Clubeinvest.com — Arquivo Histórico (1997-2011)
Esta é uma cápsula do tempo da comunidade financeira portuguesa. Login activo para membros.
Clubeinvest.com
Home Privado Fórum Acções Índices Metastock Portfolio Managers Publicações Blogs Contacto
 

Editar as notícias:

Nova página para acompanhamento do Ouro e da Prata com centenas de acções relacionadas com o sector.

Menu principal

BCP a 0,5 €...ainda vão-me dar toda a razão...

Iniciado por chines, Dezembro 22, 2007, 17:01

Tópico anterior - Tópico seguinte

vicdom

Caro PJ,
Na minha opinião o seu raciocinio tem algumas falhas.

Os capitais proprios dos principais bancos cumprem os mínimos dos requisitos de basileia.
As fusoes fazem todo o sentido desde já pq à partida permitiriam logo melhorar a liquidez da nova instituição.
A descida de rating dos bancos não e uma consequencia directa do facto de possuirem titulos de dívida do estado portugues no balanço.

Pj

Caro Vicdom,

Permita-me no entanto corrigir algumas falhas da sua intervenção:

Conforme explicito no meu post refiro-me a critérios de Basileia III (leia-se 3) que deverão entrar em vigor nos proximos anos (não tenho a data precisa em memória). A entrada em vigor do Basileia III exige reforço de capital dos bancos para cumprirem com os novos rácios de capital Core Tier 3.

Pf explicar em que medida - conforme refere - as fusões permitiriam melhorar a liquidez da instituição. Imaginemos que cada um dos bancos alvo de fusão tem necessidade de liquidez, como pode a soma dos 2 anular essa necessidade?

Relativamente a sua última frase, penso que apenas se trata de uma interpretação incorrecta daquilo que escrevi. Vejamos: a descida do rating do País levou à degradação do rating de empresas de estado nas quais os principais bancos estão fortemente investidos (CP, Metro, hospitais...). A degradação da notação dessas empresas obriga a constituição de provisões (se uma empresa é considerada "junk" i.e. com alta probabilidade de default então o banco deve provisionar essa situação).
Relativamente à dívida pública, não fosse o BCE alterar as suas regras de colaterais e nem estaríamos a ter esta conversa...

Bem haja!
Pj.
mais no meu blogue pessoal: http://markets-lab.blogspot.com/

vicdom

Caro Pj,

Reparo que é um pouco impulsivo nas suas análises.
Ter a pretensão de fazer comentários sobre economia e mercados, exige no mínimo algum estudo dos temas, sob pena de se pulverizar o fórum com posts que apenas levam os leitores menos informados a serem intoxicados com informação incorrecta.
Foi neste sentido que fiz algumas correcções ao seu post.
Parece-me no entanto que, não só ficou incomodado com os meus alertas, numa espécie de orgulho ferido, como simplesmente os refuta. Perdendo desta forma uma oportunidade para estudar um pouco melhor a matéria
Para borrar ainda mais a pintura acrescenta ao seu novo comentário mais um conjunto de incorrecções.

Vamos por partes.

Citação
Não faz sentido haver fusão quando é publica e notória a falta de capitais próprios dos referidos bancos quer para fazer face a provisões ainda por contabilizar (divida publica, malparado...) ou para cumprir os critérios de Basileia III.

Começa por afirmar que não pode haver fusão baseando-se num argumento que para alem de incorrecto nunca seria motivo para impedir uma fusão antes pelo contrário
Os bancos já cumprem os mínimos exigidos por Basel III. Alias é a Troika e o BdP que exigem rácios ainda maiores aos bancos portugueses

CitaçãoConforme explicito no meu post refiro-me a critérios de Basileia III (leia-se 3) que deverão entrar em vigor nos proximos anos (não tenho a data precisa em memória). A entrada em vigor do Basileia III exige reforço de capital dos bancos para cumprirem com os novos rácios de capital Core Tier 3.
capital Core Tier 3.???

Esqueça isso o relevante é o Core tier 1

As fusões trazem automaticamente um aumento de sinergias, aumento de economia de escala, aumento da capacidade de financiamento, diminuição dos custos, alienação de patrimónios, etc.
Tudo isto aumenta a liquidez da nova instituição

Quanto à aquisição, mesmo concordando com os seus argumentos pode sempre ter uma instituição estrangeira interessada em comprar toda a actividade do banco.
Não apenas a actividade na Polónia. É tudo uma questão de preço. Veja o caso do BPN.
O problema é mais as questões de blindagem que afastam um pouco as OPAS. Mas pelos visto esse tema tb tem os dias contados segundo a intenção já manifestada pelo governo
CitaçãoA banca viveu nos últimos 10 anos à custa de crédito imobiliário (produto -que era- altamente rentável para os bancos) e alavancagem (fruto de dinheiro barato no mercado interbancário).


A banca é o negócio da alavancagem por definição. Os recursos próprios são residuais na actividade. Basta ver os rácios de capital.
O credito imobiliário a particulares é até em regra mais seguro do q o credito à actividade económica ( as empresas abrem processo de insolvência com facilidade mas as familias lutam até ao limite pela sua casa). O problema é tratar-se de crédito a muito longo prazo deixando os bancos presos a spreads  que neste momento não lhes servem mas tb isso não é assim tão imutável.

CitaçãoA recuperação só pode vir via aumento das comissões no mercado domestico ou aumento da actividade no estrangeiro. No contexto de "guerra" pelos recursos a primeira solução não me parece viável, então...?
O que os bancos mais tem feito ultimamente é aumentar as comissões, sejam os spread ou as restantes comissões pelos serviços prestados. A pratica foi generalizada em todos os bancos portugueses sem qq guerra.


CitaçãoA única forma que vejo do BCP voltar aos 0,50€ é de haver emissão das famosas eurobonds o que tiraria um grando peso do balanço do banco  (e provisões devido à baixa de rating do País) derivado dos titulos de divida publica que os bancos foram obrigados a comprar na era Socrasista. No dia em que saír a noticia....
Querer o BCP nos 50 cts é pedir uma valorização de 100% !!!
Concluir q a introdução de Euro bonds levavam a um cenário deste é o mesmo que prever o final duma partida de Xadres após os 10 primeiros lances.
As Eurobonds melhorariam as condições de financiamento futuro do estado português mas não substituiriam as obrigações já emitidas e não vencidas. As Eurobonds de  facto aliviariam no longo prazo os encargos financeiros do estado permitindo lhe cumprir défices mais pequenos com menor pressão recessiva sobre a economia  ao libertar mais recursos para o sector privado criando desta  forma condições para permitir crescimento económico. No entanto este crescimento depende de muitos outros factores. Nomeadamente o potencial competitivo da economia portuguesa.  Isto n se muda apenas com o aliviar das condições de financiamento. Por outro lado, toda a divida não Eurobonds nos balanços dos bancos não melhorava forçosamente de qualidade . Desta forma não se pode concluir tão linearmente que as cotações dos bancos subiam astronomicamente com a introdução destes novos títulos de dívida

Provisões para títulos de dívida públia?
Bancos obrigados a comprar divida pública?
Coitadinhos !!! É o  que lhes garante  yields elevadas, menor risco e colaterar junto do BCE
Então mas a actividade bancária ao longa destas ultimas décadas não foi essencialmente financiar o estado directa ou indirectamente?
Seja pela dívida pública seja pelas empresas públicas sejam pelas PPP´s. tudo tem aval do estado.
No fundo o pais das maravilhas para qualquer banqueiro. Rendas altas e risco baixo.
Há pouco disto no mundo

Cumprimentos






Pj

Caro,

antes de mais obrigado por ter corrigido a gralha, devendo-se ler "racio core tier I" e no 3 como por lapso escrevi.

Relativamente aos seus argumentos nada melhor do que remeter para factos, i.e. relatorios do BDP de Maio 2011 (o ultimo a data) e cujos links abaixo se remete.

nota: De referir que nessa altura o PSI20 cotava nos 7500 vs 6000 actuais, elemento importante para valorizaço de activos e calculo do core tier I.

http://www.bportugal.pt/pt-PT/EstudosEconomicos/Publicacoes/RelatorioEstabilidadeFinanceira/Publicacoes/Cap4_11_p.pdf

A maior exposição do sistema bancário português aos desenvolvimentos nos mercados de dívida soberana constitui um risco adicional num período em que o enquadramento macroeconómico, financeiro e regulamentar é particularmente exigente
A evolução da carteira de títulos e investimentos financeiros, sobretudo de títulos de dívida pública, contribuiu favoravelmente para a geração de resultados nos últimos anos, permitindo mitigar a redução da margem financeira obtida em operações com clientes. Contudo, o aumento desta carteira impõe constrangimentos na gestão de ativos das instituições, uma vez que o aumento das yields dos títulos de dívida pública tem originado diminuições de valor, que se acentuaram consideravelmente nos primeiros meses de 2011. Estas variações, apesar de não afetarem, de um modo geral, nem os resultados nem os fundos próprios (na medida em que os títulos subjacentes estão maioritariamente classificados nas carteiras de ativos financeiros disponíveis para venda e detidos até à maturidade), limitam significativa- mente a capacidade de desinvestimento destes títulos. De facto, a alienação destes ativos nas presentes circunstâncias implicaria o reconhecimento de perdas elevadas, penalizando a rendibilidade e conse- quentemente os rácios de solvabilidade das instituições.
Por sua vez, a contração da atividade económica projetada para Portugal nos próximos dois anos deverá condicionar adversamente a evolução do mercado acionista nacional, em contraste com o esperado para os principais mercados acionistas internacionais. Apesar da reduzida dimensão da carteira de títulos de capital no balanço dos bancos, esta evolução poderá condicionar negativamente os resultados e adequação de capital das instituições. Neste contexto, a variação de valor da carteira de ações dos fundos de pensões poderá também penalizar o capital regulamentar.
A materialização destes riscos no futuro próximo poderá ser particularmente relevante, uma vez que a generalidade das instituições do sistema bancário português terá que reforçar o respetivo capital, em linha com a nova regulamentação relativa ao rácio Core Tier I, inicialmente definida pelo Banco de Portugal e posteriormente revista no âmbito do programa de ajustamento económico e financeiro7. Será, contudo, de salientar que, a par da definição de uma trajetória mais exigente para este rácio, o programa contem- plou também um aumento do fundo de apoio à recapitalização dos bancos portugueses.
Apesar das novas exigências de adequação de capital, existe ainda um conjunto alargado de alterações regulamentares que têm que ser implementadas, no contexto de Basileia III, com custos de ajusta- mento significativos8.


Pag 67
A evolução dos ratings é particularmente relevante no sentido em que alguns investidores institucionais estão sujeitos a regras de investimento internas que os impedem de adquirir títulos com rating inferior a um determinado limiar e alguns instrumentos de dívida preveem alterações nas condições em caso de determinadas revisões em baixa da notação de rating2. Neste contexto, os bancos aumentaram de forma acentuada o seu recurso ao financiamento junto do Eurosistema. Contudo, esta não constitui uma fonte de financiamento sustentável a médio prazo. Adicionalmente, a evolução negativa da notação de rating da República pressiona o valor dos títulos detidos pelos bancos para utilizar como colateral junto do Eurosistema, e não se anteveem para o futuro próximo melhorias na sua capacidade de acesso aos mercados internacionais de dívida por grosso. Face a estes desenvolvimentos, os dados disponíveis apontam para que os bancos tenham iniciado na segunda metade de 2010 um processo de desalavancagem através do aumento da captação de depósitos, do abrandamento da concessão de crédito, da venda de ativos e do aumento do capital, embora não se tenha ainda observado até ao final de 2010 uma diminuição do balanço do sistema bancário em base consolidada.

Pag 73
Diminuição do rácio entre o crédito e os recursos de clientes no período mais recente, apesar do aumento verificado no primeiro semestre de 2010, sugerindo que se terá iniciado na segunda metade do ano o processo de desalavancagem do sistema bancário

Pag 82 e seg.
Desaceleração dos empréstimos concedidos a particulares assente tanto em fatores do lado da procura como do lado da oferta

relatorio: http://www.bportugal.pt/pt-PT/EstudosEconomicos/Publicacoes/RelatorioEstabilidadeFinanceira/Publicacoes/cap2_11_p.pdf

p16
reforço das exigências recentemente impostas pelo Banco de Portugal sobre os rácios de sol- vabilidade (impondo-se um rácio Core Tier 1 mínimo de 9 por cento a partir do final de 2011 e de 10 por cento a partir do final do ano seguinte);

p24
Assim, os bancos procuraram reforçar a captação de depósitos junto da sua base de clientes, o que se traduziu numa diminuição da margem financeira sobre operações passivas calculada relativamente a taxas de juro do mercado monetário (tendo vindo a assumir valores médios negativos).

p25
Dado o importante papel desempenhado pelos bancos no financiamento da economia, um processo de desalavancagem dos bancos implicará necessariamente uma desalavancagem do setor privado. Refira-se que um processo de desalavancagem dos bancos assente na redução da atividade internacional tenderá a afetar menos a economia portuguesa mas, em contrapartida, poderá ter um efeito negativo na evolução da rendibi- lidade e, consequentemente, na solvabilidade dos bancos, dado que os resultados obtidos por via da atividade internacional têm oferecido um importante contributo para a rendibilidade de vários bancos portugueses ao longo dos últimos anos (ver "Secção 4.1 Atividade e rendibilidade", deste Relatório). Por outro lado, a desalavancagem efetuada através da venda de ativos terá um efeito diferente sobre a economia do que se tiver lugar via redução de novo crédito. Contudo, as vendas de ativos poderão originar perdas com consequências negativas para a rendibilidade e solvabilidade dos bancos ???

nota adicional: no me sinto minimamente ofendido, incomodado ou ferido pelos seus comentarios. Contudo, para mim, participar num forum e partilhar opinioes numa logica de debate construtivo, o que manifestamente nao se coaduna com a introduçao do seu ultimo comentario das 18h39 de hoje.

nota final: o debate sobre eurobonds e impacto sobre liquidez dos bancos domesticos fica para outras núpcias.

Cts.
mais no meu blogue pessoal: http://markets-lab.blogspot.com/

vicdom

Caro Pj ,

Que nervosismo por ai vai...

CitaçãoContudo, para mim, participar num fórum e partilhar opiniões numa lógica de debate construtivo, o que manifestamente não se coaduna com a introdução do seu ultimo comentário das 18h39 de hoje.

Respondi às sua perguntas e fundamentei,
Discordei de algumas das suas afirmações e fundamentei.

Isso n é uma postura construtiva?
Sentiu-se melindrado com os meus comentários iniciais?
Mas olhe que mantenho a minha posição. Cheirou-me a demasiado pretensiosismo. Faz um conjunto de afirmações categóricas baseadas em argumentos desconexos...

Transcreveu para aqui um relatório do BdP que eu não percebi bem o objectivo. Tem pouco a ver com os temas sobre os quais fiz observações e do q eu li não vi qualquer contradição com as minhas afirmações antes reforçando-as.

Um pouco de modéstia fica bem a toda a gente e não se irrite que não vale a pena


1 abraço

Pj

Caro Vicdom,

Apresentei dados factuais e quantificados com indicação da fonte informação..

Não vi os seus. Apenas provocações cujo objectivo desconheço...

Até lá julgo que não vale a pena continuar esta troca estéril. Se o seu objectivo é escrever o último post, entao pode levar a bicicleta...

Até sempre.
mais no meu blogue pessoal: http://markets-lab.blogspot.com/

Siviro

#66
Sr. Chinês,

Um pedido de desculpa por todos aqueles que o gozaram, foram pouco educados e desagradáveis consigo(aos quais não me incluo). Ver os posts iniciais até dá vontade de rir caso a realidade não fosse triste.

Esses que com a sua superioridade o criticaram, hoje talvez gostariam que tivesse razão e as acções estivessem a 0,50!

Bons negócios

artista

Citação de: Siviro em Agosto 28, 2011, 01:45
Sr. Chinês,

Um pedido de desculpa por todos aqueles que o gozaram, foram pouco educados e desagradáveis consigo(aos quais não me incluo). Ver os posts iniciais até dá vontade de rir caso a realidade não fosse triste.

Esses que com a sua superioridade o criticaram, hoje talvez gostariam que tivesse razão e as acções estivessem a 0,50!

Bons negócios

Eu não faço parte do grupo que o gozou (ou o que quer que tenham dito) nem sequer li o tópico todo. Ainda assim estive a ler os primeiros posts e sinceramente também poderia muito bem ter dito mal do que ele escreveu...

Dizer que um título vai cair até aqui ou ali sem fundamentar pouco interessa. É apenas um tiro no escuro, se a previsão não se verificar nunca mais ninguém lhe dará importância. Além disso ele falou em 0,50 e a cotação já caiu mais 50% a baixo disso!!

Só li metade da primeira página e no segundo post apresenta alguns dados que não estão muito correctos, ou precisos. O máximo da PTM foi 146 euros, o máximo da Pararede foi, salvo erro, 9 euros...
Como eu vejo os mercados em:  http://www.sobe-e-desce.blogspot.com/  analises técnicas, estratégia e ideias

s.s


O BCP e o Joe Berardo (José Manuel Rodrigues Berardo) nos telejornais!






Qual dos 4 bancos (BCP, BES, BPI, Banif) cotados é o primeiro a cair?


Broker_Invest

Citação de: s.s em Setembro 06, 2011, 22:19

O BCP e o Joe Berardo (José Manuel Rodrigues Berardo) nos telejornais!






Qual dos 4 bancos (BCP, BES, BPI, Banif) cotados é o primeiro a cair?



Neste mês ou no próximo deverá ocorrer uma fusão entre BCP e o BPI ou com o BES.
Não há mal que perdure e bem que dure sempre

Buysantander

Se você deve ao banco 100 euros você tem um problema, se você deve 100 milhões o problema é do banco...

Buysantander é que percebe disto...

artista

Citação de: Broker_Invest em Setembro 06, 2011, 23:53
Neste mês ou no próximo deverá ocorrer uma fusão entre BCP e o BPI ou com o BES.


Essa é a mais velha dos foruns... diria até que já ganhou o estatuto de "anedota"!  ;D
Como eu vejo os mercados em:  http://www.sobe-e-desce.blogspot.com/  analises técnicas, estratégia e ideias

jgm

Bom dia a todos.

Dada a situação financeira da nossa banca sempre que formos ao banco depositar lá o nosso dinheirinho devemos começar a perguntar se o banco tem fiador, pois só com um bom fiador é que empresto dinheiro ao banco. Nem mais.....

tugadaytrader

#73
Citação de: anonimo111 em Dezembro 22, 2007, 17:10
sr. chines, deixe-se de chinezisses......quando o BCP estiver a 0,5 E voçe já nao escreverá neste site, porque nao existirá internet nem dinheiro em Portugal.
Voçe estará falido como todos nós claro.....mas escreva uma coisa, o BCP nunca chegará a 0,5 E porque é o maior banco de Portugal , e  se ele chegasse a esses valores imagie onde voçe chegava.....Bom Natal

Onde andas tu anonimo111???

deves andar tão envergonhado por teres escrito tamanha barbaridade que jamais vamos ler um comentário teu neste fórum..
Apreende com o tugadaytrader - " As vezes é melhor sermos donos do nosso silencio do q escravo das nossas palavras"-.
Obrigado.


O inimigopublico é q sabe... :) :) :)
O jogo da especulação é o mais fascinante do mundo. Mas não é um jogo para os estúpidos, para os mentalmente preguiçosos, para aqueles com fraco balanço emocional e nem para os que querem ficar ricos rapidamente. Esses vão morrer pobres. Jesse Livermore