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Mercados Asiáticos

Iniciado por Nyk, Março 26, 2010, 08:43

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Nyk

Acções asiáticas sobem com optimismo em relação a uma solução para a Grécia

As acções asiáticas estão a subir e levam o índice de referência para a Ásia e Pacífico a negociar em máximos de Outubro de 2008, depois dos responsáveis europeus terem chegado a acordo sobre as ajudas à Grécia.
O índice MSCI Ásia – Pacífico sobe 0,6% para 124,03 pontos, com cerca de três acções a valorizar por cada uma que desce. O índice regista uma valorização de 8,6% desde os mínimos de dois meses registados a 8 de Fevereiro.

"As expectativas de melhores resultados estão a impulsionar o mercado de acções", disse o gestor de fundos da Okasan Asset Management, Yoshihiro Ito à Bloomberg. "A questão da Grécia está mais ou menos controlada, mas ainda é preciso erradicar o problema das finanças soberanas".

Em Tóquio, o Nikkei avançou 1,55% para 10.996,37 pontos e chegou a negociar nos 11.000,08 pontos, ultrapassando os 11.000 pontos pela primeira vez desde 3 de Outubro de 2008. O Topix ganhou 1,53% para 966,72 pontos.

O Shangai Composite sobe 1,3% e o Hang Seng de Hong Kong aprecia 0,4%. O Kospi, na Coreia do Sul, permaneceu practicamente inalterado e o australiano S&P/ASX perdeu 0,2%.

Os responsáveis europeus deverão anunciar um acordo relativo a um pacote de ajudas à Grécia, depois de os líderes da 16 nações que aderiram ao euro, terem ontem subscrito uma proposta franco-alemã, de empréstimos bilaterais combinados com empréstimo do Fundo Monetário Internacional.



Nyk

Chineses da Geely compram Volvo

A americana Ford vai vender o construtor de automóveis sueco Volvo aos chineses da Geely - hoje mesmo, em Göteborg, a sede da empresa, está marcada uma reunião com a presença de Stephen Odell, presidente da Volvo, Lewis Booth, responsável financeiro da Ford... e Li Shufu, o presidente do fabricante chinês. O montante da transacção não foi revelado, mas os meios financeiros falam em 1,35 mil milhões de euros. A Volvo emprega 22 mil trabalhadores.

http://dn.sapo.pt/bolsa/Interior.aspx?content_id=1530535

Nyk

JPMorgan alerta bancos contra plano da Dubai World    


O plano de pagamento de dívidas da Dubai World, empresa controlada pelo Governo, pode ser "negativo" para os credores, porque tem por base a venda de activos e dividendos. Quem o diz é o JPMorgan.

Depois de quase quatro meses de incerteza, o Dubai apresentou um plano de reestruturação da dívida da Dubai Worl, que prevê a emissão de novos títulos e o pagamento integral das dívidas aos credores num prazo de oito anos.

Na semana passada, o emirado anunciou que vai injectar 9,5 mil milhões de dólares para ajudar 'holding' a pagar as suas dívidas. Uma decisão que foi aplaudida pelos investidores, com o índice de referência do Dubai a escalar 4,3%, a melhor prestação desde 14 de Dezembro do ano passado.

Mas o JPMorgan avisa que o plano de pagamento de dívidas da Dubai World pode ser "negativo" para os 97 bancos credores da 'holding', incluindo o HSBC, o Lloyds e o Standard Chartered.

Diz o analista Zafar Nazim num relatório do banco norte-americano, citado pela Bloomberg, que no plano de reestruturação "não existe menção a uma garantia de pagamento por parte do Governo para os bancos credores da Dubai World".

"O Governo pretende apenas injectar 1,5 mil milhões de dólares em dinheiro na Dubai World para apoiar os credores e os compromissos de investimento. O mesmo é dizer que os credores da Dubai World irão depender da venda de activos e do pagamento de dividendos", acrescenta o documento, com data de 25 de Março.

As dificuldades financeiras do Dubai surgiram na sequência da crise internacional, que provocou no território uma das piores crises imobiliárias do mundo, com os preços a caírem mais de 50% e o valor dos projectos cancelados a rondar os 220 mil milhões de euros.

O FMI estima que a dívida do Dubai seja superior a 100 mil milhões de dólares.


Nyk

Acções asiáticas sobem com ganhos na China a compensarem descida no Japão

As acções asiáticas negoceiam em alta, com as cotadas chinesas dos sectores das matérias-primas e da banca a subirem e a compensarem a descida das acções no Japão, onde mais de 2.500 empresas passaram a negociar em ex-dividendo.

O índice de referência para a região, MSCI Ásia – Pacífico, avança 0,2% para 124,75 pontos, com cinco acções a subir por cada quatro que descem. O índice valoriza 9,3% desde os mínimos registados a 8 de Fevereiro, com os dados do emprego norte-americanos, a promessa da Reserva Federal de manter em baixa os custos de financiamento e um programa de crédito à banca a sobreporem-se aos receios com os défices orçamentais de países europeus.

"O crescimento está a parecer cada vez mais incutido", disse estratega da AMP Capital Investors, Nader Naeimi à Bloomberg. "Os investidores estão à espera de ver a recuperação transformar-se em franca expansão".

Os índices japoneses encerraram em baixa, pressionados pela passagem a ex-dividendo de mais de 2500 cotadas na sessão de hoje. A Takeda Pharmaceutical, maior farmacêutica do país e uma das cotadas que mais remunera o accionista na região, desceu 1%

O australiano S&P/ASX 200 ganhou 0,2%, depois de o governador da Reserva australiana ter dito que as taxas de juro deverão voltar ao "normal", uma vez que os preços das casas no país, "estão a ficar bastante elevados". Na Nova Zelândia, o NZX 50 ganhou 0,3%.

O Shangai Composite avançou 2% e a Hang Seng de Hong Kong aprecia 0,8%, com os sectores da banca e energético a liderarem os ganhos no país. O China Construction Bank avançou 2,5% depois de divulgar que os lucros duplicaram no último trimestre do ano, com a descida do crédito malparado e o crescimento da concessão de crédito.

A China Petroleum, ou Sinopec, avançou 2,5% para 12,08 yuan (1,32 euros) e liderou os ganhos do sector energético, depois de te recebido autorização do governo para aumentar os preços dos combustíveis.



Nyk

Perspectivas económicas animam investidores da Ásia e Pacífico
As acções asiáticas sobem e negoceiam próximas de máximos de dez semanas, num dia em que o risco das obrigações da região desceu, com as melhorias das perspectivas para a economia a encorajar os investidores a procurarem exposição a activos de maior risco.

O MSCI Ásia – Pacífico sobe 1% para 126,28 pontos e prepara-se para encerrar ao nível mais alto desde dia 18 de Janeiro. O índice de referência para a região prepara-se para registar uma valorização de 5% durante o trimestre, numa quarta valorização consecutiva. O custo de segurar o risco de incumprimento da dívida japonesa e australiana caiu.

Os mercados asiáticos negoceiam animados por uma vaga de dados económicos animadores, divulgados tanto na Europa e Estados Unidos, enquanto os índices da região se encontravam encerrados, como na Ásia e Pacífico.

A despesa dos consumidores norte-americanos cresceu em Fevereiro pela quinta semana consecutiva e o Banco Central da Coreia do Sul divulgou o resultado de um inquérito que indica que a confiança dos industriais está em máximos de, pelo menos, sete anos. Os europeus estão mais confiantes hoje do que em qualquer altura dos últimos dois anos, segundo o relatório do Eurostat. Na Nova Zelândia, a aprovação de licenças de construção de habitação cresceu em Fevereiro pela primeira vez nos últimos três meses.

"Com um número de dados económicos a sinalizar uma recuperação económica estável tanto ao nível doméstico como no estrangeiro, o apetite pelo risco também está a recuperar", disse o estratega do Mizuho Trust & Baking, Masahide Tanaka, à Bloomberg. "E à medida que o apetite pelo risco melhora, os activos como as acções e as divisas de maior retorno deverão atrair um maior fluxo de capitais".

Em Tóquio, o Nikkei avançou 1,01% para 11.097,14 pontos e encerrou no valor mais elevado desde Outubro de 2008, depois de ter sido divulgado que a taxa de desemprego do país, está em mínimos de um ano. O Topix aprecia 1,31% para 978,75 pontos.

A bolsa de valores da Coreia do Sul, Korea Exchange, disse hoje que espera que o número de empresas listadas no índice suba em cinco vezes até 2012, com a "abundância" de liquidez a atrair empresas da China, Estados Unidos e Japão.

O Banco da Coreia disse que o índice de expectativas dos produtores industriais cresceu para 105 pontos em Março, o máximo desde pelo menos 2002, quando o banco divulgou o índice pela primeira vez.



Nyk

Acções asiáticas corrigem de ganhos recentes


As acções asiáticas negoceiam pressionadas por receios de que as recentes valorizações tenham levado os títulos do índice de referência para a Ásia e Pacifico a negociarem sobrevalorizadas, face aos resultados das cotadas do índice.

O MSCI Ásia – Pacifico desce 0,6% para 125,16 pontos e corrige parte do ganhos que acumula este mês. O índice prepara-se para registar a maior valorização mensal desde Julho, ao subir 6%, nos últimos 31 dias.

"As avaliações estão justas depois das recentes valorizações", disse a gestora de fundos do ABN Amro Private Banking, Daphne Roth à Bloomberg. "As acções não estão baratas mas também não estão caras. Nós ainda temos uma exposição superior às acções, uma vez que acreditamos que a recuperação económica global está em curso".

Em Tóquio, o Nikkei permaneceu praticamente inalterado, ao descer 0,06% para 11.089,94 pontos e o Topix recuou 0,11% para 978,47 pontos. O Shangai Composite recuou 0,6% e o australiano S&P/ASX 200 desceu 0,8%, depois de dados divulgados pelo governo, terem mostrado que actividade do retalho desceu.

A BHP Billiton desceu 1,9% e liderou as perdas entre as produtoras de matérias-primas. O banco japonês, Sumitomo Mitsui Financial Group declinou 1,8%, com especulação de que uma proposta do governo irá atrair as poupanças dos depositantes para produtos financeiros vendidos nos correios, reduzindo os depósitos nos bancos.


Nyk

Ásia impulsionada por dados económicos e OPA na Austrália


As acções asiáticas negoceiam em terreno positivo pelo quarto de cinco dias, animadas por dados económicos da China e do Japão e por uma oferta de aquisição na Austrália.

O MSCI Ásia – Pacifico avança 0,9% para 126,24 pontos e acumula uma valorização de 11% desde o mínimo de mais de dois meses registado a 8 de Fevereiro, animado por alguns factores animadores como redução dos receios relativos ao endividamento de alguns países europeus e pelo compromisso da Reserva Federal, em manter as taxas de juro em mínimos "por um período prolongado".

"Os dados vão continuar a ser suportar [as perspectivas crescimento económico], mesmo durante o segundo trimestre deste ano", disse o gestor de fundos da Platyplus Asset Management, Prasad Patkar à Bloomberg. "O maior cepticismo ou prende-se com a segunda metade do ano, em que as actividade económica estar um pouco mais exposta, do na actividade induzida pelos estímulos, que nós estamos a ver agora".

O Nikkei avançou 1,39% para 11.244,40 pontos e o Topix subiu 0,70% para 985,71 pontos, depois de um relatório do governo ter mostrado que a confiança entre os maiores industriais do país progrediu por um quarto trimestre consecutivo.

Em Hong Kong o Hang Seng apreciou 0,95% e o Shangai Composite valorizou 1%, animado pelo índice dos gestores de inventário na China subiu para 55 pontos em Fevereiro, ficando em linha com as estimativas do analistas inquiridos pela Bloomberg, segundo a agência para a indústria, Li & Fung Group. O resultado deste índice ficou em linha

"A economia está em boa forma e o crescimento ainda está a ganhar ritmo", disse o gestor de fundos da Shangai Kingsun Investment, Dai Ming

A Lihir Gold, que é a segunda maior empresa mineira da bolsa de valores australiano, ganhou 33% para 4,04 dólares australianos, depois de ter rejeitado uma proposta de aquisição, feita pela Newcrest Mining, no valor de 9,2 mil milhões de dólares australianos.



Nyk

Acções asiáticas sobem com optimismo relativo às taxas de juro nos EUA

As acções asiáticas subiram pela quinta sessão consecutiva e levaram o índice de referência para a Ásia e Pacífico a registar a sua maior série de ganhos desde Julho, com os investidores a apostarem que a Reserva Federal norte-americana vai manter as taxas de juro inalteradas.

O índice MSCI Ásia – Pacífico aprecia 0,6% para 128,07 pontos e acumula um ganho de 2,4% nas últimas cinco sessões. Face ao mínimo em que negociou a 8 de Fevereiro, o índice acumula uma subida de 12%.

Ontem foram divulgadas as minutas da última reunião de Reserva Federal (Fed) dos EUA, que mostraram que alguns membros do banco central alertaram para o risco de se subir as taxas de juro demasiado cedo, segundo a Bloomberg que cita as minutas da reunião da Comissão Federal de Mercado Aberto de dia 16.

Hoje o presidente da autoridade monetária, Ben Bernanke, poderá reiterar o compromisso de manter as taxas de juro em mínimos históricos, "por um período prolongado", em Dallas, onde se espera que Bernanke fale publicamente acerca dos desafios da retoma económica.

"A medida da Fed de manter as taxas de juro em mínimos históricos é vista como positiva", disse o gestor de fundos da Pengana Capital em Sydney, Tim Schroders à Bloomberg. "Existe um compromisso de assegurar que a recuperação atinge o ponto em que é auto-sustentável e em que já não depende de estímulos monetários ou fiscais".

Em Tóquio, o Nikkei apreciou 0,09% para 11.2929,83 pontos e o Topix avançou 0,60% para 996,70 pontos. O australiano S&P/ASX 200 ganhou 0,2% e o NZX da Nova Zelândia progrediu 0,5%.

O Hang Seng de Hong de Kong negociou pela primeira vez desde 1 de Abril e acelerou 1,5%, a ajustar-se às recentes subidas do seus congéneres, e prepara-se para registar um novo máximo histórico.




Nyk

Acções asiáticas invertem ganhos dos últimos cinco dias


As acções asiáticas negoceiam em queda, pressionadas pelas acções do sector mineiro e automóvel, depois de terem sido divulgados os dados do crédito ao consumo nos Estados Unidos e de as encomendas de maquinaria no Japão terem ficado aquém das expectativas.

O índice MSCI Ásia – Pacifico desce 0,6% para 127,48 pontos e corrige parte da subida de 2,5% que registou nas últimas cinco sessões. Sete acções descem por cada duas que avançam.

"Nesta fase do ciclo dos mercados, é relativamente típico ver um certo grau de incerteza", disse o chefe de activos da Manulife Asset Management Hong Kong, Tahnon Pasha à Bloomberg. "Ainda estamos à espera de ver a passagem de uma recuperação liderada pelos estímulos para uma liderada pelo consumo".

Em Tóquio, o Nikkei desceu 1,10% para 11.168,20 pontos e o Topix recuou 0,91% para 986,50 pontos. O Shangai Composite desceu 0,7% e o australiano S&P/ASX 200 declinou 0,5%.

O sector mineiro negociou pressionado pela descida dos metais e das matérias-primas. Ontem a bolsa de metais de Londres declinou 0,6%. Já o petróleo perdeu ontem 0,1% após o encerramento, prolongando a descida de 1,1% durante a sessão.

A BHP Billiton, maior mineira do mundo, caiu 2% para 43,70 dólares australianos (30,3 euros) e a Rio Tinto, que é a terceira maior mineira do mundo, depreciou 1% para 80,02 dólares.

"As pessoas vêm a queda do crédito ao consumo nos Estados Unidos, como uma indicação de que as salários e as despesas e consumo na região, não estão com uma tendência sólida de subida", disse o gestor da Ichoyoshi Investment Management, Mitsushige Akino à Bloomberg.


Nyk

Bolsas japonesas em alta ligeira com expectativas de subida de resultados

As praças japonesas encerraram hoje a negociar em alta ligeira, animadas pelas valorizações do sector do retalho, suportado pelas expectativas de subida dos resultados. Já o sector automóvel e electrónico impediram maiores valorizações.

O índice Nikkei fechou a avançar 0,32% para 11.204,34 pontos, enquanto o Topix cresceu 0,32% para 989,17 pontos. Na semana, o japonês Nikkei caiu 1%, a sua primeira descida em nove semanas, enquanto o Topix deslizou 0,3%.

A animar esteve a Fast Retailing, que disparou 3,7%, para máximos de cinco semanas, depois da maior retalhista de roupa nipónica ter subido as suas previsões de lucros e de dividendo.

"A economia está numa tendência de recuperação, mas as acções estão a subir um pouco demasiado depressa considerando o ritmo de retoma económica", adiantou Kenji Sekigichi, da Mitsubishi UFJ Asset Management, à Bloomberg.

Apesar dos ganhos do sector do retalho, o sector tecnológico encerrou em queda e impediu maiores valorizações dos índices. A Canon desceu mais de 3%, penalizada por uma descida de recomendação por parte do Goldman Sachs.

No sector automóvel, a Toyota Motor desceu 0,7%.



Nyk

Resgate da Grécia impulsiona acções asiáticas


As acções asiáticas subiram e levaram o índice MSCI Ásia – Pacifico para máximos de 20 meses, depois de ter sido aprovado um pacote de ajudas à Grécia que deverá abrandar os receios de que o incumprimento do país penalize o crescimento mundial. A subida dos preços dos metais e da energia também impulsionaram as acções da região.

O índice MSCI Ásia – Pacifico avançou 0,5% para 128,67 pontos e prepara-se para encerrar ao seu nível mais elevado desde Agosto de 2008. O índice acumula uma subida de 13% face ao seu mínimo deste ano, de dia 8 de Fevereiro, animado pelas perspectivas de crescimento económico dos Estados Unidos.

Um acordo entre os parceiros europeus, para atribuir um pacote de ajudas de 45 mil milhões de euros à Grécia, ajudou a reduzir os receios de que o incumprimento da dívida soberana do país, penalizasse o mercado de crédito e ameaçar o crescimento da economia mundial. As praças asiáticas foram também impulsionadas por ganhos nos metais e mercados energéticos, bem como por dados da produção industrial nos Estados Unidos.

"A aparente resolução da incerteza em relação à situação da dívida grega, reduz o potencial de várias notícias negativas", disse o gestor de fundos da Pengana Capital em Sydney, Tim Schroders à Bloomberg. "Há maior incerteza de que a recuperação económica esteja a decorrer e isso deve suportar os preços das acções e as avaliações".

No Japão, o Nikkei ganhou 0,42% para 11.251,90 pontos e o Topix apreciou 0,75% para 996,87 pontos. O Shangai Composite desceu 0,7%, pressionado pelos construtores e pela redução do crédito dos bancos, com preocupações de que o mercado imobiliário está a sobreaquecer. O índice SET perdeu 3,5%, com os confrontos entre militares e a população a levar os investidores estrangeiros a venderem as suas posições no país.

Os países europeus ofereceram um empréstimo à Grécia, com uma taxa de juro abaixo do mercado, com a finalidade de ajudar o pais a equilibrar o seu orçamento e restaurar a confiança no euro.

A Billabong International, que realiza um quarto das suas vendas na Europa, apreciou 2,6% para 11,53 dólares australianos (7,96 euros),

Os ministros europeus das finanças anunciaram que vão emprestar 30 mil milhões de euros, a taxa de juro de 5%, que fica abaixo dos 6,98% que o mercado exigia nas obrigações do país a dez anos, na passada sexta-feira.

A BHP Billiton, que é a maior produtora de petróleo do mundo, subiu 1,3% para 44,46 dólares australianos e a Rio Tinto, que é a terceira maior mineira do mundo, ganhou 1,6% para 80,77 dólares australianos. O conjunto de metais que são negociados na bolsa de metais de Londres ganhou 1% na última sexta-feira e o petróleo subiu hoje pela primeira vez em quatro sessões.



Nyk

Crescimento da economia e resultados das cotadas impulsionam Ásia



As principais praças asiáticas estão a subir e o índice de referência para a Ásia e Pacífico está a negociar em máximos de 20 meses, animadas pelos resultados de empresas norte-americanas e por dados económicos das maiores economias do mundo.

O índice MSCI Ásia – Pacífico sobe 0,6% para 129,12 pontos e prepara-se para encerrar ao seu nível mais elevado de 6 de Agosto de 2008. O índice negoceia 13% acima do mínimo em que negociou a 8 de Fevereiro, com dados económicos animadores a serem divulgados nas principais economias do mundo e os receios em torno da crise orçamental grega a abrandarem.

"Houve um elegante conjunto de resultados que foram divulgados durante a noite de ontem nos Estados Unidos", disse o estratega da AMP Capital Investors sedeado em Sydney, Shane Oliver à Bloomberg. "Temos bons indicadores económicos a dizer que os consumidores estão de volta com alguma solidez, o que aponta ganhos futuros. Isso não elimina o risco de uma correcção no curto prazo".

Em Tóquio, o Nikkei apreciou 0,61% para 11.273,79 pontos e o Topix ganhou 0,71% para 998,11 pontos. O Hang Seng de Hong Kong ganha 0,4% e o australiano S&P/ASX 200 subiu 0,2%.

O PIB da China cresceu 11,9% em termos homólogos, no primeiro trimestre do ano, segundo dados divulgados pelo gabinete de estatística do país. Este crescimento compara favoravelmente com os 11,7% para que apontava a média das estimativas dos 24 economistas inquiridos pela Bloomberg. Ontem nos Estados Unidos foi divulgado o crescimento das vendas a retalho e um nível de inflação em linha com o esperado.

O JPMorgan divulgou um crescimento de 55% dos seus lucros, antes da abertura da sessão norte-americana de ontem, dando o pontapé de saída na época de apresentação de resultados dos bancos e casas financeiras norte-americanas.


Nyk

Bolsas asiáticas corrigem de máximos de 20 meses


As praças asiáticas corrigiram de máximos de 20 meses, depois os pedidos de subsídio de desemprego nos Estados Unidos terem aumentado e da China tomar medidas para arrefecer o mercado imobiliário do país.

O índice japonês encerrou a recuar 1,52% para os 11.102,18 pontos, enquanto o Topix caiu 1,03% e o índice MSCI Ásia Pacífico deslizou 0,8% para os 128,03 pontos, depois de ontem ter fechado no valor mais alto desde 6 de Agosto de 2008.

A penalizar a negociação esteve a divulgação de indicadores negativos nos EUA. Ontem, o país revelou que os pedidos de subsídio de desemprego aumentaram inesperadamente na semana passada.

Já a China continua a tomar medidas para refrear o crescimento do mercado imobiliário do país, alimentando os receios dos investidores em relação ao ritmo da retoma económica.

"Os investidores acreditam que o 'outlook' de crescimento continua a melhorar e estão a tentar comprar oportunidades", adiantou Angus Gluskie, gestor do White Funds Management, citado pela Bloomberg, acrescentando que, ainda assim, "no momento, as pessoas estão um pouco cautelosas em ter demasiado risco em jogo".

No sector energético, a BHP Billiton caiu 0,8%, penalizada pelas descidas do cobre e do petróleo nos mercados internacionais, enquanto a Woodside Petroleum desvalorizou 1,7%.



Nyk

Bolsas japonesas recuam para mínimos de Fevereiro

As praças japonesas encerraram a cair mais de 1,5%, a negociarem em mínimos de Fevereiro, depois dos Estados Unidos terem acusado o Goldman Sachs de fraude, com os preços das matérias-primas a descerem e o iene a valorizar.

O nipónico Nikkei recuou 1,74% para os 10.908,77 pontos, enquanto o Topix desceu 1,69% para os 972,14 pontos.

A penalizar esteve o sector financeiro, com o Sumitomo Mitsui a desvalorizar 4,4%, enquanto o Mitsubishi UFJ Financial Group perdeu 3,3% e o banco de investimento Nomura caiu 3,6%.

"O 'timing' das acusações contra o Goldman foi perfeito para os investidores procurarem vender acções, desde que os mercados mundiais têm estado a sobreaquecer", adiantou Kiyoshi Ishigane, estratega do Mitsubishi UFJ Asset Management, à Bloomberg.

Na passada sexta-feira, o regulador de mercado norte-americano, a Securities and Exchange Comission (SEC), processou o Goldman Sachs e um ex-vice-presidente, acusando o banco e o responsável por alegadamente terem defraudado investidores.

De acordo com um comunicado, emitido pela SEC e citado pela Bloomberg, a instituição terá defraudado investidores ao adulterar e omitir informações importantes sobre produtos financeiros associados a crédito imobiliário de alto risco ("subprime").



Nyk

Ásia sobe com voto dividido dos reguladores na investigação ao Goldman

As acções asiáticas subiram, com os receios em torno de uma regulação mais austera a abrandarem depois de se saber que a decisão do regulador norte-americano, SEC, levou a uma divisão dos votos dos responsáveis da comissão reguladora.

O índice de referência MSCI Ásia – Pacifico sobe 0,7% para 126,44 pontos e recupera parte da descida de ontem, que foi a maior desde 19 de Fevereiro.

A decisão da Securities and Exchange Comission (SEC), de processar o Goldman Sachs, não foi tomada por unanimidade na última reunião da comissão reguladora, o que veio reduzir os receios de que as autoridades venham a processar outras firmas financeiras e a aprovar reformas nas regras para as instituições financeiras mais austeras para os mercados.

"O mercado vai acabar por ultrapassar estas questões de restrição da regulação, à medida que as perspectivas de crescimento permaneçam positivas", disse o gestor de fundos do MFC Global Investment Management, Terrace Chum à Bloomberg. "Entretanto o mercado pode estar agitado. Não há pressa para comprar activos".

Em Tóquio, o Nikkei recuou 0,07% para 10.900,68 pontos e o Topix apreciou 0,13% para 972,11 pontos. O australiano S&P/ASX 200 avançou 0,4% e o Kospi da Coreia do Sul ganhou 0,7%.

Na China, o Shangai Composite desce 0,4% depois de o governo ter aprovado mais medidas adicionais para combater a subida dos preços das propriedades.

O índice das firmas financeiras do MSCI Ásia – Pacifico valorizou 0,6% depois de o presidente da SEC Mary Schapiro ter utilizado o seu voto decisivo para aprovar o processo à Goldman Sachs, indicando que houve divisão dos membros do conselho do regulador norte-americano, na decisão que levou o sector financeiro a desvalorizar mais de 2%, na sessão de ontem. A imprensa citou fontes não identificadas.

"O voto dividido dos reguladores abrandou a excessiva ansiedade de que os outros bancos seriam processados", disse o estratega chefe do Toyota Asset Management, Masaru Hamasaki à Bloomberg.