O que mais intrigava os economistas é que pela primeira vez numa recessão os Personal Consumer Expenditures (PCE) não registaram variação negativa e mesmo os Durable Goods registaram decréscimos ligeiros. Ora, esta contínua força do consumo criava na altura expectativas de que o consumo pudesse fraquejar ainda este ano, algo que não veio a acontecer, e pelo contrário reforçou-se mais.
Este é uma das diferenças entre a recessão que passou e as anteriores e que continua a deixar muitas pessoas receosas.
A evolução positiva das exportações era natural, devido à desvalorização do dólar, mas as exportações não têm a capacidade de tomar o lugar do consumo interno se este decrescer, apenas atenuar um pouco.
Relativamente ao investimento, o decréscimo em 4,8% em Equipamento e Software, apontava para que o sector tecnológico que tem puxado pela economia, não estivesse a retomar o rumo ascendente.
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