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Joe Berardo

Iniciado por bluexip, Dezembro 22, 2007, 16:24

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bluexip

Ever wonder why fund managers can't beat the S&P 500? 'Cause they're sheep, and sheep get slaughtered.
- Gordon Gekko in Wall Street

Brokas

#1
Boas,

Pessoalmente acho incrível como é que alguém como este senhor foi Comendador é eleito pelo JN personalidade do ano :o :o :o
Enuncio:
A sua riqueza tem origens mais do que duvidosas.
Nunca criou nada neste pais, (e não duvidem que um dia vai-se embora tão depressa como voltou).
Não paga impostos pois a sua fundação é tax free.
É uma personagem que não respeita os outros independentemente da posição que ocupam (O insulto ao Rui Costa foi um bom exemplo)
Não tem nível nenhum, junto das suas obras de arte parece um elefante numa loja de cristais. (Faz lembrar o filme do Woody Allen em que ele após assaltar um banco se torna um milionário piroso - Small Time Crooks 2000)
E podia estar aqui a noite toda mas o fulano não merece...

Cumprimentos,

Brokas

zefontelo

É uma maquina.....loool

DUARTINI

Jornal Negocios tb baixou na minha consideração. Mas q entrevista mais pirosa, que so consegui ler meia duzia de perguntas e respostas tal ñ foi o piroso.
http://strapon.pt    http://sersexy.net

zefontelo

Se nao fosse ele, em vez de ser o BCp a emprestar dinheiro, ainda era o BCP a pedir...

tiagodandre

#5
Desinvestimento 2008-11-28 00:05
Berardo perde 700 milhões com descida da bolsa
Se vender as acções que tem no BCP, Zon e Sonae SGPS, o empresário perde 700 milhões.

"Só perco quando vender e só ganho quando vender." É esta a resposta que Joe Berardo à pergunta sobre a derrocada dos seus investimento na bolsa.

A crise financeira mundial não escolhe vítimas e nestes momentos quem mais investiu é quem mais perde, se vender. De acordo com  os cálculos  feitos pelo Diário Económico, desde o início do ano, Berardo já acumula uma menos-valia potencial de  mais de 697,9 milhões de euros só com a queda das acções que detém do Millenniumbcp, Zon e Sonae SGPS. Estes cálculos não têm em consideração o preço médio a que estas acções foram compradas.

Só no Millenniumbcp, onde o empresário controla 6,18% do capital, o potencial de perda atinge cerca de 534,6 milhões – entre 1 de Janeiro e o fecho de ontem as acções do maior banco privado português desvalorizaram 70,1%. Na Zon, a soma das posições da Fundação José Berardo e Metalgest (5,63% no total), acresce mais 96 milhões ao potencial de menos-valias da carteira de títulos do empresário, uma vez que os títulos da dona da TV Cabo caíram 59,5% em onze meses. Valores a que se somam os 67 milhões pelas perdas dos 2,49% que controla na Sonae SGPS – a desvalorização do grupo de Belmiro de Azevedo atingiu os 75,5% até ontem.

Mas o montante de perdas potenciais não deve ficar  por aqui se tivermos em conta os investimentos de Berardo em participações não qualificadas que o empresário não é obrigado a revelar ao mercado. O próprio Berardo reforça essa ideia: "eu não sou público. Não sou obrigado a dar essas informações."

Em Fevereiro, o "Expresso" noticiava, citando fonte ligada a Joe Berardo, que o investidor "não enfrenta qualquer problema de crédito". Mas o mundo financeiro mudou muito desde essa data. A queda abrupta dos mercados mundiais, a falência de muitas instituições financeiras e o descrédito no sistema são, no mínimo,  desconfortáveis para qualquer grande investidor no mercado de capitais. Boa parte das aquisições de Berardo foram financiadas por empréstimos bancários, apoiados em garantias assentes nas acções adquiridas. Uma situação inimaginável nos dia de hoje até porque ainda ninguém consegue prever como em quando terminará a crise.


Alguns negócios

-  As posições no Millenniumbcp, Zon, Sonae SGPS e Papelaria Fernandes estão entre as participações qualificadas (superiores a 2%).

-  A prestigiada leiloaria Christie's avaliou a Colecção Berardo composta por mais de 800 obras de arte em cerca de 320 milhões de euros.

-  Em Agosto de 2007, Joe Berardo acordou com o então presidente da PT Multimédia (hoje Zon), Zeinal Bava, a venda das suas empresas de cabo – Bragatel, Pluricanal de Leiria e Santarém.



Indústria papeleira 2008-11-28 00:05
Berardo abre nova guerra contra gestão da Papelaria Fernandes

Empresário apoia requerimento para alterar administração, estatutos e dimensão da redução de capital. Alternativas à operação-harmónio da proposta pela gestão da empresa têm de surgir até 15 de Dezembro.

Antes do final do ano, a 30 de Dezembro, está agendada uma assembleia geral extraordinária da Papelaria Fernandes (PF) para discussão e votação da operação-harmónio para recuperar financeiramente a empresa que promete dar que falar.

Joe Berardo, accionista com cerca de 20% da PF, vai ter uma palavra a dizer e apesar de não se assumir como o protagonista principal, está a abrir mais uma frente de batalha contra a gestão de Catarina Formigo.

Em causa, está a proposta apresentada pela administração da PF para efectuar a reestruturação financeira da empresa. Em traços largos, a proposta que a administração da empresa apresentou para discussão na assembleia geral extraordinária marcada para 30 de Dezembro prevê uma redução de capital para 4.895.577 euros, para cobertura de perdas. Depois, propõe-se um aumento de capital para 20,070 milhões de euros, o que pressupõe, na prática, uma injecção de capital fresco de cerca de 15 milhões de euros.

Berardo está contra esta proposta. Mostrando o seu descontentamento em declarações ao Diário Económico, o empresário queixa-se de que "ela foi feita à revelia dos accionistas". "Não tivemos qualquer conhecimento prévio dessa proposta", desabafa.

Por isso mesmo, segundo o Diário Económico apurou, o accionista da PF José António Morgado Henriques, com cerca de 20% do capital da empresa, apresentou esta semana um requerimento, propondo três alterações à proposta apresentada pela administração da papelaria. O objectivo é flexibilizar a verba de redução de capital, diminuindo o seu montante e atenuando o esforço financeiro dos accionistas que acorrerem à operação.

Outra alteração proposta é que os actuais accionistas possam ceder direitos sobre as respectivas acções, possibilitando a entrada de novos elementos na empresa. Por fim, pede-se a substituição do actual conselho de administração, nomeadamente da sua presidente.

O DE apurou ainda que estes três pontos de alteração têm o apoio tácito da Fundação Ernesto Estrada (que controla cerca de 32,8% da PF) e de Joe Berardo.

Contactada pelo Diário Económico, fonte oficial da PF, disse apenas que "os requerimentos apresentados pelos senhores accionistas são aprovados nos termos da lei pelo senhor presidente da Assembleia Geral, não cabendo à administração da Papelaria Fernandes fazer qualquer comentário sobre essa matéria".

Joe Berardo reconhece ter tido "várias reuniões com outros accionistas" da PF e sublinha que José António Morgado Henriques e a Fundação Ernesto Estrada são "essenciais para arranjar uma solução, porque têm mais de 50%". No entanto, recusa estar concertado com estes accionistas porque diz "ter de ver as propostas em pormenor para depois decidir".

Mas, percebe-se que Berardo concorda com o teor das propostas apresentadas deste requerimento. Por exemplo, a alteração da administração, "porque estão lá há muitos anos e levaram a empresa ao que se vê".


Corrida contra o tempo
No entanto, se for aprovado este requerimento pelo presidente da assembleia geral da PF, João José Alves de Sá Nogueira, os seus proponentes terão de apresentar uma solução até 15 de Dezembro.

Berardo reconhece implicitamente que está numa corrida contra o tempo para encontrar alternativas viáveis de financiamento para recuperar a Papelaria Fernandes. O empresário madeirense admite mesmo que "as coisas estão difíceis", referindo-se obviamente aos crescentes constrangimentos de obtenção de crédito provocados pela conjuntura de crise económica generalizada.

Sobre os contornos da referida operação-harmónio, o empresário não se pronuncia, dizendo apenas que "vamos analisar as coisas", além de "pedir mais informação à administração" da PF.

A operação-harmónio proposta pela PF administração da empresa insere-se num programa de recuperação financeira já aprovado pelo IAPMEI.


Uma situação financeira débil agravada de ano para ano
Há vários anos que se prolonga a débil situação financeira da Papelaria Fernandes. No exercício de 2007, a empresa registou prejuízos de 4,262 milhões de euros, uma 'performance' significativamente mais agravada que os 1,431 milhões de euros negativos verificados no exercício de 2006. Os resultados transitados da empresa no final do ano passado subiram aos 44,649 milhões, agravando a situação deficitária que já era notória em 2006, quando se verificaram resultados transitados negativos de 35,797 milhões de euros. A administração da empresa é presidida por Catarina Gorjão Formigo, que se encontra no cargo desde Julho de 1999. O seu actual mandato termina a 31 de Dezembro de 2010. A entrada da Inapa na estrutura accionista na Papelaria Fernandes, em 1988, é considerada por Joe Berardo e outros accionistas como uma das razões principais para esta entrada no 'vermelho' da PF.

"Aprenda com os erros alheios. Não viverá o bastante para cometer todos os erros." (Martin Vanbee)

"Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros." (Benjamin Franklin)

Broker_Invest

Esta frase não deixa de ter o seu sentido de verdade.

"Só perco quando vender e só ganho quando vender."

Ele e outros accionistas estão todos entalados devido a crise, agora a Paciência vai ter que ser de LUXO.

abraço
Não há mal que perdure e bem que dure sempre

mibusiness

Citação"Só perco quando vender e só ganho quando vender."

esta é a típica frase do perdedor...mesmo que não venda já está a perder (o montante escrito da conta dele não engana). aliás se vender agora pode entrar quando quiser e até talvez mais barato por isso não percebo estas afirmações sem sentido

eduardo07

Sinceramente não me acredito que esteja a peder tanto, porque um homem com o dinheiro que tem e os investimentos que fez e faz, de certeza que deve ter muita gente a gerir os seus investimentos devem ter colocado stops depois comprou mais tarde mais barato a menos e assim foi jogando, e será que tambem não e da responsabilidade desses senhores assim como ele que o mercado está como está que despejam tudo para depois comprarem a menos de metade do preço para mais tarde fazerem fortunas??

Mas se ainda continua com as mesmas posições nas mesmas empresas então devemos e comprar porque ele perder dinheiro não vai...

Broker_Invest

Citação de: mibusiness em Novembro 28, 2008, 14:56
Citação"Só perco quando vender e só ganho quando vender."

esta é a típica frase do perdedor...mesmo que não venda já está a perder (o montante escrito da conta dele não engana). aliás se vender agora pode entrar quando quiser e até talvez mais barato por isso não percebo estas afirmações sem sentido

Mibusiness, temos que ver os dois pontos de vista, as acções nunca ganham maturidade, hoje podem valer pouco e daqui 5 anos podem valer 5 vezes mais, tenho um caso caricato de um tipo que comprou em 2002 Sonae-SGPS ao preço que está agora, ele disse que o investimento era para 10 Anos, viu o titulo a valorizar + de 400% e pensou que aquilo chega-se aos 500% iria vender nos 2.4€ , secalhar em 2012 ele possa ter razão, mas ele deixou estar a sua posição quieta, agora viu-se triste por ver a seu investimento como tempo perdido, mas se tivesse vendido tinha ganho, e esta lei aplica-se de modo igual para quem está entalado.

Abraço.
Não há mal que perdure e bem que dure sempre

mibusiness

Mas durante o período que está entalado pode precisar ou querer usar o dinheiro e não pode. portanto já perdeu dinheiro, no entanto a situação é reversivel.  O berardo recorreu ao crédito para comprar muitas acções por isso acho que está bastante entalado...

cumprimentos

Broker_Invest

Citação de: mibusiness em Novembro 28, 2008, 15:44
Mas durante o período que está entalado pode precisar ou querer usar o dinheiro e não pode. portanto já perdeu dinheiro, no entanto a situação é reversivel.  O berardo recorreu ao crédito para comprar muitas acções por isso acho que está bastante entalado...

cumprimentos

O Tio Belmiro disse isso no lancamento da Sonae-Capital em bolsa, nunca pedir dinheiro ao banco investir, esse é o maior erro que um investidor pode cometer, e além disso nunca investir numa optica para o curto prazo porque pode trazer dissabores.  :-\

Abraço.
Não há mal que perdure e bem que dure sempre

Buysantander

"no comment"

egas

Citação de: Buysantander em Janeiro 25, 2009, 16:23
"no comment"
estavam a espera de que ??? muitas das fortunas que se vem por ai sao ficticias e alavancadas mas quando as coisas dao para o torto e que sao elas, mas ainda conseguiu que lhe dessem mais credito senao tinham que juntar tudo ao passivo e darem como perdido :D ou entao estao com grande FE que o mercado de a volta nos proximos MESES ???

PauloFNunes

Por acaso também acho que é uma máquina. Talvez um Soros à Portuguesa! :D

Mas julgo que ninguém pode acusar alguém, porque é especulador, de não criar riqueza, afinal estes são necessários para garantir liquidez nos mercados financeiros.

Por outro lado na minha óptica o Sr. Joe Berardo tem alguma obra feita, da qual são exemplos:

-Hotéis Classic Savoy e Royal Savoy (Ambos dos melhores hotéis do mundo na sua categoria).
http://www.savoyresort.com/pt/awards.html

-A Fundação Berardo atribui Bolsas de Estudo para o Ensino Superior;

-Participações na industria vinícola;

Quem quiser saber mais pode procurar em qualquer motor de busca.

É no entanto um outsider, e diz o que lhe apetece. Isto incomada muita gente que faz questão de criar lobby "contra" esta personagem.

Penso que deverá ser uma daquelas pessoas que se adora ou odeia.