Manteve a mesma política monetária, como era esperado, com as taxas de juro de curto prazo perto de zero e a inundar o mercado de crédito com liquidez.
Apesar da economia ter crescido acima do esperado no primeiro trimestre, 3,2%, e as projecções serem de um contínuo reforço da actividade económica, o deflator do PIB, uma medida de preço foi de 2,6% negativo.
Não é esperavel que haja um alteração da política monetária japonesa este ano, até porque o Presidente do BoJ já afirmou que só haverá uma mudança quando os preços se mantiverem a ou acima de zero por um prolongado periodo de tempo.
Com uma dívida pública de 160%, a mais elevada de todos os países industriais, o Japão depende agora do consumo interno e das exportações para entrar num ciclo de crescimento, já que o governo está praticamente de mãos atadas. As exportações têm estado a crescer fortemente e o investimento tem estado moderado, do lado dos consumidores, a diminuição dos rendimentos está a parar e o consumo está a mostrar alguns sinais positivos. Os gastos de consumo contam em 55 a 60% na economia, logo são um pilar fundamental no crescimento económico.
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