Estes filmes são bons!
Vale a pena ver!
Para quem gosta do género!
"The hunt for Red October" "Caça ao Outubro Vermelho"
Sean Connery & Alec Baldwin
"(...) Outubro Vermelho é um novo submarino nuclear Soviético tecnologicamente superior e dirige-se para os EUA sob o comando do capitão Marko Ramius (Connery). O governo norte americano pensa que Ramius planeia um ataque. O analista da CIA (Baldwin) tem uma opinião diferente: ele acredita que Ramius quer desertar, mas tem apenas algumas horas para o encontrar e para provar a sua teoria - pois toda a força naval Soviética bem como a força aérea estão também a tentar encontrar Ramius. (...)"
"Behind Enemy Lines" "Atrás das Linhas do Inimigo"
Gene Hackman & Owen Wilson
Este segundo filme é baseado em factos reais
(os pormenores é que não sei...).
Eu lembro-me das noticias na Sky News...
A NATO estava a enterrar-se toda... talvez por isso eles se tenham envolvido no Kosovo da forma como todos conhecem...
E agora a NATO está com problemas de coesão dos membros...
Hehehe...
No filme entra o actor português Joaquim d' Almeida!
O homem dá um raspanete ao Gene Hackman...
"(...) Chris Burnett (Wilson) é abatido durante uma missão de reconhecimento na Bósnia. Agora ele tem de lutar para se manter vivo e escapar às perigosas tropas inimigas. Numa corrida contra o tempo, e desobedecendo às rigidas directivas da NATO, o seu superior (Hackman) arrisca tudo por tudo numa derradeira missão de salvamento para trazer para casa o herói americano. (...)"
A propósito dos factos retratados neste filme deixo aqui uma passagem de Revel do seu livro "Obsessão AntiAmericana":
"(...) Perante este problema suplementar e inédito, a presente «hiperpotência» americana não é mais do que consequência directa da impotência europeia, tanto do passado como de hoje. Preenche o vazio criado pelas nossas insuficiências, não as das nossas forças, mas as do nosso pensamento e da nossa vontade de actuar.
Imagine-se a perplexidade de um cidadão de Montana ou do Tennessee quando toma conhecimento da intervenção americana na ex-Jugoslávia. Tem todo o direito de se interrogar sobre qual será o interesse dos Estados Unidos em mergulharem no lamaçal sangrento dos Balcãs, obra-prima secular do incomparável engenho europeu. Mas, sozinha, a Europa é incapaz de impôr a ordem nesse caos homicida que confeccionou com as suas próprias mãos. Para que cessem os massacres nos Balcâs, ou para que diminuam, é preciso que os Estados Unidos se encarreguem da operação, primeiro na Bósnia, depois no Kosovo e na Macedónia. Em seguida, os Europeus agradecem-lhes, apodando-os de imperialistas e depois tremem de medo e acusam-nos de isolacionismo assim que eles falam em retirar as suas tropas.
Há críticas infundadas que revelam mais acerca das fraquezas e dos fantasmas de quem as formula do que sobre os erros e os crimes dos visados.
Como sucede com todas as sociedades, mesmo as democráticas, a sociedade americana tem imensos defeitos e é merecedora de muitas censuras. Mas para que exprimissem mais qualquer coisa do que as fobias dos seus detractores, era preciso que essas críticas fossem justificadas e que os defeitos apontados fossem os verdadeiros. Contudo, a chacota apiedada de que a América é uma espécie de cabeça de turco ritual para os media europeus, provém, na maioria dos casos, de uma falta de informação tão profunda que chega a parecer intencional.
Se nos limitarmos ao período de emergência dos Estados Unidos ao estatuto de única superpotência, apareceram dezenas de livros e de artigos sérios sobre a América, escritos tanto por americanos como por europeus. Contrastam com a massa amorfa da literatura e do jornalismo puramente obsessivos. Transmitem, a quem quiser conhecer, uma informação exacta, equilibrada e matizada sobre o funcionamento interno e externo da sociedade americana, sobre os seus sucessos e insucessos, sobre o que faz de bem e de mal, sobre o que nela há de lucidez e de cegueira.
Como a preguiça não explica tudo, a ignorância acerca de toda esta massa de informação por parte dos fautores da opinião europeia não pode deixar de ser voluntária, pelo menos na maioria dos casos, explicando-se apenas pelo apego às ideias fixas a que se confinam. E não é por falta de possibilidade de retirar conclusões severas sobre alguns aspectos referidos nesses inventários escrupulosos. Pelo menos não são ditados pela incompetência. (...)"
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