Petróleo sobe mais de 3% com atentados terroristas na Arábia Saudita
O petróleo subia mais de 3% em Nova Iorque e em Londres depois dos atentados à Arábia Saudita no fim-de-semana, que fizeram 22 mortos, terem aumentado as preocupações com os fornecimentos da maior exportadora de petróleo do mundo.
O petróleo subia mais de 3% em Nova Iorque e em Londres depois dos atentados à Arábia Saudita no fim-de-semana, que fizeram 22 mortos, terem aumentado as preocupações com os fornecimentos da maior exportadora de petróleo do mundo.
O crude para entrega em Julho seguia a subir 3,21% para os 41,16 dólares (33,77 euros), na New York Mercantile Exchange (Nymex), enquanto o «brent» valorizava 4,10% para os 38,10 dólares (31,26 euros) na International Petroleum Exchange (IPE), em Londres.
Na sessão de hoje, o crude já valorizou um máximo de 4,14% para os 41,55 dólares (34,09 euros), enquanto o «brent» subiu o máximo de 5,25% para os 38,52 dólares (31,61 euros).
Estes atentados, que poderão estar ligados à rede terrorista Al-Qaeda, foram os terceiros a acontecer no mês de Maio a terem como alvo estrangeiros no país. A Arábia Saudita, principal aliado árabe dos EUA na região do Médio Oriente, é o país que detém as maiores reservas petrolíferas do mundo e, consequentemente, o mais influente membro da OPEP.
A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) vai «fazer tudo o que estiver aos seu alcance» para estabilizar os preços do petróleo, disse o ministro do petróleo da Arábia Saudita, Ali al-Naimi, citado pela Bloomberg.
A OPEP reúne-se quinta-feira próxima e os seus membros poderão decidir todos juntos suspender as quotas, disseram dois responsáveis do grupo, sexta-feira, que não quiseram ser identificados.
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