O euro continua a negociar numa margem apertada, mas penso que existe um apontamento importante a salientar. Enquanto que nas últimas três vezes que o euro negociou acima de 1,206, deveu-se simplesmente a notícias negativas sobre os Estados Unidos, primeiro PIB abaixo do esperado, segundo aumento de alerta terrorista, terceiro consumo abaixo do esperado, hoje o euro negoceia nestes valores, mas sem que nenhuma notícia o tenha puxado artificialmente.
O BCE manteve as taxas de juro em 2%, como era esperado, e os pedidos de subsídio de desemprego nos EUA foram até ligeiramente abaixo do esperado.
No entanto, amanhã é divulgado o relatório do desemprego nos Estados Unidos, um grande movimento só deverá ocorrer após esses dados.
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