Clubeinvest.com — Arquivo Histórico (1997-2011)
Esta é uma cápsula do tempo da comunidade financeira portuguesa. Login activo para membros.
Clubeinvest.com
Home Privado Fórum Acções Índices Metastock Portfolio Managers Publicações Blogs Contacto
 

Editar as notícias:

As mensagens escritas no Phorum (1997-2002) estão guardadas aqui: /phorum3/

Menu principal

Fraude de Bernard Madoff de US$ 50 bi nos EUA causa ondas de choque...na Europa!

Iniciado por zimermann, Dezembro 12, 2008, 05:28

Tópico anterior - Tópico seguinte

tiagodandre

#15
Pois é berrio...são os efeitos benéficos das crises...servem para limpar o sistema de muitas fraudes!..

Era interessante se pudesses arranjar alguma coisa da altura...

Citação de: berrio em Dezembro 15, 2008, 13:00
Há anos que muitos se perguntavam como! Em 2001 saiu um artigo numa revista da especialidade (MAR, revista de Hedge Funds, agora extinta) onde muitos diziam que era impossivel fazer aqueles retornos com aquela estratégia, que algo mais se passava ali.

...tu que és o homem do hedge...com os funds! ;)


(Actualidade)...


Publicado 15 Dezembro 2008  15:38
Banco de Portugal está a averiguar exposição do sistema bancário português no caso Madoff

O Banco de Portugal está a averiguar qual o grau de exposição do sistema bancário português no caso Madoff, informou a instituição em comunicado.

O Banco Português de Negócios e o Banco Efisa mantiveram nos últimos anos exposição ao Fairfield Sentry, uma das empresas mais afectadas pela fraude da empresa de Bernard Madoff, avançou hoje o Jornal de Negócios.

"Em resposta a algumas perguntas que me foram colocadas sobre o assunto, informo que o Banco de Portugal está a proceder a averiguações no sentido de apurar qual o grau de exposição do sistema bancário português decorrente do caso Madoff", sublinha o comunicado do Banco de Portugal.



Novo escândalo em Wall Street 2008-12-15 15:50
Banco de Portugal investiga grau de exposição da banca portuguesa à fraude de Madoff

O Banco de Portugal (BdP) anunciou hoje que está a proceder a averiguações sobre a proporção da exposição do sistema bancário português à fraude do ex-presidente do Nasdaq, Bernard Madoff.

"Informo que o Banco de Portugal está a proceder a averiguações no sentido de apurar qual o grau de exposição do sistema bancário português decorrente do caso Madoff", esclareceu fonte oficial do Banco de Portugal, em comunicado.

Também a Comissão do Mercado de valores Mobiliários (CMVM) está a analisar o impacto deste caso no total das carteiras dos fundos de investimento, informou ontem o regulador do mercado de capitais português, não tendo adiantado mais pormenores.

Bernard Madoff, considerado um dos 'peso pesados' de Wall Street e um dos gestores de 'hedge funds' com o maior património do mundo, foi detido, no final da semana passada, por estar envolvido numa fraude no montante de 50 mil milhões de dólares (37,4 mil milhões de euros). Madoff foi libertado sob caução e deverá ser ouvido ainda esta semana.



DJ Financeiras, Bancos Rn Unido Detalham Exposição a Madoff

LONDRES (DJ Bolsa)- Os bancos e instituições financeiras do Reino Unido detalharam esta segunda-feira a sua exposição, ou falta dela, à Bernard L. Madoff Investment Securities LLC, que alegadamente perdeu $50 mil milhões num esquema de pirâmide gigante.

O responsável máximo da firma de investimentos Madoff de Nova Iorque foi detido esta quinta-feira.

O Royal Bank of Scotland Group PLC (RBS) disse que não tinha exposição através de corretagem e empréstimos colateralizados a fundos que estavam investidos na firma Madoff.

"Se, como resultado da alegada fraude, o valor dos activos destes hedge funds for nulo, as perdas potenciais do RBS podem alcançar aproximadamente GBP400 milhões", disse o banco.
Entretanto, o HSBC Holdings PLC (HBC) tem, de acordo com uma notícia do Financial Times, uma exposição potencial de $1 mil milhão, que provém de empréstimo a clientes institucionais que investiram na Madoff. O HSBC não respondeu às chamadas que procuravam um comentário.

Uma fonte próxima das operações de banca de investimento do Barclays PLC (BCS), o Barclays Capital, disse que a sua exposição à Madoff é "mínima" e que, de qualquer modo, está "totalmente colateralizada".

O Man Group PLC (EMG.LN), o maior gestor de hedge-fund transaccionados publicamente, disse que tinha $360 milhões investidos em dois fundos que estavam directamente ou indirectamente sub-aconselhados pela Madoff Securities e para os quais a Madoff Securities funcionava como corretora que executava a estratégia de investimento.

O Lloyds TSB Group PLC (LYG) disse que não tinha qualquer exposição, tal como fizeram o RSA Insurance Group PLC (RSA.LN), o Standard Life Investments da Standard Life PLC (SL.LN), a F&C Asset Management PLC (FCAM.LN), a Alliance Trust PLC (ATST.LN), a Aberdeen Asset Management PLC (ADN.LN), a Bluebay Asset Management PLC (BBAY.LN) e a Friends Provident PLC (FP.LN).

O HBOS PLC (HBOS.LN), Standard Chartered PLC (STAN.LN), Aviva PLC (AV.LN), Legal & General Group PLC (LGEN.LN), Prudential PLC (PUK), Old Mutual PLC (OML.LN), RAB Capital PLC (RAB.LN) Schroders PLC (SDR.LN) e Pearl Group não responderam imediatamente aos contactos para apurar comentários.

Produzido para a Dow Jones Newswires pela Webtexto (+351 21 340 45 68) (CSC)
December 15, 2008 10:39 ET (15:39 GMT)



DJ Exposição Bancos, Seguradoras Alemanha a Madoff Limitada

FRANKFURT (DJ Bolsa)- Os bancos e seguradoras da Alemanha revelaram uma exposição ao Bernard L. Madoff Investment Securities LLC que parecia limitada, esta segunda-feira, com as seguradoras e vários bancos controlados pelo Estado a dizerem que têm poucos ou nenhuns laços financeiros ao fundo de Nova Iorque que alegadamente perdeu $50 mil milhões num esquema de pirâmide.

A seguradora Allianz SE (AZ) disse esta segunda-feira que os clientes da sua unidade Allianz Global Investors podem ser afectados pela Madoff Investment Securities LLC, mas que não estão "significativamente" envolvidos. A Hannover RE (HNR1.XE) disse que não tinha qualquer exposição ao fundo.

Os bancos controlados pelo Estado Landesbank Hessen-Thuringen, ou Helaba, o HSH Nordbank, o NordLB, o Bayern LB e o WestLB deram indicações idênticas esta segunda-feira.

O Deutsche Postbank AG (DPB.XE) disse que não era provável que tivesse exposição a Madoff, mas que estava ainda a determinar as possíveis ligações, enquanto a Munich RE (MUV2.XE) disse estar ainda a determinar se tinha alguma exposição ao fundo.

O Commerzbank AG (CBK.XE) disse que geralmente não comentava as relações com clientes e o Deutsche Bank AG (DB) disse que não tinha uma exposição "significativa" a este caso.

Produzido para a Dow Jones Newswires pela Webtexto (+351 21 340 45 68) (CSC)
December 15, 2008 11:14 ET (16:14 GMT)



(Em anexo): Banco Santander, SA informa sobre a Madoff Investment Securities..
"Aprenda com os erros alheios. Não viverá o bastante para cometer todos os erros." (Martin Vanbee)

"Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros." (Benjamin Franklin)

berrio

Aqui tens, o artigo da revista em questão:
MAR/Hedge (RIP) Page 1
No. 89 May 2001
Madoff tops charts; skeptics asks how
Abraços,
Guilherme Diaz-Bérrio
"Os economistas passam metade do tempo a fazer previsões. A outra metade passam-na a explicar por que se enganaram"
LinkedIn Profile

tiagodandre

#17
thanks... ;)

Sem dúvida que tinha um sharpe ratio e desvio padrão de fazer inveja...e difícil de replicar ::)

The best known entity using a similar strategy, a publicly traded mutual fund dating from 1978 called Gateway, has experienced far greater volatility and lower returns during the same period.


Ah pois é....

But as whole, the split-strike conversion strategy is designed to work best in bull markets and, Madoff points out, until recently "we've really been in a bull market since '82, so this has been a good period to do this kind of stuff."
...
The worst market to operate in using the strategy, he adds, would be a protracted bear market or "a flat, dull market." In a stock market environment similar to what was experienced in the 1970s, for instance, the strategy would be lucky to return "T-bill like returns."


Já para não falar no fim... ::)

Madoff readily dismisses speculation concerning the use of the capital as "pseudo equity" to support the firm's market making activities or provide leverage. He says the firm uses no leverage, and has more than enough capital to support its operations.
...
Still, when the many expert skeptics were asked by MAR/Hedge to respond to the explanations about the funds, the strategy and the consistently low volatility returns, most continued to express bewilderment and indicated they were still grappling to understand how such results have been achieved for so long.
...
Madoff, who believes that he deserves "some credibility as a trader for 40 years," says: "The strategy is the strategy and the returns are the returns." He suggests that those who believe there is something more to it and are seeking an answer beyond that are wasting their time.



Obrigado berrio, pela interessante leitura... ;) :-X
"Aprenda com os erros alheios. Não viverá o bastante para cometer todos os erros." (Martin Vanbee)

"Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros." (Benjamin Franklin)

mvlameiro

Boa noite a todos,

Gostaria de saber se alguem me sabe responder a seguinte pergunta:

Porque e que embora as perdas do santander com o caso do madoff sejam muito superiores as do bnp paribas, o santander nao ta a cair e o bnp paribas ta a cair 7%?

Cumprimentos e b.n.

tiagodandre

#19
Citação de: mvlameiro em Dezembro 15, 2008, 20:46
Boa noite a todos,

Gostaria de saber se alguem me sabe responder a seguinte pergunta:

Porque e que embora as perdas do santander com o caso do madoff sejam muito superiores as do bnp paribas, o santander nao ta a cair e o bnp paribas ta a cair 7%?

Cumprimentos e b.n.


O santander deveria normalmente, sofrer também um impacto nas cotações...não deixa de ser um buraco enorme. No entanto convém referir que o Santander actual é bastante diferente de há um ano atrás...tem sido dos poucos bancos capaz de reunir capitais (atrair investidores), para manobras de consolidação dentro do actual ambiente! Os sucessivos aumentos de capital são prova disso...muitos institucionais reforçaram/entraram no santander durante o último ano!

Ou seja, o santander está a ser o refúgio de grandes investidores na Europa (a nível das financeiras)...esse facto pode ter dado sustentação ao preço, na sessão de hoje. O BBVA também acabou a sessão no verde apesar dos 300 M€. Suposições, nada em concreto se pode afirmar. Se todos os movimentos anómalos tivessem explicação...as coisas seriam bem mais simples! ::) ;)

Cump.


(Actualidade):

Fraude de Bernard Madoff 2008-12-16 00:05
O fim de um mito de Wall Street
Bernard Madoff usou "esquema de Ponzi" para promover uma fraude de 50 mil milhões de dólares.

"Não existe uma explicação inocente". Foi com estas palavras que Bernard Madoff, com 70 anos, se despediu da liberdade. Até à passada quinta-feira, o nome do gestor de 'hedge funds' com o maior património do mundo era sinónimo de admiração e respeito no círculo financeiro mundial, dia em que os agentes do FBI se deslocaram ao seu luxuoso apartamento em Manhattan para o prenderem. A denúncia surgiu de onde menos se esperava. Os sintomas evidentes de stress e a antecipação em dois meses do bónus anual despertaram as suspeitas dos seus dois filhos, altos funcionários da sociedade gestora criada por Madoff, que não tardaram em pedir-lhe explicações. "Isto é tudo uma grande mentira e está tudo acabado", confessou Madoff.

O ex-presidente da bolsa norte-americana Nasdaq não tardou em admitir que a firma era insolvente há vários anos e que as operações eram na realidade uma pirâmide financeira, conhecida por esquema de 'Ponzi', que terá promovido uma fraude financeira de 50 mil milhões de dólares - o que será a maior da história - dez vezes superior aos 5 mil milhões "desviados" pelo corretor da Société General, Jerôme Kerviel, em Janeiro passado.

Madoff assegurava elevados retornos aos clientes, utilizando o capital dos novos investidores para pagar aos antigos. Tal como o gestor, o esquema não é novo e remonta a 1920, altura em que Charles Ponzi enganou milhares de investidores e criou um rombo de 122 milhões de dólares. Desde bancos a sociedades gestoras, passando por famílias a personalidades abastadas, o esquema de Madoff conseguiu enganar tudo e todos. Numa altura em que ainda se contam as vítimas e os prejuízos, o futuro de Bernard Madoff está agora nas mãos da justiça norte-americana.



Fundos de Bernard Madoff 2008-12-16 00:05
Banco Totta perde 16 milhões com escândalo Madoff
CMVM preocupada pede dados a gestoras de activos.


A CMVM notificou todas as gestoras de activos que operam em Portugal para responderem com urgência se estão ou não expostas aos fundos de Bernard Madoff, autor de uma fraude milionária com ramificações nos maiores bancos mundiais. A exposição directa dos fundos de investimento comercializados em Portugal é residual, mas o que preocupa o regulador é a exposição indirecta das sociedades ao esquema fraudulento de Madoff, através de produtos estruturados, por exemplo. As notificações seguiram sexta-feira.

O levantamento desta exposição é bastante complexo, já que Madoff geria dinheiro em nome de outras sociedades, ou seja, não basta rastrear as empresas do antigo presidente do Nasdaq, explicou um gestor de fundos ao Diário Económico. O fundo Fairfield, por exemplo, é um dos activos contaminados pela fraude que estava nas mãos de Madoff, apesar de pertencer a uma sociedade exterior ao grupo.

A mesma fonte adiantou que os produtos vendidos por Madoff estão direccionados para os clientes mais abastados, conhecidos por segmento 'private', dados os elevados montantes envolvidos, a fraca volatilidade e os ganhos constantes.

Sem especificar o que está à procura, o Banco de Portugal também fez saber que procedeu "a averiguações no sentido de apurar qual o grau de exposição do sistema bancário português decorrente do caso Madoff". Isto apesar da banca nacional se ter apressado a informar que não tem qualquer exposição directa ou indirecta ao dinheiro gerido pelo antigo presidente do Nasdaq, com excepção do Santander Totta.

Os esclarecimentos do BCP, BPI, Banif e Banco Popular Portugal, divulgados durante a tarde de ontem, foram unânimes: "nem o banco nem os fundos por ele geridos têm qualquer exposição à empresas de Bernard Madoff".

Fonte do BPI especificou que o Vasco da Gama, o maior fundo de 'hedge funds' em Portugal, não está exposto à gestão de Madoff, mas manteve posições nos fundos do investidor norte-americano até 2002.

A exposição directa da banca portuguesa reduz-se assim a 16 milhões de euros dos clientes do Santander Totta. "A exposição total de clientes a produtos vendidos pela Madoff é inferior a 0,4% dos activos geridos por sociedades do Grupo Santander Totta, isto é, cerca de 16 milhões", informou fonte oficial da instituição.

Os produtos em causa são os fundos Santander Global, Santander Poupança Investimento, Santander Carteira Alternativa, Santander Estratégias Alternativas e o fundo de obrigações Santander Multinvest, apurou o Diário Económico.

O esquema de Madoff é fácil de explicar. Em vez de sujeitar o dinheiro às variações do mercado, o gestor pagava o retorno dos clientes com o dinheiro entregue por novos investidores, num típico esquema piramidal.


Bancos

-  Os clientes do Santander Totta têm uma exposição de 16 milhões de euros a produtos vendidos pelas empresas de Madoff.

-  Os fundos de investimento em causa são o Santander Gobal, o Santander Poupança Investimento, o Santander Carteira Alternativa, o Santander Estratégias Alternativas e o Santander Multinvest.

-  BCP, BPI, Banif e Banco Popular Portugal informaram ontem que não têm qualquer exposição, directa ou indirecta, às empresas de Bernard Madoff.

- O BPI já teve exposto à gestão de Madoff, mas desfez-se de todas as posições em 2002.

"Aprenda com os erros alheios. Não viverá o bastante para cometer todos os erros." (Martin Vanbee)

"Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros." (Benjamin Franklin)

tiagodandre

Publicado 16 Dezembro 2008  11:57
Regulador americano liquida empresa de Madoff após escândalo de fraude
 
A empresa de Bernard Madoff vai ser liquidada pela Securities Investor Protection Corp (SIPC), depois do ex-presidente do Nasdaq ter sido acusado de orquestrar um "esquema Ponzi gigante", que poderá causar perdas no valor de 50 mil milhões de dólares aos investidores.

A SIPC, o grupo governamental norte-americano responsável por proteger os direitos dos clientes quando as corretoras falham, nomeou um executor para devolver o investimento e os activos aos investidores lesados por Madoff, adiantou a entidade em comunicado, citado pela agência Bloomberg.

O conhecido investidor foi detido no final da semana passada, acusado de manter um esquema Ponzi na sua empresa, a Bernard L. Madoff Investment Securities, durante décadas e enfrenta agora uma pena de 20 anos de prisão.

Por todo o mundo, multiplicam-se os bancos e as gestoras afectadas pela fraude do guru americano.

A Bernard L. Madoff Investment Securities está inscrita junto dos reguladores de corretoras dos EUA desde 1960, ano em que foi criada. Ainda assim, o ex-presidente da plataforma tecnológica de Wall Street registou junto da SEC a sua unidade de gestão de carteiras em 2006, sujeitando o negócio à regulação do regulador do mercado americano. ::)

A SIPC não cobre perdas de investimento.


Ponzi scheme: http://en.wikipedia.org/wiki/Ponzi_scheme
"Aprenda com os erros alheios. Não viverá o bastante para cometer todos os erros." (Martin Vanbee)

"Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros." (Benjamin Franklin)

tiagodandre

Publicado 16 Dezembro 2008  16:59
Lista de investidores afectados por Madoff não pára de aumentar

A lista de investidores com exposição aos fundos geridos por Bernard Madoff não para de aumentar. A Universidade de Yeshiva, em Nova Iorque, pode ter perdido entre 100 e 140 milhões de dólares, enquanto o Bank Medici investiu 2,1 mil milhões de dólares em fundos geridos por Madoff.

O jornal da Universidade de Yeshiva noticia que J. Ezra Merkin abandonou os cargos de administrador da universidade e presidente do comité de investimento após ter revelado que investiu "valores consideráveis" do dinheiro da escola através do "hedge fund" de Madoff, o Ascot Partners.

A administração da escola, da qual Madoff se demitiu na semana passada, pondera apresentar queixa contra Merkin.

Na Áustria, o Bank Medici revelou que tinha 2,1 mil milhões de dólares expostos a fundos geridos por Madoff. Dois fundos do banco austríaco, o Herald USA e o Heral Luxemburg, aplicaram todo o seu dinheiro no Bernard L. Madoff Investment Securities, revelou o presidente executivo do banco, Peter Scheithauer.

O Bank Medici junta-se, assim, ao Fairfield Greenwich Group, Tremont Capital Management, Kingate Management e ao Banco Santander com perdas superiores a dois mil milhões de dólares.



Lista de investidores expostos aos fundos geridos por Bernard Madoff realizada pela Bloomberg:
"Aprenda com os erros alheios. Não viverá o bastante para cometer todos os erros." (Martin Vanbee)

"Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros." (Benjamin Franklin)

zimermann


Caso Madoff gera investigação interna na SEC

A SEC (Securities and Exchange Commission, a autoridade de regulação dos mercados americano) anunciou nesta terça-feira que fará uma investigação interna para determinar como a gigantesca fraude de Bernard Madoff não foi detectada antes, apesar de repetidas advertências serem feitas desde 1999.

Leia a cobertura completa da crise nos EUA
Entenda a evolução da crise que atinge a economia dos EUA
Veja os países e instituições financeiras atingidas pela crise
Veja as medidas já anunciadas no Brasil para combater os efeitos da crise

"A comissão tem conhecimento de que denúncias confiáveis e precisas alertando sobre a fraude de Madoff foram entregues ao pessoal da SEC de maneira repetida desde 1999", admitiu o presidente do órgão, Christopher Cox, que qualificou a situação de profundamente inquietante.

"Determinei um estudo completo e imediato das denúncias envolvendo Madoff e sua empresa e por que motivo não foram consideradas criveis" pelo pessoal da SEC.

A SEC, encarregada de regular o funcionamento das Bolsas americanas, está sob fogo pesado após a prisão de Madoff, que fo acusado de montar um esquema de pirâmide financeira --pagando juros a seus antigos clientes graças ao capital injetado pelos novos clientes-- que pode ter causado um prejuízo de US$ 50 bilhões.

A investigação vai se concentrar no funcionamento interno da SEC, com o objetivo de determinar se as regras vigentes foram aplicadas ou se devem ocorrer modificações.

Também será preciso determinar se os contatos entre o pessoal da SEC e a empresa ou a família de Madoff interferiram nas decisões tomadas pelo órgão.

O "The Wall Street Journal" revelou no final de semana passado que a SEC investigou Madoff em várias ocasiões a partir de 1992, sem identificar indícios da fraude bilionária.

Desde 2001, a MAR/Hedge, uma publicação especializada em fundos de investimentos, questionava como os investimentos de Madoff podiam manter "tal regularidade e tal falta de volatilidade".

A publicação também criticava a falta de transparência na gestão e o modo arrogante de Madoff ignorar as perguntas de seus jornalistas.

Leia mais

-----------------------------------------------------------------------------
17/12/2008 - 13h38 Folha online São Paulo Brasil
Instituições judaicas nos EUA têm perdas milionárias com caso Madoff

Os cerca de US$ 50 bilhões em perdas causados pelo esquema de fraude do gerente de fundos e ex-presidente da Bolsa Nasdaq Bernard Madoff incluem prejuízos de milhares de dólares para instituições e fundações filantrópicas judaicas nos EUA --tendo atingido até mesmo a fundação do diretor de cinema Steven Spielberg.

A Federação Judaica da Grande Washington perdeu quase US$ 10 milhões que tinha investidos no fundo de Madoff. "Temos uma boa idéia da dimensão de nossa perda, e entendemos que a perda e as ramificações resultantes terão impacto sobre os serviços que poderemos prestar na região", disse o presidente do Fundo de Caridade Unido Judaico (a divisão financeira da federação), David Butler. A federação tinha investimentos no fundo de Madoff desde 2004, segundo o diário americano "The Washington Post" ("WP").

Segundo o "WP", o jornal interno da Yeshiva University, em Nova York, de cujo conselho Madoff era membro, informou que a instituição pode ter perdido US$ 140 milhões. Outra instituição que perdeu dinheiro foi a fundação do prêmio Nobel da paz de 1986 Elie Wiesel: ele ainda aguarda para saber quanto dos US$ 37 milhões investidos no fundo de Madoff foram perdidos.

A instituição de Steven Spielberg, a Wunderkinder Foundation, também deve registrar perdas consideráveis, uma vez que tinha parte expressiva de seus ativos investidos na empresa de Madoff, segundo o "The Wall Street Journal". Além dele, Jeffrey Katzenberg, executivo-chefe da DreamWorks Animation, também tinha investimentos com o ex-presidente da Nasdaq.

"Parece que uma boa parte da riqueza dos judeus sofreu impacto, o que é devastador para indivíduos e para as fundações que eles apóiam, além das pessoas que trabalham para elas", disse ao "WP" o diretor financeiro do Centro Comunitário Judaico da Grande Washington, Michael Feinstein. Segundo ele, as perdas para a instituição podem chegar a US$ 450 mil, ligadas a investimentos da federação.

Segundo o site especializado Bloomberg, a Carl and Ruth Shapiro Family Foundation tinha cerca de 45% de seus ativos --US$ 345 milhões-- investidos com Madoff. Entre as instituições beneficiadas por doações da fundação estão a Universidade Brandeis e o Museu de Belas Artes de Boston.

A fundação do senador democrata do Estado de New Jersey, Frank Lautenberg, tinha US$ 12,8 milhões, dos US$ 13,8 milhões em ativos que possui, investidos com Madoff.

A diretoria da Federação Judaica da Grande Los Angeles --maior instituição judaica sem fins lucrativos da cidade-- informou que as perdas da instituição podem chegar a US$ 6,4 milhões, cerca de 11% de sua dotação. O presidente da instituição, John Fishel, disse que a federação, com um orçamento de cerca de US$ 50 milhões, ainda tem recursos para continuar a prestar serviços.

17/12/2008 - 13h38 Folha online São Paulo Brasil
Leia mais

Caso Madoff gera investigação interna na SEC
Madoff usava "aura de exclusividade" para operar bilhões


zimermann


Investidor comete suicídio em NY após perdas com caso Madoff

da Folha Online---- 23/12/2008 - 16h18

O gerente francês de investimentos Rene-Thierry Magon de la Villehuchet, 65, cometeu suicídio nesta terça-feira, devido às perdas que o "hedge fund" (categoria de investimentos mais arriscados) Access International Advisors, do qual era um dos fundadores, sofreu com a fraude do ex-presidente da Bolsa Nasdaq, Bernard Madoff. Villehuchet teria perdido cerca de US$ 1,4 bilhão, segundo reportagem de hoje do diário francês "La Tribune".

A Access International vinham levantando fundos nos mercados europeus para aplicar no esquema de Madoff, segundo o jornal. De acordo com a reportagem, Villehuchet "não conseguiu lidar com a pressão após a revelação do escândalo". "Ele tirou a própria vida nesta manhã, em seu escritório em Nova York", diz o "La Tribune", citando fontes próximas ao investidor.

Segundo parentes do investidor francês ouvidos pela reportagem, ele passou "dia e noite na última semana tentando encontrar uma saída para recuperar o dinheiro de seus investidores", mas não resistiu à "caça por culpados" lançada na Europa.

Segundo o diário americano "The New York Times", paramédicos responderam a um chamado vindo de um endereço que correspondia ao do escritório da Access International. Na semana passada, a empresa de Villehuchet informou em uma nota que a prisão de Madoff um "desenvolvimento chocante" do caso. O dinheiro foi perdido através do fundo Luxalpha, com sede em Luxemburgo, e incluía investidores como o banco suíço UBS.


emanuel

Olá feliz Natal para todos.....
Já agora todos falam em buracos financeiros, cada dia mais buracos, pois,
pois, 50 que?
Não digam que a maça fugiu para Marte, pois....
Pensem bem, o dinheiro anda ai, nas contas de alguém, só que agora, querem desculpas, para o povo assumir o pagamentos, e todos, mas todos, a humanidade, vai ter de pagar, para meninos armados em espertos e valentes como esse Madoff, brincarem aos tolos... tolos são os que acreditam nisso?
Pois o dinheiro não conhece dono nem fala...POIS, POIS....
Feliz Natal a todos......
E já gora falta dizer que a culpa è toda do Binne Lança Bombas!!!
AT
Grande abraço para o Cbinv.

MikeC

Citação de: camafeu em Dezembro 21, 2008, 15:19
I Knew Bernie Madoff Was Cheating, That's Why I Invested with Him

http://finance.yahoo.com/tech-ticker/article/145115/I-Knew-Bernie-Madoff-Was-Cheating--Thats-Why-I-Invested-with-Him;_ylt=AttyZJJbnnjDqMVW1Hivj.Nl7ot4?tickers=&comment_start=361#comments

http://www.youtube.com/watch?v=HUv8rjBAdbk&eurl

http://www.haaretz.com/hasen/spages/1047173.html


Camafeu obrigado pelo artigo. Está do outro mundo e demonstra bem o quão rídiculas foram as autoridades americanas ao longo destes anos todos.
Recentemente alguns investidores processaram as autoridades americanas e , honestamente, depois de ouvir isto vou ter que concordar. É absolutamente inacreditável alguém manter aqueles retornos ano após ano, ainda para mais sendo constantes ao longo do ano, o que torna tudo ainda mais rídiculo, pois estes investimentos têm sempre uma certa sazonalidade.
Para piorar a coisa ninguém suspeitava do esquema ponzi, pois achavam que Madoff obtia os seus lucros fabulosos através de inside trading, ou seja, todos concordavam que era ilegal, mas ninguém se quis intormeter com o Deus de Wall Street.

Citação de: emanuel em Dezembro 24, 2008, 00:46
Olá feliz Natal para todos.....
Já agora todos falam em buracos financeiros, cada dia mais buracos, pois,
pois, 50 que?
Não digam que a maça fugiu para Marte, pois....
Pensem bem, o dinheiro anda ai, nas contas de alguém, só que agora, querem desculpas, para o povo assumir o pagamentos, e todos, mas todos, a humanidade, vai ter de pagar, para meninos armados em espertos e valentes como esse Madoff, brincarem aos tolos... tolos são os que acreditam nisso?
Pois o dinheiro não conhece dono nem fala...POIS, POIS....
Feliz Natal a todos......
E já gora falta dizer que a culpa è toda do Binne Lança Bombas!!!
AT
Grande abraço para o Cbinv.


Ninguém vai exigir que o povo pague o que Madoff deve, ainda para mais com os seus clientes a serem high profile. Quanto ao dinheiro Madoff também o investia, com certeza que muito perdeu-se pois ninguém pode acreditar que durante 50 anos angariou suficientes einvestidores para pagar os seus retornos fabulosos. Quando vendas algo que compraste pelo dobro não perdes dinheiro? Achas também que a CMVM fica com a diferença?o dinheiro mudou de mãos através de investiomentos, comissões, etc, ninguém roubou 50 mil milhões de euros directamente e fugiu com eles...

Abraço

lindaapastora

 

   ERA SÓ MAIS UM  MADOFF
  ::) ::) ::) ::)
   

Autoridade reguladora norte-americana descobre mais um esquema de Ponzi


   30/12/2008

   A Securities and Exchange Commission (SEC), autoridade reguladora do mercado de capitais norte-americano que está a ser avaliada pelo Congresso por não ter sido capaz de detectar o alegado esquema de Ponzi de Bernard Madoff, anunciou ter travado uma outra fraude, no valor de 23 milhões de dólares (16,2 milhões de euros), direccionada aos haitianos-americanos.

Um juiz federal de Miami concordou em congelar os activos, depois de a SEC processar George Theodule e duas empresas sob seu controlo por alegadamente enganar investidores ao prometer-lhes duplicar o seu dinheiro num prazo de 90 dias, referiu a autoridade reguladora em comunicado citado pela Bloomberg.

Theodule perdeu pelo menos 18 milhões de dólares (12,6 milhões de euros) em negociações no mercado accionista durante o ano passado. O alegado autor de um novo esquema de Ponzi tem 48 anos e incentivava à formação de clubes de investimento que canalizavam fundos para as suas empresas, tendo angariado mais de 23 milhões de dólares desde Novembro de 2007. Theodule dizia aos participantes que alguns dos lucros reverteriam para o financiamento de projectos destinados a ajudar a comunidade haitiana nos Estados Unidos, no Haiti e na Serra Leoa.

“Este alegado esquema de Ponzi visou membros insuspeitos de uma comunidade específica, na tentativa de tirar partido da confiança existente entre os membros dessa comunidade”, referiu no comunicado uma responsável da SEC, Linda Thomsen.

O processo intentado pela SEC refere também o Creative Capital Consortium, sedeado na Florida, e o Creative Capital Concept$, que já não opera. Theodule, que se mudou da Florida para o Estado da Geórgia em Setembro, geria ambas as empresas. A Creative Capital Concept$ era gerida com mais duas pessoas que a SEC não quis identificar.

Madoff, o fundador da Bernard L. Madoff Investment Securities, foi detido a 11 de Dezembro, depois de alegadamente ter contado aos seus dois filhos que tinha estado a utilizar dinheiro de novos investidores para pagar aos mais antigos, naquele que poderá ser o maior esquema de Ponzi da história – estando avaliado em 50 mil milhões de dólares (35,2 mil milhões de euros).

Entre os clientes de Madoff contam-se bancos, fundos de cobertura de risco, instituições de caridade, universidades e investidores privados.

2006 BPI. Todos os direitos reservados.


Quantos irão aparecer?

cumprimentos
lindaapastora
(terra linda)

bons negócios a todos

lindaapastora

www.malukosnabolsa.blogspot.com


-Os pontos aqui referidos representam apenas e neste momento a forma como vejo o mercado, poderei estar equivocado.  Em situação alguma deverão ser tidos como orientação de investimento

MikeC

Realmente era só o que faltava para o descrédito ainda maior da indústria financeira... Não há dia em que eu não acorde e me vá deitar sem uma notícia negativa. Ah doce bear market...

Abraço

zimermann

A grande explicação desse emaranhado

Thomas Friedman*, THE NEW YORK TIMES

O estrangeiro, um empresário ocidental, sentou-se ao meu lado durante um almoço da Asia Society em Hong Kong e me fez uma pergunta que, digo honestamente, jamais tinha sido feita até então: "Até que ponto a América está corrompida?" A pergunta veio a propósito da prisão do gestor de recursos e investidor Bernard Madoff, acusado de dirigir um chamado esquema Ponzi que lesou investidores em bilhões de dólares, mas não foi só por isso.

É toda essa maldita confusão que se verificou em Wall Street - o centro financeiro que os financistas de Hong Kong sempre admiraram. E eles se perguntam como nomes de marca do porte de um Bear Stearns, Lehman Brothers e AIG puderam acabar com os pés na lama? Onde, eles perguntam, estava a nossa Comissão de Valores Mobiliários e os rígidos padrões que nós pregamos para eles durante todos estes anos? Um dos mais respeitados banqueiros de Hong Kong, que pediu para não ser identificado, disse-me que a empresa de investimento americana onde trabalha fez fortuna na última década colocando ordem em bancos asiáticos enfermos. E isso foi feito importando as melhores práticas americanas, particularmente o princípio do "conheça o seu cliente" e os rígidos controles de risco. Mas agora, ele perguntou, para onde olhar em busca de uma liderança exemplar? "Antes havia os EUA", disse ele. Supunha-se que os investidores americanos tinham um conhecimento melhor e agora o próprio país está em dificuldades. Para quem vão vender seus bancos? É difícil para a América adotar os próprios remédios prescritos com sucesso para outros.  ???

Não simpatizo com Madoff. Mas o fato é que o seu alegado esquema Ponzi foi apenas ligeiramente mais vergonhoso do que o esquema "legal" que Wall Street conduziu, alimentado pelo crédito barato, parâmetros medíocres e uma enorme ganância.


Que nome dar para o fato de se dar a um trabalhador que ganha US$14 mil por ano uma hipoteca sem entrada e sem prestação por dois anos, para comprar uma casa de US$750 mil e depois transformar essa hipoteca em bônus - que a Mooddy? s ou a Standard & Poors classificam como títulos AAA - vendendo-os depois para bancos e fundos de pensão pelo mundo todo?

Era isso o que o nosso setor financeiro estava fazendo. Se não se trata de um esquema de pirâmide, então o que é? Longe de estar fundamentado nas melhores práticas, este esquema Ponzi legal teve por base os corretores hipotecários, pacotes de bônus, as agências de classificação, os vendedores de títulos e os proprietários de imóveis, todos trabalhando segundo o princípio IBG ("I?ll be gone" - já terei partido) quando os pagamentos vencerem ou a hipoteca tiver de ser renegociada.

É revelador e deprimente observar a nossa crise bancária a partir da China. É difícil evitar a conclusão de que Estados Unidos e China estão se tornando dois países e um único sistema.

Como assim? Fácil: diante do enorme pacote de ajuda aos bancos, pode-se agora olhar para os dois e dizer: "Bem, a China tem um enorme setor bancário estatal ao lado de um privado e os EUA hoje têm um enorme setor bancário estatal ao lado de um privado. A China tem grandes setores estatais, juntamente com setores privados e, tão logo Washington preste sua ajuda financeira a Detroit, os EUA terão um enorme setor estatal ao lado de setores privados.

Pode parecer exagero, mas a verdade é que as diferenças começam a ficar menos claras. Por duas décadas, autoridades americanas desfilaram por Pequim, pregando sobre a necessidade de a China privatizar bancos, disse Qu Hongbin, economista chefe do HSBC na China. "Assim, lentamente nós assim o fizemos, e agora, repentinamente, vemos todo mundo nacionalizando os seus bancos".
É deprimente porque a China, sob vários aspectos, sente-se mais estável do que os EUA hoje, com uma estratégia mais clara para superar a crise. E embora os dois países pareçam mais semelhantes, também parecem estar em trajetórias muito diferentes. Enquanto o capitalismo salvou a China, o fim do comunismo parece ter perturbado os EUA que perdeu os dois maiores concorrentes ideológicos : Pequim e Moscou. Quando o capitalismo americano não precisou mais se preocupar com o comunismo, parece ter enlouquecido.

Os bancos de investimento e os fundos de hedge se endividaram em níveis insanos, pagando para si mesmos salários absurdos e inventando instrumentos financeiros que desconectaram os credores dos tomadores de empréstimos, sem nenhum responsável. É por isso que não precisamos de um pacote de ajuda financeira; precisamos de uma ajuda ética, restabelecer o equilíbrio básico entre nossos mercados