Há, contudo, alguns indícios de que haverá de facto um crescimento, embora moderado, da economia. Quanto ao consumo, tem sido estimulado por alguns factores positivos como alguma recuperação nos mercados bolsistas, o aumento do rendimento disponível dos consumidores rresultantes da diminuição de preços finais, e, ainda, o incremento de operações de refinanciamento no mercado imobiliário.
Quanto à economia em geral, a aprovação do pacote fiscal funciona como estímulo. Esse pacote totaliza 350 mil milhões de dólares, soma astronómica, que vai atenuar bastante os problemas que o J.Henriques adequadamente referenciou. Então temos um conjunto de factores positivos de cariz expansionista, a estimular a economia, que são: Baixa inflação, baixas taxa de juro, ambiente de liquidez excedentária.
Apesar de tudo, concordo que esta recuperação será lenta por causa dos desequilíbrios, como o endividamento do sector privado e o agravamento do défice orçamental e externo.
Quanto aos problemas da inflação baixa e alta produtividade, creio que já abordei o assunto anteriormente, mas concordo de um modo geral com o J.Henriques.
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