Os resultados líquidos consolidados atingiram 239,1 milhões de euros no primeiro semestre de 2004, evidenciando um crescimento de 13,8% em relação aos 210,2 milhões de euros apurados no mesmo período de 2003, e proporcionando uma rendibilidade dos capitais próprios (ROE) de 16,9%. A rendibilidade do activo médio (ROA) ascendeu a 0,7%.
A margem financeira situou-se em 705,2 milhões de euros, comparando com 731,3 milhões de euros nos primeiros seis meses de 2003. O impacto favorável do crescimento do volume de negócios de clientes foi mais que compensado pelo efeito das sucessivas descidas das taxas de juro de mercado. A antecipação pelo Banco da evolução das taxas de juro permitiu um posicionamento correcto, tanto nos recursos como no crédito, restringindo a maior parte do impacto desfavorável dos “repricings” ao primeiro semestre de 2004. Os baixos níveis das taxas de juro de mercado determinaram também uma menor margem financeira originada nos recursos à ordem de clientes.
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