O crude valorizava influenciado pela situação do Iraque, onde a situação de instabilidade está a baixar as expectativas de restaurar as exportações de petróleo na sua capacidade máxima.
O crude valorizava influenciado pela situação do Iraque, onde a situação de instabilidade está a baixar as expectativas de restaurar as exportações de petróleo na sua capacidade máxima.
O crude [Cot], negociado em Nova Iorque e com entrega em Outubro, valorizava 0,49% para 46,95 dólares (38,20 euros), depois de ter fixado na sexta-feira novo máximo nos 49,40 dólares (40,19 euros). Enquanto o «brent» [Cot], em Londres, seguia estável nos 43,54 dólares (35,42 euros).
Na sexta-feira o crude recuou com a expectativa de cessar-fogo entre os xiitas e os soldados norte-americanos em Najaf. Os combates entre os Estados Unidos e os xiitas intensificaram-se perto da mesquita Imã Ali, enquanto o governo atrasava a reabertura da central que é responsável por cerca de metade da matéria-prima fornecida pelo sul do Iraque.
Os preços do petróleo dispararam também devido ao aumento de preocupações com a possível interrupção de fornecimento da Rússia, da Venezuela e da Nigéria.
A preocupação em relação ao fornecimento da Yukos, a petrolífera russa, está ligada à possível interrupção da maior exportadora russa, devido à cobrança por parte do governo de Vladimir Putin de uma multa de 3,4 mil milhões de dólares (2,77 mil milhões de euros) em relação aos impostos de 2000 e uma valor de sete mil milhões de dólares (5,70 mil milhões de euros) em análise referente ao período entre 2001 e 2003, noticiou hoje o Financial Times citando uma fonte governamental não identificada.
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