Boas ,
Sei que o Presidente do FED vai hoje discursar , mas infelizmente não sei a que horas nem o seu conteúdo .
Sei sim que o mercado está a pôr muita expectativa nesse discurso pois muito desejam o tal anunciado corte ou intenção de corte nas taxas de juro nos Eua.
Muitos acreditam no entanto que o Presidente do Fed não vai abrir o jogo , não dando a entender a sua intenção até dia 18 de Setembro ( dia da próxima reunião ).
Uma coisa é certa se hoje for antecipado qualquer tipo de medidas a tomar nessa reunião , o mercado vai mexer de uma forma agressiva.
Se for anunciado o corte teremos concerteza um rally que dará sinal de entrada longa em quase todos os índices . Mas se pelo contrario o Fed se mostrar reticente e a vontade com a situação actual ( maior preocupação com a inflação do que com o crescimento económico e o subprime ) então poderemos ter um movimento descendente que vá testar os min deste movimento correctivo iniciado nos máximos.
A minha opinião é que o Ben Bernanke não vai abrir o jogo . O anuncio de G.W.Bush de tomar medidas quanto ao problema hipotecario já surtiu efeitos com as praças asiáticas a subirem forte e as europeias á abrirem em contraciclo com o fecho dos Eua.
Veremos como termina este ultimo dia do mês e da semana .
Ok , já sei que é as 15H ( hora de Portugal ) , agora falta saber o conteúdo ;D
Abraços
Ficou tudo adiado para dia 18 de Setembro .
Veremos se o Fed vai ou não baixar as taxas .
Até lá fica a expectativa de que é possível mas não certo .
Abraços.
Citação de: Semitela em Setembro 01, 2007, 23:09
Ficou tudo adiado para dia 18 de Setembro .
Veremos se o Fed vai ou não baixar as taxas .
Até lá fica a expectativa de que é possível mas não certo .
Abraços.
Baixar vai baixar, agora falta saber se vai baixar o suficiente para ser bem aceite pelo mercado.
Cmps.
Há umas semanas atrás um elemento do FED referiu que só baixariam as taxas caso houvesse alguma calamidade, isto ainda antes de cortarem a taxa de desconto interbancária, portanto creio que se vierem a cortar a taxa de referência é muito mau sinal para o mercado, pois indica que afinal as coisas estão bem piores do que julgamos.
Neste momento ninguém sabe a verdadeira dimensão do problema e continua a surgir newsflow de empresas com dificuldades um pouco por todo o mundo, portanto a volatilidade veio para ficar e o pior pode ainda não ter passado.
Abraço
Boas aos Dois,
Concordo com tudo o que dizes Pequenobuda, seria ideal não haver corte pois isso demonstraria que o Fed está menos preocupado com os problemas do sector hipotecario do que com a inflação .
Lembrem-se que qualquer que seja o corte ou as medidas implementadas por Bush , não resolvem o problema , apenas o adiam , por isso e para bem de quem gosta de investir a longo prazo , o ideal seria não haver corte , porque se houver um ou mais , os mercados subirão no curto prazo mas voltará sem duvida o Bear Market lá para o final do ano.
Abraços
Uma pequena opinião:
Cortes na taxas podem servir para adiar problemas, mas também podem servir para ajudar um equilíbrio necessário para uma saida real de um problema.
Neste caso especifico, o FED deve saber melhor do que nós o que fazer ;) Os problemas com o sub-prime, apesar de só estarem agora na ordem do dia para a maior parte dos investidores, são um problema que existe há muito tempo.
um abraço,
Não esquecer que quinta-feira temos a sempre aguardada reunião do BCE , onde se prevê a manutenção do actual nível de taxas mas pode haver surpresas tanto para um lado como para o outro .
Muita atenção essencialmente a quem negoceia Futuros ou Cfd´s sobre índices como o Dax ;). A decisão sai ao 12h45 ( hora de Lisboa) e os comentarios á partir das 13h30 .
Abraços
Boas,
Mais 42,2 mil milhões de Euros injectados hoje pelo BCE no mercado :o .
Eu sinceramente já não percebo nada , então aumentam as taxas de juro para combater a inflação e depois injectam liquidez , aumentando a massa monetária , o que por sua vez aumenta a inflação. Eles afinal não estão a combater nada , estão é a fomentá-la .
Não há nada como o Ouro ;)
Abraços.
Citação de: Semitela em Setembro 06, 2007, 11:31
Boas,
Mais 42,2 mil milhões de Euros injectados hoje pelo BCE no mercado :o .
Eu sinceramente já não percebo nada , então aumentam as taxas de juro para combater a inflação e depois injectam liquidez , aumentando a massa monetária , o que por sua vez aumenta a inflação. Eles afinal não estão a combater nada , estão é a fomentá-la .
Não há nada como o Ouro ;)
Abraços.
ahahahahaha
é verdade semitela, eles andam a brincar lá com a maquineta de fazer papel. Ou será que anda em testes, para ver se é fidedigna para imprimir?
Mas por este andar deixa de ser experiência para virar produtiva 24horas por dia. ;D
O pior vai ser quando for precisa a manutenção. Vai ser cá um balurdio para o arranjo, isto é se não for para a sucata. ;D
Ora vejamos, metem nota no mercado para a banca remediar a malta dos fundos. eu pergunto:
Não seria melhor já dar-nos a nós a nossa parte lá metida?
é que com tanta liquidez todas as semanas eos gajos nada resolvem, pelos vistos vamos começar a época dos..... saldos dos fundos. Vamos lá às fusões, ehehehehe
Cumps
Bem se havia duvidas que ia haver corte , elas foram dissipadas hoje com a criação de emprego .
Agora falta saber de quanto é que vai ser o corte : mais de 50 pb vão dar um empurrão no euro e ouro como não há memoria.
Mas infelizmente para a economia mundial , uma recessão nos Eua não ajuda nada neste momento delicado em que se encontra o mercado.
Veremos , mas não prevejo máximos , isso de certeza.
Dolar neste momento a levar uma tareia daquelas... parece que os payrolls foram dos piores desde 2003...
Será que a tempestade para os states ja está no sim ou ainda vai a meio? Quem sabe faça o favor de responder :o
Eu não acho que seja assim tão preocupante, vamos a ver.
Citação de: Dead Money em Setembro 07, 2007, 23:00
Eu não acho que seja assim tão preocupante, vamos a ver.
Para a economia , como um todo , pode não ser muito grave, mas que vai afectar bastante isso vai . É como cortarem um braço ou uma perna á alguém , essa pessoa consegue viver sem esse membro , mas que faz muita isso faz . Se é como eu penso, ainda estamos no inicio , quando isto se alastrar irá ver-se o quanto afectou a economia e se não transforma um crescimento fraco em estagnação ou mesmo recessão .
Deus queira que não , pois não ganhamos nada com isso.
Abraços
Afinal o Tao aguardado corte de taxas pode nem ocorrer :o
rate-cut-may-not-necessary (http://www.marketwatch.com/news/story/rate-cut-may-not-necessary/story.aspx?guid=%7B3688B792%2DCCC1%2D4A07%2DA89D%2D58AB81286B53%7D)
Veremos o que acontece .
Abraços
Boas,
O mercado parece convencido de que as taxas vão baixar nos Eua e começa-se a falar em 50 ou 75 pb já no dia 18 .
Acho que estão um pouco optimistas demais. ::)
A mim parece-me mais plausível um corte de 25pb ou mesmo uma manutenção para aguardar por mais dados .
O euro avançou de forma forte por acreditar no corte de 50pb e na subida do Bce .
Poderá haver surpresas e volatilidade acrescida no dia 18 pelas 19h15 (hora portuguesa).
Abraços
crack the dollar (http://biz.yahoo.com/minyanville/070913/20070913crackdollar_id.html?.v=4)
Boa Noite,
Desde já os meus parabens ao administrador e todos os participantes deste magnifico forum.
Como todos nós sabemos, terça feira irá realizar-se a reunião do fed para debater e anunciar as medidas imediatar para esta crise. Uma das medidas penso que será a descida das taxas de juros ( 0.25 ou 0.5) . Seria util (em especial para quem não é muito entendido nestas materias de bolsa, vulgo iniciantes como eu) que os "entendidos" da materia fizessem um comentario a estas alterações assim como quais serão as diferenças imediatas entre a descida de 025 ou 05 na taxa de juro
Muito obrigado
Pedro
The Fed will have to cut rates
Published: September 16 2007 18:40 | Last updated: September 16 2007 18:40
Imagine a computer. Inside it a billion microprocessors run a mathematical system of awesome complexity. Numbers pulse on a hundred screens feeding you alarming but confusing information from the machine. The only controls are three buttons: marked 0bp, 25bp, and 50bp. You must guess the effects of each button and then press the one that will bring calm.
That is what Chairman Ben Bernanke and the governors of the Federal Reserve have to do when they meet on Tuesday to decide whether and by how much to cut US interest rates. Their choice will determine whether credit markets stabilise, whether the US housing downturn becomes a recession and whether inflation is rekindled. It will define Mr Bernanke's term at the Fed. This is a meeting that matters.
Since the Fed last met on August 7 there has been a sharp shock to the money markets. Banks and their offspring – the conduits that issue commercial paper to fund portfolios of longer-term assets – are having to pay more to borrow if they are able to borrow at all. There has also been poor data on the real economy, including a weak payrolls report, that increases the risk of a recession or serious US slowdown.
That is what the Fed has to respond to. Its choices are no change, a quarter of a percentage point cut to its 5.25 per cent policy rate, or a bigger cut of half a point.
There is an economic case for keeping rates steady. One month of bad employment data should not be a cause for panic and the housing slowdown is yet to have a dramatic effect on consumer spending. The risks to growth have increased but the Fed must also worry about inflation. A world with oil at record highs, Chinese inflation of 6.5 per cent and a falling dollar is not one where price stability is guaranteed.
The other reason to hold rates – in the face of a market confidently expecting a cut – would be to discourage future episodes of speculative financial excess. It would end any notion of a "Bernanke put".
Mr Bernanke and his colleagues, however, have not signalled a hard line. If they were to hold rates tomorrow the stock market would fall by hundreds of points in minutes, money market rates would spike higher and the shock to confidence could create a recession where none was in prospect. A precautionary rate cut is justified because of the increased risks to growth. That need not create moral hazard.
A quarter point cut would formalise what the Fed is already doing: its open market operations have kept the Fed Funds rate well below target in recent weeks. A 25bp cut is widely expected and would signal a calm and measured approach to the turmoil. It is probably the action best justified by the data on the real economy we have seen to date.
The danger in a quarter point cut is that it has been anticipated so well that it will have little effect. One and three-month interbank rates might not move, increasing the premium to overnight rates, and making the Fed look impotent. That would be another blow to confidence, but market fine tuning cannot be a responsibility of the Fed.
A 50bp cut, by contrast, would deliver a positive shock: the markets believe it possible but are not fully discounting it. It would signal aggressive, pre-emptive Fed action to prevent a recession and, by doing so, might mean that rates do not have to be cut so far later.
But a 50bp cut would come at the cost of inflation-fighting credibility. The message the market would take is that the Fed will always cut in a crisis and that it worries more about growth than inflation. Another audience would hear that message too: the army of foreign investors who own US bonds and finance its trade deficit. The Fed must keep one eye on the dollar.
The best option tomorrow is a 25bp cut. That given, the statement that accompanies it will be crucial.
In its statement the Fed should make only the most oblique of references to the credit markets. Any suggestion that it will cut rates until they stabilise is a hostage to fortune and a spur to moral hazard.
The Fed should say that it remains concerned about the risk of inflation and should justify any rate cut by reference to an increased risk of severe recession.
Most of all, the Fed should say that future rate decisions will depend on future data, not just on growth but on inflation. A strong bias toward further rate cuts would do most of the harm of a 50bp move without many of the benefits.
The economic machine is hard to read at the best of times, but the outcome of the present turmoil is especially hard to foresee. The Fed's policy should be to respond to data on and risks to the real economy in a coherent and predictable way. For Mr Bernanke to be remembered as a great central banker he will need to press the right button in this crisis.
esta reunião da FED parece ser um "pau de 2 bicos" pois os mercados estão á espera de um corte nas taxas de juros para ver se animam, mas o petroleo também está deste corte nos juros para continuar a sua escalada, que também não é nada bom para a bolsa. O que irá acontecer se realmente existir um corte nos juros de 0,50 pts? agradecia comentários.bn.
é hoje... Vamos lá a ver como os mercados reagem
A q horas é q é o discurso?
19h15 hora de lisboa.
Abraços
Fed reduz juros em 50 pontos base para 4,75%
(18-09-2007 - 19:15)
A Reserva Federal dos EUA decidiu reduzir a sua taxa de juro de referência em 50 pontos base (pb) para 4,75%, dos anteriores 5,25%. Esta é primeira vez que a autoridade monetária da maior economia do mundo efectua um corte nos juros desde 2003 e é superior ao que o consenso do mercado estava à espera. A maioria dos economistas aguardava uma descida de apenas 25 pontos.
nao tava à espera de um corte destes... Pelo menos as acçoes que acompanho no NASDAQ tão a subir e bem...
è a primeira vez que participo neste forum. Antes de mais desejo bons negócios para todos os forenses como desejo para mim. Nao tenho grandes conhecimentos bolsistas mas cá ando bem ou mal.
Qto ao senhor Bernanke não sei se foi bom esta descida se ele não devia de se ter ficado pelos 0,25 deu um sinal de desespero que o mercado se irá lem,brar da<qui a uns dias ou o mais tardar no começo do proóximo ano.
Os mercados agora vão entrar em euforia e pode ser que aqueles que estão perder como eu recuperem do tombo destas últimas semanas.
Só é pena que Portugal não eteja na mesm hora que os EUA
um abraço
um artigo interessante...
http://www.businessweek.com/investor/content/sep2007/pi20070918_127568.htm?chan=top+news_top+news+index_top+story
Só sei que na 2a feira nao comprei mais porque tava com receio da decisao, e pelos vistos fiz mal :(
eu não sei até que ponto a descida de 0,50 é um sinal de desespero ou é antes um sinal de que o FED não tem problemas em mexer nas taxas de forma não ortodoxa, mas o mercado parece que gostou, e muitas analistas diziam que se descesse 0,50 o mercado não ia gostar.
mas vendo bem as coisas, se há problemas no crédito e a economia esta a arrefecer, o corte vai ajudar nesses dois sentidos, e eles melhor do que ninguém devem saber o que estão a fazer.
Boas,
E depois de 50 pb de corte , há quem já diga que vêm aí mais :o Como se fosse bom sinal :(
Mas pronto , o que conta são as expectativas , e o mercado gosta destes cortes . Quem não deve gostar é a zona euro que está sob pressão nomeadamente o sector exportador que não tardará a mostrar esse facto .
Veremos o que acontece na próxima reunião .
Abraços
Crise nos mercados de crédito 2007-09-28 16:32
Fed injecta 4,75 mil milhões de dólares no sistema financeiro
A Reserva Federal (Fed) norte-americana injectou hoje 4,75 mil milhões de dólares (3,33 mil milhões de euros) no sistema financeiro, através de uma operação de recompra com vencimento a três dias, revela o site 'Invertia'.
Tiago Figueiredo Silva
A entidade presidida por Ben Bernanke adianta que a operação, composta por títulos hipotecários e de agência, recebeu pedidos de 23,75 mil milhões de dólares (16,70 mil milhões de euros).
Com esta nova operação, a Fed já colocou à disposição do mercado um total de 409,45 mil milhões de dólares(287,90 mil milhões de Euros) desde o passado dia 9 de Agosto .
Bem já alguém ouviu o contrario : isto é, alturas em que se retira liquidez do mercado ? É que se se adiciona somente isto não tem lógica ( cria-se dinheiro a custa de quê ? de ar ?
Abraços
Citação de: Semitela em Setembro 30, 2007, 12:46
Bem já alguém ouviu o contrario : isto é, alturas em que se retira liquidez do mercado ? É que se se adiciona somente isto não tem lógica ( cria-se dinheiro a custa de quê ? de ar ?
Abraços
Bem tecnicamente é comum haver alturas em que os BCs retiram liquidez do mercado nas operações Repo. O dinheiro na prática cria-se à custa de inflação. Crias mais massa monetária por via da "impressora". Mas voltando aos bancos centrais, antigamente existiam BCs (inclusivé a FED) que para mexerem nas taxas de juro não mexiam na referência mas sim na liquidez: quando queriam baixar injectavam dinheiro, quando queriam subir retiravam liquidez aos bancos. (comentou-s inclusivé que as operações de injecção de liquidez em Agosto eram um corte de taxas encapotado... ;))
Abraços,
GDB
Citação de: berrio em Outubro 02, 2007, 18:23
Citação de: Semitela em Setembro 30, 2007, 12:46
Bem já alguém ouviu o contrario : isto é, alturas em que se retira liquidez do mercado ? É que se se adiciona somente isto não tem lógica ( cria-se dinheiro a custa de quê ? de ar ?
Abraços
Bem tecnicamente é comum haver alturas em que os BCs retiram liquidez do mercado nas operações Repo. O dinheiro na prática cria-se à custa de inflação. Crias mais massa monetária por via da "impressora". Mas voltando aos bancos centrais, antigamente existiam BCs (inclusivé a FED) que para mexerem nas taxas de juro não mexiam na referência mas sim na liquidez: quando queriam baixar injectavam dinheiro, quando queriam subir retiravam liquidez aos bancos. (comentou-s inclusivé que as operações de injecção de liquidez em Agosto eram um corte de taxas encapotado... ;))
Abraços,
GDB
Boas berrio,
Antes de mais quero felicitá-lo por participar no fórum e depois dizer-lhe que concordo com tudo o que disse . Mas a teoria é uma coisa , a pratica é outra . Eu nunca nos últimos 10 anos ouvi falar de corte de liquidez . Ouve-se muito, subida ou descida de taxas de juro .
O que me verdadeiramente me preocupa é que se combata a inflação com o aumento das taxas e não com a redução de liquidez .Porque, como todos sabemos quanto mais liquidez os Bc´s injectarem mais a inflação sobe ( pelo menos a real ).
Cortando -se a liquidez não aconteceriam os problemas do sector hipotecario Norte Americano , teriamos certamente taxas de crescimento inferiores , mas teriamos aumentos reais dos salarios ( coisa que não acontece hoje em dia ).
Se houver participantes , temos tema para um debate muito interessante.
Abraços
Antes de mais obrigado pelas boas vindas.
Quanto aos cortes de liquidez, o problema da falta de noticias prende-s mais com a imprensa. Se fores a ver antes do "reinado de Greenspan", na época de Paul Volker, era com cortes de liquidez que se manipulava as taxas. Alias, Paul Volker foi exactamente o chairman que subiu bastante as taxas para conter a estagflação americana, e com algum sucesso, e para o fazer cortou liquidez ao mercado nas operações interbancárias. Quem elegeu o uso da taxa de juro de referencia como principal instrumento de política monetária (alias tecnicamente as duas taxas - a de refinanciamento e a da referencia) foi Greenspan.
Mas, caso combatas por cortes de liquidez ou subidas das taxas de referencia, o efeito é o mesmo. No entanto não existe corte de liquidez que resista a países com taxas de juro próximas de 0.5% para financiar especulação pura e alavancada.
O que me preocupa realmente é isto:
Este bailout (alias 50 "bailout points") vai-s pagar caro, sob a forma de inflação. Andaste a "imprimir dinheiro", desceste as taxas, tens todas as commodities a subir (e, ao contrario do passado já não demonstram a "reversão à média" que se verificava antes de 2000) e o efeito deflacionista da China está a acabar.
Abraços,
GDB
Boas ,
Vejo que o Berrio é entendido no assunto :)
Concordo que o corte de 50 pb por parte da Fed é muito ousado , e terá as suas consequências nos próximos meses , com a subida da inflação core .
Muito boas as suas duas primeiras intervenções , por isso deixo aqui o seu primeiro ponto ( espero que seja o primeiro de muitos).
Será que me podia esclarecer mais sobre o assunto China . :-\
Abraços e continuação de bons negócios.
Boas,
Antes de mais obrigado pelo ponto. Espero que continuem a gostar dos posts.
Quanto à questão China, o ponto que estava a tentar fazer era este:
Durante a última década muita da capacidade industrial foi deslocalizada para lá. A razão era a mão de obra eficiente e BARATA. Isso permitiu às empresas cortar custos e, em muitos casos passar essas poupanças ao consumidor. Alias, foi Ben Bernanke que disse, julgo em 2006, que a China era em parte responsável pela baixa inflação dos últimos 10 anos no mundo ocidental (embora se possa argumentar que a "core inflation" não é uma boa medida mas isso já são campos mais econométricos). O problema é que tens uma nova classe média na China, a gastar cada vez mais e empresas a exigir cada mais pelo seu trabalho. A título de exemplo: os custos médios com a mão de obra chinesa subiram 14,4%. Ora isto vai repercutir-se nos preços das coisas cá nos famosos "Made in China". Em julho, uma empresa de exportação de tecido aumento o preço das suas exportações em 10%. Ora pode parecer pouco, e afinal não passam de tecidos mas se generalizares vais ter o fim do muito barato "Made in China"... ou seja o principio do fim do "efeito deflacionista da China".
Abraços,
GDB
Fed diz que mais reduções de juros vão depender dos próximos dados económicos
A Reserva Federal (Fed) norte-americana não especificou, na última reunião, nenhum plano para mais reduções na sua taxa de juro de referência, uma vez que não tem certezas sobre o comportamento dos mercados e do crescimento da economia.
--------------------------------------------------------------------------------
Ana Filipa Rego
[email protected] A Reserva Federal (Fed) norte-americana não especificou, na última reunião, nenhum plano para mais reduções na sua taxa de juro de referência uma vez que não tem certezas sobre o comportamento dos mercados e do crescimento da economia.
Na última reunião, que decorreu a 18 de Setembro, os responsáveis da Fed decidiram efectuar um corte nos juros em 50 pontos base mas sublinham que "mais acções vão depender de como os mercados e outros factores vão afectar o crescimento económico", revelam as minutas da Fed, hoje divulgadas.
A mesma fonte acrescenta que quaisquer declarações sobre o peso dos riscos à economia "poderão dar a impressão errada de que o comité está mais certo com as previsões económicas do que aquilo que na realidade está".
O relatório reforça os comentários de alguns responsáveis da Fed, nomeadamente do vice-presidente Donald Kohn, de que a autoridade monetária não está comprometida com uma série de redução dos juros.
No dia 5 de Outubro, Kohn disse que os responsáveis têm que ser "ágeis" em estabelecer políticas devido aos riscos quer para o crescimento quer para a inflação.
Todos os responsáveis da Fed concluíram que foi melhor reduzir a sua taxa de juro de referência para 4,75%, o dobro do esperado pelos economistas consultados pela Bloomberg.
"Não foram feitas quaisquer decisões na sessão, mas foi acordado que os responsáveis da Fed devem continuar a analisar as opções cuidadosamente", afirmam as minutas.
A mesma fonte revela ainda que os responsáveis continuam preocupados com a inflação na reunião de Setembro, ao citarem os custos do trabalho e a desvalorização do dólar, que tocou mínimos recorde contra o euro.
"As pressões inflacionistas poderão aumentar caso o dólar continue a perder de forma significativa", dizem as minutas.
Crise nos mercados de crédito 2007-10-18 15:39
Fed injecta 28,25 mil milhões de dólares no sistema financeiro
A Reserva Federal (Fed) norte-americana injectou hoje, através de três operações, 28,25 mil milhões de dólares no sistema financeiro através do seu banco regional de nova Iorque, encarregue de realizar este tipo de operações.
Tiago Figueiredo Silva
De acordo com o site 'Invertia', desde o início desta semana, o banco central norte-americano já colocou 52,27 mil milhões de euros no mercado financeiro.
Para além dos 28,25 mil milhões de hoje, a instituição presidida por Ben Bernanke colocou 14,75 mil milhões na segunda-feira, 6,5 mil milhões na terça-feira e 6,25 mil milhões de dólares ontem.
Boas,
http://biz.yahoo.com/ap/071019/bernanke_monetary_policy.html
Abraços
Boas,
É já na quarta feira dia 31 que a Fed se reúne e se decide ou pela manutenção ou descida da taxa de juro praticada nos Eua .
Mas do meu ponto de vista , isto não passa de um periodo em que a Fed tenta estimular a economia , pois pelo aumento do crude , o mais tardar no inicio de 2008 voltaremos aos aumentos .
Se se continuar a descer as taxas quer nos Usa , quer na Europa será mau sinal : quererá dizer que estamos á beira de uma recessão que se generalizará a todo o mundo .
Muito cuidado , pois para as bolsas , o pior cenario é o de uma recessão com a inflação alta .
Abraços
caro leitor semitela,
aconselha-me a abandonar os mercados de capitais em que altura?...
tou dentro só praticamente em psi-20 e estava bullish até fevereiro
antes de novo aumento de taxas por parte bce! o medo persiste e europa em
max :historicos...
Boas Bric,
Eu não aconselho ninguém ;D Eu apenas dou a minha opinião .
E deve haver mais gente a pensar como eu , que se as taxas subirem significa por um lado que a inflação tem de ser combatida e que o crescimento económico suporta esses aumentos . Já o inverso é mau sinal : descida das taxas para dar impulso ao crescimento económico e se for aliado á inflação alta pior .
Mas vamos com calma , ninguém falou em sair dos mercados . Já estivemos bem pior á um mês atrás , e as bolsas têm recuperado com bons resultados na maioria dos sectores exceptuando claro o sector hipotecario , bancario e imobiliário .
A recessão nos Usa ainda é possível mas com tendência para esse possibilidade ir diminuindo .
Mas nada como ir acompanhando o mercado e tomar as devidas precauções ( stops ).
Abraços
obrigado pela atenção ,abraço
EUA arriscam recessão por agravamento da crise no mercado imobiliário
(29-10-2007 - 08:32)
David Wyss, economista chefe, atribui um terço de probabilidade ao cenário de uma recessão nos EUA. O economista diz que o pior no mercado de habitação ainda está para vir e mostra-se muito preocupado com uma potencial onda de proteccionismo.
Optimista sobre a Ásia, preocupado com o ocidente. David Wyss, economista chefe da Standard & Poor's, tem poucas reservas sobre a vitalidade da economia chinesa, mas mostra-se cauteloso no que toca ao futuro próximo da economia do seu país, os EUA.
Numa conversa com o Jornal de Negócios após uma sessão sobre economias emergentes organizada pela casa de notação de risco à margem da reunião anual do FMI, Wyss, que tinha acabado de chegar da China, avisou: "Talvez por estar a chegar da Ásia, estou optimista."
No entanto, ao longo da conversa, o optimismo desvaneceu em vários pontos. Desde logo sobre o futuro dos EUA: "Penso que ainda há uma probabilidade de 1/3 de recessão."
boa noite ,
li a pouco que a fed irá baixar as taxas até 3.5% ou até mesmo 2%,
sendo assim a inflação dispara... o que irá acontecer aos mercados
,pois não gostam disso ... qual será o rumo da fed ? o dolar tão fraco e o
euro tão forte ! no que isto irá dar? é um risco neste momento os mercados ?obrigado
Citação de: bric em Outubro 29, 2007, 23:27
boa noite ,
li a pouco que a fed irá baixar as taxas até 3.5% ou até mesmo 2%,
sendo assim a inflação dispara... o que irá acontecer aos mercados
,pois não gostam disso ... qual será o rumo da fed ? o dolar tão fraco e o
euro tão forte ! no que isto irá dar? é um risco neste momento os mercados ?obrigado
Boa noite,
Também li essa notícia e é a espectativa de um operador do mercado não é uma certeza.
O facto do FED baixar as taxas directoras e tornar o dolar mais fraco que o euro só torna as exportações americanas mais fortes do que já são. Assim, embora estimule a inflação também cria condições para que as industrias americanas produzam e vendam mais no exterior.
Se para Portugal é bom vender mais para o exterior pelo valor que cria internamente sem depender do consumo interno nem criando inflação, pensem nos efeitos que poderá ter também no mercado americano (falasse que se encontra a planar se não a aterrar).
Poderá isto justificar a manutenção dos indices com sentimento Bull?
De qualquer forma, penso que a manobra do FED se encontra um pouco limitada, pois as constantes injecções de liquidez dupla, vai de certeza fazer subir a inflação americana.
Citação de: Semitela em Outubro 02, 2007, 19:59
Citação de: berrio em Outubro 02, 2007, 18:23
Citação de: Semitela em Setembro 30, 2007, 12:46
Bem já alguém ouviu o contrario : isto é, alturas em que se retira liquidez do mercado ? É que se se adiciona somente isto não tem lógica ( cria-se dinheiro a custa de quê ? de ar ?
Abraços
Bem tecnicamente é comum haver alturas em que os BCs retiram liquidez do mercado nas operações Repo. O dinheiro na prática cria-se à custa de inflação. Crias mais massa monetária por via da "impressora". Mas voltando aos bancos centrais, antigamente existiam BCs (inclusivé a FED) que para mexerem nas taxas de juro não mexiam na referência mas sim na liquidez: quando queriam baixar injectavam dinheiro, quando queriam subir retiravam liquidez aos bancos. (comentou-s inclusivé que as operações de injecção de liquidez em Agosto eram um corte de taxas encapotado... ;))
Abraços,
GDB
Boas berrio,
Antes de mais quero felicitá-lo por participar no fórum e depois dizer-lhe que concordo com tudo o que disse . Mas a teoria é uma coisa , a pratica é outra . Eu nunca nos últimos 10 anos ouvi falar de corte de liquidez . Ouve-se muito, subida ou descida de taxas de juro .
O que me verdadeiramente me preocupa é que se combata a inflação com o aumento das taxas e não com a redução de liquidez .Porque, como todos sabemos quanto mais liquidez os Bc´s injectarem mais a inflação sobe ( pelo menos a real ).
Cortando -se a liquidez não aconteceriam os problemas do sector hipotecario Norte Americano , teriamos certamente taxas de crescimento inferiores , mas teriamos aumentos reais dos salarios ( coisa que não acontece hoje em dia ).
Se houver participantes , temos tema para um debate muito interessante.
Abraços
Ora aqui está uma das raras retiradas de liquidez do mercado :D
Internacional - Mercados
Zona euro 2007-11-13 11:49
BCE consegue retirar 27,75 mil milhões de euros do sistema
O Banco Central Europeu (BCE) anunciou hoje que retirou 27,75 mil milhões de euros do sistema monetário interbancário europeu, através de um leilão rápido com maturidade de um dia.
Mafalda Aguilar
Segundo anunciou esta manhã o site espanhol 'Invertia', o BCE pretendia remover de circulação até 37 mil milhões de euros, com o objectivo de controlar o excedente de liquidez que se esperava hoje, o último dia do período de manutenção das reservas actuais.
No entanto, o capital oferecido pelos bancos não alcançou o montante que o BCE pretendia retirar.
Para o leilão rápido de hoje, o banco central da zona euro ofereceu uma taxa fixa de 4% aos bancos
Abraços
IN JNegocios
A Reserva Federal deveria subir as taxas de juro para impulsionar o dólar e combater a inflação, mesmo às custas de uma recessão, afirmou o investidor norte-americano Jim Rogers, citado pela Bloomberg.
"Deveríamos aumentar as taxas para pouparmos o dólar e combatermos a inflação", declarou o presidente da Rogers Holdings, com sede em Nova Iorque. "As recessões são positivas para a economia. Limpam o que está a mais. Vamos ao fundo e depois recomeçamos tudo a partir de uma base sólida. Aplicar pensos rápidos para tentar controlar a situação é uma loucura", salientou.
O dólar tem estado hoje a perder terreno face ao euro e atingiu um mínimo histórico contra a moeda única europeia no passado dia 23 de Novembro.
Os investidores estão à espera que a Reserva Federal corte as taxas de juro na sua próxima reunião, dia 11 deste mês, com o objectivo de impulsionar o crescimento. A economia pouco deverá crescer no actual trimestre devido ao deteriorar da crise dos empréstimos hipotecários de alto risco, segundo as previsões divulgadas.
Os operadores esperam uma descida de pelo menos 0,25 pontos percentuais da taxa de referência da Fed, actualmente nos 4,5%.
Rogers, que previu o início da escalada dos preços globais das "commodities" em 1999, afirmou que está a vender posições curtas da Fannie Mae e da Freddie Mac, que são as maiores empresas norte-americanas de financiamento de hipotecas, bem como títulos de bancos de investimento, como é o caso do Citigroup.
O presidente da Reserva Federal, Ben S. Bernanke, tem falta de conhecimentos sobre os mercados financeiros, segundo Rogers. "Bernanke deveria abolir a Fed e demitir-se. Os responsáveis da Reserva Federal só estão a piorar as coisas", afirmou o investidor.
Rogers co-fundou o Quantum Hedge Fund com George Soros na década de 70. Viajou pelo mundo de motorizada nos anos 80, à procura de ideias de investimento para os seus livros, entre os quais se incluem "Adventure Capilatist" e "Hot Commodities".
A FED vai baixar as taxas de juro em 50 pontos percentuais. Por isso da outra vez baixou somente 25 qnd a maioria estava à espera de 50. Por isso os investidores BULL deram-se mal nos dias seguintes. Desta vez vai passar-se exactamente o contrário. Tenho quase a certeza.
Ola boa tarde a tdos. Alguem me sabe dizer a q horas gmt vai ser a tao aguardada reuniao da FED?
Boas,
19H15 hora de Lisboa.
Abraços
Para não existir essa tal descida a seguir eles vão baixar 50pontos. É para q ñ aconteça. Mas tb é só um feeling.
boa tarde a todos... :)
espero um bom inicio de tão aguardada noite .... :)
em minha opinião quer 0,25 ou 0,5 vão dar alento ao mercado
isto se o bernanke mostrar claro como têm feito preocupação em manter os mercado com liquidez ... dizendo que todo o que estiver ao seu alcançe o
fará para que a economia americana abrande mas sem entrar numa recessão
(não era nada bom!)... têm se esforçado para conter os prejuizos causados
pelo subprime... agora o que o mercado precisa é de transparência ... e pelos
reforços hoje feitos nos papeis em geral ... parece-me que virão boas noticias
vejam-se os titulos negociados antes de publicada a decisão. agora resta espe-
rar tudo a verde até o final do ano era bem merecido ... a ver vamos se vem aí
pai natal.... :)
cumprimentos ... bric.
Penso que há três hipótese:
- Deixar a taxa nos 4,5 %
- Baixar a taxa para os 4,25 %
- Baixar a taxa para os 4 %
Na minha opinião se as taxas mantiverem-se vamos ter um periodo talvez bear. Se baixar 25 pontos, o mercado vai ficar indiferente porque as subidas dos últimos dias deveu-se a esta especulação.
No caso de baixar 50 pontos talvez vamos assistir a mais um periodo bull.
Também teremos que aguardar pelas posteriores declarações para saber qual vai ser a preocupação da FED no futuro.
Está quase na hora. Vamos observar a reacção dos mercados. Na última reunião da Fed para decidir a taxa, o mercado estava bem positivo e após a noticia ficou negativo, mas inverteu e terminou na mesma bem positivo.
No entanto a reacção inicial deu logo uma persepectiva do futuro, que foi de queda.
Um abraço.
se vem e se vai o pai natal. e dps vem passagem ano. Este ano a australia nem vai ter fogo artificio vejam lá. Vai ser triste a PA deles este ano. A ver vamos. :) ! É isso mesmo, abrandar antes da recessão, é sempre bom. Pa precaver. Houve mta gente q vendeu depois de Agosto. Neste momento já recuperou consideravelmente. ñ penso q recupere completamente de antes da semi grande queda. mas sem duvida q deu mais uma opurtunidade àqueles q perderam imenso dinheiro. Na esparrela vão cair imensos mais. Tenho a certeza, é preciso é memoria.
Seria mais uma gazada mto fixe. pa mais uns cobres. Façam figas. lol :)
Aconteceu o que se previa, um corte de 0,25 pontos percentuais. E ao que parece o mercado esperava mais porque está a reagir em queda.
Realmente os especuladores são muito "lambões". Queriam um corte de 0,50 pontos percentuais? Isso era uma loucura. Já assim é um grande risco tendo em conta a inflação crescente nos EUA. Assim se vê a diferença entre a política monetária americana e europeia. O BCE nunca cederia aos interesses especulativos para manter o mercado à "tona" à custa do aumento da inflação.
A ver vamos para onde caminhamos. O mercado financeiro quer cortes mas acho que essa bolha de oxigénio já deu o que tinha a dar e temo que que a FED já tenha ido longe demais. ???
xiii lol. grandes parvos. mas tens razão.
Boas,
O mercado reagiu em baixa porque já estava descontado o corte de 25pb e uma grande parte especulava que a FED iria cortar mesmo 50 pb , só assim se explica a subida de ontem e de hoje até à hora .
Mas pensando bem , o mercado tem que compreender que não é por caír 5 ou 10% que vai alterar aquilo que a FED tem de fazer .
Um corte de 50 era dar um passo maior do que a perna se é que já não foi dado no combate à inflação .
Se os mercados tiverem de subir, tanto sobem com cortes como com aumentos .
Abraços e não liguem à reacção do mercado à quente .
Boa noite,
Mais uma vez o mercado reage de uma forma totalmente irracional à descida (sensata) de 25 pontos pelo FED.
Se o FED tivesse descido 50 pontos, hoje e amanhã estava tudo contente (alguns indices em Max) mas a longo prazo a pressão vendedora começaria a sentir-se. Acredito que agora vai-se assistir a um ligeiro rebound para depois haver lugar a uma nova consolidação.
Oportunidades de compras surgirão. É só saber escolher...
BCE prepara oferta de liquidez ilimitada até ao fim do ano
(18-12-2007 - 09:27)
O Banco Central Europeu (BCE) vai oferecer a partir de hoje e até ao fim do ano liquidez ilimitada aos bancos a uma taxa inferior à de mercado, para tentar travar a crise que continua a assolar o sector financeiro.
A noticia é hoje avançada em primeira página pelo "Financial Times", que remete para um curto comunicado emitido pelo BCE.
O jornal britânico diz que a iniciativa surpresa, anunciada ontem ao fim do dia sem grandes detalhes, confirma que a autoridade monetária da Zona Euro permanece frustrada com a incapacidade de estabilizar os mercados, com o BCE a subir para um patamar de intervenção inédito para tentar que as taxas de juro cobradas se aproximem dos 4% em que estão fixadas as taxas de referência.
"É uma espécie de Pai Natal para quem tiver acesso", considera Erik Nielson, economista da Goldman Sachs, citado pelo FT.
A oferta ilimitada de fundos com maturidade a 4 de Janeiro e condicionada ao pagamento de uma taxa mínima de juros de 4,21% (a taxa Euribor ronda actualmente os 4,9%)) segue-se às medidas tomadas na semana passada de forma concertada pelos principais bancos centrais para aumentar a liquidez no mercado interbancário.
Caro Semitela,
Acho que é a 1ª vez que venho a um tópico seu. Parabéns... à semelhança de outros similares é oportuno e importante.
Esta notícia que sai hoje parece-me um acto de desespero ;) mas vai possibilitar aos participantes no MMI de compor balanços para o fecho do ano e pelo menos procura-se inverter a curva de cp das txs que começava a ficar preocupante... já tinha tido a possibilidade de referir isto num tópico tb excelente de JoseABMachado... inclinação negativa de cp nas yield curves, pressão inflaccionista, níveis elevados para o crude... aproximação de ciclo recessivo?
Abraço e continução de bons tópicos e negócios ainda melhores!
Zona Euro 2007-12-18 11:29
BCE injecta soma recorde de 348 mil milhões de euros no sistema financeiro europeu
O Banco Central Europeu (BCE) anunciou hoje ter colocado a maior quantidade de dinheiro de sempre no sistema financeiro europeu, de modo a aliviar as dificuldades por que passam os mercados de crédito, o que levou as taxas Euribor a registarem a maior descida diária de sempre.
Pedro Duarte
Segundo anunciou hoje em Frankfurt o BCE, foram cedidos num leilão excepcional um total de 348,6 mil milhões de euros com maturidade de 14 dias, a uma taxa marginal de 4,21%.
A Federação Europeia de Bancos adiantou que esta decisão levou os valores que os bancos cobram a cada um por empréstimos a duas semanas a caírem no valor recorde de 50 pontos base para os 4,45%, contra a subida de 83 pontos base verificada nas duas últimas semanas.
Os especialistas notam que este recuo é o primeiro sinal de que as tentativas dos banqueiros centrais de recuperar o mercado de crédito estão a ter sucesso, constituíndo uma resposta ao facto das instituições financeiras terem já apresentado perdas superiores a 48,5 mil milhões de euros devido à crise no mercado hipotecário de alto risco dos EUA (denominado de 'subprime').
Segundo afirmou à agência Bloomberg um especialista em Londres, "estas tácticas de força têm como objectivo mostrar ao mercado que os bancos centrais estão seriamente empenhados em superar a crise".
Já hoje o Banco de Inglaterra efectuou a primeira de duas operações especiais, oferecendo 16 mil milhões de euros a três meses aos bancos britânicos, enquanto que ontem a Reserva Federal (Fed) dos EUA injectou 20 mil milhões de dólares a um mês no sistema financeiro norte-americano, naquele que é o primeiro de quatro leilões destinados a superar a crise de crédito.
A queda da Euribor deve ser apenas e só temporária já que a inflação não vai dar tréguas penso eu de que . :(
Abraços e bons negócios .
Citação de: goncalonr em Dezembro 18, 2007, 12:23
Caro Semitela,
Acho que é a 1ª vez que venho a um tópico seu. Parabéns... à semelhança de outros similares é oportuno e importante.
Obrigado e participe sempre que achar oportuno ;)
Aviso do Banco Central Europeu 2007-12-20 00:05
Europeus devem preparar-se para o pior
Jean-Claude Trichet, presidente do BCE, foi ontem ao Parlamento Europeu e deixou a notícia: os piores efeitos da crise financeira podem concretizar-se em 2008.
Luís Reis Ribeiro
Jean-Claude Trichet, o presidente do Banco Central Europeu (BCE), foi ontem ao Parlamento Europeu falar sobre taxas de juro e crise financeira. Primeiro disse o que já se esperava – que a inflação é um problema, que os salários não podem subir muito, especialmente na Alemanha. Mas a meio do discurso confessou ao que vinha: "Dadas as incertezas, o processo de ajustamento no sistema financeiro [nos próximos tempos] deverá ser um desafio, e temos de estar preparados para a materialização dos riscos a qualquer momento". Na terça-feira, a Comissão Europeia disse algo parecido, mas em tons mais carregados. Que os recentes desenvolvimentos nos mercados financeiros "vão penalizar o crescimento do próximo ano" e que quanto "mais profunda e demorada" for a crise, "maiores as perdas da economia real".
E a realidade está cada vez mais dura. Mais severa para os bancos, porque têm de redesenhar toda a sua actividade e pagar os excessos dos últimos anos, e ainda mais para os consumidores e empresas, sobretudo para os mais endividados e expostos à subida das taxas de juro, como é o caso dos portugueses.
É por isso que as perspectivas apontam para uma manutenção da taxas de juro na zona euro ao longo de 2008, havendo já quem fale da necessidade de reduzi-las. No próximo ano, "tornar-se-á mais óbvio que estamos perante uma crise de solvência" e não apenas uma crise de liquidez, observou Joachim Fels, co-economista-chefe da Morgan Stanley, citado pela Bloomberg. "O BCE será forçado a inverter a marcha, a baixar taxas em vez de as subir" porque vai estar mais preocupado em combater o impacto da crise de crédito do que as pressões inflacionistas, reparou Fels. George Magnus, consultor da UBS, disse à mesma agência que em 2008, e possivelmente em 2009, "o assunto será um crescimento muito ensopado e uma inflação em declínio".
A crise arrasta-se há mais de quatro meses, as estimativas dos prejuízos associados ao 'subprime' quintuplicaram face às contas iniciais (fala-se de quebras entre 250 a 500 mil milhões de dólares), a agência Standard & Poor's acusa os bancos de, até à data, apenas terem revelado 25% das perdas efectivas que podem ser directamente imputadas ao 'subprime'. Uma ronda pelos últimos relatórios dos bancos permite concluir que os prejuízos vão em 60 mil milhões de dólares, com UBS, Citigroup, Merrill Lynch e Morgan Stanley à cabeça.
A confusão está instalada nos mercados e parece haver apenas uma certeza: os bancos, europeus e não só, ainda não disseram toda a verdade sobre a contaminação dos seus activos à crise do 'subprime'. Esta falta de informação mina a confiança e a suportar taxas de juro bem mais altas do que o normal (em máximos de quase sete anos), apesar das perspectivas serem para o BCE manter juros em 2008 ou até cortar. Ou seja, os europeus, consumidores e empresas, já estão a pagar um preço mais alto pelo ajustamento em curso nos mercados financeiros e ainda a crise vai no adro, antevêem especialistas e grandes instituições internacionais.
Esta semana o BCE 'afogou' o mercado em dinheiro fresco e barato, gerando um verdadeiro tumulto. Ontem, a autoridade da moeda única voltou a intervir: realizou uma operação para secar a liquidez "excessiva" gerada pelas medidas de emergência dos últimos meses, fez mais um empréstimo aos bancos em que a procura acabou por ser das mais baixas de sempre, mas injectou a primeira tranche de dez mil milhões de dólares (relativa à operação concertada com outros bancos centrais) que apenas satisfez metade das necessidades declaradas pelos bancos comerciais. As taxas de juro Euribor desceram pelo segundo dia consecutivo, mas os analistas continuam convictos de que o problema de fundo permanece. E que a crise vai continuar a evoluir em ciclos 2008 a
Zona Euro 2007-12-27 12:09
BCE absorve 145,6 mil milhões de euros à taxa de 4%
O Banco Central Europeu (BCE) retirou hoje 145,64 mil milhões de euros do sistema financeiro a uma taxa de juro fixa de 4%, através de uma operação de ajuste com vencimento a um dia.
Cristina Barreto
Segundo a Europa Press, a instituição presidida por Jean Claude Trichet, cuja intenção era a de retirar até 150 mil milhões de euros, adiantou que recebeu ofertas por parte de 49 bancos da zona euro.
O BCE explicou que "continua disposto a conduzir os níveis de liquidez até atingir condições mais equilibradas para alinhar as taxas de juro a curto prazo com o juro mínimo da oferta".
Que engraçado... Se fizerem as contas, não só o senhor Trichet já absorveu os 350 mil milhões que tinha injectado à duas semanas como ainda absorveu mais uns 70 mil milhões, mais ou menos milhar de milhão...
Pois...crise de liquidez...ou crise de confiança?.
Citação de: Brokas em Dezembro 27, 2007, 16:38
Pois...crise de liquidez...ou crise de confiança?.
Realmente......
A primeira parece controlada ou pelo menos está a fazer-se um esforço nesse sentido, agora a segunda........... vai demorar o seu tempo.
O que me parece é que as somas que o BCE está a retirar do mercado têm a ver com o prazo das mesmas: tudo o que op BCE está a absorver é valores de muito curto prazo. Neste momento, os bancos não têm problemas de liquidez para prazos até 1 mês - e julgo que isso se vê nas cotações da Euribor até esse prazo. Os bancos estão é alarmardos com o que se pode passar daqui a 3 meses, e esses empréstimos foram totalmente absorvidos na semana passada.
Julgo que estes movimentos têm mais a ver com maturidades dos empréstimos e necessidades dos bancos para os diferentes prazos.
Abraço a todos.
[Excerpted from The Elliott Wave Theorist, December 2007; online now]
Is money tight or loose? Most people would laugh at this question and say that, with the Fed being so "accommodating," money is obviously loose. But that is not my view. The Fed has always followed the T-bill rate when setting its discount rate and Fed funds target. From its February 2007 high, the U.S. T-bill rate has fallen 2.33 percent, but the Fed has lowered rates only one percent. Aside from the lower rates in its new repo auction scheme, it is still charging more than a full point above the T-bill rate, which is more than it normally would charge for its loans. The reasons are instructive.
The first reason for the slow rate reduction is that professional and public opinion is angry at the Fed for having fostered, through its role as lender of last resort, the bubble of loose money that supported the real estate mania and its sour resolution. So the Fed has decided that it wants to appear conservative and responsible by lowering rates slowly, even though the market rate for T-bills calls for a faster reduction. In other words, the Fed is sensitive to criticism and is therefore subject to outside opinions. This is not the way monetary engineering is supposed to work, is it? The public's emotions and opinions are not supposed to affect its decisions. But they do. That's just one of the problems with monetarism.
The second reason for the slow rate reduction is that inflation has raged up to this point, so many among the Fed's governors, quite naturally, fear inflation. But past and future trends are two different things. Inflation has raged, but deflation is next. Yet it takes a historian, not an economist, to see it coming. The Fed, then, is reacting to the past. Today's announcement of the biggest monthly jump in the Consumer Price Index in over two years is the kind of news that fans inflation fears even after they are no longer valid. The CPI lags all other indicators of inflation. To make policy based on the CPI is to be behind the curve. Home prices are already falling, and if the U.S. dollar and precious metals have reversed trend, they will be leading indicators of the real problem: deflation. So the Fed is basing its conservatism on old news, keeping money tight and not realizing that it is doing so.
But hey, I'm all for it. Whatever hastens the debt implosion so we can get past it and—one would hope—rebuild a valid (i.e. free market) monetary system is welcome.
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cumprimentos,
bluexip
Zona Euro 2008-01-15 13:05
BCE cede 190,5 milhões de euros à taxa marginal de 4,16%
O Banco Central Europeu (BCE) anunciou hoje que cedeu 190,5 mil milhões de euros (280,05 mil milhões de dólares) à taxa de juro mínima, chamada marginal, de 4,16% no âmbito do leilão semanal para injectar liquidez no sistema financeiro da Zona Euro.
Mafalda Aguilar
Segundo um comunicado divulgado hoje pelo BCE, na operação participaram 281 bancos comerciais da Zona Euro, que pediram 242,1 mil milhões de euros (359,74 mil milhões de dólares)
As instituições de crédito tentaram ficar com o dinheiro a uma taxa de juro mínima de 4% e a um máximo de 4,26%. O BCE cedeu a liquidez a uma taxa de juro média de 4,21% e com um vencimento a sete dias.
Riscos sobre a economia agravaram-se "de forma significativa", diz membro do BCE
(17-01-2008 - 10:19)
As perspectivas de evolução da economia da Zona Euro estão agora mais ensombradas, tendo os riscos que pesam sobre o crescimento sofrido um aumento "significativo", diz Klaus Liebscher, governador do banco central austríaco e membro do Conselho de Governadores do Banco Central Europeu.
"Os riscos que rodeiam as perspectivas de crescimento aumentaram significativamente", escreve o governador hoje no diário austríaco "Oesterreich". Liebscher acrescenta que, ainda assim, espera que a Zona Euro tenha uma "expansão robusta" de cerca de 2%.
É a segundo dia consecutivo que membros do BCE vêm a público sublinhar o maior grau de incerteza que paira sobre a economia europeia, dando a entender que o cenário de uma descida das taxas de juro, fixadas em 4%, poderá estar a sair da gaveta dos governadores, apesar de a aceleração da taxa de inflação – que em Dezembro se manteve em 3,1%, o máximo de seis anos – recomendar precisamente o contrário, ou seja, um endurecimento das condições de crédito.
Ontem foi a vez de Yves Mersch, governador do banco central do Luxemburgo e um dos "falcões" em Frankfurt, frisar que o BCE tem de ser "cauteloso" na gestão da política monetária, depois de ter dado indicações de que as previsões de crescimento para a Zona Euro, actualmente cifradas em torno de 2%, poderão ter de voltar a ser revistas em baixa.
Nos últimos dias têm surgido sinais que indicam que a Europa poderá estar mais vulnerável do que se suponha ao impacto das perdas tremendamente avultadas ocorridas pelos grandes bancos mundiais em resultado do colapso no "subprime". O nível de confiança dos investidores alemães, actualizado nesta semana pelo instituto ZEW, caiu para mínimos de 15 anos.
Ao mesmo tempo, a probabilidade de os Estados Unidos entrarem em recessão, possivelmente prolongada e acompanhada de inflação, parece cada vez mais materializada. Dois dos maiores Estados norte-americanos, Califórnia e Florida, estarão já a sofrer uma contracção na actividade económica, segundo economistas hoje citados pelo "Financial Times". Se fosse uma economia autónoma, lembra o jornal, a Califórnia seria a 8ª potência mundial, com a Florida a integrar o Top-20.
Intervenção perante a comissão de orçamento da Câmara dos Representantes
Reserva Federal propõe plano para evitar recessão económica dos EUA
17.01.2008 - 15h15 AFP
O presidente da Reserva Federal dos Estados Unidos, Ben Bernanke, defendeu hoje a implementação de um plano imediato e temporário face ao perigo de uma recessão no país e de derrapagem orçamental.
"Concordo que uma medida orçamental pode ser útil" em apoio à economia, defendeu Bernanke num discurso proferido perante a comissão de orçamento da Câmara dos Representantes.
Bernanke advertiu que a concepção e implementação desse plano de apoio à economia é "crucial", e que qualquer medida mal concebida pode ser "contraproducente". O responsável máximo da Reserva Federal adiantou ainda que as essas medidas não devem "comprometer a disciplina orçamental no longo prazo".
Olá Semitela
Estou a ouvi-los em directo no canal Bloomberg e sinceramente ainda estou mais confuso c/ a conversa encapotada. Podes esclarecer ;D,(se soberes,claro).
vai ou não o FED baixar .50% no final do mês? Ou vão arranjar maneira de assumir/prolongar no tempo as dívidas do subprime?
Obrigado
Jeab
Citação de: Jeab em Janeiro 17, 2008, 17:43
Olá Semitela
Estou a ouvi-los em directo no canal Bloomberg e sinceramente ainda estou mais confuso c/ a conversa encapotada. Podes esclarecer ;D,(se soberes,claro).
vai ou não o FED baixar .50% no final do mês? Ou vão arranjar maneira de assumir/prolongar no tempo as dívidas do subprime?
Obrigado
Jeab
Isso ninguem sabe ;D
Mas 25pb já devem estar descontados pelo mercado . Por isso preparem-se caso a FED não corte mais - vem aí o Urso .
Abraços
ñ sei sei. com as quedas q têm acontecido nos ultimos dias pode ser que já estejam descontados até os 50pb. Pode ser que desta vez seja ao contrário que da ultima. ñ creio, mas pode ser. É pq da ultima vez antes da FED ter baixo os juros o mercado comportava-se bull, depois passou a bear pq estava tdo a espera q possivelmente a FED baixava 50pb. Desta vez o mercado tem-se comportado bear antes do corte. Falta esperar pelos proximos dias para ver se continua bear ou ñ. Depois da baixa da taxa de juro pode ser q desta vez se passe tdo ao contrário do q da ultima vez. Estaremos tdos cá para ver.
viva,
uma pequena provocação: who kares? :)
o mercado vai ter rally. a situação é no brainer. faça lá o que a FED fizer.
os mercados estão a fazer o movimento de queda todo de uma só vez...
há que manter os olhos na bola. tudo o resto é folclore.
daqui a um mês já se vai "duvidar" da crise novamente. as coisas vão parecer melhores. a conversa vai começar com o "rebound técnico" como de costume.
na minha modesta opinião estamos na oportunidade do ano do lado longo.
escolham as acções/activos com calma e vão abrindo as vossas posições sem pensar no que acontece ou deixa de acontecer com a FED.
já está "tudo" vendido e agora que estamos na zona de targets dos movimentos é que as volatilidades estão a subir e se tem duvida do que vai sair daqui...
não racionalizem demasiado...
cumprimentos,
bluexip
bluexip, independentemente do rally, muito provavelmente irá ocorrer um, mas não achas que os indices desceram demasiado ? o spx desceu demasiado, fez novo minimo, mesmo com rally, acho que não ir ser para continuar, nos próximos meses dá a plena sensação que irá descer mais, porque não achas? :)
acho jesse e por isso mesmo é que acredito que vamos ter surpresas muito em breve.
a sic até já deu há pouco uma noticia mais alargada sobre a bolsa e a crise que aí vem...
temos medo, temos targets, temos volatilidade, temos noticias... está perfeito!
abraço,
bluexip
boas bluexip... :)
Acreditas que vamos continuar a caír ou poderá haver um rebound de curto prazo para cima... ???
Zona Euro 2008-01-23 10:32
BCE continua focado em travar inflação afastando hipótese de baixar juros
O Presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, afirmou hoje que mantém o seu compromisso de controlar a inflação, mesmo depois do tombo dos mercados accionistas, e da Reserva Federal norte-americana (Fed) ter reduzido as suas taxas de juro para 3,5% para evitar uma recessão.
Cristina Barreto
Segundo a agência Bloomberg, Jean-Claude Trichet disse hoje ao Parlamento Europeu em Bruxelas, que "particularmente numa altura significativa de correcção e turbulências nos mercado, é da responsabilidade do banco central apoiar de forma sólida as expectativas de inflação para evitar uma maior volatilidade".
O BCE irá assegurar "o funcionamento correcto dos mercados financeiros no nível de juros estabelecido de modo a garantir o nível de inflação esperado", acrescenta o Presidente do banco central europeu.
A Fed baixou ontem a sua taxa de juro de referência em três quartos de ponto percentual para os 3,5%, após uma forte desvalorização das bolsas devido aos receios de que a recessão na maior economia do mundo iria afectar o crescimento global.
Ao contrário, os responsáveis de política monetária do BCE manifestaram a sua confiança na previsão de crescimento económico da Europa e reafirmaram que o banco central continua focado em travar a inflação.
"Nós deixamos bastante claro de que iremos cumprir com as nossas responsabilidades para garantir a estabilidade de preços", afirmou ontem à noite Axel Weber, membro do Conselho de Governação do banco central, frisando que não existe necessidade do BCE ajustar as suas estimativas de crescimento da economia para este ano de cerca de 2%.
O BCE manteve as suas taxas de juro inalteradas nos 4% no início deste mês, o que deverá se repetir na reunião dos responsáveis de política monetária agendada próximo dia 7 de Fevereiro.
"Apesar do movimento de emergência da Fed, nós continuamos a achar que é pouco provável que o BCE baixe os juros no curto prazo", defende co-economista-chefe do Morgan Stanley, Joachim Fels.
Nouriel Roubini
EUA já entraram em recessão e Fed não pode fazer mais nada
Tarde demais. Não há nada que a Reserva Federal possa fazer para impedir a recessão económica nos Estados Unidos. As palavras "secas" são de Nouriel Roubini, presidente da Roubini Global Economics. Roubini é um dos participantes do Fórum Económico Mundial de Davos, que está a decorrer desde ontem na Suiça.
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Ana Luísa Marques
[email protected] Tarde demais. Não há nada que a Reserva Federal possa fazer para impedir a recessão económica nos Estados Unidos. As palavras "secas" são de Nouriel Roubini, presidente da Roubini Global Economics. Roubini é um dos participantes do Fórum Económico Mundial de Davos, que está a decorrer desde ontem na Suiça.
Para Nouriel Roubini a economia norte-americana já entrou em recessão e já não há maneira de evitar uma "aterragem forçada". Nem mesmo as medidas de emergência da Reserva Federal.
"São poucas medidas e surgem demasiado tarde", afirmou Roubini referindo-se ao recente corte de juros da Fed, em 75 pontos base, para os 3,5%. "O que quer que seja que a Fed faça não vai evitar a recessão. Erraram e agora decidiram cortar as taxas de juro", criticou o economista.
Roubini criticou ainda o pacote fiscal, no valor de 150 mil milhões de dólares, proposta na passada semana por George W. Bush. "O pacote fiscal representa 'uma gota no oceano'", disse Roubini,
O economista acredita que a actual recessão vai ser mais severa que a de 1991 e 2001, porque os consumidores norte-americanos estão "sobreendividados".
February 3 2008: 7:07 AM EST
Famed investor Jim Rogers sees hard times ahead for the United States - and a big opportunity looming in China.
By Brian O'Keefe, senior editor
Jim Rogers says the Fed, and Fed Chairman Ben Bernanke, are out of control.
Video
The central bank's second interest rate cut in a week raises the risk of inflation and bails out the banks.
Legendary investor Jim Rogers made a bundle by anticipating a boom in commodities. Now he's focusing on the People's Republic. (more)More from Fortune
NEW YORK (Fortune) -- You might expect Jim Rogers to be gloating a little bit. After all, the famed investor has been predicting a recession in the U.S. economy for months and shorting the shares of now-tanking Wall Street investment banks for even longer. And with fears of a recession sparking both a worldwide market sell-off and emergency action from Federal Reserve chairman Ben Bernanke, Rogers again looks prescient - just as he has over the past few years as the China-driven commodities boom he predicted almost a decade ago began kicked into high gear. But when I reached him by phone in Singapore the other day there was little hint of celebration in his voice. Instead, he took a serious tone.
"I'm extremely worried," he says. "I have been for a while, but I just see things getting much worse this time around than I expected." To Rogers, a longtime Fed critic, Bernanke's decision to ride to the market's rescue with a 75-basis-point cut in the Fed's benchmark rate only a week before its scheduled meeting (at which time they cut it another 50 basis points) is the latest sign that the central bank isn't willing to provide the fiscal discipline that he thinks the economy desperately needs.
"Conceivably we could have just had recession, hard times, sliding dollar, inflation, etc., but I'm afraid it's going to be much worse," he says. "Bernanke is printing huge amounts of money. He's out of control and the Fed is out of control. We are probably going to have one of the worst recessions we've had since the Second World War. It's not a good scene."
Rogers looks at the Fed's willingness to add liquidity to an already inflationary environment and sees the history of the 1970s repeating itself. Does that mean stagflation? "It is a real danger and, in fact, a probability."
Where the opportunities are
The 1970s, of course, was when Rogers first made his reputation - and a lot of money - as George Soros's original partner in the Quantum Fund. And despite his gloomy outlook for the U.S., he still sees opportunities in today's world. In fact, he sees the recent correction as a potential gift for investors who know where to head in global markets: China.
Rogers has been fascinated with China ever since he rode his motorcycle across the country two decades ago, and he's been a full-fledged China bull for several years. In December he published his latest book, an investor-friendly tome titled "A Bull in China: How to Invest Profitably in the World's Greatest Market." And that same month he sold his beloved Manhattan townhouse for $15.75 million to a daughter of oil tycoon H. L. Hunt and moved his family full-time to Singapore - the better to be closer to the action in Beijing and Shanghai. (He bought the New York mansion 30 years ago for just over $100,000; not a bad return on his investment.)
But in a November interview I conducted with Rogers, he admitted that he was rooting for a serious correction in China to cool off an overheating market and bring back prices to a reasonable level. With the bourses in Shanghai and Hong Kong both some 20% off their recent highs as of late January, Rogers says he's starting to consider new investments.
"I'm delighted to see what's happening in Shanghai and Hong Kong," he says. "As I've said, if things hadn't cooled off, the Chinese market was in danger of turning into a bubble. I find this most encouraging. The government's been doing its best to try and cool things off. Mainly they've been trying to deal with real estate but it's having an effect on stocks, too. I would suspect the correction isn't quite over in China. But I'm gearing up. I didn't put in any orders for tomorrow but I'm starting to prepare my list of things to buy in China. Whether I buy this week or this month or this quarter, who knows. But I'm starting to think about buying new shares in China for the first time in a while. And I'm not thinking about buying in America."
Ultimately, Rogers doesn't think that the troubles in the United States will be much of a drag on the prospects for the People's Republic. "Anybody who sells to Sears (SHLD, Fortune 500) or Wal-Mart (WMT, Fortune 500) is going to be affected, without question," he says. "Some parts of the Chinese economy are going to be untouched, however. They won't even know America's in recession. They won't care if America falls off the face of the earth."
"We are probably going to have one of the worst recessions we've had since the Second World War. It's not a good scene."
Jim Rogers
What's on his China buying list? Rogers says it will depend in large part on which stocks come down to the right level, but he's keeping his eye on certain high-growth sectors including tourism, agriculture, power generation and airlines.
The pullback in commodity prices on recession fears hasn't dampened his enthusiasm for resources investments, either. More like a cyclical correction in the middle of a long-term bull market. "Certainly some commodities are going to be affected," says Rogers. "But it's not as if the markets haven't figured this out. Remember the old expression: 'Dr. Copper is the best economist in the world.' Well, Dr. Nickel and Dr. Zinc figured out a few months ago what I thought I had figured out, that we were going to have a recession. Nickel is already down 50%. Other commodities may fall more. But I don't see the economics of agriculture being much affected at all. Maybe there will be a few less cotton shirts bought. Maybe there will be a few less tires bought. But the supply is under more duress than the demand."
Once again Rogers draws on the 1970s in his analysis. "Think about the story of gold in the '70s," he says. "Gold went up 600%, and then it started correcting. It went down nearly every month for two years, nearly 50% from the high point. And everybody said, 'Well, that's the end of the gold market. It was just a fluke. It's over.' It scared everybody out. And then gold turned around and went up 850% from that level. This is what happens in markets. But the fundamentals of the secular bull market in commodities are not over any more now than they were for gold in the '70s."
Where he expects the pain to be most intense is on Wall Street. He says he hasn't covered his short positions on the investment banks or Citigroup (C, Fortune 500) and won't for a while. "Those things are going to go way, way, way down," says Rogers. "The investment banks are down now because of the problems in the credit market. Wait until the effects of the bear market come along. If you just go back and look at other bear markets, investment bank stocks have gone down enormously. We haven't gotten to that stage yet. It's going to bring their balance sheets under duress. This is going to get much worse. But that's where there have been excesses for the past decade or so. And whenever you have a bear market come along the great excesses of the previous period are the ones that get cleaned out the most."
He'll be watching - from Singapore.
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Inflação persiste em níveis recorde
(03-03-2008 - 10:23)
A taxa de inflação na Zona Euro manteve-se em Fevereiro em 3,2%. Trata-se de um valor idêntico ao observado no mês anterior, correspondendo ainda ao mais elevado desde que a união monetária europeia foi lançada em 1999.
A primeira estimativa hoje divulgada pelo Eurostat ficou em linha com o esperado pelos analistas, e sugere que alta do petróleo e dos bens alimentares de base (em particular dos cereais) vai continuar a pressionar uma subida generalizada dos preços, reduzindo a margem do Banco Central Europeu para reduzir as taxas de juro.
No encontro agendado para esta quinta-feira, o conselho de governadores deverá manter inalterada a principal taxa de referência, fixada em 4% desde Junho, não obstante os sinais de arrefecimento da actividade económica.
Viva o Ouro ;D
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Ministros das Finanças europeus estão mais preocupados com a valorização do euro
(04-03-2008 - 08:49)
Os Ministros das Finanças europeus disseram que estão "cada vez mais preocupados" com o facto da valorização do euro para níveis recorde face ao dólar conduza a um abrandamento económico.
"Nas actuais circunstâncias, estamos preocupados com os movimentos cambiais", afirmou o ministro das Finanças do Luxemburgo, Jean-Claude Juncker, citado pela Bloomberg.
Os ganhos da moeda única europeia "não é qualquer coisa de encorajadora", disse um outro responsável, citado pela agência noticiosa norte-americano.
O euro já valorizou 16% face ao dólar no ano passado e atingiu o valor mais elevado de sempre ontem, ao atingir os 1,5275 dólares, ameaçando assim as exportações. Esta subida complica aliás a decisão do Banco Central Europeu (BCE) que reúne esta semana para analisar os juros.
O presidente do BCE, Jean Claude Trichet, que incialmente recusou comentar na reunião de ontem, acabou por dizer aos repórteres que a política governamental norte-americana de um "dólar forte" está nos interesses dos EUA.
"Nas actuais circunstâncias, considero muito importante o que foi afirmado pelas autoridades norte-americanas, nomeadamente pelo secretário do Tesouro e pelo presidente dos EUA, de que a política de um dólar forte está nos interesses dos EUA".
Trichet sugere que os juros vão permanecer nos 4%
"Só temos uma agulha no nosso compasso e essa é a estabilidade de preços"
O presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, reiterou hoje que a prioridade máxima da autoridade monetária é a estabilidade dos preços e referiu que o conselho de governadores acredita que a actual política está a contribuir para esse objectivo. O responsável sugeriu que nos próximos meses não deverá haver alteração de juros na Zona Euro.
Trichet afirmou mesmo que "só temos uma agulha no nosso compasso. E essa é a estabilidade de preços", adiantando que, às vezes, os observadores podem fazer parecer que o BCE está preocupado com a inflação e com o crescimento económico, mas "nós não temos duas agulhas", reforçou apontando para a estabilidade de preços.
"As palavras que usei falam por si próprias. Fomos unânimes em decidir deixar as taxas de juro inalteradas", nos 4%, nível a que se mantêm desde Junho de 2007 – mês que marcou a última subida do preço do dinheiro para a Zona Euro.
"Reiteramos que a manutenção da estabilidade de preços, no médio prazo, é o nosso objectivo prioritário. Ancorar, de forma firme, as expectativas inflacionárias é a principal prioridade para o conselho de governadores. Isso permite dar estabilidade aos preços no médio prazo".
O presidente da autoridade sublinhou que os governadores acreditam que "a nossa actual política vai contribuir para atingir esse objectivo" de estabilidade de preços.
"As últimas informações confirmaram a existência de pressões de subida na inflação e que há riscos para a estabilidade de preços no médio prazo", ao mesmo tempo que "os fundamentais da economia estão saudáveis".
Ainda assim, Trichet admitiu que "a incerteza resultante da instabilidade dos mercados permanece elevada" e que o conselho de governadores vai "continuar a monitorizar todos os desenvolvimentos nas próximas semanas".
"Na óptica do conselho de governadores, os riscos para a inflação no médio prazo são de subida".
Trichet referiu que os riscos para a inflação "incluem a possibilidade de aumentos salariais sejam mais elevados do que o esperado actualmente" devido às condições actuais do mercado laboral.
Publicado 6 Março 2008 14:46
Este homem tem nervos de aço....pelo menos já se viu que não se deixa influenciar por discursos de campanha... ;)
FMI considera "apropriada" política do BCE
O vice-director geral do Fundo Monetário Internacional (FMI) considera a política adoptada pelo Banco Central Europeu (BCE) "apropriada".
"Nas actuais circunstâncias, consideramos a política do BCE apropriada", afirmou John Lipsky em Paris após a decisão da autoridade monetária sobre os juros.
Segundo o mesmo responsável, o FMI antecipa que o BCE "deseja reagir de forma apropriada de acordo com o desenvolvimento da economia".
Euro não está tão forte quando comparado com uma série de moedas
"Não consideramos que o euro esteja demasiado elevado quando comparamos com uma série de outras moedas".
O euro atingiu novo recorde, nos 1,5347 dólares, depois do presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, afirmar que acredita na politica monetária adoptada o que afasta a hipótese de cortes da taxa de juro. A inflação continua a ser a principal prioridade da autoridade monetária europeia
Publicado 6 Março 2008 15:05
Pois...a questão é mesmo essa, e toda a gente já percebeu isso há muito tempo (ou pelo menos devia)...o $ é que tá fraquinho, fraquinho,...e porque será? ::)
a politica do juro baixo da nisto........ as economias cresceram a custa disso e as pessoas comecaram a edividarem-se ate aos cabelos e agora estamos presos nisto...... a custa disso o consumo subiu, os precos tambem mas os ordenados nao acompanharam essas subidas........ como diz o titulo os BANCOS CENTRAIS tem que tirar ilaccoes deste tipo de politica porque assim que os juros sobem as pessoas deixam de pagar os creditos e assim se deu esta crise do credito......... imaginem por exemplo se os juros chegassem aos 10%!!!!!!!!!!! era a falencia total do sistema financeiro e se nao mudarem de politica mais tarde ou mais cedo isto vai mesmo acontecer!!!!!!!!!!!
Sector financeiro dispara mais de 4%
Bolsas disparam com actuação conjunta dos bancos centrais no mercado monetário
As bolsas europeias e os futuros das praças norte-americanas estão a disparar, depois da Reserva Federal ter anunciado a injecção de 200 mil milhões de dólares (130 mil milhões de euros) no mercado, para responder às necessidades de maior liquidez das instituições financeiras.
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Patrícia Abreu
[email protected] As bolsas europeias e os futuros das praças norte-americanas estão a disparar, depois da Reserva Federal ter anunciado a injecção de 200 mil milhões de dólares (130 mil milhões de euros) no mercado, para responder às necessidades de maior liquidez das instituições financeiras.
O índice pan-europeu Stoxx 50 disparou e está a ganhar 2,40%, com as restantes praças europeias a negociarem com valorizações superiores a 2%, animadas pela decisão de Ben Bernanke.
Os futuros do Nasdaq e do índice da S&P 500 seguiam a ganhar 1,74% e 2,23%, respectivamente.
"O facto da Fed continuar a trabalhar no sentido de tentar diferentes caminhos para para a crise do crédito pode ser visto como positivo", disse um analista, citado pela Bloomberg.
O Ibex era o índice que mais subia, ao ganhar mais de 3,50%, seguido pelo índice inglês, que somava 2,55%, e pelo AEX de Amesterdão, que avançava 2,36%. O CAC negociava em Paris a crescer 2,34%, enquanto o DAX acumulava ganhos de 2,03%.
O sector financeiro foi o que reagiu com mais intensidades ao anúncio da Fed. O índice Dow Jones para a banca europeia valorizava mais de 4%.
O Banco Popular valorizava 6,11% para 10,76 euros enquanto o Santander avançava 4,37% para 11,71 euros.
Em Paris, a seguradora Axa subia 5,21% para 21,22 euros e o BNP Paribas ganhva 5,33% para 59,05 euros.
A actuação da Fed tem sido crucial na negociação das bolsas mundiais. Para a próxima semana, o mercado espera que a autoridade monetária norte-americana volte a cortar os juros.
A china apresentou hoje uma taxa de Inflação de 8.7% - Nos EUA não tardará estará a valores bem acima dos actuais , na Europa embora o Efeito Euro ajude não conseguirá impedir o aumento dos preços nos proximos 6 meses .
Não nos iludamos : Alguém vai ter que pagar este aumento de + de 20$ no Crude .
Agarrem-se à aquilo que podem ;), pois a Inflação não voltará aos niveís actuais tão depressa . :o
Agarrem-se ao OURO...
Zona Euro regista a maior inflação dos últimos dez anos
A inflação marcou um novo recorde em Fevereiro, atingindo 3,3 por cento, o valor mais alto dos últimos dez anos, segundo uma estimativa do Eurostat divulgada esta sexta-feira. Portugal regista uma inflação de 2,9 por cento
( 11:41 / 14 de Março 08 )
A inflação marcou um novo recorde em Fevereiro na zona euro, atingindo 3,3 por cento, o valor mais elevado dos últimos dez anos, de acordo com uma estimativa publicada pelo Gabinete de Estatísticas da União Europeia esta sexta-feira.
O valor apontado pelo Eurostat encontra-se muito acima do limite desejado pelo Banco Central Europeu, cujo objectivo a médio prazo é uma inflação na zona euro que ronde os 2,2 por cento.
No conjunto dos vários países em análise, a Holanda foi o país que apresentou a taxa mais reduzida, de dois por cento, enquanto a Letónia registou a maior inflação, 16,5 por cento, logo seguida pela Estónia e Bulgária.
Portugal, à semelhança da Alemanha e da Suécia, registou uma taxa de inflação de 2, 9 por cento, de acordo com os dados do Eurostat.
Os preços registados no combustíveis, leite, queijo e ovos, bem como no pão e nos cereais, tiveram um forte impacto no aumento da taxa global da inflação, explicou a Eurostat em comunicado.
Opinião do ex-governador do banco central dos EUA
Alan Greenspan: crise financeira actual é a mais grave desde a Segunda Guerra Mundial
17.03.2008 - 10h55 Lusa
A crise financeira actual poderá ser considerada como a mais grave desde a Segunda Guerra Mundial, afirma o ex-governador do banco central norte-americano (a Reserva Federal, conhecida por Fed) num artigo publicado hoje no "Financial Times".
"A actual crise financeira nos Estados Unidos vai ser verdadeiramente considerada como a mais grave desde o fim da Segunda Guerra Mundial", considera Alan Greenspan, que presidiu à Reserva Federal de 1987 a 2006.
"Ela chegará ao fim quando o preço dos bens imobiliários estabilizar e, por inerência, os preços dos produtos financeiros ligados aos empréstimos hipotecários", estima.
Segundo Greenspan, "esta crise fará numerosas vítimas, e o sistema de avaliação de riscos actualmente no terreno será particularmente afectado".
"Mas espero que uma das vítimas não seja o sistema de supervisão mútua (através dos actores e intervenientes do sector financeiro) e a auto-regulação financeira como mecanismo fundamental de equilíbrio para o sector financeiro mundial", disse também.
O ex-governador da Fed – que já foi acusado de estar na origem da bolha imobiliária devido à sua política de taxa monetária muito baixa, seguida pela Fed entre 2001 e 2004 – estima igualmente que nunca haverá um sistema perfeito para avaliação de riscos.
"A gestão de risco nunca atingirá a perfeição e chegará sempre o momento onde fracassará e uma verdade incomodativa será posta a nú, provocando uma resposta inesperada e brutal", escreve Greenspan.
Citação de: Semitela em Março 17, 2008, 12:19
Opinião do ex-governador do banco central dos EUA
Alan Greenspan: crise financeira actual é a mais grave desde a Segunda Guerra Mundial
17.03.2008 - 10h55 Lusa
A crise financeira actual poderá ser considerada como a mais grave desde a Segunda Guerra Mundial, afirma o ex-governador do banco central norte-americano (a Reserva Federal, conhecida por Fed) num artigo publicado hoje no "Financial Times".
"A actual crise financeira nos Estados Unidos vai ser verdadeiramente considerada como a mais grave desde o fim da Segunda Guerra Mundial", considera Alan Greenspan, que presidiu à Reserva Federal de 1987 a 2006.
"Ela chegará ao fim quando o preço dos bens imobiliários estabilizar e, por inerência, os preços dos produtos financeiros ligados aos empréstimos hipotecários", estima.
Segundo Greenspan, "esta crise fará numerosas vítimas, e o sistema de avaliação de riscos actualmente no terreno será particularmente afectado".
"Mas espero que uma das vítimas não seja o sistema de supervisão mútua (através dos actores e intervenientes do sector financeiro) e a auto-regulação financeira como mecanismo fundamental de equilíbrio para o sector financeiro mundial", disse também.
O ex-governador da Fed – que já foi acusado de estar na origem da bolha imobiliária devido à sua política de taxa monetária muito baixa, seguida pela Fed entre 2001 e 2004 – estima igualmente que nunca haverá um sistema perfeito para avaliação de riscos.
"A gestão de risco nunca atingirá a perfeição e chegará sempre o momento onde fracassará e uma verdade incomodativa será posta a nú, provocando uma resposta inesperada e brutal", escreve Greenspan.
Este gajo já não se reformou? ele devia era estar caldinho porque foi ele que proporcionou isto tudo, e agora está de fora as favas quem pagam são os outros, este Sr. quando abre a boca só sai asneira e da grossa. >:(
Banco de Inglaterra injecta de emergência liquidez no mercado
17.03.2008 - 19h06 Lusa
O Banco de Inglaterra efectuou hoje de emergência uma injecção de liquidez no mercado monetário, procurando evitar uma maior agitação e dificuldades nos mercados interbancários, anunciou a instituição.
A acção do Banco de Inglaterra, que envolveu a cedência de cinco mil milhões de libras esterlinas (6,36 mil milhões de euros) a três dias aos bancos, aconteceu "como resposta às condições do mercado monetário de curto prazo durante a manhã", segundo a instituição.
Durante a noite, a Reserva Federal norte-americana baixou a taxa de desconto (taxa a que empresta dinheiro aos bancos) e no fim-de-semana as autoridades norte-americanas ajudaram a negociar a venda da Bear Stearns ao JPMorgan Chase.
Os mercados bolsistas europeus e norte-americanos estavam hoje a perder entre dois e quatro por cento.
O Banco de Inglaterra recebeu pedidos de empréstimos no valor de 23,6 mil milhões de libras, cerca de cinco vezes superior ao valor que tinha para emprestar, segundo a instituição.
Zona Euro 2008-03-28 10:50
BCE poderá ter que subir novamente os juros para travar inflação
O membro do conselho de governadores do Banco Central Europeu (BCE), Axel Weber, afirmou hoje que o banco central irá aumentar as taxas de juro, caso seja "necessário" para manter a inflação sob controlo nos 15 países que utilizam o euro.
Cristina Barreto
Durante um discurso no Luxemburgo, Axel Weber, citado pela agência Bloomberg, frisou que, por enquanto a actual taxa de juro de referência de 4% tem ajudado a conter a inflação, pelo que o BCE "irá actuar caso a estabilidade dos preços seja ameaçada", tendo alertado para o aumento dos riscos inflaccionistas e para o facto das ditas pressões nos preços serem alarmantes.
Em Fevereiro, a taxa anual de inflação na zona euro acelerou para 3,3%, o nível mais elevado dos últimos 14 anos. O BCE tem evitado seguir a decisão Reserva Federal norte-americana (Fed) em baixar os custos dos empréstimos em resposta à crise financeira mundial, argumentando que se encontra mais preocupado com a inflação.
O membro do conselho de governadores do BCE acrescentou ainda que "com a expansão da economia e o aumento das restrições na concessão de empréstimos, mantêm-se os riscos quanto à estabilidade dos preços a médio prazo".
BCE disponibiliza pela primeira vez capital a seis meses
O Banco Central Europeu (BCE) vai disponibilizar aos bancos comerciais mais dinheiro. A novidade é que o fará, pela primeira vez, por seis meses. A ideia é facilitar os empréstimos e aliviar um pouco as limitações verificadas no mercado do crédito.
As operações adicionais de refinanciamento, por prazos de três e seis meses, "destinam-se a sustentar a normalização do funcionamento do mercado monetário do euro", referiu hoje o BCE em comunicado citado pela Bloomberg.
As operações a seis meses "mostram que o BCE considera que a crise está para ficar e que poderá estender-se ao próximo ano", comentou à Bloomberg uma estratega do BNP Paribas, Nathalie Fillet.
A banca está a angariar capital depois de os cerca de 208 mil milhões de dólares de perdas decorrentes da crise do "subprime" nos EUA os ter levado a apertar a concessão de crédito. Neste momento, os bancos só estão a atribuir crédito aos tomadores de empréstimos com historiais financeiros mais credíveis.
O BCE, a Reserva Federal norte-americana e o Banco de Inglaterra providenciaram este mês capital de emergência, na tentativa de travarem as crescentes taxas do mercado monetário.
O custo do crédito em euros, a três meses, atingiu hoje o mais alto nível desde 27 de Dezembro, segundo a Federação da Banca Europeia. A taxa interbancária do euro, ou Euribor, subiu menos de um ponto base, para 4,73%.
A Federação referiu que serão accionadas duas operações de seis meses, com uma quantia pré-determinada de 25 mil milhões de euros cada uma, nos dias 2 e 9 de Julho. Por outro lado, duas operações de refinanciamento a três meses, com volumes unitários de 50 mil milhões de euros, serão propostas a 21 de Maio e 11 de Junho. Todas as operações serão realizadas através de licitações variáveis.
"Trata-se de um importante sinal de estabilidade necessário para as instituições financeiras, pois garante-nos que existe financiamento", afirmou à Bloomberg um economista do Bank of America, Matthew Sharrat.
Publicado 28 Março 2008 16:04
EUA 2008-04-09 12:01
Fed vai abrandar o ritmo de corte nos juros
Os responsáveis de política monetária da Reserva Federal norte-americana (Fed) assinalaram que irão abrandar o actual ritmo de redução das taxas de juro, mesmo tendo concluído que é provável "alguma contracção na actividade económica" nos Estados Unidos.
Cristina Barreto
Segundo noticia a agência Blomberg, alguns membros do Comité Federal do Mercado Aberto alertaram ontem para o perigo de um "prolongado e severo abrandamento" na maior economia do mundo, com base nas minutas da reunião do passado dia 18 de Março publicadas ontem. Ainda assim, "a política monetária sozinha não consegue responder na íntegra aos problemas subjacentes aos mercados imobiliários e financeiros".
A Reserva Federal baixou a sua taxa de juro de referência em 2 pontos percentuais nas primeiras 11 semanas deste ano, o ritmo mais acentuado dos últimos vinte anos. Neste momento, os responsáveis de política monetária poderão necessitar de avaliar o impacto destas reduções, dos 168 mil milhões de dólares em incentivos fiscais, e das drásticas medidas para aumentar a liquidez nos mercados financeiros.
A taxa de juro interbancária da Fed situasse actualmente nos 2,25%, contra os 5,25% praticados em Setembro. Os economistas defendem que os responsáveis do banco central dos EUA irão interromper a descida dos custos dos empréstimos, após terem reduzido a taxa para 1,75% em Junho, de acordo com a média das estimativas dos analistas consultados pela Bloomberg News.
BCE deixa juros inalterados nos 4%
O Banco Central Europeu (BCE) manteve hoje, pelo décimo mês consecutivo, a taxa de juro inalterada nos 4%. Os especialistas acreditam que até Setembro, a instituição liderada por Jean-Claude Trichet não deverá alterar o custo do dinheiro, devido à inflação.
Os membros do conselho de governadores do BCE, reunidos hoje em Frankfurt, decidiram manter o custo de endividamento inalterado no nível mais elevado dos últimos seis anos, em 4%.
Os últimos dados da inflação na Zona Euro, revelam que a toada de subida dos preços não pára, tendo atingido os 3,5% em Março, o nível mais elevado em quase 16 anos. Não é expectável, dizem os especialistas, que enquanto a inflação estiver do lado das subidas, o BCE ceda a pressões políticas para baixar juros, apesar das estimativas de todas as instituições internacionais apontarem para um abrandamento do crescimento económico, na sequência da crise financeira internacional.
O BCE está mandatado para manter a subida da inflação no máximo nos 2%, uma meta que a instituição sedeada em Frankfurt considera que só será possível atingir mais perto do final do ano.
Na reunião informal dos ministros das Finanças europeus (Ecofin), realizada no último fim-de-semana, Trichet recebeu o apoio de diversos líderes europeus (tal como o comissário europeu para os Assuntos Económicos, Joaquin Almunia) que se mostram também preocupados com a escalada dos preços que se está a observar na Europa.
Embora menos sozinho na sua luta contra a inflação, ficou bem patente que nenhum líder europeu considera razoável que Trichet anuncie um aumento de taxas de juro para controlar a inflação, em especial neste momento em que a conjuntura económica é desfavorável.
Por seu lado, o Fundo Monetário Internacional (FMI) revelou ontem, no relatório da Primavera sobre as perspectivas económicas, que considera que o BCE tem margem de manobra para cortar os juros, uma vez que é expectável que até ao final de 2008 a inflação registe aumentos mais moderados.
Publicado 10 Abril 2008 12:45
Boa Pergunta ;D
CitaçãoO seguinte texto foi escrito pelo Sr. Greenspan antes de ser presidente da Reserva Federal Americana, e diz claramente que se devia voltar ao " gold standard "
porque é a única forma de haver uma verdadeira economia livre.
Bem, acho que todos sabemos que não foi nada disso que ele fez enquanto presidente, por isso resta-me perguntar, para onde foi o Greenspan de 1966?
"Gold and Economic Freedom
by Alan Greenspan
[written in 1966]
This article originally appeared in a newsletter: The Objectivist published in 1966 and was reprinted in Ayn Rand's Capitalism: The Unknown Ideal
An almost hysterical antagonism toward the gold standard is one issue which unites statists of all persuasions. They seem to sense - perhaps more clearly and subtly than many consistent defenders of laissez-faire - that gold and economic freedom are inseparable, that the gold standard is an instrument of laissez-faire and that each implies and requires the other.
In order to understand the source of their antagonism, it is necessary first to understand the specific role of gold in a free society.
Money is the common denominator of all economic transactions. It is that commodity which serves as a medium of exchange, is universally acceptable to all participants in an exchange economy as payment for their goods or services, and can, therefore, be used as a standard of market value and as a store of value, i.e., as a means of saving.
The existence of such a commodity is a precondition of a division of labor economy. If men did not have some commodity of objective value which was generally acceptable as money, they would have to resort to primitive barter or be forced to live on self-sufficient farms and forgo the inestimable advantages of specialization. If men had no means to store value, i.e., to save, neither long-range planning nor exchange would be possible.
What medium of exchange will be acceptable to all participants in an economy is not determined arbitrarily. First, the medium of exchange should be durable. In a primitive society of meager wealth, wheat might be sufficiently durable to serve as a medium, since all exchanges would occur only during and immediately after the harvest, leaving no value-surplus to store. But where store-of-value considerations are important, as they are in richer, more civilized societies, the medium of exchange must be a durable commodity, usually a metal. A metal is generally chosen because it is homogeneous and divisible: every unit is the same as every other and it can be blended or formed in any quantity. Precious jewels, for example, are neither homogeneous nor divisible. More important, the commodity chosen as a medium must be a luxury. Human desires for luxuries are unlimited and, therefore, luxury goods are always in demand and will always be acceptable. Wheat is a luxury in underfed civilizations, but not in a prosperous society. Cigarettes ordinarily would not serve as money, but they did in post-World War II Europe where they were considered a luxury. The term "luxury good" implies scarcity and high unit value. Having a high unit value, such a good is easily portable; for instance, an ounce of gold is worth a half-ton of pig iron.
In the early stages of a developing money economy, several media of exchange might be used, since a wide variety of commodities would fulfill the foregoing conditions. However, one of the commodities will gradually displace all others, by being more widely acceptable. Preferences on what to hold as a store of value, will shift to the most widely acceptable commodity, which, in turn, will make it still more acceptable. The shift is progressive until that commodity becomes the sole medium of exchange. The use of a single medium is highly advantageous for the same reasons that a money economy is superior to a barter economy: it makes exchanges possible on an incalculably wider scale.
Whether the single medium is gold, silver, seashells, cattle, or tobacco is optional, depending on the context and development of a given economy. In fact, all have been employed, at various times, as media of exchange. Even in the present century, two major commodities, gold and silver, have been used as international media of exchange, with gold becoming the predominant one. Gold, having both artistic and functional uses and being relatively scarce, has significant advantages over all other media of exchange. Since the beginning of World War I, it has been virtually the sole international standard of exchange. If all goods and services were to be paid for in gold, large payments would be difficult to execute and this would tend to limit the extent of a society's divisions of labor and specialization. Thus a logical extension of the creation of a medium of exchange is the development of a banking system and credit instruments (bank notes and deposits) which act as a substitute for, but are convertible into, gold.
A free banking system based on gold is able to extend credit and thus to create bank notes (currency) and deposits, according to the production requirements of the economy. Individual owners of gold are induced, by payments of interest, to deposit their gold in a bank (against which they can draw checks). But since it is rarely the case that all depositors want to withdraw all their gold at the same time, the banker need keep only a fraction of his total deposits in gold as reserves. This enables the banker to loan out more than the amount of his gold deposits (which means that he holds claims to gold rather than gold as security of his deposits). But the amount of loans which he can afford to make is not arbitrary: he has to gauge it in relation to his reserves and to the status of his investments.
When banks loan money to finance productive and profitable endeavors, the loans are paid off rapidly and bank credit continues to be generally available. But when the business ventures financed by bank credit are less profitable and slow to pay off, bankers soon find that their loans outstanding are excessive relative to their gold reserves, and they begin to curtail new lending, usually by charging higher interest rates. This tends to restrict the financing of new ventures and requires the existing borrowers to improve their profitability before they can obtain credit for further expansion. Thus, under the gold standard, a free banking system stands as the protector of an economy's stability and balanced growth. When gold is accepted as the medium of exchange by most or all nations, an unhampered free international gold standard serves to foster a world-wide division of labor and the broadest international trade. Even though the units of exchange (the dollar, the pound, the franc, etc.) differ from country to country, when all are defined in terms of gold the economies of the different countries act as one-so long as there are no restraints on trade or on the movement of capital. Credit, interest rates, and prices tend to follow similar patterns in all countries. For example, if banks in one country extend credit too liberally, interest rates in that country will tend to fall, inducing depositors to shift their gold to higher-interest paying banks in other countries. This will immediately cause a shortage of bank reserves in the "easy money" country, inducing tighter credit standards and a return to competitively higher interest rates again.
A fully free banking system and fully consistent gold standard have not as yet been achieved. But prior to World War I, the banking system in the United States (and in most of the world) was based on gold and even though governments intervened occasionally, banking was more free than controlled. Periodically, as a result of overly rapid credit expansion, banks became loaned up to the limit of their gold reserves, interest rates rose sharply, new credit was cut off, and the economy went into a sharp, but short-lived recession. (Compared with the depressions of 1920 and 1932, the pre-World War I business declines were mild indeed.) It was limited gold reserves that stopped the unbalanced expansions of business activity, before they could develop into the post-World Was I type of disaster. The readjustment periods were short and the economies quickly reestablished a sound basis to resume expansion.
But the process of cure was misdiagnosed as the disease: if shortage of bank reserves was causing a business decline-argued economic interventionists-why not find a way of supplying increased reserves to the banks so they never need be short! If banks can continue to loan money indefinitely-it was claimed-there need never be any slumps in business. And so the Federal Reserve System was organized in 1913. It consisted of twelve regional Federal Reserve banks nominally owned by private bankers, but in fact government sponsored, controlled, and supported. Credit extended by these banks is in practice (though not legally) backed by the taxing power of the federal government. Technically, we remained on the gold standard; individuals were still free to own gold, and gold continued to be used as bank reserves. But now, in addition to gold, credit extended by the Federal Reserve banks ("paper reserves") could serve as legal tender to pay depositors.
When business in the United States underwent a mild contraction in 1927, the Federal Reserve created more paper reserves in the hope of forestalling any possible bank reserve shortage. More disastrous, however, was the Federal Reserve's attempt to assist Great Britain who had been losing gold to us because the Bank of England refused to allow interest rates to rise when market forces dictated (it was politically unpalatable). The reasoning of the authorities involved was as follows: if the Federal Reserve pumped excessive paper reserves into American banks, interest rates in the United States would fall to a level comparable with those in Great Britain; this would act to stop Britain's gold loss and avoid the political embarrassment of having to raise interest rates. The "Fed" succeeded; it stopped the gold loss, but it nearly destroyed the economies of the world, in the process. The excess credit which the Fed pumped into the economy spilled over into the stock market-triggering a fantastic speculative boom. Belatedly, Federal Reserve officials attempted to sop up the excess reserves and finally succeeded in braking the boom. But it was too late: by 1929 the speculative imbalances had become so overwhelming that the attempt precipitated a sharp retrenching and a consequent demoralizing of business confidence. As a result, the American economy collapsed. Great Britain fared even worse, and rather than absorb the full consequences of her previous folly, she abandoned the gold standard completely in 1931, tearing asunder what remained of the fabric of confidence and inducing a world-wide series of bank failures. The world economies plunged into the Great Depression of the 1930's.
With a logic reminiscent of a generation earlier, statists argued that the gold standard was largely to blame for the credit debacle which led to the Great Depression. If the gold standard had not existed, they argued, Britain's abandonment of gold payments in 1931 would not have caused the failure of banks all over the world. (The irony was that since 1913, we had been, not on a gold standard, but on what may be termed "a mixed gold standard"; yet it is gold that took the blame.) But the opposition to the gold standard in any form-from a growing number of welfare-state advocates-was prompted by a much subtler insight: the realization that the gold standard is incompatible with chronic deficit spending (the hallmark of the welfare state). Stripped of its academic jargon, the welfare state is nothing more than a mechanism by which governments confiscate the wealth of the productive members of a society to support a wide variety of welfare schemes. A substantial part of the confiscation is effected by taxation. But the welfare statists were quick to recognize that if they wished to retain political power, the amount of taxation had to be limited and they had to resort to programs of massive deficit spending, i.e., they had to borrow money, by issuing government bonds, to finance welfare expenditures on a large scale.
Under a gold standard, the amount of credit that an economy can support is determined by the economy's tangible assets, since every credit instrument is ultimately a claim on some tangible asset. But government bonds are not backed by tangible wealth, only by the government's promise to pay out of future tax revenues, and cannot easily be absorbed by the financial markets. A large volume of new government bonds can be sold to the public only at progressively higher interest rates. Thus, government deficit spending under a gold standard is severely limited. The abandonment of the gold standard made it possible for the welfare statists to use the banking system as a means to an unlimited expansion of credit. They have created paper reserves in the form of government bonds which-through a complex series of steps-the banks accept in place of tangible assets and treat as if they were an actual deposit, i.e., as the equivalent of what was formerly a deposit of gold. The holder of a government bond or of a bank deposit created by paper reserves believes that he has a valid claim on a real asset. But the fact is that there are now more claims outstanding than real assets. The law of supply and demand is not to be conned. As the supply of money (of claims) increases relative to the supply of tangible assets in the economy, prices must eventually rise. Thus the earnings saved by the productive members of the society lose value in terms of goods. When the economy's books are finally balanced, one finds that this loss in value represents the goods purchased by the government for welfare or other purposes with the money proceeds of the government bonds financed by bank credit expansion.
In the absence of the gold standard, there is no way to protect savings from confiscation through inflation. There is no safe store of value. If there were, the government would have to make its holding illegal, as was done in the case of gold. If everyone decided, for example, to convert all his bank deposits to silver or copper or any other good, and thereafter declined to accept checks as payment for goods, bank deposits would lose their purchasing power and government-created bank credit would be worthless as a claim on goods. The financial policy of the welfare state requires that there be no way for the owners of wealth to protect themselves.
This is the shabby secret of the welfare statists' tirades against gold. Deficit spending is simply a scheme for the confiscation of wealth. Gold stands in the way of this insidious process. It stands as a protector of property rights. If one grasps this, one has no difficulty in understanding the statists' antagonism toward the gold standard."
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Alan Greenspan
[written in 1966]
http://www.321gold.com/fed/greenspan/1966.html
Credit squeeze still constricting economy
WASHINGTON (MarketWatch) -- In this downturn, the Federal Reserve is fighting on two interrelated fronts simultaneously, battling to keep the real economy growing and to revive the credit markets.
The Fed has won some victories on both fronts. A serious recession has been prevented so far, and the worse fears of a systemic credit meltdown have been put to rest. However, if health isn't restored to the credit system, the downturn could worsen.
After a deluge of news last week, the economic headlines in the coming week will be sparse, with few top-tier numbers being released. One report that usually doesn't get much attention could this time because it may help us understand how much progress has been made in fixing the banking system.
The Fed is expected to release its senior loan officer survey on Monday. This quarterly report provides a snapshot into the lending activities of banks in terms of supply and demand. In January, the Fed report showed significant tightening of lending standards across a variety of sectors, from mortgages and credit cards to commercial real estate and commercial and industrial loans.
Banks have been shutting down their lending, in response both to rising risks of default and to the pressures to rebuild their capital base. The Fed has flooded the banks with liquidity, and has badgered them to resume lending to their best customers.
The Federal Open Market Committee noted "tight" credit conditions in its statement on April 30, rather than the "tightening" it cited in March, perhaps a sign that the most recent survey wasn't significantly worse than in January.
The survey reports the percentage of banks tightening standards compared with last quarter, so a decline in the number of banks "tightening" doesn't necessarily mean credit is getting easier to get, only that the screws aren't being tightened any further.
The credit crunch won't be really over until banks start easing standards again.
In terms of the regular monthly data, the March trade report is probably the most important. Economists surveyed by MarketWatch expect the trade balance to narrow to $61 billion in March from $62.3 billion in February. The figures will be released Friday. See Economic Calendar.
"Our outlook for the economy is decidedly negative over the next two quarters, but a bright light continues to be the improving American trade position," wrote Meny Grauman, an economist for CIBC World Markets. Despite steadily rising energy prices, "a weak dollar, a flagging U.S. consumer and firm demand overseas are all helping to give net exports a boost."
Another bright spot could be productivity figures. Although productivity likely decelerated to 1.6% annualized in the first quarter from 1.9%, the more reliable year-over-year increase in productivity probably improved to about 3.2% from 2.9%. Unit labor costs also decelerated on a year-over-year basis. The figures will be released Wednesday.
The Institute for Supply Management's non-manufacturing index is expected to be relatively unchanged at 49.4%, compared with 49.6% in March. Readings under 50% indicate more firms are contracting than expanding.
Rex Nutting is Washington bureau chief of MarketWatch.
Fed tenta accionar nova medida para estabilizar mercados monetários
A Reserva Federal (Fed) norte-americana vai pedir ao congresso autorização para pagar juros, este ano, aos bancos comerciais pelas suas reservas, de acordo com fontes próximas do assunto, citadas pela Bloomberg.
A autoridade monetária liderada por Ben Bernanke não está autorizado a fazer estes pagamentos até 2011.
Em causa está uma nova medida para tentar que os bancos tenham acesso a mais liquidez e mais uma tentativa para acalmar o mercado monetário.
Os bancos são obrigados a guardar uma parte dos depósitos dos clientes numa conta da Fed e é sobre esses montantes que a autoridade monetária está a pedir autorização para pagar juros.
Publicado 7 Maio 2008 10:48
Fed dos EUA planeia separar fornecimento de liquidez aos bancos das taxas de juro
O presidente da Reserva Federal dos Estados Unidos (Fed), Ben S. Bernanke, prepara-se para pedir ao Congresso norte-americano autoridade para passar a pagar juros sobre as reservas dos bancos comerciais já a partir deste ano, de modo a estabilizar os mercados monetários norte-americanos.
Segundo noticia a agência Bloomberg, que cita uma fonte familiar com as negociações, caso seja autorizada, esta medida irá permitir à Fed injectar mais fundos no sistema financeiro sem ter que baixar as suas taxas de juro, o que terá como efeito prático separar as acções para aumentar a liquidez da política monetária.
Até agora, a Fed só possui permissão do Congresso para começar a efectuar este tipo pagamentos aos bancos a partir de 2011.
Segundo afirmou à Bloomberg um especialista, esta medida "teria como efeito impedir mais descidas das taxas de juro de referência" nos Estados Unidos.
É exigido por lei aos bancos norte-americanos que mantenham uma parte dos seus depósitos de clientes numa conta junto da Reserva Federal. Em adição, as instituições mantém também reservas, de modo a poderem fazer face aos pagamentos e levantamentos por parte dos seus clientes.
A mesma fonte acrescenta que responsáveis da Fed iniciaram esta semana discussões com congressistas para antecipar a data sobre a qual serão pagos juros pelas reservas dos bancos, sendo ainda necessário elaborar detalhes sobre o funcionamento do programa, e quais os juros que a Fed iria pagar.
"As taxas do mercado monetário interbancário serão estabilizadas com esta política", explicou Marvin Goodfriend, professor na Universidade Carnegie Mellon, e antigo conselheiro da Fed.
EUA/Finança 2008-05-07 15:09
cumprimentos,
bluexip
Notas em circulação na zona euro registam acréscimo de 1,8 mil milhões de euros na semana passada
O Banco Central Europeu (BCE) anunciou hoje que, na semana que terminou a 9 de Maio, o montante de notas em circulação na zona euro aumentou em 1,8 mil milhões de euros, para um montante total de 673,5 mil milhões de euros.
Cristina Barreto
De acordo com o relatório da 'Situação Financeira Consolidada do Eurosistema' a 9 de Maio de 2008, a posição líquida do Eurosistema em moeda estrangeira cresceu também em 6,6 mil milhões de euros, passando para 159,8 mil milhões de euros. Este reforço deve-se a uma operação de cedência de liquidez em dólares dos EUA, no âmbito do acordo cambial temporário entre o BCE e a Reserva Federal norte-americana (Fed), liquidada a 8 de Maio de 2008, e a transacções de carteira e em nome de clientes.
O mesmo documento refere que os títulos negociáveis detidos pelo Eurosistema emitidos por residentes na área do euro e expressos em euros registaram um acréscimo na semana passada de 600 milhões de euros, totalizando os 110,6 mil milhões de euros.
Por outro lado, as responsabilidades para com a Administração Pública diminuíram em 3,2 mil milhões para um total de 54,3 mil milhões de euros.
BCE 2008-05-13 16:23
Fed lowers growth forecast, raises inflation view
http://www.reuters.com/article/newsOne/idUSTRT00033820080521
Fed minutes signal lack of desire for more rate cuts
http://www.marketwatch.com/news/story/fed-minutes-signal-lack-desire/story.aspx?guid=%7B5A37CE09%2D632F%2D4276%2D993B%2D3486A04F375D%7D
'Most' Fed Officials Saw April Rate Cut `Close Call' (Update1)
http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=20601087&sid=aE8MDo9Y5dAw&refer=home
IRWIN KELLNER
Fed walking the inflation walk
Commentary: But there's more to do, starting with reducing money supply
By Dr. Irwin Kellner, MarketWatch
Last update: 9:28 p.m. EDT June 16, 2008Comments: 47PORT WASHINGTON, N.Y. (MarketWatch) -- Don't look now, but when it comes to reining in inflation, the Federal Reserve has already progressed from talking the talk to walking the walk.
It's no secret that the rate of inflation has gotten to be uncomfortably high. Consumer prices are now 4.2% above a year ago. At the end of 2006, the 12-month change was less than 2%.
Gasoline prices are leading the way, up a whopping 21 percent from May 2007 levels. Transportation is up 8%. Food is 5% higher, while medical care is up a bit over 4%.
It is also apparent that, no matter how fast these visible causes of inflation might be rising, at the end of the day inflation is first and foremost a monetary phenomenon. That being the case, the job of battling inflation has been ceded to the Federal Reserve, the creator of our supply of money and credit.
Fed officials began inveighing against inflation a month or two ago. Their strategy was to convince people that the central bank would keep inflation at bay hoping that once people believed this they would act accordingly, thus creating a virtuous cycle.
However the Fed was soon perceived to be all talk and no action. As I pointed out in March, the money supply was growing at a jaw-dropping rate.
After a while, this message sank in and the Fed began to take action.
From a compound annual rate of more than 16% between the middle of January and the middle of March, M2's growth rate in the past two months has slowed to a little over 1%, according to the Federal Reserve Bank of St. Louis.
The growth rate of highly liquid funds, which the St. Louis Fed calls MZM (money of zero maturity) has skidded even more, from an annual rate of 34% to only 6.5% at last count.
Further up the line, growth of the monetary base, reflecting the Fed's own balance sheet, has slowed from 7.4% to only 1.1%. Meanwhile, the St. Louis Fed's measure of bank reserves is actually lower today than it was in June 2007.
If the pundits haven't caught on to this change in Fed tactics, the markets have.
After looking for the federal funds rate to go below 2% earlier this year, the Fed funds futures market now thinks that the Fed will raise rates as soon as August.
And following an almost nonstop decline from last July through March, the 2-year swap spread has widened by a full percentage point.
Not surprisingly, Treasury yields have bounced higher all along the curve with the rise in the rate on the 10-year note outpacing that of the 3-month bill. As a result, the Treasury yield curve is now the steepest since 2005.
This slowing in the rate at which the Fed is injecting dollars into the system has also shown up in world financial markets. The dollar has risen from its recent lows and will go even higher if the Fed actually takes some bucks out of the system See May 12 column
But the markets believe that the Fed's job of reining in money growth and thus curbing inflation is not yet finished.
How do we know? Because the 10-year inflation-indexed Treasury yield spread is up significantly from its March lows. This only happens when people fear inflation enough to want to protect themselves from it.
Irwin Kellner is chief economist for MarketWatch and for Capital One Bank. He also is Distinguished Scholar of Economics at Dowling College in Oakdale, N.Y.
Já não há volta a dar, as taxas vão subir e muitas familias vão falir e os bancos vão arrecadar com as consequencias. o dinheiro está cada vez mais caro e as empresas a ficar sem dinheiro para investir, o crescimento das mesmas está ameaçado, só digo uma coisa : estamos tramados! só o tempo é que vai curar as feridas abertas recentemente.
Release Date: October 29, 2008 For immediate release
The Federal Open Market Committee decided today to lower its target for the federal funds rate 50 basis points to 1 percent.
The pace of economic activity appears to have slowed markedly, owing importantly to a decline in consumer expenditures. Business equipment spending and industrial production have weakened in recent months, and slowing economic activity in many foreign economies is damping the prospects for U.S. exports. Moreover, the intensification of financial market turmoil is likely to exert additional restraint on spending, partly by further reducing the ability of households and businesses to obtain credit.
In light of the declines in the prices of energy and other commodities and the weaker prospects for economic activity, the Committee expects inflation to moderate in coming quarters to levels consistent with price stability.
Recent policy actions, including today's rate reduction, coordinated interest rate cuts by central banks, extraordinary liquidity measures, and official steps to strengthen financial systems, should help over time to improve credit conditions and promote a return to moderate economic growth. Nevertheless, downside risks to growth remain. The Committee will monitor economic and financial developments carefully and will act as needed to promote sustainable economic growth and price stability.
Voting for the FOMC monetary policy action were: Ben S. Bernanke, Chairman; Timothy F. Geithner, Vice Chairman; Elizabeth A. Duke; Richard W. Fisher; Donald L. Kohn; Randall S. Kroszner; Sandra Pianalto; Charles I. Plosser; Gary H. Stern; and Kevin M. Warsh.
In a related action, the Board of Governors unanimously approved a 50-basis-point decrease in the discount rate to 1-1/4 percent. In taking this action, the Board approved the requests submitted by the Boards of Directors of the Federal Reserve Banks of Boston, New York, Cleveland, and San Francisco.
Fed Cuts Rate to 1% to Avert Prolonged Recession (Update3) By Craig Torres
Oct. 29 (Bloomberg) -- The Federal Reserve cut its benchmark interest rate by half a percentage point to 1 percent, matching a half-century low, in an effort to avert the worst U.S. economic downturn in the postwar era.
``Downside risks to growth remain,'' the Federal Open Market Committee said today in a statement in Washington. ``Recent policy actions, including today's rate reduction, coordinated interest-rate cuts by central banks, extraordinary liquidity measures, and official steps to strengthen financial systems, should help over time to improve credit conditions and promote a return to moderate economic growth.''
Central bankers worldwide are trying to revive credit and stop a self-reinforcing downturn in consumer spending and bank lending from triggering a global recession. Today's decision follows the half-point reduction the Fed coordinated with the European Central Bank and four other central banks on Oct. 8. Borrowing costs were pared today in Norway and China.
The U.S. economy shrank at a 0.5 percent annual rate last quarter, the most since the 2001 recession, the Commerce Department's report on gross domestic product will probably show tomorrow. Economists expect the slump to persist in the fourth quarter, according to the median estimate.
`Economy Weakens'
``If the economy weakens further, it may open the door for another 25 or 50 basis points in December,'' said John Silvia, chief economist at Wachovia Corp. in Charlotte, North Carolina.''
Plunging commodity prices, including a 54 decline in the cost of oil from a record in July, have eased inflation pressures.
``The committee expects inflation to moderate in coming quarters to levels consistent with price stability,'' the FOMC said in today's statement.
The vote was unanimous. The Fed also lowered the discount rate a half point to 1.25 percent.
While cutting the main rate during the past 13 months from 5.25 percent, Fed Chairman Ben S. Bernanke, 54, has created six loan programs channeling at least $700 billion in cash and collateral into money markets as of Oct. 22.
``This Federal Reserve has been extremely aggressive in terms of providing liquidity,'' Frederic Mishkin, a former Fed governor and now a Columbia University professor, said in a Bloomberg Television interview before the announcement.
Confidence Weakens
Still, consumer confidence tumbled this month to a record low, and orders for durable goods, excluding automobiles and aircraft, dropped for a second straight month in September, reports showed this week. Home prices in 20 U.S. cities declined 16.6 percent in August from a year earlier as foreclosures climbed, according to the S&P/Case-Shiller home price index. The Standard & Poor's 500 Stock Index is down 36 percent this year.
``The intensification of financial market turmoil is likely to exert additional restraint on spending, partly by further reducing the ability of households and businesses to obtain credit,'' the Fed's statement said. ``The pace of economic activity appears to have slowed markedly.''
The credit crisis that began in August 2007 with rising foreclosure rates has led to the collapse or forced mergers of some of Wall Street's biggest firms. Lehman Brothers Holdings Inc. filed for bankruptcy last month, while the government seized control of American International Group Inc. and put Fannie Mae and Freddie Mac under conservatorship. Wachovia Corp. agreed this month to be acquired by Wells Fargo & Co.
Global financial institutions have reported $680 billion in writedowns and credit losses on home loans, mortgage-backed securities and related assets.
Funding Costs
The spread between the cost of overnight loans in New York and three-month dollar loans in London widened to 4.02 percent on Oct. 10 as investors fled risk following Lehman's Sept. 15 bankruptcy. The spread averaged 0.27 percentage point for all of last year. It has since fallen back to 2.5 percentage points.
Bernanke and U.S. Treasury Secretary Henry Paulson gained congressional approval this month for the use of taxpayer funds for a $700 billion bank rescue. The Treasury plans to use some of the funds in the Troubled Asset Relief Program to buy equity stakes in banks.
The Fed redoubled its aid this month, agreeing to finance the commercial paper issuance of General Electric Co. and other corporations and help money-market mutual funds raise cash to meet shareholder redemptions.
Fed's Balance Sheet
The central bank's new loan programs have expanded assets on its balance sheet by 104 percent during the past year to $1.804 trillion, or 12.6 percent of GDP.
Borrowing costs have remained high. U.S. 30-year mortgage rates tracked by Freddie Mac were 6.04 percent last week versus 6.07 percent on Jan. 3. Banks are unlikely to compete for new loans and offer lower rates so long as the outlook for the economy is dim, economists said.
``We are in an environment where they lower rates, but then spreads widen so you get no net effect,'' Vincent Reinhart, former director of the Fed Board's Division of Monetary Affairs who is now a visiting scholar at the American Enterprise Institute in Washington, said before the decision. ``We are in a recession.''
Fed officials provided their forecasts for this year and the subsequent three years at the two-day meeting. The uncertainties surrounding the Fed's forecast are ``unusually large,'' and the economy may experience subpar growth ``for several quarters,'' Bernanke told the House Budget Committee on Oct. 20.
The economy ``looks terrible,'' Stephen Stanley, chief economist at RBS Greenwich Capital Markets Inc., said before the announcement. ``Consumer spending is going to be very negative in the fourth quarter, even with gasoline prices falling.''
Policy Tools
Now that their target rate is so low, Fed officials may have discussed alternative policy strategies such as the possibility of keeping rates low on short- and medium-term notes. Bernanke, as a Fed governor, was the top central bank official on research into ``non-traditional'' policy tools between 2002 and 2004, when the central bank last cut the benchmark lending rate to 1 percent.
The Fed has lost some control over the amount of reserves in the banking system because the total lending in some of its programs are driven by market demand. As a result, the federal funds rate has traded below its target every day since the Oct. 8 emergency rate cut.
The central bank raised the floor on the benchmark lending rate and said on Oct. 22 that interest on excess reserves would be equal to the federal funds rate minus 0.35 percentage point. The previous floor was 0.75 percentage point below the federal funds rate. Still, the move hasn't closed the gap between the target rate and the market rate.
To contact the reporters on this story: Craig Torres in Washington at
[email protected]
Discurso de Trichet
http://www.thomson-webcast.net/de/dispatching/?ecb_081204_stream_video%20
Publicado 04 Dezembro 2008 16:18
Bancos centrais cortam taxas de juro para estimular crescimento económico
Na Zona Euro, o BCE baixou a taxa de juro em 75 pontos. No Reino Unido, o Banco de Inglaterra cortou os juros para os 2%. Na Suécia, o corte foi de 175 pontos base, na Dinamarca de 75 e na Indonésia de 25. Todas estas decisões foram anunciadas hoje mas nos últimos meses, um pouco por todo o mundo, os bancos centrais têm vindo a reduzir as taxas de juro para tentar estimular o crescimento económico.
"As autoridades monetárias estão a aproximar-se de níveis historicamente baixos de taxas de juros e possivelmente não vão parar por aqui", diz Paul Dales, economista do Capital Economics. "Vamos ver os bancos centrais a aproximarem as taxas de zero o mais que conseguirem", acrescenta.
Os recentes cortes de juros têm como objectivo travar os impactos da actual contracção económica mundial. Pela primeira vez desde a II Guerra Mundial, de acordo com o FMI, as maiores economias do mundo estão em recessão simultânea.
Este movimento de redução de juros teve início nos Estados Unidos, em Setembro do ano passado. Actualmente, a taxa de referência do país está em 1%, o que não deixa muita margem de manobra a Ben Bernanke para continuar a baixar o preço do dinheiro, numa altura em que o país está à beira da recessão económica.
No Reino Unido, o Governador Mervin King admitiu a possibilidade de baixar os juros para zero, pela primeira vez, a 25 de Novembro passado. Hoje, King reduziu a taxa de juro para o nível mais baixo desde 1951: 2%.
De acordo com os dados da OCDE a economia britânica pode contrair-se 1,1% no próximo ano, a maior contracção desde 1991. No terceiro trimestre deste ano, o produto interno bruto do país contraiu-se 0,5%, a primeira queda em 16 anos.
Na Zona Euro, o BCE, que entre Dezembro de 2005 e Setembro de 2008 seguiu uma política de subida de juros, realizou hoje o maior corte de sempre: 75 pontos base.
A Dinamarca seguiu os passos do BCE, à semelhança do que aconteceu no último corte, e baixou a taxa em 75 pontos base para os 4,25%.
O banco central da Suécia realizou o maior corte desde 1992 e avançou que a economia vai entrar em recessão em 2009, após um crescimento de 0,9% este ano.
Taxas de juro em queda por todo o mundo
Estes são apenas cinco exemplos dos muitos que se têm registado um pouco por todo o mundo. O banco central da Indonésia realizou hoje um corte inesperado de juros, pela primeira vez em um ano.
"Esta decisão surgiu após analisarmos as perspectivas económicas e financeiras, tanto no mercado nacional como internacional. O impacto da crise financeira na economia global está a tornar-se real", afirmou o banco central.
Na Nova Zelândia o banco central reduziu a taxa em 1,5 pontos percentuais para os 5% e já anunciou novos cortes. Na terça-feira, o banco central da Austrália voltou a cortar a taxa de juro em um ponto percentual, tendo realizado até agora o maior número de reduções desde a recessão de 1991.
Ontem, o banco central da Tailândia realizou o maior corte de juros de sempre para os 2,75%.
Taxa de juro actual Taxa de juro anterior
Zona Euro 2,50% 3,25%
Estados Unidos 1% 1,50%
Reino Unido 2% 3%
Suiça 1% 2%
Noruega 4,75% 5,75%
Austrália 4,25% 5,25%
Nova Zelândia 5% 6,50%
Indonésia 9,25% 9,50%
Tailândia 2,75% 3,75%
Bem.... :o ::)
U.S. Federal Open Market Committee Dec. 16 Statement: Text
http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=20601087&sid=aWh.Nn9dXE_A&refer=home
FOMC cuts rate 0.75 percentage point to 0.25%, use all tools
http://www.marketwatch.com/News/Story/Story.aspx?guid=%7B066DB86D%2D82C9%2D4FCD%2D99BF%2D83104154115A%7D
Só para não dizer que ficou a 0,00%!!!... (0,00%<>0,25%) :-X
Boas!
Duvido muito da eficácia destes abaixamentos da taxa de juro para níveis próximos de zero. Será que uma taxa de juro zero, ou próxima disso, vai resolver alguma coisa na economia, seja no sector financeiro seja nos restantes sectores da economia? Não teremos já caído na armadilha da liquidez, com Paul Krugman tem vindo a sugerir de alguns meses a esta parte(p.ex. http://krugman.blogs.nytimes.com/2008/09/22/the-humbling-of-the-fed-wonkish/#more-889 (http://krugman.blogs.nytimes.com/2008/09/22/the-humbling-of-the-fed-wonkish/#more-889))? O facto de já estarmos no 0%, não será por si só uma prova da ineficácia de uma política de expansão do crédito?
Depois disto só falta à FED tentar a sugestão de M. Friedman para escapar à armadilha da liquidez: injectar o dinheiro não no mercado monetário, mas directamente na economia real (nos cidadãos), usando, p. ex., um helicóptero para largar notas sobre as cidades.
Houve uma bolha no mercado do crédito, que a meu ver teve como origem primeira as baixas taxas de juro do início da corrente década, e que rebentou. Agora é preciso passar por uma fase de correcção. O que arde cura... Não é a dar mais álcool a um bêbado que se lhe cura a bebedeira.
Em Portugal, as empresas e o governo estão muito chateados porque os bancos estão a impor fortes restrições à concessão de crédito. Casas e instalações de empresas já os bancos têm muitas para vender... A correcção do problema passa justamente por se ser mais criterioso na concessão de crédito. Se o objectivo do governo é fazer chegar o crédito às empresas (mesmo que elas não tenham condições para o pagar...) que dê as garantias às empresas e não aos bancos. Se o Estado avalizar, de certeza que os bancos não terão problemas em emprestar às empresas.
Uma recessão é uma correcção! A recessão não terminará enquanto o comportamento dos agentes económicos não for corrigido. É doloroso, mas é mesmo assim. Por mais ilusionistas que possamos ter nos lugares de decisão, na economia não é possível fazer magia.
Cumprimentos,
Fernandex.
Só um pequeno comentário: baixar os juros TRAZ efectivamente dinheiro para a economia real. Disso eu não tenho dúvidas, basta ver a diferença que irá trazer nas prestações dos créditos...
Citação de: talexandre em Dezembro 17, 2008, 12:42
Só um pequeno comentário: baixar os juros TRAZ efectivamente dinheiro para a economia real. Disso eu não tenho dúvidas, basta ver a diferença que irá trazer nas prestações dos créditos...
Nem mais, mas também vai trazer bastante liquidez para os mercados, porque os DP não vão dar nem para despesas das Contas. Acredito que o Ano 2009 vai ser valorizações.
Abraços e bons negocios.