A Bayer, a segunda maior farmacêutica e química do mundo, anunciou que ao lucros do segundo trimestre ficaram inalterados com os custos das matérias-primas a aumentarem e com os medicamentos a perderem vendas para os genéricos.
A Bayer, a segunda maior farmacêutica e química do mundo, anunciou que ao lucros do segundo trimestre ficaram inalterados com os custos das matérias-primas a aumentarem e com os medicamentos a perderem vendas para os genéricos.
Os resultados líquidos foram de 128 milhões de euros, anunciou a empresa em comunicado, resultados que ficam aquém do esperado pelos analistas consultados pela Bloomberg que apontavam para 175 milhões de euros. As vendas aumentaram 4,5% para 7,583 mil milhões de euros.
O presidente executivo, Werner Wenning, disse que espera um aumento «significativo» nos lucros, excluindo itens extraordinários, no segundo semestre. As previsões anteriores de Wenning apontavam para um crescimento superior a 10% para o ano.
As vendas da unidade de saúde da Bayer caíram 4,4% para 2,11 mil milhões de euros, com o medicamento Cipro a baixar as vendas em 54% para 202 milhões de euros. A Bayer teve 136 milhões de euros em itens extraordinários no segundo trimestre, incluindo 60 milhões de euros de provisões para pagar multas. A empresa também teve custos de 98 milhões de euros derivados de filiais da Bayer.
As acções da farmacêutica caíam 1,53% para 21,18 euros.
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