... embora tenhamos naturalmente bastantes oscilações e sustos de permeio.
Ainda assim, penso que devemos desvalorizar um pouco os níveis técnicos mais óbvios nesta altura pois deverão ser ultrapassados. Foi iniciada a marcha para convencer novamente o público a comprar acções para o longo prazo. Quando isso acontecer, é só shortar ao primeiro sinal técnico (provavelmente sobe muito sem se perceber porquê (mais do que se poderia esperar), depois retrai com violência, e a seguir vai fazer o topo duplo nas boas notícias).
Se nesse arranque nas boas notícias (que ele começou ontem a descontar) não ultrapassar convincentemente o 1º topo, é limpar armas para shortar com força ao primeiro sinal. Pois esse será o grande movimento do ano, com a quebra dos 775 no S&P existirá verdadeiro pânico nos mercados.
Mas não vamos pôr a carroça à frente dos bois ... a tua referência do gap é importante, acho que no mínimo isso será alcançado. Desconfio que ainda vai mais longe (basta pensar que, resolvida a guerra, vai ser lançada na «atmosfera» a expectativa de recuperação económica fulgurante no 2º semestre - é aí que o público se convence do Bull Market, será aí que vou shortar).
Defendo portanto que, mais importante do que os níveis técnicos de resistência, serão os indicadores de sentimento de mercado. Nada melhor do que uma ultrapassagem em alta de uma conhecida resistência, do que uma expectativa de recuperação económica no 2º semestre, para termos um cenário de mas de 50% de bulls e menos de 25% de bears. Then will be the short of a lifetime ...
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