Os teus dois cenários são possiveis e interessantes, mas tenho muitas duvidas que possam concretizar.
Repara que o que impede os americanos de usarem meios de destruição mais maciça é a ilegitimidade desta guerra, não tem o apoio da Nações Unidas assim como das nações arabes ou mulçumanas. Por outro lado esta intervenção é encarada pela coligação como objectivamente cuidada e delicada, ao contrário da intrevenção de 1991.
O alvo é o Saddam e o regime assim como aconteceu no Afeganistão. Os restantes paises vizinhos, nomeadamente o Irão, a Siria ou até a Arabia Saudita não morrerem de amores por nenhum dos intervenientes desta guerra.
Os americanos mostraram recentemente ensaios de uma nova bomba convencional (sem radiotividade ou outros elementos perigosos) com uma capacidade de desvaste cerca de metade de uma bomba nuclear.
A história diz-nos que quando os americanos se sentem ameaçados, sobre pressão e legitimados para responder (payback) face a uma forte ameaça, respondem com um "castigo" ainda maior.
Aconteceu no Japão (bomba atómica), aconteceu no vietname (Napal) e pode voltar acontecer novamente agora.....
Eu estou aguardar o momento certo para abrir posições curtas em força, só ainda não sei quando e evito imaginar cenários, porque na guerra nada é previsivel!
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