Os preços do petróleo recuavam depois de ontem terem atingido novos máximos com os produtores do Golfo do México a não conseguirem recuperar a produção depois da passagem do furacão «Ivan». Hoje, a matéria-prima seguia condicionada por previsões da OPEP que a procura vai abrandar em 2005.
Os preços do petróleo recuavam depois de ontem terem atingido novos máximos com os produtores do Golfo do México a não conseguirem recuperar a produção depois da passagem do furacão «Ivan». Hoje, a matéria-prima seguia condicionada por previsões da OPEP que a procura vai abrandar em 2005.
Os futuros do crude [Cot], transaccionados em Nova Iorque, perdiam 0,16% para os 51,01 dólares (41,52 euros), depois de ter atingido os 51,29 dólares (41,75 euros) ontem. O «brent» [Cot], negociado em Londres, recuava 0,06% para os 47,10 dólares (38,34 euros), a a «aliviar» dos 47,41 dólares (38,59 euros) alcançados ontem.
A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) pode discutir a redução de quota de produção dos países membros, durante a reunião de Dezembro no Cairo, devido ao abrandamento do consumo de petróleo no próximo ano, disse um representante indonésio do grupo.
«A OPEP está a prever um crescimento mais lento da procura no próximo ano comparado com 2004», afirmou Maisar Rahman aos jornalistas em Jacarta. As reservas de petróleo estão a aumentar nos países e a OPEP «está preocupada que isto possa originar uma queda dos preços», acrescentou o mesmo responsável.
A organização espera que o consumo cresça para 1,7 milhões de barris por dia em 2005, menos do que os 2,5 milhões previstos anteriormente.
As reservas dos EUA devem ter subido durante a semana passada, segundo os analistas consultados pela Bloomberg, o que ajuda a que os preços da matéria-prima recuem.
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