Devem ser duas aliás. Primeiro, o sistema burocrático português é uma barreira para o desenvolvimento e competitividade de uma empresa. Quem tem o seu próprio negócio sabe exactamente do que falo, a quantidade de pequenos entraves que existem e que retiram tempo útil de trabalho e o mau funcionamento das instituições públicas que atrasam em pagamentos e, por vezes, em entregar documentos que são necessários noutra instituição, arrastando todo um processo que poderia ser muito simples e rápido.
Acredito que alguma desta burocracia, seja um sistema de controlo, para que o português não consiga fazer "batota". Talvez, e aí temos de fazer mea culpa.
Segundo, a relação das pessoas perante o trabalho. Nos Estados Unidos as pessoas têm uma elevada responsabilidade perante o trabalho, sentem todos que o que estão a fazer é a coisa mais importante do mundo. Deste modo, esforçam-se muito mais e primam por fazer um trabalho de qualidade, trabalhando muito mais e com mais eficiência. Além disso, o cliente tem sempre razão, mas tem mesmo!
A existência de QIs baixos, não faz a diferença, porque o que acontece é que os que são bons nos Estados Unidos, conseguem ter condições e fazem por ser os melhores do mundo, levando todo o país consigo.
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