Apenas uma tabela que demonstra, nos últimos cinco trimestres, a contribuição de cada parcela do PIB para o crescimento do mesmo. Como se pode verificar o consumo privado manteve sempre uma importância notória, aliás, a recessão de 2001 fica conhecida por ter sido uma recessão na qual os gastos de consumo mantiveram sempre crescimento, algo único.
A recessão foi provocada essencialmente por um decréscimo muito forte do investimento não residencial, ou seja das empresas.
Já no novo ciclo de expansão, os últimos trimestres de crescimento foram sustentados, como se pode ver pela tabela, pela continua manutenção dos gastos dos consumidores, apesar da poupança manter-se apenas em 2%, a niveis recordes de baixa, e pela recuperação do investimento empresarial. Os gastos de defesa tiveram bastante peso essencialmente no segundo trimestre de 2003 e algum peso no primeiro trimestre deste ano.
O rebentar da bolha como o Waterman muito bem exemplifica faz todo o sentido, mas no fundo andamos todos aqui a tentar encontrar uma saida mais optimista, e espero bem que encontremos. Já o ano passado escrevi um artigo sobre os anos 80 no qual exemplificava algumas dificuldades que a economia tem pela frente.
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