A Argentina pode entrar, hoje, em «default» com o FMI se o presidente Nestor Kirchner recusar o pagamento de mais uma tranche de 3,1 mil milhões de dólares (2,5 mil milhões de euros) do empréstimo concedido pelo Fundo Monetário Internacional.
A Argentina pode entrar, hoje, em «default» com o FMI se o presidente Nestor Kirchner recusar o pagamento de mais uma tranche de 3,1 mil milhões de dólares (2,5 mil milhões de euros) do empréstimo concedido pelo Fundo Monetário Internacional.
Kirchner tem estado em braço de ferro com a instituição de Bretton Woods com o objectivo de conseguir a revisão das metas para o acordo. O pagamento que devia ser efectuado hoje corresponde a 20% das reservas de 15 mil milhões de dólares do Banco Central da Argentina.
O presidente argentino já disse que só paga se receber a garantia de que o FMI vai libertar fundos em valor igual ao devido, 3,1 mil milhões de dólares (2,5 mil milhões de euros), ainda este mês.
Se a Argentina entrar em «default» com o FMI terá mais dificuldade em obter apoio do G7, grupo dos sete países mais industrializados do mundo, nas renegociações da dívida tornando mais reduzidas as hipóteses de chegar a acordo com os investidores que esperaram mais de dois anos para iniciar as conversações.
O prazo, para o pagamento, termina hoje à hora de fecho dos bancos norte-americanos.
Se a Argentina não pagar, nos próximos 30 dias, junta-se a países com o Sudão e a Libéria que não recebem qualquer apoio das organizações intergovernamentais.
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