 71.200 pontos e, depois, aos 72.500 pontos. Por meio de análise gráfica, explica Bandeira, a Bovespa encontra resistência nesses dois patamares, adiando o momento de bater recorde.


Analisando os fundamentos econômicos, no entanto, Bandeira se mostra otimista. "O primeiro semestre é bastante positivo, com a recuperação da economia global e bons indicadores da economia local. E tem o fato de o Brasil estar no radar dos investidores estrangeiros", avalia Bandeira.


Para o ano, analistas projetam alta, mas mais moderada do que a vista em 2009 (que foi de 82,66%). Góes prevê que o Ibovespa, principal indicador da Bolsa brasileira, atinja 89 mil pontos no fim do ano, o que significaria uma alta acumulada de 30% no ano.



"Nosso target para o fim de 2010 é de 85 mil pontos. Ainda há um bom espaço para alta, mas ela será mais limitada do que a de 2009. Não veremos um rali como no ano passado", diz o analista da corretora Link, Rafael Cintra.


Sílvio Crespo e Yolanda Fordelone, do estadao.com.br

jfbr55

Olá boa noite, agradecia a disponibilidade de algum membro do forum para me indicar onde posso acompanhar o indíde Bovespa.
Será que é boa altura para subscrever fundos de Investimento indexados ao mercado Brasileiro.
Obrigado.