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BCP - (MBC.LS)

Iniciado por Pedro Miranda, Setembro 03, 2007, 06:06

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luisalmeidapt

O BCP confirmou ruptura do triângulo exposto aqui na análise gráfica. Existe agora uma grande probabilidade de assisitrmos a um novo movimento ascendente com objectivo inicial nos 0.156.

O Volume continua forte, vamos acompanhando o seu comportamento.


luisalmeidapt

Reforço angolano é um dos passos para estabilizar capital do BCP

Além do aumento da posição da Sonangol, está prevista a entrada do chinês ICBC na estrutura accionista.

O reforço da participação da Sonangol no capital do BCP é apenas um dos passos na estratégia de estabilização da estrutura accionista do grupo liderado por Carlos Santos Ferreira. Além do aumento da posição angolana, está prevista a entrada do maior banco chinês, o Industrial and Commercial Bank of China (ICBC), no capital da instituição, possivelmente com uma fatia de 10%.

Não sendo movimentações alheias à vontade do presidente do BCP, estes investimentos resultarão também num aumento do peso do núcleo accionista que apoia o banqueiro. E mesmo podendo não ocorrer antes da assembleia geral de 18 de Abril, onde vão ser eleitos os novos órgãos sociais do banco, ajudarão a garantir a reeleição de Santos Ferreira para liderar o grupo num segundo mandato de três anos.

http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=463979

luisalmeidapt

Banca à espera que acordos comerciais tragam "braço musculado" de Pequim

Maior accionista do BCP está a negociar entrada de chineses no banco. BES pode ser outro dos alvos.

Quando visitou Portugal, em Novembro de 2010, o presidente da China, Hu Jintao (na foto), trouxe na bagagem diversos acordos de parceria comercial entre bancos chineses e instituições financeiras nacionais. Mais de um ano depois, espera-se que a ligação do sector financeiro português com a China passe para o patamar dos vínculos accionistas.

http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=533061&pn=1

luisalmeidapt

#1488
Banco luso procura novos parceiros

Uma delegação do Conselho Geral e de Supervisão do Banco Comercial Português, que inclui o representante da Sonangol, desloca-se, no final do mês, ao Brasil e à China para encontrar novos accionistas. Caso as deslocações sejam bem sucedidas, na sessão de apresentação de resultados anuais, marcada para 1 de Fevereiro, o BCP já está em condições de anunciar o Banco Comercial e Industrial da China e o Banco do Brasil como novos accionistas.

O objectivo do BCP é que os novos accionistas tenham cada uma posição equiparada à da Sonangol, isto é, de 15 por cento cada um, a ser efectuada com um aumento de capital reservado para o efeito.

Com a entrada de dois novos accionistas estratégicos, o BCP resolve o problema do reforço de capital do banco, para cumprir as metas de "core capital" da Autoridade Bancária Europeia, de 9 por cento em Junho, incorporando as desvalorizações da carteira de dívida soberana europeia, e de 10 por cento, para o final de ano, de acordo com o Banco de Portugal.

As ligações entre o BCP e o ICBC remontam a 2010, quando foi assinado um memorando de entendimento em que as duas instituições concordaram na utilização preferencial recíproca das redes em diferentes áreas de negócio e cooperação a vários níveis.

O acordo, assinado durante a visita que o Presidente da República Popular da China, Hu Jintao, efectuou a Portugal, estende-se a outros países e regiões, visando cobrir o espaço China/Macau, Angola e Moçambique e Portugal.
Ambos os bancos, especifica o memorando, "dão preferência à utilização das redes globais recíprocas na prossecução da respectiva actividade" em várias áreas de negócio, incluindo o 'trade finance', tesouraria, pagamentos internacionais em euros e yuan, empréstimos sindicados e banca de investimento". Aquele memorando, assinado, em 2009, na sequência do acordo bilateral entre os dois bancos assinado, evidenciava "a intenção recíproca de aumentar a cooperação e coordenação".

O ICBC é o maior banco chinês em activos totais, com cerca de 16.500 sucursais, enquanto o Millennium BCP é o maior banco privado português, com activos de 98,9 mil milhões de euros, mais de 1.800 sucursais em Portugal e nos mercados internacionais.

http://jornaldeangola.sapo.ao/15/25/banco_luso_procura_novos_parceiros

luisalmeidapt

Capa do Jornal I e nova estrategia no BCP

http://www.ionline.pt/sites/default/files/primeira_27_de_janeiro_de_2012.pdf

Accionistas do BCP revelam nova estratégia a Passos Coelho
Por Sandra Almeida Simões, publicado em 27 Jan 2012 - 03:10 | Actualizado há 5 horas 7 minutos
Nuno Amado convidado para substituir Carlos Santos Ferreira com os chineses à porta do capital do banco

O BCP prepara-se para escrever uma nova página. No dia em que Carlos Santos Ferreira tornou público que está de saída da liderança executiva do BCP, o primeiro-ministro foi informado da estratégia futura do banco por alguns dos seus accionistas. Um novo modelo de governação, as alterações na estrutura accionista e a recapitalização do banco terão sido os assuntos abordados no encontro com Passos Coelho.

Tal como o i noticiou em Dezembro, a saída de Santos Ferreira acontece numa altura em que os angolanos pretendem reforçar no capital do BCP e que se prepara a entrada de, pelo menos, um novo accionista. Os chineses do ICBC são os principais candidatos.

A disponibilidade da petrolífera angolana para reforçar no capital do BCP já era do conhecimento de Passos Coelho, tendo sido transmitida no final do ano passado por José Eduardo dos Santos. Agora, a entrada de um novo parceiro - os chineses da Banco Industrial e Comercial de China - estará no centro das atenções do primeiro-ministro, dos accionistas e da gestão do banco.

Contactados, o gabinete do Passos Coelho e a administração da instituição não quiseram comentar o encontro com o executivo.

A Sonangol é já a maior accionista da instituição, com 11,57% do capital, desejando reforçar a sua posição no capital – máximo é uma participação até 20% – "desde que esta se realize num quadro de reestruturação dos accionistas de referência do banco".

Para que esta reestruturação aconteça, a Sonangol quer, de acordo com o "Diário Económico", avançar de imediato com um novo modelo de governação no BCP, o que implica alterar os estatutos e permitir a entrada de, pelo menos, um novo accionista de referência. Estas alterações deverão ocorrer já na próxima assembleia-geral do banco.

É neste contexto que Santos Ferreira revela, em declarações à mesma publicação, que "mais dia ou menos dia, os accionistas quererão mudar o modelo de governante, passando do modelo dualista para o monista e, nessa altura, outras pessoas terão de surgir". Para o banqueiro, "há uma nova página que tem de ser escrita e há tarefas iniciadas que devem ser completadas e isto requer sangue novo para uma longa marcha".

Esta "longa marcha" vai ser posta em prática por Nuno Amado, actual presidente do Santander Totta que, informalmente, já terá sido convidado para substituir Santos Ferreira na presidência do maior banco privado português e estará disponível para aceitar. A decisão de abandonar a presidência do banco espanhol e permanecer como administrador não executivo do BCP ainda não foi oficialmente confirmada.

Santos Ferreira deixa uma instituição muito diferente da que encontrou quando chegou, em Janeiro de 2008, vindo da presidência da CGD. A crise financeira, em 2008, a crise das dívidas soberanas, a ajuda externa a Portugal e as exigências dos reguladores ao sector bancário foram os principais obstáculos à sua gestão. A cotação do banco, uma das prioridades do banqueiro, desceu para mínimos nunca atingidos, tendo chegado a cotar em 9,7 cêntimos por acção. Durante a sua gestão, o valor do banco diminuiu 6,5 mil milhões de euros e a rota da internacionalização abandonou a Europa para focar-se em África, Brasil e China.

ICBC antecipa-se O "Sol" noticiava ontem que o ICBC apresentou ao Banco de Portugal o pedido para a abertura de uma sucursal em Portugal. Este pedido surge numa altura em que ainda não é oficial que o capital chinês prestes a entrar no BCP ocorra por via do ICBC.
http://www.ionline.pt/dinheiro/accionistas-bcp-revelam-nova-estrategia-passos-coelho

luisalmeidapt

Aproveito  para partilhar este artigo que dá uma opinião positiva para o futuro a nível de gestão

A longa marcha do banco mal amado

A Sonangol quis, o Governo aplaudiu, o Banco de Portugal sorriu. E assim o BCP vira a página. Outra vez. De vez? Eis um banco sempre em queda, mas que cai sempre de pé, é como um gato, mas já esfarrapou muitas vidas. Nuno Amado, o menos banqueiro dos banqueiros, será doravante o maior deles. Não chega. Terá de ser o melhor.
A Sonangol quis, o Governo aplaudiu, o Banco de Portugal sorriu. E assim o BCP vira a página. Outra vez. De vez? Eis um banco sempre em queda, mas que cai sempre de pé, é como um gato, mas já esfarrapou muitas vidas. Nuno Amado, o menos banqueiro dos banqueiros, será doravante o maior deles. Não chega. Terá de ser o melhor.

O BCP não muda de presidente, muda tudo. Muda de estratégia, de modelo de gestão, de accionistas e de política. As próximas semanas serão aceleradas: a revelação de prejuízos de centenas de milhões, assembleia-geral para aumento de capital, participação do Estado, reforço da Sonangol, entrada de novos accionistas, constituição das equipas de gestão.

Carlos Santos Ferreira sai bem. Sai na altura certa. Mas sai derrotado. Sai sem glória, deixa história, depois de um triénio com erros e vitórias. Dois erros foram maiores: à entrada, a contratação de Armando Vara, desastre anunciado como foi escrito aqui no próprio dia; à saída, o anúncio e recuo da venda na Polónia, golpe de misericórdia na Gestão. Mas é preciso dizer que nenhum diabo seria suficientemente criativo para encomendar tantos azares. A queda da Grécia. A crise financeira. Os escândalos reputacionais (Face Oculta, WikiLeaks, boatos falsos). A crise europeia, a pressão sobre os bancos, FMI, os "ratings". A equipa de gestão, incluindo o competentíssimo António Ramalho, morreu na praia dos rácios de capital.

Mas um banco não vive de rácios de capital, vive de captação de depósitos, de custos baixos, de créditos bem remunerados e garantidos. E o BCP, apesar de uma perseverança inaudita (só uma reputação paranormal resiste a tantos golpes), perdeu capacidade comercial, arrastanto um legado negro de maus créditos. Uma herança dos tempos de Alípio Dias, agravada nos tempos de Armando Vara, no assalto que, em 2007, o Governo de Sócrates e a Caixa patrocinaram sobre um banco em que os accionistas haviam entrado em auto-destruição. Sim, os pequenos investidores têm mais razões para se queixarem das suas microscópicas acções do que os accionistas históricos, que se penduraram num banco para extrair crédito que não conseguiriam pagar. E assim se produziu um arrastão de falidos que ainda não estão, aliás, saneados. Paradoxalmente, a saída de Santos Ferreira, que foi um hábil construtor de consensos e aproximou o banco dos angolanos que agora o despejam, marca também o fim do ciclo socialista no BCP. O PSD, já agora, está radiante com a entrada de Nuno Amado. Estão à espera de favores? Ou o PSD o conhece mal, ou o conhecemos mal nós.

Nuno Amado deixa um banco em boa forma. O Santander será, como revela hoje o Negócios, o único banco grande em Portugal que apresentará lucros relativos a 2011. BPI, BCP, Caixa e BES apresentarão prejuízos - e, embora por razões não recorrentes, serão prejuízos como nunca se viu em Portugal, de centenas de milhões de euros. Mas mais: Amado deixa o Santander com rácios de capital sólidos, níveis de crédito vencido bem abaixo da média e boa rendibilidade. Agora, sai do quentinho, como do convento para o cabaret, mete-se num saco de gatos e tem trabalho para um Hércules. O maior desafio: não ser servo dos angolanos, mas dos clientes.

Só um distraído não repara na escolha de palavras de Carlos Santos Ferreira, um "historiador", "estratega militarista", "mais chinês que os chineses". Ontem, ao "Diário Económico", o presidente do BCP disse que o banco "precisa de sangue novo para uma longa marcha". "Longa Marcha" foi o nome da lendária caminhada das forças do Partido Comunista de Mao Tsé-Tung, nos anos 30, contra o regime nacionalista de Chiang Kai-shek. É o que o BCP tem pela frente, uma longa batalha, um "turnaround", e até accionistas chineses. Foram precisos 14 anos e dezenas de milhares de mortos para que Mao conquistasse a China. Quantos serão necessários para recuperar o BCP?

Sim, recuperar. O BCP é uma máquina muito potente que perdeu tracção. De Nuno Amado espera-se que deixe os accionistas em paz e em paz seja deixado por eles. Que acabe com os compadrios. Que imponha uma liderança efectiva, uma cultura de mérito, que recupere a quota de mercado no "coração", o retalho e as empresas, que assuma uma posição competitiva, que capte depósitos. No fundo, o que fez no Santander: estar na banca pela banca. Não pela política, não por accionistas, não para dar poder aos angolanos, chineses ou brasileiros. Fazer banca, só banca.



PS: A saída de Jorge Tomé da CGD para o BCP, se se confirmar, é uma excelente notícia para o BCP e uma péssima notícia para a CGD. Tomé é um dos nossos melhores gestores bancários, é um pulmão, meio coração e deixará parte do fígado na Caixa. Como não tem cartão partidário, resistiu às várias mudanças; sem cartão partidário, nunca foi nem seria líder da Caixa. É o que dá pôr camadas de políticos em cima de competentes - e ameaçá-los de perda de salários: eles saem.

http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=534285&pn=1

Fenicio

#1491
BCP – 16-03-2012

Apesar do promissor arranque iniciado em Dezembro de 2011, desde meados de Fevereiro deste ano que a cotação mantém-se insistentemente próxima dos € 0,15, uma situação potencialmente perigosa visto que uma eventual quebra em baixa deste suporte poderá reforçar os bears, o que numa situação extrema poderia levar a cotação a revisitar os seus mínimos históricos nos € 0,10 (risco potencial de perda da ordem dos 50%).

Portanto, aos que estão dentro aconselho especial atenção aos € 0,15! Para quem está fora e quer entrar aproveitando o actual momento de indefinição técnica, sugiro um stop loss apertado.



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Nota: As análises apresentadas constituem artigos de opinião do autor, não devendo ser entendidos como recomendações de compra e venda ou aconselhamento financeiro.

10000

#1492
Ola! sou novato neste mundo das acçoes ;) por isso venho pedir a vossa Ajuda/opiniao em relaçao a estas acçoes do BCP.
Ao longo do tempo tenho vindo a adquirir acçoes do bcp...ja tenho cerca de 50.000 e queria aumentar para 80.000.
Será esta uma boa altura pra investir visto que estao "baratas", ou ainda podem cair mais!!??
E a entrada do estado no capital!????? será que vai impedir de estas acçoes crescerem??
Estou a pensar num investimento a longo prazo...tipo 5 a 10 anos o que acham?

Ja agora outra questao, se por acaso o bcp tiver  algum de sair da bolsa e eu ainda tiver acçoes queria saber o que lhes acontece e ao dinheiro investido?

Obrigado  :)

tiagopt

O BCP foi dos títulos do PSI-20 que mais sofreu com a crise do subprime, caindo 97% em apenas 4 anos. Mas se o seu valor poderia estar em 2007 bastante inflacionado, ao longo destes 4 anos descontou-se de tudo um pouco nas cotações, desde escândalos internos, a exposição à dívida grega e mesmo uma eventual nacionalização. Um caso de estudo para aplicações da Lei de Murphy, tudo o que havia para acontecer aconteceu a este banco.

Nos últimos anos analisei este título por diversas vezes e tive várias entradas, algumas em falso, outras com lucros de pouco relevo. Neste momento pode estar a dar mais um sinal de eventual inversão e por isso entrarei nela em breve. Depois de meio ano de quedas acompanhadas por uma linha de tendência descendente, atingiu novo mínimo histórico nos 10 cêntimos. A quebra em alta dessa LT permitiu às cotações tomar algum fôlego, dando lugar a uma rápida subida de 95% em apenas 3 meses! Quando um rally tão intenso acontece num curto período de tempo, o suporte que lhe dá origem torna-se extremamente poderoso. Todos os que compraram no mínimo não esquecerão durante anos o valor que lhes consagrou tamanho lucro, todos os que venderam nesse mínimo ficaram profundamente arrependidos pelo momentum e todos os que hesitaram em entrar ficaram a desejar que lá voltasse uma vez mais para poderem ainda apanhar o comboio.

É disto que são feitos os suportes, marcos psicológicos. E temos nos 10 cêntimos um tremendo marco psicológico, que poderá alimentar uma nova investida em alta. Quem costuma seguir as minhas análises sabe que eu não gosto de entradas precipitadas, e o mais correcto tecnicamente seria esperar pela eventual activação de um duplo fundo. Mas quando estamos a falar de um rácio P/L de 20/1, o risco é justificado.

O que esperar então? Como já disse, na minha opinião a proximidade ao suporte deve ser aproveitada para uma entrada. A quebra do suporte em baixa será um sinal de saída, e deve ser respeitado. Sendo extremista, quem entrar agora pode perder 95% exactamente como quem entrou quando cada título valia 4€!
Mais perigoso do que uma quebra de suporte seria, na minha opinião, um reverse stock split. Aí os suportes perderiam toda a utilidade e, se tal viesse a acontecer, não haveria psicologia que lhe valesse.

Para finalizar, um disclaimer personalizado. Não gosto de analisar penny stocks (ao que o BCP chegou) porque todas as opiniões parecem suspeitas e qualquer movimento é um vendaval. Quero deixar bem clara a minha posição, não tenho actualmente acções desta empresa nem qualquer tipo de interesse na sua subida ou descida.
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jfpestana

Como vêm o novo mínimo histórico do BCP a 0.099? Já passou a barreira dos 0.1 e o psi20 já passou a barreira dos 5000. Será que é demasiado arriscado começar a investir no BCP ou não? Não estamos já numa posição do ou vai ou racha? Será que ainda baixa mais que 0.099?

Obrigado!

Fenicio

BCP - 09-07-2012

Nos últimos tempos, de todos os títulos do PSI 20, o BCP é dos mais difíceis de analisar. O seu perfil altamente especulativo permite ganhos de 2%, 3%, 4% ou mais num único dia, mas as perdas são igualmente proporcionais! Uma penny stock a toda regra, com os seus prós e contras que atraem e afastam diferentes tipos de investidores.

Desde Maio que a cotação segue a orbitar os € 0,10, com algumas pontuais incursões para baixo e para cima. Na minha opinião, a cotação irá pouco ou nada afastar-se desta zona, ao menos até o seu aumento de capital previsto para Setembro. Até lá, meter dinheiro no BCP é especulação pura e dura!

Fica o gráfico:

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Marmelo

Será que não é um bom investimento o BCP já que esta a uns históricos 0.077€ , mais do que isto não devera descer ou não?
Digam as vossas opiniões sff

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