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Galp - (GAL.LS)

Iniciado por Pedro Miranda, Novembro 28, 2007, 22:22

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Nyk

Galp Energia aposta no mercado da eficiência energética


A Galp lançou hoje a nova unidade de negócios Galp Soluções de Energia, uma operação virada para a disponibilização de serviços e produtos para a eficiência energética nas empresas, um mercado que, segundo as estimativas do grupo, poderá vir a movimentar 400 milhões de euros por ano em Portugal.

"Temos 15 novos serviços de eficiência energética que consubstanciam aquilo que será a nova actuação da Galp Energia", referiu o director de inovação da Galp, João Nuno Mendes, na apresentação da nova divisão, que decorreu esta quarta-feira no Centro Cultural de Belém, em Lisboa.

"A Galp Soluções de Energia não se vai dirigir ao mercado doméstico. Não estamos a falar de soluções massificadas, mas sim de soluções customizadas às necessidades de cada empresa", explicou o mesmo responsável.

Conforme o Negócios havia noticiado no final de Janeiro, a nova área de actuação prevê serviços de diagnóstico ao desempenho energético das empresas e a disponibilização de soluções para as necessidades que venham a ser detectadas, como instalações solares térmicas, fotovoltaicas e de cogeração, por exemplo.

Com base em dados relativos à União Europeia a 15, a Galp estima que o mercado nacional tenha um potencial de 400 milhões de euros por ano na implementação de soluções de eficiência energética.

O presidente executivo da Galp, Manuel Ferreira de Oliveira, sublinhou a dimensão do grupo como oportunidade para captar clientes para a Galp Soluções de Energia. "Não conheço nenhuma outra empresa portuguesa que tenha a capilaridade profunda que tem a nossa empresa", referiu o presidente da petrolífera.

O lançamento desta nova unidade de prestação de serviços tem como motivação a conquista de um mercado em crescimento. "Nós não queremos vender mais, queremos vender melhor. Porque se nós não o fizermos alguém vai fazer por nós. Não é um acto de beneficência, trata-se de um acto de inteligência empresarial", afirmou Manuel Ferreira de Oliveira.

Também presente nesta iniciativa, o secretário de Estado da Energia e da Inovação, Carlos Zorrinho, referiu que o lançamento da Galp Soluções de Energia "transmite uma mensagem muito forte ao mercado". O governante afirmou ainda, durante a cerimónia em Lisboa, que "a eficiência energética no sector dos transportes é a área de maior desafio que temos de enfrentar".



Nyk

Barclays elege Galp como o "investimento preferido" entre empresas europeias de refinação


O Barclays elevou o preço-alvo da Galp Energia, elegendo a empresa portuguesa como o "investimento preferido" entre as companhias de refinação independentes da Europa.

Numa nota de "research" de hoje, a casa de investimento britânica actualiza as suas perspectivas para o sector das empresas de refinação da Europa, concluindo que a subida das margens é "transitória" e deverão voltar a cair em breve.

Neste sector, onde são analisadas 13 cotadas, "o nosso investimento preferido é a Galp, apesar de reflectir mais o valor do negócio na exploração de petróleo no Brasil", salienta o Barclays.

São quatro as empresas que merecem uma recomendação de "overweight": a Galp, Motor Oil, Saras e Grupa Lotos, empresas que oferecem "uma combinação de avaliação com desconto, elevada qualidade e refinarias flexíveis, uma estratégia clara e focada e balanços fortes".

Para a Galp Energia o Barclays elevou o preço-alvo de 13,50 para 14,00 euros, uma avaliação que incorpora um potencial de valorização de 9%.

Pela positiva, o Barclays destaca o negócio de produção e exploração ("upstream") da Galp Energia, negócio que vale a maior parte da avaliação (8 euros por acção). "Comparando com o sector da refinação europeu, o 'upstream', em especial no Brasil, representa uma vantagem competitiva", salienta o Barclays, que classifica a unidade de refinação e distribuição ("downstream") como um factor de pressão negativo.

O Barclays justifica a recomendação positiva para as acções com o facto de a cotação actual "não incorporar, como há dois anos, um potencial significativo no Brasil", onde a empresa beneficia com a participação no poço de Tupi.



SwingTrader

Sistema continua comprado na Galp

Fenicio

Galp Energia - 01/04/2010

Na sessão desta quinta-feira a Galp Energia presenteou os investidores com uma subida fantástica de 2,10% (a maior do PSI 20) para os € 13,13, finalmente rompendo em alta a sua resistência dos € 13,00, posicionando-se em máximos dos últimos 18 meses.

O seu perfil técnico está impecável (nada de negativo a salientar), o que me faz acreditar na continuidade das subidas no futuro a curto prazo.





Mercado Fenício

Análises Técnicas sobre os principais títulos europeus e norte-americanos. Actualização diária!

Nota: As análises apresentadas constituem artigos de opinião do autor, não devendo ser entendidos como recomendações de compra e venda ou aconselhamento financeiro.

Fenicio

Galp Energia - 06/04/2010

Na sessão desta terça-feira a Galp Energia valorizou 0,99% para os € 13,26, posicionando-se pela segunda sessão consecutiva acima da sua resistência dos € 13,00. A cotação também registou novos máximos dos últimos 18 meses, coroando assim uma tendência bullish de curto prazo vigorosa e bastante saudável.

Apesar de visivelmente esticada e sobre-comprada, os seus indicadores técnicos transmitem-me a ideia de que as subidas estão aí para continuar. Acima do seu patamar actual consigo identificar resistências relevantes à volta dos € 13,75 e € 15,00.





Mercado Fenício

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Nota: As análises apresentadas constituem artigos de opinião do autor, não devendo ser entendidos como recomendações de compra e venda ou aconselhamento financeiro.

Nyk

Galp aposta em nova tecnologia para exportação de betume
A Galp Energia reforçou a sua capacidade de exportação de betume em larga escala, utilizando a tecnologia Bitubag. Este novo sistema permitiu alcançar exportações superior a 10 milhões de euros em dois anos.

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Joana  Gonçalves
[email protected]


A Galp Energia reforçou a sua capacidade de exportação de betume em larga escala, utilizando a tecnologia Bitubag. Este novo sistema permitiu alcançar exportações superior a 10 milhões de euros em dois anos.

De acordo com o comunicado da Galp, "o Bitubag é um sistema integrado que permite transportar até mil quilos de betume". Além desta característica, ainda trás vantagens a nível ambiental, "na medida em que reduz as perdas, ao permitir o total aproveitamento do betume".

"O negócio de betumes da Galp Energia movimenta anualmente um valor superior a 60 milhões de euros, o que revela a importância desta solução inovadora em termos relativos nos resultados operacionais do negócio", revela o comunicado.

Os volumes vendidos têm uma média anual que ultrapassa as 200 mil toneladas.

A Galp Energia é a primeira empresa europeia a apostar nesta solução e a adoptá-la comercialmente para a venda dos seus ligantes betuminosos.



Nyk

Galp anuncia que poço Tupi OW tem potencial


Um novo poço do campo petrolífero offshore do Tupi confirmou o potencial de petróleo leve nos reservatórios do pré-sal daquela área do Brasil, onde a Galp Energia integra o consórcio de exploração.

"O consórcio formado pela Petrobras, pela BG Group e pela Galp Energia, para a exploração do bloco BM-S-11, em águas ultra profundas da Bacia de Santos, comunica que a perfuração de mais um poço na área de Tupi confirma o potencial de óleo leve nos reservatórios do pré-sal daquela área", refere um comunicado da empresa liderada por Ferreira de Oliveira.

O novo poço, informalmente conhecido como Tupi OW, está localizado na área do Plano de Avaliação de Tupi, em lâmina de água de 2.131 metros, a cerca de 270 km da costa do Rio de Janeiro e a 12,5 km a nordeste do Tupi.

A descoberta foi comprovada através de amostragens de petróleo leve (cerca de 25º API) por teste a cabo, em reservatórios localizados em profundidades maiores do que as constatadas pelos poços perfurados anteriormente.

As informações obtidas neste poço, de par com as obtidas nos demais poços já perfurados, reforçam as estimativas do potencial de 5 a 8 mil milhões de barris de óleo leve e gás natural recuperável nos reservatórios do pré-sal da área de Tupi, salienta o comunicado.

"O consórcio dará continuidade às actividades e investimentos previstos no Plano de Avaliação aprovado pela ANP [Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, do Brasil], que prevê a perfuração de outros poços até à declaração de comercialidade, prevista para Dezembro de 2010", refere também o comunicado.

Recorde-se contudo que há duas semanas a estatal brasileira Petrobras tinha anunciado que a produção de petróleo do Tupi seria antecipada para Outubro.

A Galp Energia tem uma participação de 10% no consórcio que explora o BM-S-11, cabendo 65% à Petrobras (operadora) e 25% à BG Group.

Nesta mesma bacia, de grande potencial exploratório, a Galp Energia detém ainda participações noutros três blocos: BM-S-8 (14%), BM-S-21 (20%) e BM-S-24 (20%).

Na semana passada, a Galp anunciou que os resultados dos testes de formação no quarto poço do Tupi revelaram uma "altíssima produtividade".



Nyk

Potencial do pré-sal brasileiro é positivo para a Galp


O potencial de petróleo leve nos reservatórios do pré-sal brasileiro, anunciado ontem pela Galp Energia, que integra o consórcio de exploração desta área de águas profundas no Brasil, é considerado positivo, pelos analistas, para a empresa liderada por Ferreira de Oliveira.

Segundo os analistas do Banif, esta notícia é "ligeiramente positiva" para a Galp, pois contribui para reforçar o potencial do Tupi (BM-S-11), que continua compreendido entre os cinco e os oito milhões de barris.

"As nossas estimativas assumem 6,5 milhões de barris para o BM-S-11", salienta a nota de análise daquele banco, que tem um "price-target" de 14,60 euros para a empresa e uma recomendação de "comprar".

Por seu lado, o CaixaBI também considera positivas estas notícias provenientes do Brasil. "Esta descoberta reforça a estimativa adiantada pelo consórcio, que aponta para um intervalo entre cinco e oito milhões de barris de petróleo e gás natural", refere o "research" do CaixaBI, relembrando que a avaliação do banco para a Galp tem como pressuposto um valor de reservas para o Tupi perto deste limite superior".

O CaixaBI tem uma recomendação de "comprar" e um preço-alvo de 16 euros para a petrolífera nacional.

Os analistas do BPI também dizem ser "ligeiramente positivo" o impacto desta notícia para a Galp, uma vez que os resultados da prospecção deste novo poço vêm confirmar o fluxo positivo de notícias tem se tem vindo a registar em torno da área do Tupi. Além disso, a nota de análise do BPI refere que a qualidade do petróleo que foi agora anunciada (25º API) é melhor do que os níveis anteriormente divulgados (27º-28º API), o que implica a possibilidade de vender a um valor mais elevado.

Recorde-se que um novo poço do campo petrolífero offshore do Tupi, informalmente conhecido como Tupi OW, confirmou o potencial de petróleo leve nos reservatórios do pré-sal daquela área do Brasil, referiu ontem a Galp em comunicado à CMVM.

A Galp Energia tem uma participação de 10% no consórcio que explora o BM-S-11, cabendo 65% à Petrobras (operadora) e 25% ao BG Group. Nesta mesma bacia, de grande potencial exploratório, a Galp detém ainda participações noutros três blocos: BM-S-8 (14%), BM-S-21 (20%) e BM-S-24 (20%).



Kopler


Goldman vê potencial de subida de 25% na Galp

Os analistas da Goldman prevêem uma subida dos títulos da Galp para 16,4 euros.


Numa nota de análise, em que actualiza as suas avaliações para as petrolíferas, a Goldman informa que reviu em alta o seu preço-alvo da Galp para 16,4 euros, uma subida de 10,8% face aos anteriores 14,8 euros.

O novo 'target' confere um potencial de subida de 25% às acções da Galp, tendo em conta a actual cotação (13,08 euros).

O banco norte-americano justifica a nova avaliação com base no aumento da procura de petróleo. "A melhoria da procura de petróleo tanto nos países da OCDE como nos restantes países tem implicações positivas para os preços do crude e as margens de refinação", pode ler-se no 'research'.

As acções da Galp subiam 1,51% para 13,08 euros.

Fonte:http://economico.sapo.pt/noticias/goldman-ve-potencial-de-subida-de-25-na-galp_87272.html

Nyk

Galp rouba à Shell liderança do mercado de combustíveis de Cabo Verde


A Galp Energia conquistou a liderança do mercado de combustíveis de Cabo Verde, tendo atingindo no ano passado uma quota de 55% e superando a multinacional Royal Dutch Shell, segundo as informações avançadas ao Negócios pela Galp, com base em dados da Agência de Regulação Económica de Cabo Verde.

Neste arquipélago a Galp tem uma das suas operações mais relevantes em África, continente onde vendeu no ano passado 600 mil toneladas de produtos petrolíferos. Em Cabo Verde a Galp Energia vendeu 135 mil toneladas, um nível apenas ultrapassado pelas 246 mil toneladas vendidas em Angola.



Nyk

Produção de petróleo da Galp Energia aumentou em 39%


A Galp Energia revelou um aumento de 39% na produção de petróleo, nos primeiros três meses deste ano, face ao período homólogo, para um total de 18,5 milhões de barris da matéria-prima, por dia.

Segundo um comunicado da petrolífera, a produção média "working interest" registou um aumento de 4,6% em relação ao último trimestre do ano passado, crescendo 39% em termos homólogos.

Por dia, a Galp Energia produziu 18,5 milhões de barris de petróleo, o que compara com os 13,3 milhões nos primeiros três meses de 2009, refere o comunicado com dados preliminares do primeiro trimestre.

A produção "net entitlement" subiu 51,1% em termos homólogos e 4% face ao quarto trimestre de 2009, refere a companhia liderada por Ferreira de Oliveira que vai apresentar as contas finais a 6 de Maio.


Galp perde 15,5 milhões com "atraso" na actualização dos preços dos


A diferença temporal entre as cotações dos combustíveis nos mercados internacionais e o seu reflexo no preço praticado na venda destes nos postos de abastecimento, provocou uma perda de 15,5 milhões de euros nos resultados da Galp Energia no primeiro trimestre deste ano.

Este efeito, conhecido por "time lag", é o resultado das condições estabelecidas contratualmente para os operadores do mercado português, incluindo a própria Galp Energia, reflectirem com um atraso de cerca de uma semana as variações dos preços verificados nos mercados internacionais.

No mesmo período do ano passado, a petrolífera tinha também registado um prejuízo com este "atraso", mas de 14,5 milhões de euros, refere o comunicado com dados preliminares do primeiro trimestre que a Galp Energia enviou, hoje, à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários.

A empresa liderada por Ferreira de Oliveira revelou igualmente os dados preliminares referentes às vendas da unidade de refinação e distribuição. As receitas com produtos refinados apresentaram um crescimento de 10,4%, em termos homólogos, para 4,4 milhões de euros.


SwingTrader

Sistema dá Sinal de Venda

Nyk

Receios sobre Portugal deixaram Galp Energia "atractiva", diz o Goldman Sachs



O Goldman Sachs defende que o impacto negativo do aumento da percepção de risco de Portugal sobre a Galp Energia é "infundado". Como tal, recomenda "comprar" acções da petrolífera nacional que, depois das quedas recentes, está a negociar em níveis "atractivos". O potencial do Brasil é "virtualmente gratuito".

"Apesar do elevado rácio entre a dívida e os capitais, o valor dos activos da petrolífera não se alterou", destaca o Goldman Sachs, justificando assim a perspectiva de que a queda recente das acções da Galp Energia, em resultado da maior percepção de risco sobre Portugal e os seus activos, é "infundada".

Na perspectiva do banco norte-americano, "o valor da Galp Energia, sem o negócio da exploração no Brasil, é de 11,80 euros e, como tal, o actual preço no mercado oferece aos investidores um atractivo ponto de entrada, com o potencial do Brasil virtualmente de graça", refere o analista Henry Morris, no "research" a que o Negócios teve acesso.

As acções da empresa liderada por Ferreira de Oliveira terminaram a última sessão a cotar nos 11,685 euros, após uma queda de 2,22%. Face ao novo "target" do Goldman Sachs, de 15 euros, o potencial de subida dos títulos é de 28%, o que levou o banco a elevar a recomendação para "comprar". A anterior avaliação era de 16,40 euros.

Nyk

Angolanos vão reforçar na Galp fora da aliança com Amorim


O futuro da estrutura accionista da Galp está próximo de estar clarificado. Mas a sua estrutura de gestão ainda não: as negociações entre Estado, Américo Amorim, angolanos (Sonangol e Isabel dos Santos) e brasileiros da Petrobras estão em fase adiantada, para "dividir" os 33,34% que a Eni detém na empresa portuguesa.

Como o Negócios já noticiou, a participação da Petrobras está definida: os brasileiros ficarão com 25% da Galp. O que ainda está a ser definido são os poderes atribuídos à participação. Em causa está a negociação de alterações estatutárias que atribuam aos brasileiros poder, quer em determinadas decisões estratégicas da empresa, quer na composição dos órgãos de governo de sociedades.



Nyk

Américo Amorim diz que Galp não necessita de aumentar capital


Américo Amorim, accionista de referência da Galp, afirma que a petrolífera não necessita de efectuar um aumento de capital.

"A Galp Energia não precisa de aumentar os recursos financeiros até 2011", disse Américo Amorim ao "Diário Económico", desvalorizando as pressões que a Galp tem recebido no sentido de aumentar o capital para fazer face ao plano de investimentos.

"Quando se diz que a empresa tem necessidade de aumentar a liquidez, isso é um desconhecimento da própria empresa", adianta ainda Américo Amorim.

Américo Amorim adianta que "a Galp tem possibilidade de gerar liquidez de vários lados". E remata: "quando tiver de o fazer logo se verá... mas alguém pode pensar que a empresa vai sentir dificuldades nessa área? Basta ouvir Ferreira de Oliveira que diz isso permanentemente."