O petróleo continua a alcançar novos máximos, depois da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) ter afirmado que a sua falta de capacidade de produção adicional a pode levar a pedir um aumento da extracção a não membros daquela organização. A quebra no fornecimento por parte do Iraque também contribuía para a subida.
O petróleo continua a alcançar novos máximos, depois da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) ter afirmado que a sua falta de capacidade de produção adicional a pode levar a pedir um aumento da extracção a não membros daquela organização. A quebra no fornecimento por parte do Iraque também contribuía para a subida.
O crude [Cot] valorizava 1,13% para recorde nos 49,25 dólares em Nova Iorque, enquanto o «brent» [Cot] subia 1,65% para 45,06 dólares em Londres, tendo atingido o máximo de 45,10 dólares.
A OPEP, responsável por um terço da produção de petróleo do mundo, está preocupada com a escalada dos preços do petróleo, e poderá pedir que os países que não estão sob alçada da organização aumentem a produção do «ouro negro», segundo disse o presidente da OPEP, Purnomo Yusgiantoro.
A OPEP vai reunir com países não membros, que inclui a Rússia e o México, entre 16 e 17 de Setembro em Viena, e vai pedir-lhe que forneçam mais petróleo, acrescentou o presidente daquela entidade.
O Iraque reduziu as exportações em cerca de um milhão de barris por dia valor que compara com os 1,8 milhões diários em Abril, devido ao aumento de violência que se tem sentido no país.
O governo iraquiano e as forças norte-americanas já anunciaram que os xiitas teriam de entregar as armas ou enfrentar uma ofensiva militar.
O Golfo do México também foi obrigado a cortar o fornecimento, na semana passada, devido ao furacão «Bonnie».
O referendo à presidência da Venezuela, com Hugo Chávez a confirmar-se como presidente na segunda-feira, e a instabilidade na petrolífera Russa, a Yukos, também têm impulsionado os preços do petróleo, com os investidores a recearem cortes no fornecimento.
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