Quando eu comecei há uns meses com esta coisa das ondas, gozavam precisamente porque o Prechter tinha perdido o maior Bull da história (o Cem fartou-se de referir isso quando se aventurava com as ondas)!
Bom... mas o amigo não se ofenda com a minha fanfarronice elementar ou, talvez mesmo, como diz, inteligência de parvo! Olhe que não vale a pena chatear-se com ela... até porque nada somos e a pó retornaremos:
Missão do homem inteligente na Terra
Não vos ensoberbais do que sabeis, porquanto esse saber tem limites muito estreitos no mundo em que habitais. Suponhamos sejais sumidades em inteligência neste planeta: nenhum direito tendes de envaidecer-vos. Se Deus, em seus desígnios, vos fez nascer num meio onde pudestes desenvolver a vossa inteligência, é porque quer que a utilizeis para o bem de todos; é uma missão que vos dá, pondo-vos nas mãos o instrumento com que podeis desenvolver, por vossa vez, as inteligências retardatárias e conduzi-las a ele. A natureza do instrumento não está a indicar a que utilização deve prestar-se? A enxada que o jardineiro entrega a seu ajudante não mostra a este último que lhe cumpre cavar a terra? Que diríeis, se esse ajudante, em vez de trabalhar, erguesse a enxada para ferir o seu patrão? Diríeis que é horrível e que ele merece ser expulso. Sê-lo-á, não duvideis, e atravessará existências miseráveis e cheias de humilhações...
A inteligência é rica de méritos para o futuro, mas, sob a condição de ser bem empregada. Se todos os homens que a possuem dela se servissem seria fácil a tarefa de fazer que a Humanidade avance. Infelizmente, muitos a tomam instrumento de orgulho e de perdição contra si mesmos. O homem abusa da inteligência como de todas as suas outras faculdades e, no entanto, não lhe faltam ensinamentos que o advirtam de que uma poderosa mão pode retirar o que lhe concedeu.
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