Em bem sei Francisco, que em certas ocasiões um sistema baseado em médias móveis transforma-se numa porcaria móvel... nomeadamente em regime de lateralização quando utilizado para definir momentos de compra e venda.
Concordo portanto contigo quando dizes nestas condições penso que tirar conclusões exclusivamente baseadas em Médias Móveis pode ser extremamente perigoso, principalmente quando se fala de médias de longo-prazo.
Mas aqui, nesta opinião, não se trata disso. Trata-se de saber identificar correctamente momentos altamente prováveis de mudança de tendência e encontrar assim os momentos mais oportunos para entrar ou sair do mercado, isto é comprar ou vender/reforçar.
No gráfico seguinte acrescento outros elementos que estavam incorporados na conjectura apresentada anteriormente, mas não mostrados. Estes elementos são a análise de Ondas de Elliott e a definição de canais.
A este elementos acrescentam-se outros relativos à economia. Os PIBs continuam a crescer (alguns países crescem mesmo muito: China, Rússia, Brasil, Inglaterra... e mesmo os Estados Unidos que nunca chegaram a estar em recessão nos últimos 3 anos. No Japão não se verifica a catástrofe anunciada). O Petróleo começou a descer. O risco de deflação parece afastado, etc.
No último mês e meio é de valorizar fortemente o facto de a média móvel exponencial de 150 ter sido quebrada em baixa, ter havido um reteste à mesma seguido de queda, e uma recuperação contra todas as expectativas que já colocou novamente o índice acima da MME150.
Aceitarei o erro desta interpretação caso se verifique um retorno para baixo da MME150 e sejam feitos novos mínimos inferiores aos de Agosto. Ou seja, caso o canal de Longo Prazo seja quebrado em baixa.
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