Claro que sim. Quem me dera a mim estar no Conselho de Administração da Coisa.
Mas, há sempre um mas, além dos avisos que prudentemente a companhia entendeu divulgar, reparem que a comparação com o 1º trimestre do ano passado deverá ser analisada também na base do valor do dólar. E aí é que a porca torce o rabo. Considerando que desde essa altura a moeda americana sofreu uma depreciação de + de 17% em relação ao "nosso euro" os valores apresentados são bastante inferiores aos do passado comparativo.
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