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colapso da união monetária europeia

Iniciado por Cucas, Março 05, 2009, 22:35

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Cucas


Malta,

O Roubini não desarma. Agora até já há acordos para salvar países!

http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=357578

Dúvida: Preferem falar Francês ou Alemão? :P

Abraço, Cucas
Mail: [email protected]
Msn: [email protected]

zimermann

Não tem colapso ,não .Encontraram os trilhões roubados antes da CRISE.

Suíça admite pela 1ª vez rever sigilo bancário

País vive um dos momentos mais críticos de sua história e tenta desesperadamente manter suas leis


GENEBRA - Pela primeira vez em um século, a Suíça admite rever seu segredo bancário e aceitaria acordos de cooperação até mesmo com o Brasil. O país vive um dos momentos mais críticos de sua história e tenta desesperadamente manter suas leis. Mas nem o regime Nazista na Alemanha nem a Segunda Guerra Mundial conseguiram o que a atual crise financeira parece agora estar obtendo: um compromisso dos suíços de que poderiam flexibilizar o sigilo.

Processos legais nos Estados Unidos contra os bancos suíços e uma pressão política do G-20 pelo fim dos paraísos fiscais estão fazendo o governo de Berna acenar com a possibilidade de uma negociação.


"Não posso nem imaginar a abolição do segredo bancário", afirmou ontem o presidente da Suíça, Hans Rudolf Merz. "O segredo bancário é parte de uma atitude social, da mentalidade de nosso país. É a proteção da privacidade. Não vejo motivo para acabar com o segredo bancário", disse.

O segredo bancário é mais que uma "atitude social". Sem ele, cerca de 70 bancos estrangeiros poderiam simplesmente deixar a Suíça. Só o temor de uma mudança e a crise financeira internacional já geraram uma hemorragia de US$ 1,4 trilhão nos bancos suíços desde 2008.

Merz revelou que o governo suíço estuda a possibilidade de, pela primeira vez, avaliar a adoção de leis que separam hoje a fraude fiscal e a evasão fiscal. Na Suíça, a evasão fiscal não é um crime se for cometida por um estrangeiro a seu país de origem. Os bancos acreditam que estão apenas prestando um serviço. Mas Merz recusou qualquer acordo que obrigaria a Suíça a passar automaticamente informações sobre correntistas a outros governos.

"Estamos considerando a distinção entre a evasão fiscal e a fraude", disse. "Queremos uma estratégia para desenvolver o segredo bancário, não acabar com ele", disse. Há quem defenda no governo que atos de severa evasão sejam considerados como fraude.



O temor da Suíça é de que Estados Unidos, França, Reino Unido e Alemanha cumpram o que prometeram e saiam da cúpula do G-20, em Londres, com um compromisso de acabar com os paraísos fiscais. Essa seria a forma de garantir um repatriamento de parte dos US$ 7 trilhões que hoje estariam nesses locais sigilosos. Metade desse dinheiro estaria na Suíça.


"A crise está fazendo com que governos saiam em busca de dinheiro", afirmou Merz. Os suíços ainda querem evitar serem incluídos em uma eventual lista negra do G-20 de paraísos fiscais. A crise nos bancos suíços eclodiu quando o UBS foi forçado a dar 250 nomes de correntistas americanos ao Departamento de Justiça dos Estados Unidos. Agora, Washington quer 52 mil nomes.


Do outro lado do Atlântico, os países europeus já declararam guerra contra a Suíça e querem a flexibilização das leis bancárias do país. A Suíça planeja para esse fim de semana uma cúpula com outros países que sofrem a mesma pressão. "Queremos dizer claramente ao G-20 que não somos um paraíso fiscal", disse Merz.

Buysantander

Roubini falou o mercado bateu em mais um fundo relativo, o gajo tá feito com a Máfia...