Mais importante é que ele diz que existe espaço para cortar nos juros e que eles têm estudado novas formas de politica monetaria expansiva. Alem disso diz que as empresas e os particulares têm aproveitado bem o ambiente de taxas de juro baixas para reajustar os seus balanços.
A riqueza dos particulares cresceu 4,5% no primeiro semestre e apenas 15% representa poupança. O refinanciamento das amortizações das casas atingiu um recorde de 1,6 triliões.
As empresas mudaram de dividas de curto para longo prazo conseguindo melhorando os racios financeiros. Os receios prendem-se com o aumento do custo da energia, o petróleo acima de 30 dólares o barril, e a economia anémica da europa e japão. Existem indicações de uma melhoria, mas nada de seguro.
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