Autor: notíCIas_pt
Data: 07-10-2003 04:55
Impresa em novo máximos
Euronext Lisbon pouco alterada resiste às quedas na Europa
A bolsa nacional regressava ao valor de fecho de segunda-feira, com o PSI-20 a escorregar 0,06%, com a queda do Banco Comercial Português (BCP) a ser parcialmente compensada pela subida do BPI. A Impresa bateu em novo máximo, desta feita nos 3,27 euros.
O índice PSI-20 [Cot] cotava nos 6.261,59 pontos, com nove acções em subida, três inalteradas e oito em queda.
Segundo Pedro Coelho da Atrium.pt, «depois da interrupção da negociação durante a manhã de segunda-feira, o mercado nacional continua hoje fraco em liquidez», mas a resistir às quedas das restantes praças europeias que perdiam, em média, mais de 0,5%.
No sector da banca, o Banco Comercial Português (BCP) caía 0,56% para 1,79 euros, e o Banco Espírito Santo (BES) deslizava 0,08% para 12,49 euros.
O Banco BPI, ao invés, somava 0,81% para 2,48 euros. Segundo os valores do final de 2002, o BPI é o segundo maior accionista da Impresa com 10,25% do capital.
A Impresa subia pela sexta sessão consecutiva, aumentando 1,58% para 3,21 euros, depois de ter batido no valor mais alto desde Junho de 2001, nos 3,27 euros.
Pedro Coelho justifica a subida da Impresa com os dados publicados recentemente e que davam a SIC como líder das audiências, «um factor que tem um impacto positivo a nível das receitas de publicidade». O operador cita também o efeito positivo do programa de redução de custos na cadeia de televisão.
A Portugal Telecom (PT) que ontem escorregou 1,27%, recuperava 0,29% para 7,03 euros, com 1,24 milhões de títulos movimentados.
A Electricidade e Portugal (EDP), com 1,7 milhões de acções negociadas, resvalava 0,5% para 1,99 euros. Segundo a edição de hoje do «Público», as negociações entre a EDP e a ENI estão prestes a chegar a um entendimento para a partilha do negócio do gás natural em Portugal.
A ParaRede destacava-se igualmente na liquidez, com 1,3 milhões de valores movimentados, estando o papel a perder 4,35% para 0,22 euros, com os investidores a realizarem mais-valias sobre os ganhos recentes.
Canal de Negócios.
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