O Conselho de Ministros aprova hoje um pacote de medidas para atenuar o impacto, na economia, da escalada do petróleo que está a custar mais três milhões de euros por dia que em 2003. Afastada a intervenção nos preços, o Governo admite compensações para os sectores mais penalizados pela subida dos combustíveis como o das pescas.
O Conselho de Ministros aprova hoje um pacote de medidas para atenuar o impacto, na economia, da escalada do petróleo que está a custar mais três milhões de euros por dia que em 2003. Afastada a intervenção nos preços, o Governo admite compensações para os sectores mais penalizados pela subida dos combustíveis como o das pescas.
O Governo recusa qualquer cenário de intervenção administrativa do Estado para travar a escalada do preço dos combustíveis, garantiu ao Jornal de Negócios fonte governamental. Ontem, a associação de defesa dos consumidores da DECO pediu a suspensão temporária da liberalização dos preços para evitar novas subidas esperadas face aos últimos recordes do petróleo.
Ontem estava em aberto a possibilidade de intervir apenas no sector das pescas que se encontra à beira do colapso económico por causa dos combustíveis. No entanto, a opção deverá ser a subsidiação de sectores mais penalizados, designadamente este, melhorando as condições de comercialização do pescado. Nos transportes já se pratica um novo regime de preços que reflecte as variações do gasóleo. A promoção de incentivo às energias alternativas, como a isenção de imposto do "biodiesel" consagrada no OE de 2005, é outra orientação forte. O trabalho coordenado por Álvaro Barreto contou com a participação de oito ministérios.
O Clubeinvest.com informa que nenhuma da informação
aqui facultada deverá ser entendida como conselho ou recomendação
de qualquer tipo de transacção ou investimento.