O petróleo avançava hoje em Nova Iorque e Londres, depois de ontem ter recuado ao valor mais baixo dos últimos quatro meses, após os responsáveis da OPEP terem defendido que a produção poderá ser reduzida a fim de manter o nível de preços.
O petróleo avançava hoje em Nova Iorque e Londres, depois de ontem ter recuado ao valor mais baixo dos últimos quatro meses, após os responsáveis da OPEP terem defendido que a produção poderá ser reduzida a fim de manter o nível de preços.
O contrato futuro de crude [Cot] avançava 0,48%, para 41,66 dólares (31,02 euros), depois de ontem ter encerrado a cair 3,49%, para 41,50 dólares (30,90 euros). Já os futuros do ‘brent’, petróleo por refinar que serve de referência à Europa, ganhava 0,94%, para 38,63 dólares (28,76 euros), quando ontem fechou a ceder 3,53%, para 38,25 dólares (28,48 euros).
O delegado da Líbia na Organização de Países Exportadores de Petróleo (OPEP), Fathi Shatwan, juntou-se hoje ao presidente do grupo de produtores, Purnomo Yusgiatoro, na defesa que a entidade poderá em breve ter de reduzir a produção de forma a impedir que as reservas mundiais aumentem ainda mais.
Ontem, o ministro da Energia da Venezuela, Rafael Ramirez, defendeu que a OPEP deve defender o preço do petróleo, que caiu já 25% desde o máximo histórico atingido no final de Outubro.
A discussão sobre a manutenção ou não da produção da OPEP prende-se também com a questão da desvalorização do dólar, que ainda ontem atingiu um novo mínimo histórico face ao euro [Cot], já que este facto deteriora os rendimentos dos produtores, com a matéria-prima a ser negociada na moeda norte-americana nos mercados internacionais.
A análise semanal das reservas petrolíferas dos EUA será conhecida hoje às 15h30 de Lisboa.
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