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Pararede...

Iniciado por Nyk, Setembro 06, 2006, 00:04

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Nyk

Informação à Imprensa – 27 de Setembro de 2006 Centro de Suporte a Clientes ParaRede lança serviço de manutenção de POS inédito em Portugal �� Comunicação e disponibilidade permanente das 9h-20h, 365 dias por ano �� Garante pagamentos electrónicos operacionais sem incómodos e quebras do negócio �� Centro de Suporte a Clientes mantém cerca de 20.000 POS (1/6 do mercado) Porque os problemas não existem apenas das 9 às 18 horas durante a semana e o negócio dos clientes não pode parar, o Centro de Suporte a Clientes da ParaRede acaba de lançar um serviço de manutenção inédito em Portugal, o POS 9:20. O novo serviço do CSC e da Unidade de Pagamentos Electrónicos garante um novo horário de suporte das 09.00 às 20.00 horas, sete dias por semana, a todos os equipamentos POS da ParaRede. Desta forma, o programa de suporte avançado ParaRede POS 9:20 rompe com a oferta tradicional neste mercado e acrescenta valor ao negócio dos clientes da ParaRede. João Moreira, vice-presidente da ParaRede TI, explica: "sabendo que a falha num terminal de pagamento electrónico pode representar a perda de um negócio, de uma transacção ou mesmo de um cliente, a ParaRede procurou lançar agora este novo serviço de manutenção, elevando o nível de excelência dos seus serviços de suporte e manutenção na área de Tecnologias de Pagamento Electrónico". "O novo serviço de manutenção garante a disponibilidade do equipamento e a sua reparação, o que permite aos restaurantes, lojas e outros clientes que usam terminais de pagamento da ParaRede, manter os seus pagamentos electrónicos operacionais sem incómodos e quebras de pagamentos ao seu negócio", garante ainda João Moreira. O Centro de Suporte a Clientes da ParaRede conta com uma equipa de 150 colaboradores e oferece aos clientes um conjunto de serviços de elevado valor acrescentado, cobrindo todo o território nacional. A ParaRede mantém um parque de cerca de 20.000 POS, o que representa 1/6 do mercado actual (120.000 POS), valor que ilustra a competência que o mercado reconhece à ParaRede. Os contratos de venda, instalação e manutenção de POS assinados com cinco dos maiores Bancos nacionais, assim como a parceria com alguns dos principais instaladores e integradores mais representativos do mercado dos pagamentos electrónicos, têm vindo a comprovar o sucesso da ParaRede na área de negócio das Tecnologias Próprias. Acerca da ParaRede Cotada no Euronext Lisbon (PAD.IN), o Grupo ParaRede é uma referência na área das Tecnologias e Sistemas de Informação. Tem a sua oferta estruturada em três divisões operacionais: Infra-estruturas, Serviços e Tecnologias, oferecendo soluções específicas para os segmentos de mercado da Banca e Serviços Financeiros, TMT's, Administração Pública, Saúde e Indústria e Serviços. Presente em vários países, a ParaRede constrói com os seus Clientes soluções tecnológicas úteis e inovadoras, que contribuem para o progresso sustentado das organizações. Mais informações sobre a empresa podem ser obtidas em www.pararede.com

Bazuga

Temos tido nos ultimos dias noticias (boas/más)  ??? ??? ::)da Pararede e a cotação continua inalterada.
Há alguem que saiba o que se passa com a Acção?
A Pararede divulga boas noticias e não sobe, o Sr. Eng. Paulo Ramos falava e ela caía vamos lá nós perceber o que se passa.

Nyk

Luanda, Angola, 29 Set - O sistema Multicaixa de Angola vai passar a aceitar cartões Visa e Mastercard dentro de dois meses, afirmou ao semanário angolano A Capital o presidente do Conselho de Administração da Empresa Interbancária de Serviços (Emis), Pedro Puna.

O presidente da Emis adiantou que os técnicos da empresa estão a trabalhar para respeitar a orientação do Banco Nacional de Angola que fixa o mês de Novembro como a data limite para o sistema de caixas automáticos do país aceitar os cartões de crédito Visa e Mastercard.

Para tal, contam com o apoio de uma equipa de técnicos da Sociedade Interbancária de Serviços (SIBS), que gere o sistema Multibanco em Portugal, para preparar o sistema para aceitar tantos os cartões emitidos por entidades angolanas como os internacionais.

A empresa portuguesa ParaRede é a fornecedora de equipamentos à Emis que acaba de certificar alguns dos terminais - POS Europa - que funcionam de acordo com as regras EMV (Europay, Mastercard, Visa). (macauhub)

egas

A PAD so volta a andar se mudarem de discurso, eles continuam a dizer que estao compradores e isso nao interessa, tem que voltar as aliancas ou possiveis fusoes. Eu recuperei do forte prejuizo que tive entre 2000 e 2002 na PAD nos anos a seguir quando comecei a compra-las a 0.30, 0.26, 0.24, 0.22, 0.18, 0.17, e quando foram aos 0.50 vendi tudo e fiquei praticamente flet na conta. Depois de anunciarem na altura um aumeto de capital ela veio aos 0.40 e comecei a comprar ate que parei nos 0.30 e foi o pior erro que cometi porque investi forte a pensar que ia para cima e nunca mais la foi, perdi praticamente tudo o que ganhei quando vendi em MAIO deste ANO. Tem havido boas noticias mas nao anda equanto eles insitirem que estao compradores de outras empresas.

Bazuga

Mais uma Boa noticia vem aí, penso eu.
Ver no site da Pararede, AEA, Auto Estradas Atlântico.
A Pararede garante funcionamento das AEA em caso de uma Catástrofe.

Nyk

O simulacro do Projecto Tecnológico de Segurança das Auto-estradas do Atlântico
(AEA) realizado pela ParaRede garantiu que em caso de catástrofe as AEA
conseguem manter operacionais as plataformas necessárias para o funcionamento
das auto-estradas, sem qualquer prejuízo para os clientes.
O Projecto Tecnológico de Segurança das Auto-estradas do Atlântico dotou a AEA
de processos tecnológicos que permitem dar respostas a situações de desastre. "O
sucesso do projecto, nomeadamente do simulacro, resultou do bom
desenho tecnológico da solução implementada na AEA com fortíssima
colaboração da ParaRede, da articulação harmoniosa e eficaz entre a
equipa da AEA e da ParaRede e do excelente planeamento de actividades",
esclarece Jorge Cunha, Chefe do Projecto pela AEA. Este projecto representou para
as Auto-estradas do Atlântico um investimento de € 635 mil.
A ParaRede planeou, acompanhou e definiu o simulacro, contando com uma equipa
com várias competências, ao nível técnico, processual e gestão de projecto. Todo o
simulacro foi planeado ao pormenor, sendo uma surpresa para os intervenientes a
hora e data. Os sistemas foram abaixo às 8:00 da manhã e sete horas depois
encontravam-se operacionais. A falha simulada englobou todos os sistemas de
backoffice operacional das portagens. A AEA esteve apenas duas horas sem e-mail.
"O Simulacro dotou a concessionária Auto-Estradas do Atlântico de um
conjunto de processos de boas práticas que lhe permite abordar de forma
ordenada incidentes pontuais ou situações extremas de catástrofes. O
facto da ParaRede ter um conhecimento aprofundado da realidade
tecnológica da AEA, facilitou a optimização de tempo e recursos",
acrescenta Jorge Cunha.
A ParaRede efectuou um teste real de simulação de desastre no Datacenter da AEA
em Torres Vedras e a activação do centro de Disaster Recovery na Tornada, tendo
conseguido replicar toda a infra-estrutura necessária para o bom funcionamento da
AEA e testar situações reais de falha de serviços e de tempos reduzidos de
reposição dos mesmos.
A reposição foi efectuada sem incidentes, não tendo sido afectado o trabalho
operacional dos colaboradores. A empresa esteve em funcionamento com os
sistemas no site de Disaster Recovery durante dois dias, em completa
operacionalidade. Durante este processo houve um acompanhamento e divulgação
de informação aos colaboradores da disponibilidade de sistemas, conforme o plano
de comunicação elaborado.
Segundo Ricardo Fernandes, Administrador da ParaRede TI "Este projecto da
Unidade de Consultoria da ParaRede, permitiu à AEA a implementação das infraestruturas
e processos necessários, suportados nas melhores práticas de gestão de
cenários de Disaster Recovery. Acrescentou ainda, "A experiência, especialização e
metodologia de trabalho da Unidade de Consultoria da ParaRede, contribuiram para
o atingimento dos objectivos definidos para este projecto de elevada visibilidade
organizacional. Esta referência vem reforçar a profunda convicção da ParaRede, em
ampliar investimentos neste âmbito de competências".
Com a duração de 3 meses, os principais objectivos do Simulacro do Projecto
Interno de Segurança das AEA passaram por rever e melhorar a documentação da
AEA no âmbito de Disaster Recovery, avaliar o impacto no negócio e na infraestrutura
tecnológica numa situação de desastre, efectuar testes individuais aos
diferentes sistemas da AEA, formar os colaboradores da Direcção de Sistemas de
Informação da AEA e efectuar uma simulação total de desastre no Datacenter.
"Desta forma culmina um longo projecto que englobou diversas
actividades de organização interna do sector de TI da AEA, cuja duração
total atingiu os três anos, de acordo com o plano inicial, abaixo do
orçamento previsto e em que a ParaRede soube sempre apresentar as
propostas técnico financeiras mais competitivas para cada uma das (...)
etapas que o compuseram e em que a AEA solicitou proposta ao mercado."
conclui Paulo André, Director de Sistemas de Informação da AEA.

Nyk

Não há maneira de quebrar a resistência dos 0,26, hoje depois de ter andado tanto tempo a fechar a 0,26, fechou a cair para os 0,25, mas água mole em pedra dura tanto bate até que fura, acho que em breve vai vencer a barreira dos 0,26.

Nyk

A Pararede esteve a semana toda em correcção com muito pouco volume e pode estar a preparar-se para nova arrancada. Que poderemos esperar da proxima semana já que está a tocar na LTA e deverá ter uma reacção nos próximos dias.

Nyk

Nota à Imprensa – 09 de Outubro de 2006
Evento decorre entre 8 e 12 de Outubro
ParaRede convidada a participar no
'ITS World Congress & Exhibition 2006'
A ParaRede, a Brisa e o Instituto Superior de Engenharia de Lisboa (ISEL) são as
únicas organizações portuguesas convidadas a participar na 13ª edição do 'World
Congress & Exhibition on Intelligent Transport Systems and Services' (ITS), que
decorre entre 8 e 12 de Outubro, em Londres.
Esta participação resulta da apresentação de um projecto tecnológico desenvolvido
pela Brisa, em conjunto com a ParaRede e com o ISEL, para a criação de uma nova
versão do Sistema de Gestão e Monitorização de Portagens (SGPM).
O 'ITS World Congress & Exhibition' é o maior evento anual de Sistemas de
Transporte e Serviços Inteligentes que junta especialistas de todo o mundo e onde
estão representados os melhores produtos e serviços da indústria.
Durante as apresentações, exposições e sessões de discussão formais e informais
que compõem o evento são abordadas diversas temáticas desde soluções para
melhorar o uso operacional dos sistemas e dos serviços até pesquisas e formas de
planeamentos para suportar novas aplicações.
O congresso e a exposição têm como objectivos encorajar e facilitar a troca de
informações nesta área e apresenta-se como uma oportunidade única para as
empresas darem a conhecer os trabalhos desenvolvidos.
Solução Inovadora para Gestão de Portagens
O SGMP é uma solução inovadora de cobrança electrónica de portagens, que
promove a interoperabilidade de acordo com as normas europeias, assim como a
ligação de dispositivos multi-vendor, suportados por serviços especializados, tais
como a classificação de veículos, reconhecimento automático de matriculas,
detecção e validação de identificadores. A Arquitectura Orientada a Serviços do
SGMP é suportada por um Bus Inteligente – ITSIBus, que garante a
interoperabilidade baseada em standards, mensagens seguras e fiáveis, suporte à
autenticação de informação e entidades, suporte aos processos e negócio,
colaboração entre partes, armazéns de informação distribuídos e acessíveis, assim
como suporte à detecção de falhas e monitorização dos Níveis de Serviços
prestados.
Baseada em tecnologia Sun (Jini) e identificação por radiofrequência (RFID), o
ITSIBus foi concebido de forma aberta, ou seja, os equipamentos de vários
fabricantes podem ligar-se ao sistema como peças de um lego. Além de substituir a
Via Verde original (projecto Migrar), a ideia é que o sistema seja exportável para
outros países e utilizável no âmbito da futura Via Verde pan-europeia

Nyk

Na pararede tudo na mesma, está tudo dependente dos resultados de amanha, se forem bons teremos possivelmente uma subida, se não forem nada de especial continuaremos a espera de melhores dias :!:  :!:  :!:

Nyk

ParaRede regista lucros de 154 mil euros até Setembro (act.)
A ParaRede registou lucros de 154 mil euros nos primeiros nove meses do ano, recuperando assim dos prejuízos registados no mesmo período do ano passado. Neste período as vendas caíram, mas as prestações de serviços contrariaram esta tendência.

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Sara Antunes
[email protected]


A ParaRede registou lucros de 154 mil euros nos primeiros nove meses do ano, recuperando assim dos prejuízos registados no mesmo período do ano passado. Neste período as vendas caíram, mas as prestações de serviços contrariaram esta tendência.

O resultado líquido da ParaRede que compara com o prejuízo de 2,53 milhões de euros verificado em igual período do ano passado.

A empresa diz ainda que as operações em continuação deram origem a um resultado líquido de 448,1 mil euros, enquanto as descontinuadas contribuíram com um prejuízo de 293,9 mil euros.

A ParaRede explica, no comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) que "o volume de negócios dos primeiros nove meses ascendeu a cerca de 40 milhões de euros, o que significou um decréscimo de 3%, face ao período homólogo de 2005.

A alienação, este ano, das unidades económicas de Electronic Markets, Customer and process Management e de Prestação de Serviços na área de TI em Angola explica este decréscimo", diz a empresa, acrescentando que se não fossem consideradas as unidades vendidas, as receitas teriam aumentado 4%.

A queda das vendas, que totalizaram 19,03 milhões de euros (uma descida de 19%), esteve relacionada com a alienação das unidades já referidas.

O EBITDA da tecnológica ascendeu a um milhão de euros, o que compara com o um milhão de euros negativos verificados em período homólogo. "Esta evolução ficou a dever-se à alteração do Mix da oferta (havendo agora uma componente mais forte na prestação de serviços), bem como à melhoria da eficiência dos recursos", acrescentou a mesma fonte.

A ParaRede realça que o terceiro trimestre se revelou "positivo quer ao nível da rentabilidade quer numa perspectiva de sustentabilidade. Trata-se do terceiro trimestre consecutivo com resultados líquidos positivos e vem reforçar o objectivo de terminar o corrente exercício com resultados operacionais positivos".



Bazuga

Mais uma noticia da Pararede (venda "POS" em Angola) ver  no site da Pararede.
E ela continua muito instavel.