«Sabes o que acontece às empresas que só sabem cortar nos custos? Vão à falência !»
Não posso concordar porque sei bem o que se passa na realidade nas empresas é bem diferente das teorias quem vem nos livros, se assim fosse era impossivel as empresas resistirem no mercado actual.
Os cortes de custos são saudaveis e indespensaveis depois de periodos de expansão é ciclico e de extrema necessidade.
Se uma empresa depois de um periodo de expansão não cortar na despesa arrisca com grandes probabilidades a falência. Dai assistirmos aos cortes r redução de custos, despedimentos por parte das empresas quando o mercado contrai. Caso a empresa tenha cometido excessos mesmo durante o periodo de expansão mais fortes e drásticos terá que cortar e deve de agir de forma rápida.
O que não deve fazer nunca é procurar investir quando o mercado está a contrair, deve sim limitar as despesas ao essencial e normal funcionamento da empresa desde que não ponha em causa ou comprometa o futuro da empresa nomeadamente durante um crise económica.
Os investimentos fazem-se à medida que o mercado vai estabilizando e a procura for dando sinais de retoma, caso contrário é por a carroça à frente dos bois.
Só que um estado não é uma empresa, um estado tem responsabilidades sociais que uma empresa não tem e como tal o modo de actuar aceito que possa ser de modo diferente, mas quando o estado põem as questões sociais à frente das obrigações financeiras, arrisca-se no longo-prazo a piorar ainda mais as questões sociais, arrisca-se não....agrava mesmo como nós temos experiência.
Bem, isto é conversa para outro local, não aqui.....
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