"Na grande perspectiva conjunta, tudo o mais — além da divisa de reserva e das questões petrolíferas sauditas/iranianas (ou seja, as questões políticas internas e as críticas internacionais) — é periférico e tem consequências marginais para esta administração. Além disso, a ameaça dólar-euro é suficientemente poderosa para que eles prefiram arriscar um retrocesso económico a curto prazo a fim de evitar o crash do dólar a longo prazo com uma mudança do padrão da OPEP do dólar para o euro. Tudo isto ajusta-se dentro do Grande Jogo mais vasto que abarca a Rússia, a Índia e a China. "
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