As yields estão a evoluir em baixa, não só a trinta e dez anos, mas também de curto prazo, 3 meses por exemplo. As média móveis de 200 dias são quase o último reduto nas yields de longo prazo. A verdade é que a falta de inflação nos Estados Unidos está a ser considerado pelos investidores um factor positivo, porque permite que a política monetária continue expansiva por um mais longo periodo de tempo. Como a deflação está posta de parte, a não existência de inflação cria condições de investimento mais favoráveis e poderá trazer novamente para a primeira página o refinanciamento. Teriamos assim no próximo ano dois factores a favor do consumo, corte nos impostos e refinanciamento, para além da melhoria do mercado de trabalho.
A verdade é que o bear market de que todos falavam no mercado obrigaccionista ainda não chegou e está com dificuldades em aparecer.
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