Nesta fase complexa de evolução dos mercados de capitais mundiais é desejável acompanhar de perto a evolução dos factores que mais os podem influenciar.
Em primeiro lugar, parece que o COMP esbarrou de novo na resistência dos 1521, que é crucial. Por outro lado, o SP500 não conseguiu novamente atingir os 935, cuja ruptura é determinante para a continuação da subida, enquanto o DOW parece querer lateralizar depois de ter ultrapassado há dias os 8522.
Relativamente à política do FED, novo corte na taxa de juro (para 1% ?...) estará a ser ponderado, com o objectivo de tentar manter a subida das acções e também das Treasury Bonds. Nota-se que, em termos monetários, tudo irá ser feito para que os preços destes activos não desçam.
De qualquer modo, o USD parece ter o seu destino traçado, devendo continuar a debilitar-se em relação às principais moedas, especialmente ao Euro (independentemente de se preverem correcções, de dimensão limitada, no seu caminho descendente).
Dado o sentimento de mercado estar já exageradamente bullish, e em face da crescente fraqueza do USD, no caso dos mercados iniciarem uma descida, isso pode desencadear um movimento de baixa de mais fortes proporções.
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