a analise feita é profunda, e realista, no entanto a conclusão final parece-me um pouco catrastofista.
A solução estaria numa maior distribuição de riqueza a nível mundial, pois o que faz a economia crescer é a movimentação de capitais...
Temos assistido em primeiro à deslocalização massiva de empresas para paises ditos sub desenvolvidos, e ao mesmo tempo o perdão de grandes dividas a esses paises.
O que aontece é que a população ai residente é na sua maioria miserável, o que significa que em termos economicos, não tem qq poder.
Pelo contrário, grande parte do dinheiro encontra-se nas maos de meia duzia de pessoas, o que acaba com a capacidade de gigantescas movimentações de capital.
Imaginem que o Indiano (1 exemplo) passava a ter capacidade de comprar 1 telemóvel da motorola, ser servido por exemplo pela VIVO, poder comprar 1 grafa de vinho do Porto, comprar um PC e adquirir o Windows.
Agora multipliquem isto por milhoes de Indianos...e agora pensemos.
Nós, europa e EUA, dá emprego ao indiano...a india cresce...e o indiano vai gastar parte do seu dinheiro a comprar produtos do ocidente...o ocidente cresce...
Por sua vez, os salários do indiano começam a aumentar, o que torna inviável a deslocalização...OK estancamos a deslocalização...até lá a economia Indiana cresceu, permitindo agora auto-sustentar-se...
Enfim, enfantizei a questão, mas basicamente o que importa é relembrar da história o que permitiu o esponêncial desenvolvimento das economias...a distribuição de riqueza.
Se em Portugal existisse apenas 1000 homens muito ricos e o resto miseráveis, será que haveria massa critica para uma EDP, ou um PT ?
A outra solução seria colocar grandes taxas alfandegárias sobre produtos derivados de paises cujo custo da mão de obra seja o garante de custos reduzidos...mas enfim, isso poderia sair mais caro.
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