A inflação alemã acelerou em Novembro, pela terceira vez nos últimos quatro meses, impulsionada pela subida do custo dos produtos alimentares e dos combustíveis, como óleo para aquecimento.
A inflação alemã acelerou em Novembro, pela terceira vez nos últimos quatro meses, impulsionada pela subida do custo dos produtos alimentares e dos combustíveis, como óleo para aquecimento.
A taxa de inflação aumentou de 1,2%, em Outubro, para 1,3% em Novembro, anunciou o Instituto Estatístico Federal.
De acordo com a metodologia utilizada na União Europeia, o índice de preços no consumidor caíram 0,2% no mês em análise e aumentaram 1,3% relativamente a Novembro do ano passado, anunciou o Instituto Estatístico Federal.
O aumento dos preços dos combustíveis tem impedido a queda na taxa de inflação alemã. O preço do crude ganhou 13% no ano passado, para os 29,66 dólares por barril, preço a que estava ontem cotado o «brent» em Londres.
A apreciação do euro para um valor máximo histórico esta semana, está a ajudar a compensar os custos mais elevados do petróleo, sugerindo que a inflação poderá não acelerar muito mais.
A inflação na Zona Euro acelerou 2,2%, em Novembro relativamente aos 2%, em Outubro. O Banco Central Europeu (BCE) disse que espera que a taxa de inflação fique abaixo do limite de 2%, no próximo ano.
«A inércia da inflação em torno dos 2% tem tendência a continuar nos próximos meses», disse, a semana passada, o presidente do BCE, Jean Claude Trichet, citando «adversidades no desenvolvimento dos preços dos produtos alimentares, evolução dos preços do petróleo e aumentos planeados nas taxas indirectas e nos preços administrativos».
Os custos do óleo para aquecimento aumentaram 4,4% desde Novembro do ano passado e o gasóleo era 3,8% mais caro.
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