Não obrigatóriamente! No caso do sector do Ouro as razões poderão ser outras.
Como leva muito tempo a desenvolver novas minas (há quem diga que em média leva 8 anos) a forma mais rápida de aumentar a produção e beneficiar dos preços atractivos que se preveêm para o Ouro é adquirir empresas do sector com bons níveis de produção / reservas de ouro e de preferência com custos de produção atractivos.
Por outro lado, as sinergias que resultam de uma fusão também se devem ter em conta pois fazem com que os custos de exploração se diluam. Por exemplo a Angolgold já possui pessoal especializado a trabalhar nas suas minas no Ghana que poderá ser aproveitado no caso de uma fusão com a Ashanti (que possui os seus principais activos neste país).
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