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ATENÇÃO AOS ILLUMINATI!

Iniciado por anti-illuminati, Abril 26, 2011, 14:49

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QUEM SÃO OS ILLUMINATI?


No Latim arcaico, "Illuminati". No plural "Illuminatus" (aquele que é iluminado), é o nome dado a diversos grupos, alguns históricos, outros modernos, poucos verdadeiros e muitos fictícios. Contudo o termo "Illuminati" tem sido empregado específicamente para referir-se aos "Illuminati" da Baviera. Refere-se a uma organização conspiracional que controlaria os assuntos mundiais secretamente. O nome "Illuminati" é algumas vezes empregado como sinônimo de Nova Ordem Mundial.
Os "Iluminati", segundo acreditam, são seres iluminados pela luz de Lúcifer. Eles buscam a "imortalidade" espiritual através de práticas de magia negra, incluindo sacrifícios humanos.
Há indícios que já em 1.090, Hassan I Sabbah fundou a seita Ismaelita, ou Haxixinos( origem da palavra assassinos ). Eles usavam o Haxixe ( derivado da planta canabis ).
No século XV o título foi assumido por outros entusiastas que argumentavam que a luz da iluminação provinha, não de uma fonte autorizada, mas secreta, como resultado de um estado alterado de consciência ou "Illuminismo", ou seja, esclarecimento espiritual e psíquico.
Adam Weishaupt fundou em 1.776 o "Illuminati" na Baviera. Adam era um maçon (membro da maçonaria ) de ascendência judaica.
Os líderes da revolução francesa eram maçons e "Illuminati", ou os seus agentes e seguidores o eram. Levaram a cabo um plano secreto para subverter as monarquias da Europa e a religião Cristã.
"Illuminati", maçonaria e ainda outras seitas são ramificações de uma mesma origem.
Atualmente essa ordem está espalhada por todo o mundo. Muitos membros dos governos, são membros do "Illuminati", assim como o são da maçonaria.
Weishaupt fundou a ordem "Os antigos sábios Iluminados" na Baviera (Alemanha ) em 1° de maio de 1.776, depois de estudar os ensinos de Hassan I Sabbah, curiosamente o 1° de maio é o dia escolhido para celebrar o dia do trabalhador.

Fonte: http://www.revelacaofinal.com/2010/07/saiba-quem-sao-os-illuminati.html#ixzz1KdHdq7Ay




















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Quando Obama fez o pronunciamento da morte de Osama Bin Laden em um anúncio televisionado ouvido em todo o mundo na noite passada, ele foi, pelo menos, o nono chefe de estado ou funcionário do alto escalão a ter feito isso.

Dado os documentados problemas renais de Bin Laden e a consequente necessidade de diálise, funcionários do governo, chefes de estado e especialistas em contraterrorismo várias vezes opinaram que Osama Bin Laden estaria realmente morto já há algum tempo. Estas afirmações baseiam-se na saúde precária de Bin Laden no final de 2001 en os visíveis sinais de sua condição de deterioração, bem como relatos reais de sua morte no mesmo período.

Em julho de 2001, Osama Bin Laden foi levado para o hospital americano em Dubai para tratamento dos rins. Segundo fontes da inteligência francesa, ele foi recebido lá pelo representante local da CIA. Quando o agente se gabava de seu encontro com amigos mais tarde, ele foi imediatamente chamado devolta a Washington.

Nas vésperas do 11 de setembro, Osama Bin Laden estava internado em um hospital militar paquistanês sob o atento olhar do ISI do Paquistão, o equivalente paquistanês da CIA, com estreitos laços com a comunidade de inteligência americana.

Em outubro de 2001, Bin Laden apareceu em um vídeo usando uniformes do exército e cocar islâmico, parecendo visivelmente pálido e magro. Em dezembro de 2001, outro vídeo foi divulgado, desta vez mostrando um Bin Laden gravemente doente, que foi aparentemente incapaz de mover o seu braço esquerdo.

Então, em 26 de dezembro de 2001, a Fox News noticiou em uma história do Observer do Paquistão, de que os talibãs afegãos haviam pronunciado oficialmente a morte de Osama Bin Laden no início daquele mês. Segundo o relatório, ele foi
enterrado menos de 24 horas depois em uma vala comum, em conformidade com as práticas Wahabbist sunita.

O que se seguiu foi uma seqüência de pronunciamentos de autoridades afirmando o que já era óbvio: supostamente vivendo em cavernas e abrigos na passagem montanhosa entre Afeganistão e Paquistão, Osama teria sido privado do equipamento de diálise que ele precisava para viver.

Em 18 de janeiro de 2002, o presidente paquistanês Pervez Musharraf anunciou muito claramente: "Acho que agora, francamente, ele está morto."

Em 17 de julho de 2002, o então chefe de contraterrorismo do FBI, Dale Watson, disse numa conferência de oficiais policiais que "eu pessoalmente acho que ele [Bin Laden] provavelmente não está mais entre nós", antes de cuidadosamente acrescentar que "eu não tenho nenhuma evidência para apoiar isso."

Em outubro de 2002, o presidente afegão Hamid Karzai disse à CNN que "eu acredito que [Bin Laden] provavelmente está morto."

Em novembro de 2005, o senador Harry Reid revelou que ele havia sido informado de que Osama possivelmente teria morrido no terremoto do Paquistão de outubro daquele ano.

Em setembro de 2006, a inteligência francesa vazou um relatório sugerindo Osama tinha morrido no Paquistão.

Em 02 de novembro de 2007, a ex-ministra paquistanesa Benazir Bhutto disse a David Frost da Al-Jazeera que Omar Sheikh havia matado Osama Bin Laden.

Em março de 2009, Angelo Codevilla, ex-agente de inteligência estrangeira dos EUA e professor de relações internacionais na Universidade de Boston declarou: "Todas as evidências sugerem que Elvis Presley está mais vivo hoje do que Osama Bin Laden."

Em maio de 2009, o presidente paquistanês, Asif Ali Zardari confirmou que os seus "contatos dos serviços de inteligência americanos não tinha ouvido nada de Bin Laden em sete anos e confirmou "Eu não acho que ele está vivo."

Agora em 2011, o presidente Obama entra no grupo de pessoas em posições de autoridade que pronunciaram Osama Bin Laden como morto. Alguns podem afirmar que nenhum dos relatórios anteriores tinham qualquer credibilidade, mas como está agora sendo divulgado que o corpo de Osama foi sepultado no mar menos de 12 horas depois de sua morte, sem possibilidade de qualquer confirmação independente de sua identidade, a mesma questão de credibilidade deve ser feita a esta última declaração. Até este ponto, a única evidência que temos que Osama Bin Laden foi morto ontem foram algumas imagens na TV de um local queimando e a palavra do homem atualmente ocupando o Salão Oval.

Mas dada a formação de um consenso bem informado em torno da opinião de que Bin Laden morreu há muito tempo, devido à insuficiência renal, irá o a população dos EUA requerer provas de mais qualidade de seu presidente de que a pessoa morta era na verdade Osama Bin Laden, e que ele realmente morreu da forma descrita, ou será que esse pronunciamento vai ficar inquestionável como tantas outras mortes na guerra interminável de terror?

Algumas fontes do site Infowars relatam que o corpo de Bin Laden estaria congelado por vários anos, e que o anúncio de sua morte seria feito em um momento mais politicamente apropriado.

É claro que este momento visa aumentar o suporte as ações do governo americano de intervenção em outros países, além de justificar uma possível retaliação de membros da organização terrorista de Bin Laden, a Al-(CIA)Qaeda. Claro que sabemos que isto sera apenas para criar um pano de fundo para um possível ataque de falsa bandeira, como os de 11 de setembro.

http://www.anovaordemmundial.com/2011/05/osama-bin-laden-e-pronunciado-morto.html#more

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Este papo de casamento de príncipe com plebéia é história da carochinha. Todos sabemos que a elite global são todos co-sanguíneos, isto é, casam apenas entre sí para manter a linhagem "limpa", na visão deles e claro. Isto já foi constatado antes, como o fato do  Bush sendo primo distante da realeza britânico.

A BBC havia reportado em 2002 que Bush e a rainha da Inglaterra são de fato primos distantes. Nas imagens abaixo, retiradas do site www.ancestry.com, mostra o parentesco entre a rainha da inglaterra, os presidentes Bush pai e Bush filho, e também Hillary Clinton, atual secretária de estado dos EUA.

Este outro jornal, reportou que o atual presidente Barack Obama e o ex-candidato a presidente John McCain eram ambos possivelmente parentes distantes da rainha da inglaterra.

Veja abaixo como estas famílias se relacionam, além de um artigo no IG sobre o parentesco dos "pombinhos", além de um ótimo vídeo do Alex Jones expondo a verdade sobre a realeza britânica:


Hillary Rodham Clinton, e Barbara Pierce Bush, são ambos netas de oitavo grau de Robert Lovering, nascido em 06 de setembro de 1620 em Boston, Massachusetts.

Robert Lovering é o quarto Bisneto de Margaret De Clare, que nasceu em 1281 Thomond, Connaught, Clare, Irlanda. Margaret de Clare é também o oitavo Grande avó da rainha Elizabeth II.

Margaret de Clare é o originador direto de uma linhagem que inclui Hillary Rodham Clinton, George W. Bush, e a rainha Elizabeth II.


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Neste vídeo, infelizmente apenas em inglês, Alex Jones faz duras críticas ao circo do casamento real, amplamente reportado pela mídia americano, que podemos ver também na mídia brasileira. Ele mostra como a família real britânica é na realidade alemã, e mudaram de nome após as guerras mundiais, de Saxe-Coburg-Gotha para Windsor.



Por essa a realeza britânica não esperava. O Príncipe William e sua noiva, Kate Midlleton, são parentes. De acordo com o jornal inglês "Daily Mail", William e Kate são primos distantes.

A revelação foi feita pelo próprio jornal ao analisar a árvore genealógica dos dois namorados. A publicação descobriu que ambos são descendentes de Sir Thomas Leighton, que foi soldado, diplomata e governador de uma província inglesa no final do século XVI, e morreu há exatamente 400 anos, em 1610.

Segundo o jornal, Leighton foi um tirano que governou com mão de ferro e que costumava agir com violência para reprimir o povo.

O ancestral teve duas filhas. Cada uma delas se casou, e a partir daí as famílias se proliferaram. William é tataraneto de Leighton após doze gerações, através da família de sua mãe, Lady Di.

Kate por sua vez é descendente do ditador após onze gerações. O resultado é que os dois são primos de décimo-segundo grau.

A assessoria da realeza inglesa ainda não comentou a descoberta.

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Blog Knowledge is Power

Nota: Assista o vídeo com a análise no fim deste post.

Durante os últimos anos, uma nova tendência apareceu em Hollywood: as sociedades secretas estar no centro da curiosidade cinematográfica. Alguns podem achar isso surpreendente, pois as sociedades secretas deveriam ser ... bem ... secretas. Muitas pessoas na indústria do cinema fazem parte dessas fraternidades, então qual é o porpósito por trás disso? Vamos olhar para o mito que Hollywood está tentando criar examinando "Anjos e Demônios".

Uma década atrás, os filmes sobre a Maçonaria ou os Illuminati eram raros e distantes. Essa, todavia, foi uma grande mudança durante a última década. O público em todo o mundo tem assistido a filmes de grande sucesso com as principais fraternidades no centro da história. Seus símbolos esotéricos são abundantemente exibidos e algumas de suas histórias são ainda explicadas. Por que as sociedades se expuseram à cinéfilos normais, que, na maioria das vezes nem sequer estão
conscientes de sua existência? Não é ser secreto um requisito importante para a sobrevivência dessas ordens?

Acredito que uma mudança importante está ocorrendo nas estratégias de comunicação dessas sociedades elite. O advento da era digital, onde qualquer pessoa pode criar e publicar conteúdo tornou o sigilo de tais organizações impossível. Auto-publicações em websites, livros, documentários, DVDs e outras mídias expuseram muitos segredos da Maçonaria e outras ordens. Informações que só poderia ser encontrada em livros raros e exclusivos estão agora em uma pesquisa no Google. Eu tenho encontrado alguns maçons que foram surpreendidos pelo nível de conhecimento possuído pelo "profano". Esses tipos de estudiosos maçônicos, que na verdade não são iniciados na Fraternidade, eram muito raros, não há muito tempo.

Desde a era digital que é irreversível (e completa), ordens ocultas têm adaptado sua estratégia para esse novo contexto. A estratégia é: "Se eles têm de saber sobre nós, nós vamos lhes dizer o que devem saber". Através de Hollywood e livros best-sellers, as sociedades secretas estão sendo introduzidas para a pessoa comum, mas com uma condição ENORME: o público ganha uma imagem distorcida, caricaturada e romântica de sociedades secretas. Estamos a introduzir na cultura pop uma tradição mítica em torno de sociedades secretas, associando-as com símbolos fascinantes, caça tesouros e aventuras exóticas. Os espectadores acreditam que estão realmente aprendendo fatos sobre a Maçonaria ou os Illuminati e saem do cinema com uma sensação de fascínio, maravilha e admiração. Esses sentimentos são, porém, baseados em fatos totalmente errados, explicações dúbias e histórias de conto de fadas dizendo. Depois de ver esses filmes, o espectador tem uma predisposição positiva em relação a esses pedidos e estarão menos inclinados a acreditar em conspirações ou pesquisas relacionadas a elas.

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Por: Beja Santos

"O estilo do mundo, a vida no capitalismo de ficção", por Vicente Verdú (Fim do Século, Edições, 2008) é uma investigação espantosa, uma análise ousada e uma justificação pertinente para a nossa época, a do capitalismo de ficção. O autor dá a seguinte explicação para este conceito germinal: "O capitalismo de produção definiria o período, de finais do século XVIII até à II Guerra Mundial, durante o qual o eixo principal foram as mercadorias. A seguir, o capitalismo de consumo, da II Guerra Mundial até à queda do Muro de Berlim. Finalmente, o capitalismo de ficção, surgido em começos dos anos 90 do século XX, viria enfatizar a importância teatral das pessoas. Os dois primeiros capitalismos ocupar-se-iam principalmente dos bens, do bem-estar material; o terceiro, das sensações, do bem-estar psíquico. A oferta dos dois primeiros era fornecer a realidade com artigos e serviços, ao passo que a do terceiro é articular e servir a própria realidade". Onde estamos?

Primeiro, vivemos aparentemente na bonomia da diversidade, a prática desfaz essa harmonia ambiental: desaparecem idiomas, os franchisings propagam-se como bactérias para nos vestirmos da mesma maneira, seguimos os mesmos padrões para decorar as casas, arranjar jardins ou revelar fotografias, mesmo quando os distribuidores não esquecem certas particularidades locais. O respeito pelo multi-étnico é também uma ilusão, como refere o autor: "A Documenta de Kassel, o maior show de arte do mundo, foi dirigida em 2002 pelo norte-americano de origem nigeriana Okwui Enwezor, que decidiu mostrar ao milhão de visitantes da exposição uma boa arte não ocidental. Resultado? A esmagadora maioria dos autores do Terceiro Mundo seleccionados para o evento residiam na Europa ou nos Estados Unidos, e mais de metade em Nova Iorque".

Segundo, o ideal norte-americano de estilo de vida contaminou a humanidade. A maior faculdade dos EUA não reside em vencer mas em vender: "Com 5% da população mundial a sua produção equivale a 43% da economia mundial, cujo estilo marca, ainda que pese às aparentes resistências, o novo capitalismo de ficção, e coincide com a nova época do estilo pós-moderno". A ficção é esta modernidade encantada, as cidades transformadas em parques temáticos: "A cidade é reconstruída como um espaço teatral e autocontempla-se como sendo uma embrulhada onde os visitantes são actores, protagonistas de um concurso de televisão ou turistas-fotógrafos que se esforçam por captar a visão da visão". Há mesmo quem diga que no futuro qualquer país será constituído por uma rede de extensas áreas suburbanas separadas entre si por territórios despovoados. Os EUA deram ao mundo o cinema, o supermercado, as meias de náilon, mas também os condomínios fechados, as colossais indústrias de entretenimento que trazem um significado para o mundo onde vivemos, onde a aspiração máxima é que os cidadãos não se sintam nunca aborrecidos. Daí uma inclinação infantil para a satisfação contínua, para as mascaradas, para a confusão dos jogos com experiência de vida.

Terceiro, o que era realidade consensual tomou nova dimensão. O lixo não é só reciclado, regenera-se, reelabora-se, depura-se, branqueia-se, suscita altas tecnologias, é fonte de desenvolvimento, é o filão de novas matérias-primas. O que foi a química poluente encaminha-se para um sistema mais natural, faz explodir novas dimensões: fabricam-se hoje tecidos que podem ser comidos, edifícios que geram mais energia do que aquela que consomem, fábricas outrora hediondas e que agora dispensam águas cristalinas. Criar é um processo revivalista, parece que a história entupiu e revive os acontecimentos passados, o nacionalismo, as pandemias, os anarquismos, os conflitos étnicos e religiosos, o filme parece rebobinado ao contrário. Há quem diga que vivemos a "modernidade líquida", em que desapareceram os grandes projectos sociais ou humanos, tudo substituído por uma metralha de acidentes, réplicas, insignificâncias. A nova realidade decorre da reprodução em cadeia, pois tudo se copia, vivemos sob o signo da contrafacção, vivemos entre o ser e o seu duplo, a imagem e a sua miragem, a certa altura questiona-se por onde anda o original, autenticidade, o golpe de génio, agora temos a sensação de uma clonagem generalizada que invade a política, a comunicação social e que tem o seu palco supremo nos ecrãs, há depoimentos de testemunhas que viram abater-se as Torres Gémeas e que julgavam tratar-se de uma grande cena de Hollywood. Com efeito, foram estas indústrias e progressos que arrancaram com a fotografia, a rádio, o telefone e depois a televisão, o vídeo e o computador que levaram à generalização de conversores entre a nossa vida e a realidade, o que era natural, o que era cultural e social é agora determinado pelo esplendor torrencial dos meios de comunicação que decidem o que é ou não é real.

Quarto, o quotidiano é o nosso meio estetizado, de tal maneira a realidade está encenada que aceitamos que os ídolos de futebol publicitem bancos, que Armani ou Ferragamo sejam decoradores de hotéis, que um director de teatro como Bob Wilson faça as montras Louis Viton e que a designer Elisabetta Bianchetti renove a indumentária dos franciscanos da Ordem Terceira de Assis. Observa Vicente Verdú que no capitalismo de produção o consumidor consumia produtos associados a uma dimensão utilitária, no capitalismo de consumo o consumidor orientava-se pelos signos e que o sujeito do actual capitalismo de ficção é eminentemente um consumidor de formas. O que vai interferir com os conceitos de moda e de arte. Esta estetização gerou uma versatilidade de cariz vertiginoso, envolve sexualidade, a pornografia, chegamos ao supermercado mundial da cultura.

Quinto, o individualismo já não é o que era, vivemos orientados pela egonomia, o consumo de massas criou a ilusão de que é personalizado, é a ficção que faz funcionar o mercado. Observa Verdú: "No capitalismo de ficção não aparecem classes sociais e no seu lugar fala-se apenas de classes de vida. À luta de classes sucedeu a luta por ser eu, e à pugna pela revolução seguiu-se o afã por ser uma pessoa ela própria". Na saúde ou na doença, tudo é apresentado como personalizado: "Nenhuma fisiologia é igual a outra, e o Tylenol, o paracetamol mais conhecido nos EUA, comercializa 41 tipos deste remédio para tratar achaques subtilmente diferentes". Para tratar a depressão, para se vender cosmética, tudo é personalizado. A indústria farmacêutica gasta cada vez mais em campanhas para manipular a percepção pública acerca do que é a saúde. Julga que está bem, olhe que pode estar enganado, vá já falar com o seu médico, reduza o peso, controle o colesterol, tome suplementos, esteja atento à tensão arterial. Até a religião e o divino aderiram a esta nova complementaridade do real, cada um pode confeccionar o seu próprio Deus, viver em paz com o guru ou a meditação zen. Mas, como também recorda Verdú, nem todo no novo ímpeto religioso é serenidade e pacificação, mais de metade dos grupos identificados no mundo como terroristas estão a agir por motivações religiosas.

Por último, numa tentativa de fugir ao materialismo vulgar, reclamamos a verdade dos alimentos, a responsabilidade social, a ética dos negócios, fazemos desaparecer a velhice, a corrupção, a aldrabice, a morte, produzem novas realidades. É este o estilo do mundo em que vivemos, é este o capitalismo de ficção que parece estar para durar.

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O presidente russo Dmitry Medvedev afirmou que Moscou estaria se oferecendo para ajudar a liderar os esforços para construir uma nova ordem econômica mundial depois que o sistema antigo desmoronou diante da crise financeira global.

Abrindo o fórum anual econômico da Rússia em São Petersburgo, onde se reuniram centenas de diretores executivos globais , Medvedev disse que o renovado interesse na Rússia neste ano era um sinal de um mundo em mudança, em que as instituições de uma ordem mundial dominada pelo ocidente está seus dias contados em meio a milhares de inadimplências de empresas e a ameaça de inadimplência de países inteiros.

"O que parecia intocável entrou em colapso. As bolhas que criavam a ilusão de que as economias prosperavam explodiram", disse Medvedev. "Para a Rússia esta situação é um desafio e uma oportunidade. Estamos vivendo um momento único. E devemos utilizá-lo para construir uma Rússia moderna, próspera e forte... que será uma co-fundadora da nova ordem econômica mundial e uma participante de pleno direito na liderança política coletiva do mundo pós-crise."

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Alguns tem a falsa esperança que a Rússia poderá impedir a implantação da Nova Ordem Mundial. Os EUA e a Rússia são duas mãos de um mesmo corpo de banqueiros internacionais. Brigam entre si como um controlador de marionetes faz com suas marionetes.

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Tragicamente, quando as crianças são alimentadas com alimentos processados, os seus cérebros em desenvolvimento podem sofrer como resultado. Desta forma, acabam virando adultos menos favorecidos intelectualmente, que engolem ainda mais junk food, em um ciclo interminável.

Depois de controlar todos os fatores socio-econômicos que poderiam imaginar, os pesquisadores descobriram que crianças com dietas baseadas em alimentos processados ficaram com o QI (Quociente de Inteligência) mais baixo do que as que comeram de forma mais saudável.  O jornal "The Week" reportou:

Pesquisadores da Universidade de Bristol, Inglaterra, descobriram que os hábitos alimentares de uma criança de 3 anos de idade podem influenciar suas habilidades cognitivas aos 8 anos de idade. Dietas elevadas em gordura e açúcar foram associadas a níveis reduzidos de QI, enquanto que uma alimentação mais saudável foi associada a um maior QI. O relatório, que será exibida no Jornal de Epidemiologia e Saúde Comunitária, está sendo anunciado como "o primeiro estudo a sugerir uma ligação direta entre a dieta das crianças e sua capacidade intelectual".

Os pesquisadores analisaram dados de quase 4.000 crianças nascidas no
início de 1990, incluindo informações detalhadas dos pais sobre o que as crianças comeram e beberam em idades específicas. Também foram incluídos os resultados dos testes de QI realizados quando as crianças tinham 8 anos e meio de idade. Os pesquisadores classificaram as crianças em três categorias, dependendo se eles receberam uma dieta de alimentos processados, com muita gordura e açúcar, uma dieta "tradicional" de "carne, batata, pão e legumes", ou uma dieta saudável baseada em salada, frutas, arroz e peixe. Eles também classificaram a dieta das crianças em uma escala de pontuação ", que variou de menos dois para o mais saudável a 10 para os menos saudáveis."

Na idade de 8 anos e meio, as crianças que tinham sido alimentadas com a pior dieta tinham QIs ligeiramente mais baixos do que as crianças com hábitos alimentares saudáveis. Cada aumento de um ponto na escala de 12 pontos de alimentos saudáveis foi associado com uma queda de 1,67 pontos no nível de QI. Essa correlação se manteve mesmo depois que os pesquisadores ajustaram os dados de outros fatores como o nível socio-econômico e a escolaridade dos pais. De acordo com o mesmo estudo, melhorar a dieta de uma criança após 3 anos de idade não parece estar correlacionada com um aumento de QI.

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Quem é a maior proprietária de terras do planeta?





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O inventor do RPG "INWO - Illuminati: A Nova Ordem Mundial", lançado em 1995, conhecia de antemão os acontecimentos que envolveriam os ataques de 11/9/2001 e os efeitos resultantes. Nove cartas do jogo apresentam detalhes de uma forma precisa demais para ser apenas uma coincidência. O jogo também revela os eventos planejados envolvendo o bioterrorismo, desastres combinados e a anarquia provocada nas grandes cidades, como forma de derrubar a velha ordem estabelecida. Se você alguma vez duvidou da existência de uma conspiração global, não pode duvidar mais.

Em 1990, Steve Jackson, inventor de RPGs, estava planejando seu mais novo jogo, que chamaria de "Illuminati: A Nova Ordem Mundial", ou "INWO", da abreviação em inglês. Jackson estava criando um jogo que iria reproduzir muito de perto o verdadeiro plano dos Illuminati de encaminhar o mundo para a Nova Ordem Mundial - também conhecido como o Reino do Anticristo. Conforme mostraremos, Jackson lançou um jogo de cartas, três das quais predizem os eventos de 11 de setembro, outras três predizem corretamente os acontecimentos que estão adiante de nós no futuro, e duas mostram exatamente os dois últimos acontecimentos que a Bíblia afirma que acontecerão durante as últimas dores de parto que produzirão o Anticristo!

Como Steve Jackson conhecia o plano dos Illuminati tão precisamente? De fato, ele conhecia o plano tão bem que recebeu uma visita de surpresa do Serviço Secreto, que tentou fazer de tudo para tirá-lo de circulação e impedi-lo de lançar o jogo. Como vocês verão nos excertos do relato de Jackson sobre a batida, os agentes federais estavam muito interessados nos seus arquivos intitulados "Illuminist BBS". Leia os relatos de Jackson sobre a batida em http://www.sjgames.com/SS/:

"Na manhã do dia primeiro de março, [1990] sem aviso prévio, uma força dos agentes do Serviço Secreto - acompanhados pela polícia de Austin e por pelo menos um 'perito' civil da companhia telefônica - ocuparam os escritórios da Steve Jackson Games e começaram a examinar os computadores. A residência... do autor de GURPS Cyberpunk, também foi invadida. Muitos equipamentos foram apreendidos, incluindo quatro computadores, duas impressoras a laser, alguns disquetes soltos e considerável quantidade de hardware de computador. Um dos computadores era o que armazenava e rodava o Illuminati BBS."

A empresa, S. J. Games, foi à Justiça e ganhou a ação, mas quase quebrou financeiramente. A investigação se concentrou em uma fraude supostamente cometida pela empresa por causa das atividades de hackers (invasores de sistemas de informática) e o fato de que a empresa promovia um boletim informativo destinado a hackers, intitulado "Prack". Entretanto, tudo isso é tão fraco que não faz o menor sentido; de fato, a acusação fazia tão pouco sentido que o juiz concedeu à Steve Jackson Games 50 mil dólares de indenização, mais 250 mil dólares de honorários advocatícios. Isso é muito dinheiro do contribuinte para pagar por um caso estúpido e sem sentido algum!

No entanto, isso enfatiza o fato que o governo iluminista dos EUA, e o Serviço Secreto, chefiado na época por George Bush (pai) estava preocupado com alguma coisa que a S. J. Games estava prestes a fazer, e formulou um motivo para invadir os escritórios da empresa e apreender seus equipamentos. Depois que você analisar este material, acreditará, assim como nós, que a verdadeira razão pela qual o Serviço Secreto invadiu a S. J. Games foi para tirá-los de circulação, de modo que não lançassem o jogo "Illuminati - A Nova Ordem Mundial" (INWO), já que revelava muito do plano que ainda estava onze anos adiante no tempo. Seja você o juiz.

MAIS AQUI.. http://www.umanovaera.com/conspiracoes/O_Jogo_INWO.htm

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A Lei de reforma do sistema de saúde norte-americano, idealizada pelo Presidente Barack Obama e aprovada pelo Congresso dos Estados Unidos, tem o objetivo aparente de ampliar a cobertura dos planos de saúde para todos os norte-americanos, bem como tornar o sistema de saúde dos Estados Unidos "sustentável", de acordo com o orçamento dos entes públicos e privados. A idéia da referida Lei é permitir o maior desconto possível para os planos de saúde privados da classe média, com a redução do custo para a adesão ao sistema de dezenas de milhões de famílias e donos de pequenos negócios, que atualmente não fazem parte do sistema de saúde. Isso não é saúde pública, convenhamos!

Dessa maneira, o objetivo da reforma legal é permitir a inclusão de cerca de 32.000.000 (trinta e dois milhões) de cidadãos no sistema de saúde (privado), o que garantirá que nada menos que 95% dos norte-americanos tenham acesso à saúde através de operadoras privadas de saúde. Além disso, a reforma do sistema de saúde busca o aumento da repressão aos abusos cometidos pelas operadoras de planos de saúde que, muitas vezes, simplesmente se recusam a fornecer o tratamento adequado aos pacientes. A nova Lei também tem o propósito de acabar com a discriminação contra os segurados que já possuem doenças pré-existentes. Por fim, com o objetivo de reduzir custos, a reforma da legislação do sistema de saúde tem a pretensão de diminuir a corrupção, fraudes, desperdícios e gargalos estruturais do sistema de saúde. Será que realmente conseguirão?

Inicialmente, apenas a título ilustrativo, cumpre ressaltar que a reforma do sistema de saúde norte-americano, que caminha no sentido de sua universalização, em nada se assemelha ao sistema único de saúde previsto na legislação brasileira, pois a saúde, nos Estados Unidos, o país mais rico e poderoso do mundo, continua sendo de caráter contributivo e privado, enquanto a Constituição da República Federativa do Brasil estabelece que a saúde é um direito de todos e dever do Estado, de acesso universal e igualitário. Além disso, o sistema de saúde brasileiro é financiado integralmente com recursos do orçamento da seguridade social e do erário. Nisso, somos exemplo!

Também é interessante registrar que a reforma idealizada pelo Presidente Barack Obama e pelo Partido Democrata enfrenta uma enorme resistência do Partido Republicano e de um movimento radical de caráter ultranacionalista e conservador denominado de Tea Party Movement, [04] que se trata de um movimento liberal, que acredita que os Estados Unidos precisam retornar aos seus valores históricos e fundamentais, quais sejam, a promoção da redução de tributos e dos gastos governamentais, com a conseqüente diminuição da participação do Estado na economia. Quando a gente pensa que eles são ruins, descobrimos serem piores!

Cabe observar, ainda, que a reforma do sistema de saúde defendida por Barack Obama é duramente combatida pelo Tea Party Movement, com o argumento de que a nova Lei de saúde, que fornecerá subsídios para os planos de saúde de pessoas de baixa renda, custará nada menos que US$ 938 bilhões de dólares em 10 anos, apesar de haver expectativas de que as medidas contra o aumento dos custos de saúde e a inclusão de milhões de pessoas no sistema de saúde possam ocasionar uma diminuição futura do déficit orçamentário dos Estados Unidos.

Grande Democracia!

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Códigos e simbologia maçônica. Note os apertos de mão, o avental e as estruturas semelhantes à Torre Eiffel e aos grandes arcos, como o Arco do Triunfo, na França. Todos são grandes símbolos maçônicos.





VEJAM MAIS AQUI... http://anti-illuminati-movement.blogspot.com/p/fotos-comentadas.html