Os futuros do crude caíam em Nova Iorque, condicionado pela evolução no Iraque, o sexto maior fornecedor dos Estados Unidos, que começou a aumentar a produção pela primeira vez em duas semanas.
Os futuros do crude caíam em Nova Iorque, condicionado pela evolução no Iraque, o sexto maior fornecedor dos Estados Unidos, que começou a aumentar a produção pela primeira vez em duas semanas.
O fornecimento dos terminais do Iraque no Golfo Pérsico quase duplicaram, no espaço de uma semana, em mais de 80 mil barris por hora, avançaram ontem agentes de navegação à Bloomberg.
O contrato de crude [Cot] perdia 0,33% para 45,90 dólares (37,76 euros) em Nova Iorque, e o «brent» [Cot] desvalorizava 0,56% para 42,79 dólares (35,20 euros) em Londres.
A Yukos, a maior exportadora de petróleo russa, reviu ontem em baixa os objectivos de produção e de investimento para este ano. A produção da petrolífera russa vai aumentar 6% em 2004, ficando abaixo dos 10% pela primeira vez desde 1999, altura em que a produção caiu.
O presidente russo Vladimir Putin disse ao presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, em conversa telefónica que as empresas russas aumentaram a produção para aliviar os preços da matéria-prima, de acordo com o «Financial Times» que citou um porta-voz de Bush, Scott McClellan.
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