Acções da ParaRede sobem mais de 8% após fim da negociação de direitos
As acções da ParaRede atingiram hoje uma valorização máxima de 8,33%, um movimento explicado pelos analistas com o fim da negociação em bolsa dos direitos para acorrer ao aumento de capital.
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As acções da ParaRede atingiram hoje uma valorização máxima de 8,33%, um movimento explicado pelos analistas com o fim da negociação em bolsa dos direitos para acorrer ao aumento de capital.
A ParaRede [Cot] seguiam com uma apreciação de 8,33% para os 0,39 euros, a liderar a negociação do PSI-20 com mais de oito milhões de acções transaccionadas. Hoje é o primeiro dia em que a empresa liderada por Paulo Ramos deixou de negociar os direitos em bolsa, «o que está a influenciar o papel», adiantou um operador.
Os direitos encerraram ontem a negociar, pela última vez, nos 0,01 euros, depois de no primeiro dia de negociação, na segunda-feira da semana passada, terem encerrado nos 0,03 euros.
A queda em bolsa dos direitos pressionou a evolução das acções, com os investidores a fazerem arbitragem. Assim as acções voltaram hoje aos níveis a que cotavam antes dos direitos serem negociados em bolsa.
Por cada acção, os accionistas da ParaRede receberam um direito, que permite subscrever 0,3698630137 novas acções. Ou seja, por cada lote de 73 direitos, os accionistas podem a subscrever 27 novas acções, mediante o pagamento adicional de 8,1 euros (27 vezes 0,30 euros, que é o preço de subscrição das acções).
O prazo para o exercício dos direitos de subscrição decorre até 7 de Junho e o encaixe da operação está já garantido, pois a esta foi tomada firme pelo Banco Espírito Santo.
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