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BCP - O maior Banco privado Português ( analise tecnica )

Iniciado por Semitela, Fevereiro 10, 2007, 13:58

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pierce

Vendeu, mas tambem comprou, a noticia saiu incompleta.

08 de Outubro de 2007
Banco Comercial Português informa sobre participação qualificada da Metalgest –
Sociedade de Gestão, SGPS, S.A. e da Fundação Berardo
Nos termos e para efeitos do nº 1 do artigo 17º do Código de Valores Mobiliários, o Banco
Comercial Português, S.A. (BCP) torna público ter recebido comunicações da sociedade
Metalgest – Sociedade de Gestão, SGPS, S.A. e da Fundação Berardo, que se passam a
transcrever:
1. "Nos termos e para efeitos do art. 16º do Código dos Valores Mobiliários
comunicamos que no passado dia 3 de Outubro de 2007 a Metalgest – Sociedade de
Gestão, SGPS, S.A., com sede na Rua da Torrinha, 32, Funchal, pessoa colectiva nº
501 493 972, alienou em bolsa 22.000.000 acções do Banco Comercial Português.
Após esta venda, a Metalgest – Sociedade de Gestão, SGPS, S.A. passou a deter, à
data de 3 de Outubro de 2007, 63.328.399 acções correspondentes a 1,75% do capital
social e direitos de voto da referida sociedade.
Mais informamos que, à mesma data, a nossa dominada Moagens Associadas, S.A.
detém 10.000 acções; que a nossa dominada Cotrancer – Comércio e transformação
de cereais, S.A. detém 10.000 acções; que a nossa dominada Bacalhôa Vinhos de
Portugal, S.A. detém 8.120 acções da referida sociedade. Adicionalmente, os
membros do Conselho de Administração da Metalgest – Sociedade de Gestão, SGPS,
S.A. são, no seu conjunto, titulares de 15.000 acções da referida sociedade.
Em suma e em conjunto, são assim imputáveis à Metalgest – Sociedade de Gestão,
SGPS, S.A., nos termos do art.º 20º do Código dos Valores Mobiliários, 63.371.519
acções correspondentes a 1,75% do capital social e direitos de voto do Banco
Comercial Português."
2. "A Fundação José Berardo, Instituição Particular de Solidariedade Social, com sede
no Caminho do Monte, n.º 172, Funchal e escritórios no caminho do Amparo, n.º 55,
Funchal, pessoa colectiva n.º 511032625, vem, em cumprimento do artigo 16º do
Código dos Valores Mobiliários, comunicar que adquiriu 22.000.000 de acções do
Banco Comercial Português, em sessão de bolsa do dia 03/10/07. Mais informamos
que após esta aquisição a Fundação José Berardo passou a deter 153.057.828 acções
representativas do capital social do Banco Comercial Português. Acresce que a
Fundação José Berardo é parte em contrato de Equity Swap tendo por objecto
29.710.526 acções que lhe devem ser imputadas, perfazendo 182.768.354 acções
representativas do capital social do Banco Comercial português,

Semitela

| Notícias |

Banesto atribui "preço-alvo" de 3,50 euros ao BCP
(17-10-2007 - 08:34)


A casa de investimento espanhola Banesto Bolsa reiniciou a cobertura de quatro títulos da banca portuguesa, atribuindo recomendações de "neutral" ao Banco Comercial Português e ao Banco Espírito Santo e de "overweight" ao Banco BPI. O potencial de valorização do Banif é de 40%.

De acordo com a Bloomberg, o Banesto atribuiu um "target" de 3,50 euros ao BCP, o que representa um potencial de valorização de 11,5% face à actual cotação. A avaliação do BES é de 16,4 euros por acção, abaixo da actual cotação dos títulos (16,63 euros).

Entre os três maiores bancos, o BPI é o que recebe a recomendação mais elevada, de "overweight", com um preço-alvo de 7,50 euros, o que representa um potencial de valorização de 20%.

O Banif é o que apresenta o potencial de valorização mais expressivo, de 40%, tendo em conta o preço-alvo de 7 euros. A recomendação para as acções do banco de Horácio Roque é de "comprar".

As acções do Banif são assim as que mais beneficiam com estes "research" do Banesto, valorizando 2,04% para 5 euros. O BCP soma 0,96% para 3,14 euros, o BES valoriza 0,67% até aos 16,63 euros e o BPI negoceia inalterado nos 6,25 euros.


Jonhy Bigodes

Citação de: Semitela em Outubro 17, 2007, 09:49
| Notícias |

Banesto atribui "preço-alvo" de 3,50 euros ao BCP
(17-10-2007 - 08:34)


A casa de investimento espanhola Banesto Bolsa reiniciou a cobertura de quatro títulos da banca portuguesa, atribuindo recomendações de "neutral" ao Banco Comercial Português e ao Banco Espírito Santo e de "overweight" ao Banco BPI. O potencial de valorização do Banif é de 40%.

De acordo com a Bloomberg, o Banesto atribuiu um "target" de 3,50 euros ao BCP, o que representa um potencial de valorização de 11,5% face à actual cotação. A avaliação do BES é de 16,4 euros por acção, abaixo da actual cotação dos títulos (16,63 euros).

Entre os três maiores bancos, o BPI é o que recebe a recomendação mais elevada, de "overweight", com um preço-alvo de 7,50 euros, o que representa um potencial de valorização de 20%.

O Banif é o que apresenta o potencial de valorização mais expressivo, de 40%, tendo em conta o preço-alvo de 7 euros. A recomendação para as acções do banco de Horácio Roque é de "comprar".

As acções do Banif são assim as que mais beneficiam com estes "research" do Banesto, valorizando 2,04% para 5 euros. O BCP soma 0,96% para 3,14 euros, o BES valoriza 0,67% até aos 16,63 euros e o BPI negoceia inalterado nos 6,25 euros.



O meu preço alvo do BPI é de 9,00€, estes tipos das casas de investimento, deviam explicar como chegam a estes preços alvos, será por Analise Fundamental ou Tecnica? sinceramente gostava de saber ;D
Um novo local para seguir a direcção dos mercados http://oestaminedojonhybigodes.blogspot.com/ e http://www.ptstocks.com/smf/index.php

Semitela

Banco de Portugal informa
Administradores do BCP desde 1999 inibidos de se candidatar à liderança do banco
O Banco de Portugal (BdP) informou hoje os accionistas do Banco Comercial Português (BCP) que ninguém que tenha estado na administração do banco entre 1999 e 2007 pode candidatar-se aos órgãos sociais.

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Maria João Gago
[email protected]




O Banco de Portugal (BdP) informou hoje os accionistas do Banco Comercial Português (BCP) que ninguém que tenha estado na administração do banco entre 1999 e 2007 pode candidatar-se aos órgãos sociais.

Vítor Constâncio informou os accionistas presentes na reunião que todos os responsáveis que tenham estado no banco entre 1999 e 2007 estão inibidos de se candidatar à liderança do maior banco privado nacional.

Miguel Cadilhe, Pedro Líbano Monteiro e João Talone estão entre os que estão inibidos de se candidatar, além dos actuais administradores.