Vão-se acumulando os rumores no mesmo sentido. A expectativa é grande em torno de uma anunciada conferência de imprensa norte americana.
Caso se confirme... deviam ir para as ruas festejar, os mesmos milhões (maioritariamente esquerdo-verdo-pacifistas) que andaram a manifestar-se contra o Bush quando este decidiu fazer a guerra, para acabar com o Saddamismo. Segundo eles, detestavam o Saddam... mas ainda detestavam mais os americanos!
Toda esta gente não deve estar agradada com o facto da providência andar a proteger tanto o Bush e os seus acólitos conservadores.
Um Afeganistão sem terrorismo e sem opressão teocrática fundamentalista, e um Iraque próspero retornando a uma mentalidade aberta aos valores democráticos e sem opressão religiosa, seria a maior vitória contra as forças obscuras... e a maior derrota para os insondáveis desígnios dos que se manifestaram a favor da não intervenção, ou seja, a favor por exemplo da continuação da condição animal das mulheres iraquianas, a favor da chantagem terrorista e a favor do subdesenvolvimento daqueles povos oprimidos.
455 é o número actual de heróis americanos. Nenhum vai festejar nas ruas, nenhum vai reeleger o Bush. Nenhum vai participar da retoma com as compras de Natal.
Em contrapartida os hipócritas franceses e alemães queriam ir já para o Iraque, para a negociata da (re)construção civil! Indignaram-se por o Bush lhes pôr travão. Nem vergonha na cara têm.
Oxalá tenham capturado mesmo o Saddam. Não sei como o vão comprovar perante os milhões que vão aparecer a dizer que capturaram um fantoche. São os mesmos milhões que acreditam que foram os judeus que amandaram os aviões contra as torres gémias.
Será um dia feliz para os americanos, talvez feliz para os iraquianos... mas certamente muito triste para muito boa gente.
Assim vai o mundo.
Seria injusto não evocar Sérgio Vieira de Melo como o 456° Herói (*), ... muito provavelmente o primeiro! E talvez o mais injustamente morto pela trupe assassina do Bin Laden e do Saddam.
Sol Dado
(*) Há que acrescentar ainda os que morreram ao lado de Sérgio Vieira, bem como os italianos que os portugueses foram substituir e os espanhóis (cujos cadáveres foram espezinhados pelos fanáticos de Saddam).
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