Banco Comercial Português (BCP)

(gráfico de médio-prazo)

Suportes e resistências:

Suportes

- Linha de tendência descendente com origem nos máximos do ano (2.19 euros) que serve de topo do canal de médio prazo que represento a encarnado. Hoje a 1.74 euros;

- 1.69 Euros, zona onde encontramos o actual mínimo relativo a 1.68 euros que é de suporte de curto prazo:

- 1.64 Euros, importante referência horizontal de longo prazo abaixo da qual considero estar comprometido em definitivo, todo o movimento de alta do ano de 2003.

- Base do canal descendente de médio prazo a 1.57 euros.

Resistências

- 1.80 Euros, referência horizontal de curto prazo que travou o sinal técnico de compra gerado na ruptura do já referido topo do canal (hipótese de falsa ruptura). Os 1.80 eram ainda o limite inferior de um gap que foi fechado a 1.82 no passado dia 8;

- 1.85 Euros, referência horizontal de médio prazo;

- 1.90 euros, referência de médio prazo que serviu de base a um triângulo mencionado em comentários anteriores, cujo topo confunde-se com a linha de tendência descendente com origem nos máximos do ano. Padrão ainda em vigor.

- 1.95 e 2.06 euros;

- Máximo do ano a 2.06 euros.

Médias Móveis:

- Média móvel exponencial de 200 dias (Mme 200), azul-escuro, com inclinação negativa a 1.86 euros, estando a cotação a evoluir abaixo da mesma;

- Média móvel exponencial de 50 dias (Mme 50), a encarnado, com inclinação negativa a 1.75 euros, estando a cotação hoje a testá-la como suporte depois de uma sessão em que conseguiu manter-se acima da mesma.

Candlesticks:

- Nada a referir

Padrão:

- Podemos considerar dois padrões de médio curto prazo para o BCP, um já activado e outro a ser agora testado. Ambos a apontam para uma continuação da actual tendência de baixa:

1º - Triângulo descendente com base a 1.90 euros e topo na linha descendente com origem nos máximos do ano. Este padrão foi activado no passado dia 2 de Julho, gerando um sinal técnico que coincidiu com a ruptura em baixa do antigo suporte ascendente que represento a azul carregado. A projecção deste triângulo está a 1.61 euros.

2º - Canal descendente de médio prazo com base e topo hoje a 1.57 e 1.74 euros, respectivamente. O topo deste padrão está hoje a ser testado como suporte, sendo que um fecho abaixo do mesmo levar-me-á a considerar que a cotação reentrou no canal e que a mais recente ruptura em alta do mesmo não passou de uma falsa ruptura.

Opinião:

- O BCP encontra-se em clara tendência de baixa de médio e curto prazo. A sua incapacidade em distanciar-se de forma convincente do topo do canal de médio prazo e a reacção algo negativa aos 1.80 euros, deixam-me algo negativo face à evolução do BCP.
No curto prazo considero bastante provável uma reentrada o dito canal com objectivos na projecção do triângulo descendente a 1.61 euros, sendo que a zona dos 1.64 euros é de enorme importância para a cotação devendo funcionar com suporte.
Um fecho acima dos 1.85 euros questiona esta opinião.


(gráfico de longo-prazo)

Banco Português de Investimento (BPI)

(gráfico de 2 anos)

Suportes e resistências:

Suportes

- Base do canal ascendente de curto prazo que represento a verde, hoje a 3.00 euros;

- Linha de tendência descendente de médio prazo com origem nos máximos do ano (3.32 euros), agora a 2.99 euros. Referência que está hoje a ser testada e que serve de topo do canal a encarnado. (Hipótese de falsa ruptura);

- Linha de tendência de alta de longo prazo, a azul carregado, hoje a 2.95 euros;

- 2.76 Euros, referência horizontal de longo prazo abaixo da qual fica seriamente comprometido todo o movimento de alta de 2003;

- Base do canal de médio prazo a 2.65 euros.

Resistências

- 3.04 euros, actual máximo relativo e referência horizontal de curto prazo que aparentemente travou um possível movimento de alta mais prolongado, que resultaria da ruptura do topo do canal de médio prazo…(Projecção está a 3.33 euros);

- 3.10 Euros, zona onde foi testado em Julho passado o topo do canal de médio prazo seguindo-se um forte sell-off até ao actual mínimo do ano na casa dos 2.76 euros;

- Máximo do ano a 3.32 euros.

Médias Móveis:

- Média móvel exponencial de 50 dias (Mme50) a 2.95 euros, a encarnado, apresenta inclinação ligeiramente positiva com a cotação a evoluir acima da mesma.

- Média móvel exponencial de 200 dias (Mme200) a 2.93 euros, a azul-escuro, apresenta inclinação quase nula com a cotação a evoluir acima da mesma.

Candlesticks:

- Nada a referir;

Padrão:
- No médio prazo temos um canal descendente representado a encarnado com topo e base hoje a 2.99 e 2.65 euros, respectivamente. Esta figura foi muito recentemente quebrada em alta, estado neste momento o seu topo a ser testado como suporte. Um fecho abaixo do mesmo leva à conclusão de que tivemos uma falsa ruptura. Projecção do canal está hoje a 3.33 euros.

- No curto prazo, o movimento de alta iniciado junto aos 2.76 euros tem sido limitado por um canal ascendente que represento a verde. A base desse está agora a 3.00 euros, sendo que um fecho abaixo da mesma projecta o BPI para a casa dos 2.91 euros, ou seja, de volta ao canal de médio prazo e para baixo da importante linha de tendência de alta de longo prazo.

Opinião:

- Estou expectante e curioso para ver se estas duas últimas sessões não passam de um teste ao padrão de médio prazo para novos voos ou se o temos mesmo que considerar uma falsa ruptura. A tendência de queda dos últimos meses levam-me a inclinar para a segunda hipótese, faltando um fecho abaixo das referências acima descritas para confirmar este “palpite”. Acima dos 3.04 euros mudo de opinião e considero a projecção do canal junto aos actuais máximos do ano.


(gráfico de longo-prazo)

Banco Espirito Santo (BES)

(gráfico de médio-prazo)

Suportes e resistências:

Suportes

- 13.40 Euros, referência horizontal de longo prazo;

- 13.20, fecho mínimo do corrente ano (Mínimo relativo a 13.11 euros)

- Topo do canal descendente de médio prazo, a tracejado encarnado, hoje a cotar 13.26 euros;

- 13.00 Euros.

Resistências

- 13.55 Euros;

- Base do canal ascendente de curto prazo a verde no gráfico, hoje a 13.56 euros. Esta linha foi muito recentemente quebrada em baixa sem que a cotação tivesse protagonizado uma reacção digna de registo. Em resultado desse comportamento, tenho algumas dúvidas ao considerar este padrão;

- 13.70 Euros;

- Antigo suporte ascendente de longo prazo com origem nos mínimos de 2001 (8.37 euros), agora cotar na casa dos 13.72 euros coincidindo com a projecção da ruptura em alta do topo do canal de médio prazo;

- Máximo do ano a 14.30 euros.

Médias Móveis:

- Média móvel exponencial de 50 dias (Mme50) a 13.47 euros, a encarnado, apresenta inclinação ligeiramente positiva com a cotação a evoluir acima da mesma.

- Média móvel exponencial de 200 dias (Mme200) a 13.42 euros, a azul-escuro, apresenta inclinação quase nula com a cotação a evoluir acima da mesma.


Candlesticks:

- Nada a referir;

Padrão:

- O padrão a considerar no caso do BES é um canal descendente cujo topo foi quebrado em alta no passado dia 31 de Agosto, apontando para uma projecção na casa dos 13.72 euros.

- No muito curto prazo podemos identificar outro canal agora de alta que, como referi mais acima, viu o seu topo “recentemente quebrado em baixa sem que a cotação tivesse protagonizado uma reacção digna de registo”. Não sei, até que ponto devemos considerar este padrão.

Opinião:

- Estou Neutro em relação BES aguardando um fecho acima dos 13.55 euros para ver confirmado o sinal técnico de compra gerado na ruptura do canal de médio prazo. Não ponho de parte um throwback até ao topo do canal.


(gráfico de longo-prazo)

Ver ainda: gráfico do Finibanco

Cumprimentos
Francisco Monjardino
www.clubeinvest.com


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